
Nora Roberts - Trilogia da herana 03 - Born in



Prlogo

        Amanda sonhou sonhos terrveis. Colin estava l, a doura dele, face bem amado esmagou com tristeza. Mandy, ele disse. Ele nunca a chamou qualquer coisa
mas Mandy. O Mandy dele, meu Mandy, o bem Mandy. Mas no havido nenhum sorriso na voz dele, nenhum riso nos olhos dele.

        Mandy, ns no podemos parar isto. Eu desejo que ns pudssemos. Mandy, meu Mandy, eu sinto falta de voc assim. Mas eu nunca pensei que voc teria que vir
eu to em seguida. Nossa pequena menina,  to duro para ela. E se por mais duro. Voc tem que lhe falar, voc sabe

        Ele sorriu ento, mas estava triste, to triste, e o corpo dele, a face dele que tinha parecido to slida, to ntima que ela tinha alcanado fora em sono 
o tocar, comeou a enfraquecer e vislumbrar fora.
        
        Voc tem que lhe falar, ele repetiu. Ns sempre soubemos que voc vai. Ela precisa saber onde ela vem de. Quem ela . Mas lhe, Mandy, fala nunca lhe diz 
que esquea que eu a amei. Eu amei minha pequena menina.
        
        Oh, no v, Colin. Ela gemeu no sono dela, enquanto ansiando para ele. Fique comigo. Eu o, Colin, amo. Meu doce Colin. Eu o amo para tudo que voc .
        
        Mas ela no o pde devolver. E no pde parar o sonho.
        
        Oh, como adorvel ver a Irlanda novamente, ela pensou, enquanto vagueando como nvoa em cima das colinas verdes que ela se lembrou to h muito tempo de. 
Veja o rio vislumbrar, como uma tira toda a prata e luminoso ao redor de um presente sem preo.
        
        E havia o Tommy, bem Tommy, esperando por ela. Virando sorrir a ela, a dar boas-vindas.
        
        Por que era tal aflio aqui, quando ela estava de volta e sentia to jovem, to vibrante, to apaixonado?
        
        Eu pensei que eu nunca o veria novamente. A voz dela era ofegante, com um riso nas extremidades disto. Tommy, eu voltei a voc.
        
        Ele parecia a encarar. No importa como ela tentou, ela poderia adquirir nenhum mais ntimo que um palmo de brao longe dele. Mas ela poderia ouvir a voz 
dele, como claro e docemente como j.
        
        Eu o, Amanda, amo. Sempre. Nunca tem um dia passado que eu no pensei em voc, e se lembrou do que ns achamos aqui.
        
        Ele se recolheu o sonho dela para olhar fora em cima do rio onde os bancos eram verdes e macios e a gua quieto.
        
        Voc a nomeou para o rio, para a memria dos dias tivemos ns.
        
        Ela est to bonita, Tommy. To luminoso, to forte. Voc estaria orgulhoso.
        
        Eu estou orgulhoso. E como eu desejo... Mas no pde ser. Ns conhecemos isto. Voc conheceu isto. Ele suspirou, retrocedeu. Voc fez bem para ela, Amanda. 
Nunca esquea isso. Mas voc est a deixando agora. A dor disso, e o que voc segurou dentro de todos estes anos, faz isto to duro. Voc tem que lhe falar, lhe 
d o direito inato dela. E a deixou saber, de alguma maneira a deixou saber que eu a amei. E teria mostrado para ela se eu pudesse.
        
        Eu no posso fazer isto s, ela pensou, enquanto lutando fora de sono como a imagem dele diminuram. Oh, querido Deus, no me faa fazer isto s.
        
        "Me." Suavemente, entretanto as mos dela tremeram, Shannon acariciou o face suada da me dela. "Me, acorde.  um sonho. Um sonho ruim." Ela entendeu o 
que seria torturado por sonhos, e soube temer despertar-como ela se despertou todas as manhs agora amedrontado que a me dela teria sido. Havia desespero na voz 
dela. No agora, ela rezou. No contudo. "Voc precisa acordar.
        
        "Shannon. Eles tm sido. Eles so ambos eles ido. Levado de mim."
        
        "Ssh. No chore. Por favor, no chore. Abra seus olhos agora, e olhe para mim."
        
        As tampas de Amanda tremularam aberto. Os olhos dela nadaram com aflio. "Eu sinto muito. To arrependido. Eu fiz o que eu pensei direito para voc."
        
        "Eu sei. Claro que voc fez." Ela desejou saber frantically se o delrio significasse que o cncer estava esparramando ao crebro. No era bastante que teve 
o ossos da me dela? Ela amaldioou a doena gananciosa, e amaldioou Deus, mas a voz dela estava acalmando quando ela falou. " certo agora. Eu estou aqui. Eu estou 
com voc."
        
        Com um esforo puxou a Amanda um longo, firmando respirao. Vises nadaram nela cabea-Colin, Tommy, a menina de bem dela. Como os olhos de Shannon angustiado 
ser-como quebrou eles tinham sido quando ela voltaria primeiro a Colombo.
        
        " certo agora." Amanda teria feito qualquer coisa que apagar aquele medo no olhos da filha dela. "Claro que voc est aqui. Eu estou alegre to voc est 
aqui." E to arrependido, bem, to arrependido eu tenho que o deixar. "Eu o amedrontei. Eu sinto muito eu o" amedrontei.
        
        Era verdadeiro-o medo era um gosto metlico na parte de trs da garganta dela, mas Shannon tremeu a cabea dela para negar isto. Ela quase usou teme agora; 
tinha montado na parte de trs dela desde que ela tinha apanhado o telefone no escritrio dela em Nova Iorque e tinha contado que a me dela estava morrendo. "Voc 
est em dor? "
        
        "No, no, no preocupe." Amanda suspirou novamente. Embora houvesse dor, dor horrorosa, que ela sentia mais forte. Precisado, com o que ela estava a ponto 
de enfrentar. Nas poucas semanas curtas que Shannon tinha estado de volta com ela ela tinha mantido o segredo enterrado, como ela teve tudo da vida da filha dela. 
Mas ela teria que abrir isto agora. No havia muito tempo. "Eu poderia ter um pouco de gua, bem? "
        
        "Claro que." Shannon apanhou o lanador separado perto da cama, cheio um copo de plstico, ento ofereceu a palha  me dela.
        
        Cuidadosamente ela ajustou a parte de trs da cama de hospital-estilo para fazer a Amanda mais confortvel. A sala de estar na casa adorvel em Colombo tinha 
sido modificada para cuidado de hospcio. Tinha sido o desejo de Amanda, e Shannon, que ela vem casa para o fim.
        
        Havia msica que joga no estreo, suavemente. O livro que Shannon tinha trazido no quarto com ela ler em voz alta tinha cado onde ela tinha derrubado isto 
em pnico. Ela dobrou para recobrar isto, enquanto lutando para esperar.
        
        Quando ela estava s, ela contou ela havia melhoria, que ela pudesse ver isto diariamente. Mas ela s teve que olhar para a me dela, veja a pele ficando 
cinzento*, as linhas de dor, o desperdiando gradual, saber melhor.
        
        No havia nada que fazer agora mas fazer a me dela confortvel, depender, amargamente, na morfina para entorpecer a dor que nunca foi derrotada completamente.
        
        Ela precisou de um minuto, Shannon percebeu como pnico comeou a borbulhar na garganta dela. H pouco um minuto s reunir a coragem cansada dela. "Eu vou 
adquirir um pano fresco agradvel para sua face."
        
        Obrigado." E que, a Amanda pensou como Shannon saiu com pressa, a daria bastante tempo, por favor Deus, escolher as palavras certas.
        
        Captulo Um
        
        Amanda tinha estado preparando para este momento durante anos, conhecer isto viriam, enquanto desejando isto no vo. O que era justo e corrige a um dos 
homens ela amou era uma injustia ao outro, seja qual for modo que ela escolheu.
        
        Mas era nenhum deles ela poderia se interessar agora com. Nem pde ela ninhada em cima da prpria vergonha dela.
        
        Havia s Shannon para pensar de. Shannon para doer para.
        
        A filha bonita, brilhante dela que nunca tinha sido qualquer coisa mas uma alegria a ela. Um orgulho para ela. A dor ondulou por ela como um fluxo envenenado, 
mas ela friccionou os dentes dela. L seria dodo agora, para o que aconteceria logo, do que tinha acontecido todos esses anos,
        
        atrs na Irlanda. Com todos seu corao desejou ela que ela pudesse achar algum modo para entorpecer isto.
        
        Ela assistiu a filha dela volte dentro, os movimentos rpidos, graciosos, a energia nervosa em baixo de. Movimentos gostam do pai dela, a Amanda pensou. 
No Colin. Querido, doce Colin tinha serrado, desajeitado como um filhote de cachorro enorme.
        
        Mas o Tommy tinha estado claro nos ps dele.
        
        Shannon teve os olhos de Tommy, tambm. O verde de musgo vvido, clareie como um lago ao sol. O cabelo castanho rico que balanou silkily ao queixo dela 
era outro legado da Irlanda. Ainda, a Amanda gostou de pensar que a forma do face da filha dela, a pele cremosa, e a boca cheia macia tinha sido os prprios presentes 
dela.
        
        Mas era Colin, o abenoe, que tinha dado a determinao dela, ambicione, e um senso fixo de ego.
        
        Ela sorriu como Shannon tomou banho a face frio e mido dela. "Eu no lhe contei bastante como orgulhoso voc me, Shannon", faz.
        
        "Claro que voc tem."
        
        "No, eu o deixei ver eu fui desapontado voc no escolheu pintar. Isso era egosta de mim. Eu sei melhor que a maioria que o caminho de uma mulher deve 
ser ela prprio."
        
        "Voc nunca tentou me falar fora de andamento com Nova Iorque ou passando a arte comercial. E eu ainda" pinto, ela somou com um sorriso sustentando. "Eu 
terminei quase uma vida imvel que eu penso que voc gostar."
        
        Por que ela no tinha trazido a tela com ela? Condene, por que ela no tinha pensado empacotar algumas pinturas, at mesmo um caderno de esboos de forma 
que ela poderia ter sentado com a me dela e poderia lhe ter dado o prazer de assistir?
        
        "Isso est l" um de meus favorito. Amanda gesticulou ao retrato na parede de sala de estar. "O um de seu pai, dormindo no chaise no jardim".
        
        "Se engrenando at ceifam o gramado", Shannon disse com um ria. Pondo de lado o pano, ela levou o assento ao lado da cama. "E toda vez ns dissemos por que 
no fez ele contrata um menino de gramado, ele reivindicaria que ele desfrutou o exerccio, e sairia e dormiria.
        
        "Ele nunca no me fez rir. Eu perco isso." Ela escovou uma mo em cima do pulso de Shannon. "Eu sei que voc sente falta dele, tambm".
        
        "Eu ainda penso que ele vai vir, estourando na porta da frente. 'Mandy, Shannon', ele diria, 'siga seus melhores vestidos, eu fiz h pouco meu cliente dez 
mil no mercado, e ns estamos saindo para o jantar.' "
        
        "Ele amou ganhar dinheiro", a Amanda meditou. "Era tal um jogo a ele. Nunca dlares e centavos, nunca ganncia ou egosmo l. H pouco a diverso disto. 
Como a diverso ele teve mudana de lugar colocar todo par de anos. 'Tremamos esta cidade, Mandy. Voc diz o que tentamos ns o Colorado? Ou Memphis? ' "
        
        Ela tremeu a cabea dela em um riso. Oh, era bom rir, fingir para h pouco um pequeno tempo eles s estavam falando como tiveram sempre eles. "Finalmente 
quando ns movemos aqui, eu lhe falei eu tinha jogado cigano bastante longo. Esta era casa. Ele resolveu abaixo como se ele s tivesse estado esperando pelo tempo 
certo e lugar."
        
        "Ele amou esta casa", Shannon murmurou. "Assim fez eu. Eu nunca prestei ateno ao redor  mudana. Ele sempre fez isto uma aventura. Mas eu me lembro, sobre 
uma semana depois que ns tnhamos nos instalado, enquanto sentando para cima em meu quarto e pensando que eu quis ficar este tempo." Ela sorriu em cima de  me 
dela. "Eu adivinho todos ns sentamos o mesmo modo."
        
        "Ele teria movido montanhas para voc, tigres lutados". A voz de Amanda tremeu antes de ela firmasse isto. "Voc sabe, Shannon, realmente sabe quanto amou 
ele voc? "
        
        "Sim." Ela ergueu o mo da me dela, apertou isto  bochecha dela. "Eu sei."
        
        "Se lembre de. Sempre se lembre de. Eu tenho coisas para lhe falar, Shannon que podem o ferir o do raiva e confuso. Eu sinto muito por isto." Ela tomou 
um flego.
        
        Havido mais no sonho que o amor e a aflio. Tinha havido urgncia. Amanda soube que ela no teria as trs semanas mesquinhas nem sequer o doutor tinha a 
prometido.
        
        "Me, eu entendo. Mas h ainda espere. Sempre h esperana."
        
        "No  nada que ver com isto", ela disse, enquanto erguendo uma mo para cercar a enfermaria temporria. " de antes, bem, longo antes de. Quando eu fui 
com um amigo a visitar a Irlanda e fiquei em Municpio Clare."
        
        "Eu nunca soube que voc tinha sido para a Irlanda." Golpeou Shannon como estranho pensar nisto. "Todos o ambulante ns fizemos, eu sempre desejei saber 
por que ns nunca fomos l, com voc e Pai ambas as razes irlandesas tendo. E eu sempre senti isto - conexo, este tipo estranho de puxe."
        
        "O tenha? " Amanda disse suavemente.
        
        " duro explicar", Shannon murmurou. Sentindo tolo, porque ela no era uma mulher para falar de sonhos, ela sorriu. "Eu sempre me falei, se eu j levasse 
tempo por uma frias longa que  onde eu iria. Mas com a promoo e a conta nova - " Ela encolheu os ombros fora a idia de uma indulgncia. "De qualquer maneira, 
eu me lembro, sempre que eu expus indo para a Irlanda, voc tremeria sua cabea e diria havia tantos outros lugares para ver."
        
        "Eu no pude agentar para voltar, e seu pai entendeu." A Amanda apertou os lbios dela junto, enquanto estudando o face da filha dela. "Voc ficar aqui 
ao lado de mim e escutar? E oh, por favor, por favor, tente entender? "
        
        Havia um frisson novo e fresco de medo que rasteja para cima a espinha de Shannon. O que poderia ser pior que morte? ela desejou saber. E por que ela era 
to amedrontada para ouvir isto?
        
        Mas ela sentou, enquanto mantendo o mo da me dela em seu. "Voc  chateado", ela comeou. "Voc sabe como importante  para voc manter calma."
        
        "E usa imagem produtiva", a Amanda disse com uma sugesto de sorriso.
        
        "Pode trabalhar. Note em cima de assunto. Tanto do que eu tenho lido - "
        
        "Eu sei." At mesmo o wisp de um sorriso teve sido ido agora. "Quando eu era alguns anos mais velho que voc, eu viajei com um bem amigo-seu nome era a Kathleen 
Reilly-para a Irlanda. Era uma aventura principal para ns. Ns ramos as mulheres crescidas, mas ns ambos tinham vindo de famlias rgidas. To rgido, to seguramente, 
que eu era mais que trinta antes de eu tivesse o gumption para fazer tal um movimento."
        
        Ela virou a cabea dela de forma que ela poderia assistir a face de Shannon como falou ela. "Voc no entenderia isso. Voc sempre esteve seguro de voc, 
e valente. Mas quando eu era sua idade, eu tive nem mesmo comeado lutar meu modo fora de covardia."
        
        "Voc nunca foi um covarde."
        
        "Oh, mas eu era", a Amanda disse suavemente. "Eu era. Meus pais eram atar-cortina irlands, ntegro como trs papa. O maior deles/delas decepo-mais por 
motivo de prestgio que religio-era que nenhum das crianas deles/delas teve a chamada."
        
        "Mas voc era filho" nico, Shannon interrompeu.
        
        "Um das verdades que eu quebrei. Eu lhe falei eu tive nenhum familiar, o deixe acreditar havia ningum. Mas eu tive dois irmos e uma irm, e no uma palavra 
esteve l entre ns desde antes de voc nascesse.
        
        "Mas por que - " Shannon se pegou. "Eu sinto muito. V em."
        
        "Voc sempre era um ouvinte bom. Seu pai lhe ensinou isso." Ela interrompeu um momento, enquanto pensando em Colin, rezando que o que ela estava a ponto 
de fazer era certo para tudo deles. "Ns no ramos uma famlia ntima, Shannon. Havia um... uma dureza em nossa casa, uma rigidez de regras e modos. Estava em cima 
de objees ferozes que eu deixei casa para viajar para a Irlanda com Kate. Mas ns fomos, to entusiasmado quanto aluna em uma piquenique. Para Dublin primeiro. 
Ento em, seguindo nossos mapas e nossos narizes. Eu sentia livre pela primeira vez em minha vida."
        
        Era to fcil de devolver tudo, a Amanda percebeu. At mesmo afinal de contas estes anos que ela tinha suprimido essas recordaes, eles poderiam nadar atrs 
agora, to claro e puro quanto gua. Kate est dando risada riso, a tosse do carro minsculo que eles tinham alugado, as voltas erradas e o certo que eles tinham 
feito.
        
        E o primeiro awed dela olham da varredura de colinas, a lana de precipcios do oeste. O senso de casa vindo que ela nunca tinha esperado, e nunca tinha 
sentido novamente.
        
        "Ns quisemos ver tudo ns poderamos ver, e quando ns tnhamos alcanado o oeste, ns achamos uma hospedaria encantadora que negligenciou o Rio Shannon. 
Ns resolvemos l, decidiu ns poderamos fazer isto um tipo de base enquanto ns dirigimos aqui e l em excurses de um dia. Os Precipcios de Mohr, Galway, a praia 
a Ballybunnion, e todos os pequenos lugares fascinantes que voc acha fora as estradas onde voc os" espera menos.
        
        Ela olhou ento para a filha dela, e os olhos dela eram afiados e luminosos. "Oh, eu desejo que voc iria l, veja, sinta para voc a magia do lugar, o mar 
que vomita como trovo para cima nos precipcios, o verde dos campos, o modo que o ar sente quando est chovendo to macio e suave-ou quando os sopros de vento duro 
do Atlntico. E a luz, est como uma prola, s escovou com ouro."
        
        Aqui era amor, Shannon pensou, confundiu, e um desejo que ela nunca tinha suspeitado. "Mas voc nunca voltou.
        
        "No." Amanda suspirou. "Eu nunca voltei. J faa voc deseja saber, bem, como  que uma pessoa pode planejar coisas to cuidadosamente, todos menos veja 
como coisas sero o prximo dia, e o prximo, ento algum pequeno algo acontece, alguns aparentemente insignificante algo, e as trocas de padro. Nunca  totalmente 
o mesmo novamente."
        
        No era tanto uma pergunta como uma declarao. Assim Shannon simplesmente esperou, enquanto desejando saber isso que pequeno algo tinha mudado o padro 
da me dela.
        
        A dor estava tentando rastejar atrs, cunningly. A Amanda fechou os olhos dela um momento, enquanto concentrando em bater isto. Ela evitaria isto, ela se 
prometeu, at que ela tinha terminado o que ela tinha comeado.
        
        "Um era agora fim de vero e a chuva veio e foi, espasmdico-Kate estava sentindo pobremente. Ela decidiu ficar dentro, descanse em cama durante o dia, leia 
um pouco e a amimalhe. Eu estava inquieto, um sentimento em mim que havia lugares que eu tive que ir. Assim eu levei o carro, e eu dirigi. Sem planejar isto, eu 
me levei Dar laada Cabea. Eu poderia ouvir as ondas que batem como eu sa do carro e caminhei para os precipcios. O vento estava soprando, zumbindo pela grama. 
Eu poderia cheirar o oceano, e a chuva. Havia um poder l, enquanto tocando tambor no ar at mesmo como a rebentao tocaram tambor nas pedras.
        
        "Eu vi um homem", ela continuou, lentamente agora, "estando de p onde a terra caiu fora para o mar. Ele estava olhando fora em cima da gua, no chuva-oeste 
para a Amrica. Havia ningum mais menos ele, hunched na jaqueta molhada dele, um bon gotejando baixo em cima dos olhos dele. Ele virou, como se ele s tivesse 
estado esperando por mim, e ele sorriu."
        
        De repente Shannon quis estar de p, falar para a me dela estava na hora para parar, descansar, fazer qualquer coisa mas continuar. As mos dela tinham 
se enrolado em punhos sem o ser dela atento. Havia um maior, mais apertado hospedado no estmago dela.
        
        "Ele no era jovem", a Amanda disse suavemente. "Mas ele estava bonito. Havia algo to triste, to perdido nos olhos dele. Ele sorriu e disse bom dia, e 
isso que uma multa
        
        dia que era como a chuva bateu em nossa cabea e o vento esbofeteou nossas faces. Eu ri, para de alguma maneira isto era um dia bom. E entretanto eu tinha 
crescido usado  msica do sotaque de Irlanda ocidental, a voz dele estava encantando assim, eu soube que eu pudesse ir em escutar isto por horas. Assim ns estvamos 
de p l e falamos, sobre minhas viagens, sobre a Amrica. Ele era um fazendeiro, ele disse. Um ruim, e ele sentia muito por isso como ele teve duas filhas de beb 
para prover para. Mas no havia nenhuma tristeza na face dele quando ele falou deles. Iluminou. O Maggie Mae dele e Brie, ele os chamou. E sobre a esposa dele, ele 
disse pequeno.
        
        "O sol saiu, a Amanda disse com um suspiro. "Saiu lento e graciosamente como estvamos de p l ns, tipo de deslizar pelas nuvens em pouco flui de ouro. 
Ns caminhamos ao longo dos caminhos estreitos, enquanto falando, como se ns tivssemos sabido um ao outro todas nossas vidas. E eu me apaixonei por ele no alto, 
trovejando precipcios. Deveria me" ter amedrontado. Ela olhou a Shannon, tentatively alcanaram fora uma mo. "Me envergonhou, porque ele era um homem casado com 
crianas. Mas eu pensei que isto s eu era quem sentia isto, e quanto pecado pode estar l na alma de uma empregada velha deslumbrada por um homem bonito em uma 
manh? "
        
        Estava com alvio que ela sentia que o dedos da filha dela entrelaam com seu. "Mas no s era eu que sentia isto. Ns vimos um ao outro novamente, oh, inocentemente 
bastante. Em um bar, atrs nos precipcios, e uma vez ele levou me e Kate para um pequeno feira fora de Ennis. No pde ficar inocente. Ns no ramos crianas, 
qualquer um de ns, e o que ns sentamos para um ao outro era to enorme, to importante, e voc me, to certo, tem que acreditar. Kate saber-qualquer um que olhou 
para ns poderia ter visto isto-e ela falou comigo como um amigo v. Mas eu o amei, e eu nunca tinha estado to contente como quando ele estava comigo. Nunca uma 
vez ele fez promessas. Sonhos que ns tivemos, mas no havia nenhuma promessa entre ns. Ele foi ligado  esposa dele que no teve nenhum amor por ele, e s crianas 
adorou" ele.
        
        Ela umedeceu os lbios secos dela, tomou outro gole da palha quando wordlessly de Shannon ofereceram o copo. Amanda pausou novamente, para isto seria agora 
mais duro.
        
        "Eu soube o que eu estava fazendo, Shannon, realmente era mais meu fazendo que o dele quando ns nos tornamos os amantes. Ele foi o primeiro homem para me 
tocar, e quando ele fez, afinal, estava com tal bondade, tal cuidado, tal amor, que ns lamentamos junto posteriormente. Porque ns soubemos que ns fundaramos 
um ao outro muito tarde, e estava desesperado.
        
        "Ainda ns fizemos planos tolos. Ele acharia um modo para deixar a esposa dele provido para e traria as filhas dele a mim em Amrica onde ns seramos uma 
famlia. O homem quis a famlia desesperadamente, como fiz eu. Ns falaramos junto naquele quarto que negligencia o rio e fingimos que sempre era. Ns tivemos trs 
semanas, e diariamente era mais maravilhoso que o ltimo, e mais arrancando. Eu tive que o deixar, e Irlanda. Ele me falou ele se levantaria a Cabea de Volta onde 
ns tnhamos nos encontrado, e olha fora em cima do mar para Nova Iorque, para mim.
        
        O nome dele era Thomas Concannon, um fazendeiro que quis ser um poeta".
        
        "O feito... " A voz de Shannon estava enferrujada e instvel. "Voc j o viu novamente? "
        
        "No. Eu lhe escrevi durante um tempo, e ele respondeu." Apertando os lbios dela junto, a Amanda fitou no olhos da filha dela. "Em seguida eu voltei a Nova 
Iorque, eu aprendi eu estava levando a criana" dele.
        
        Shannon tremeu a cabea dela depressa, a negao instintivo, o medo enorme. "Grvida? " O corao dela comeou a bater grosso e rpido. Ela tremeu a cabea 
dela novamente e tentou afastar a mo dela. Porque ela soube, sem outro palavra ser dito, conheceu ela. E recusou saber. "No",
        
        "Eu estava emocionado." O aperto de Amanda apertou, entretanto a valeu. "Do primeiro momento eu estava seguro, eu estava emocionado. Eu nunca pensei que 
eu teria uma criana, que eu acharia algum que me amou bastante me dar aquele presente. Oh, eu quis aquela criana, amou isto, Deus agradecido para isto. Que tristeza 
e aflio que eu tive vieram de saber que eu nunca poderia compartilhar com Tommy a beleza que tinha vindo de nosso amar um ao outro. A carta dele para mim depois 
que eu tivesse lhe escrito disto era frentico. Ele teria deixado a casa dele e teria vindo a mim. Ele tinha medo por mim, e o que eu estava enfrentando s. Eu soube 
que ele teria vindo, e me tentou. Mas estava errado, Shannon, como o amando nunca estava errado. Assim eu lhe escrevi uma ltima vez, menti pela primeira vez a ele, 
e lhe falei que eu no tinha nenhum medo, nem s, e que eu ia embora.
        
        "Voc est cansado." Shannon estava desesperado para parar as palavras. O mundo dela estava inclinando, e ela teve que lutar para corrigir isto novamente. 
"Voc falou muito muito tempo. Est na hora de sua medicina."
        
        "Ele teria o" amado, a Amanda disse fiercely. "Se ele tivesse tido a chance. Em meu corao sei eu que ele o amou sem j pr olhos em voc."
        
        "Parada." Ela subiu ento, enquanto apartando, empurrando atrs. Havia uma doena que sobe dentro dela, e a pele dela sentia to frio e magro. "Eu no quero 
ouvir isto. Eu no preciso ouvir isto."
        
        "Sim. Eu sinto muito pela dor o causa, mas voc precisa saber tudo. Eu parti", ela foi depressa em. "Minha famlia estava chocada, furiosa quando eu lhes 
falei que eu estava grvida. Eles queriam que eu fosse embora, o deixe, quietamente, discretamente, de forma que l estariam nenhum escndalo e vergonha. Eu teria 
morrido antes do deixar. Voc era meu, e voc era Tommy. Havia palavras horrveis naquela casa, ameaas, ultimatos. Eles me desconheceram, e meu pai, enquanto sendo 
um homem inteligente de negcio, bloqueou minha conta bancria de forma que mim no teve nenhuma reivindicao no dinheiro que tinha sido deixado a mim por minha 
av. Dinheiro nunca era um jogo a ele, voc v. Era poder.
        
        "Eu deixei aquela casa com nunca um pesar, com o dinheiro eu tive em minha carteira, e uma nica mala."
        
        Shannon sentia como se ela seja subaqutica, enquanto lutando para ar. Mas a imagem passou por isto, da me dela, claramente jovem, grvida, quase sem dinheiro, 
levando uma nica mala. Havia ningum para o ajudar? "
        
        "Kate teria, e eu soube que ela sofreria para isto. Estes tinha sido meu fazendo. O que envergonha havia, era meu. Que alegria havia, era meu. Eu levei um 
norte de trem, e eu arrumei um emprego mesas de espera em um recurso no Catskills. E l eu conheci Colin Bodine."
        
        A Amanda esperou enquanto Shannon se virou e caminhou ao fogo agonizante. O quarto estava quieto, com s o assobie de brasas e o vento vivo s janelas mexer 
isto. Mas em baixo do quieto, ela poderia sentir a tempestade, o um que roda dentro da criana ela amou mais que a prpria vida dela. J ela sofreu, enquanto sabendo 
que era provvel que tempestade batesse em cima de ambos eles.
        
        "Ele estava tirando frias com os pais dele. Eu lhe paguei pequena mente. Ele era justo mais dos ricos e privilegiado eu estava servindo. Ele teve uma piada 
de vez em quando para mim, e eu sorri como foi esperado. Minha mente estava em meu trabalho e meu pagamento, e na criana que cresce dentro de mim. Ento uma tarde 
havia um temporal, um bruto de um. Um bem que muitos dos convidados escolheram ficar em lugar fechado, nos quartos deles/delas e toma o almoo deles/delas trazido 
a eles. Eu estava levando uma bandeja, se apressando a um das cabanas, para l seria dificuldade se a comida se pusesse fria e o convidado reclamou disto. E conies 
de Colin que embarrila ao redor de um canto, molhado como um cachorro, e me aplaina. Como desajeitado ele era, o" abenoe.
        
        Lgrimas queimaram atrs dos olhos de Shannon como ela fitou abaixo nas brasas ardendo. "Ele disse que isso era como ele o, o derrubando, conheceu.
        
        "Assim ele fez. E ns sempre lhe falamos que verdades que ns pudemos sentamos ns. Ele me enviou espreguiando na lama, com a bandeja de comida que se 
espalha e arruinou. Ele comeou se desculpando, enquanto tentando me ajudar para cima. Tudo que eu poderia ver eram aquela comida, deteriorou. E minha parte de trs 
doendo de levar essas bandejas pesadas, e minhas pernas to cansado de sustentar o resto de mim. Eu comecei a chorar. H pouco sentado l na lama e chorou e chorou 
e chorou. Eu no pude parar. At mesmo quando ele me ergueu para cima e me levou para o quarto dele, eu no pude parar.
        
        "Ele era to doce, se sentou eu em uma cadeira apesar da lama, me cobriu com uma manta e sentou l, enquanto batendo levemente minha mo at as lgrimas 
correram fora. Eu estava to envergonhado de mim, e ele era to tipo. Ele no me deixaria partir at que eu tinha prometido jantar com ele."
        
        Deveria ter sido romntico e doce, Shannon pensou enquanto a respirao dela comeou a escorregar. Mas no era. Era horroroso. "Ele no soube que voc estava 
grvida."
        
        A Amanda estremeceu como muito da acusao nas palavras como ela fez de uma punhalada fresca de dor. "No, no ento. Eu apenas estava mostrando e cuidadoso 
esconder isto ou eu teria perdido meu trabalho. Tempos eram ento diferentes, e uma garonete grvida solteira no teria durado no "ptio de recreio de um homem 
rico.
        
        "Voc o deixou se apaixonar por voc." A voz de Shannon estava fria, fria como o gelo que parecia alisado em cima da pele dela. "Quando voc estava levando 
a "criana de outro homem.
        
        E a criana era eu, ela pensou, miservel.
        
        "Eu tinha crescido a uma mulher", a Amanda disse cuidadosamente, enquanto procurando o face da filha dela e lamentando dentro ao que ela leu l. "E ningum 
realmente tinha me amado. Com Tommy era rpido, como aturdindo como um parafuso de raio. Eu ainda fui encoberto por isto quando eu conheci Colin. Ainda afligindo 
em cima disto, ainda embrulhado nisto. Tudo o que eu sentia para Tommy foi dirigido em direo  criana que ns tnhamos feito junto. Eu poderia lhe falar eu pensei 
que Colin s estava sendo amvel. E no princpio em verdade, fiz eu. Mas eu vi, logo bastante, que havia mais."
        
        "E voc o" deixou.
        
        "Talvez eu poderia o" ter parado, a Amanda disse com um suspiro longo, longo. "Eu no sei. Diariamente durante a prxima semana havia flores em meu quarto, 
e as bonitas, inteis coisas que ele amou dar. Ele achou modos para estar comigo. Se eu descansasse de dez-minuto, l ele estaria. Ainda me ocupou dias antes de 
eu entendesse que eu estava sendo cortejado. Eu estava apavorado. Aqui estava este homem adorvel que estava estando nada mais que tipo, e ele no soube que eu tive 
a criana de outro homem em mim. Eu lhe, tudo, falei certo terminaria l, e arrependido para isso porque ele foi o primeiro amigo que eu tinha tido desde que eu 
tinha deixado Kate em Nova Iorque. Ele escutou, daquele modo teve ele, sem interrupo, sem perguntas, sem condenaes. Quando eu era novamente acabado, e choro, 
ele levou minha mo. 'Voc me se casaria melhor, Mandy', ele disse. 'Eu levarei ao cuidado de voc e o beb.' "
        
        As lgrimas tinham escapado, correu abaixo as bochechas de Shannon como retrocedeu ela. Eles estavam correndo como bem abaixo o bochechas da me dela, mas 
ela no se permitiria ser balanado por eles. O mundo dela j no foi inclinado; tinha batido.
        
        To simples quanto isso? Como poderia ter estado to simples? "
        
        "Ele me amou. Estava humilhando quando eu percebi que ele me amou verdadeiramente. Eu o, claro que, recusei. Que mais poderia fazer eu? Eu pensei que ele 
estava sendo tolamente galante, ou h pouco tolo completamente. Mas ele persistiu. At mesmo quando eu me pus bravo e lhe disse que me deixasse s, ele persistiu." 
Um sorriso comeou a encurvar os lbios dela como ela se lembrou disto. "Era como se eu fosse a pedra e ele a onda que pacientemente, eternamente varre em cima disto 
at que toda a resistncia est fora usada. Ele trouxe coisas de beb para mim. O enlate imagem um cortejo de homem uma mulher trazendo os presentes dela para a 
criana por nascer dela? Um dia que ele veio para meu quarto, me falou ns amos adquirir a licena agora e adquirir minha bolsa. Eu fiz isto. Eu h pouco fiz isto. 
E se achou dois dias casados depois."
        
        Ela examinou nitidamente, enquanto se antecipando a pergunta antes de fosse perguntado. "Eu no mentirei para voc e lhe falarei eu o amei ento. Eu me preocupei. 
Era impossvel no querer um homem assim. E eu agradeci. Os pais dele eram chateados, naturalmente bastante, mas ele reivindicou ele os traria ao redor. Colin sendo, 
eu penso que ele teria, mas eles foram matados na casa de passeio deles/delas. Assim era h pouco os dois de ns, e voc. Eu me prometi eu seria uma esposa boa a 
ele, lhe faa uma casa, o aceite em cama. Eu jurei no pensar novamente em Tommy, mas isso era impossvel. Me ocupou anos entender no havia nenhum pecado, nenhuma 
vergonha se lembrando do primeiro homem eu tinha amado, nenhuma infidelidade para meu marido."
        
        "No meu pai", Shannon disse por lbios de gelo. "Ele era seu marido, mas ele no era meu pai."
        
        "Oh, mas ele era." Pela primeira vez havia uma sugesto de temperamento na voz de Amanda. "Nunca diga diferente."
        
        Amargura afiou a voz dela. "Voc h pouco me falou diferente, no o tenha? "
        
        "Ele o amou enquanto voc ainda estava em meu tero, levou ambos ns como seu sem hesitao ou falso orgulho." A Amanda falou to depressa quanto permitiria 
a dor dela. "Eu lhe falo me envergonhou, enquanto ansiando para um homem que eu nunca poderia ter, enquanto um to bom quanto j foi feito estava ao lado de mim. 
O dia que voc nasceu, e eu o vi o segurando nessas mos desajeitadas grandes, aquele olhar de maravilha e orgulho na face dele, o amor nos olhos dele como ele o 
embalou contra ele to suavemente quanto se voc fosse feito de copo, eu me apaixonei por ele. Eu o amei tanto quanto qualquer mulher j amou qualquer homem daquela 
gaveta de dia isto. E ele era seu pai, como o Tommy quis ser e no pde. Se qualquer um de ns tivesse um pesar, era que ns no pudssemos ter mais crianas para 
esparramar a felicidade que ns compartilhamos em voc."
        
        "Voc h pouco quer que eu aceite isto? " Agarrando para enfurecer era menos agonizante que agarrando aflio. Shannon fitou. A mulher em cama era agora 
uma estranha, da mesma maneira que ela era uma estranha a ela. Ir em como se no muda nada."
        
        "Eu quero que voc se d tempo aceitar, e entende. E eu quero que voc acredite que ns o, todos ns", amamos.
        
        O mundo dela foi quebrado aos ps dela, toda memria que ela teve, toda convico que ela tinha nutrido em fragmentos denteados. "Aceite? Que voc dormiu 
com um homem casado e se ps grvida, ento se casou o primeiro homem que lhe pediu que se salvasse. Aceitar as mentiras voc me contou todos minha vida, a decepo".
        
        "Voc tem um direito a sua raiva." Amanda mordeu a dor, fsico, emocional, atrs.
        
        "Raiva? Voc pensa o que eu estou sentindo est to plido quanto raiva? Deus, como voc pudesse fazer isto? " Ela girou fora, horror e amargura que mordem 
aos saltos de sapatos dela. "Como voc poderia ter mantido isto de mim todos estes anos, me deixe acreditar que eu algum era eu no era? "
        
        "Quem voc  no mudou", a Amanda disse desesperadamente. "Colin e eu fizemos o que ns pensamos era certo para voc. Ns nunca estvamos seguros como ou 
quando lhe falar. Ns - "
        
        "Voc discutiu isto? " Submerso por ela prprias emoes agitando, Shannon girou atrs  mulher delicada na cama. Havia um desejo horrvel, chocante nela 
arrebatar aquele corpo encolhido para cima, trema. "Hoje o dia  ns contamos para Shannon ela era um pequeno engano feito na costa ocidental de Irlanda? Ou deveria 
ser amanh? "
        
        "No um engano, nunca um engano. Um milagre. Condene, Shannon - " Ela rompeu, enquanto ofegando como a dor lancearam por ela, enquanto roubando a respirao 
dela, rasgando como garras. A viso dela ficava cinzento*. Ela sentia um elevador de mo a cabea dela, uma plula que  deslizada entre os lbios dela, e ouviu 
a voz da filha dela, enquanto acalmando agora.
        
        "Tome um gole de um pouco de gua. Um pequeno mais. Isso  isto. Agora minta atrs, feche seus olhos."
        
        "Shannon." A mo era levar o seu l quando ela alcanou fora.
        
        "Eu estou aqui, aqui mesmo. A dor ter sido entrada em um minuto. Ter sido ido, e voc dormir."
        
        J estava vazando, e a fadiga estava rolando dentro como nvoa. No bastante tempo, era toda a Amanda poderia pensar. Por que  nunca bastante tempo?
        
        "No me" odeie, ela murmurou como ela deslizou debaixo da nvoa. "Por favor, no me" odeie.
        
        Shannon sentou, pesou abaixo pela prpria aflio dela longo depois que a me dela dormisse.
        
        Ela no se despertou novamente.
        
        Captulo Dois
        
        Um oceano longe donde um das filhas de Tom Concannon se tratou da dor de morte, outros celebraram as alegrias de vida nova.
        
        Brianna Concannon Thane embalou a filha dela nos braos dela, enquanto estudando os olhos azuis deslumbrantes com as chicotadas impossivelmente longas deles/delas. 
Os dedos minsculos com as unhas minsculas perfeitas deles/delas, o boto de rosa de uma boca que ningum em cu ou em terra poderia lhe falar no tinha encurvado 
em um sorriso.
        
        Depois de menos que uma hora ela tinha esquecido j da tenso e fadiga de trabalho. O suor disto, e at mesmo os espinhos de medo.
        
        Ela teve uma criana.
        
        "Ela  real." Grayson Thane disse reverently, com um golpe hesitante de uma ponta do dedo abaixo a bochecha do beb, para isto. "Ela  nossa." Ele engoliu. 
Kayla, ele pensou. O filha Kayla dele. E ela parecia to pequena, to frgil, to desamparada. "Voc pensa que ela vai gostar de mim? "
        
        Investigando em cima do ombro dele, a cunhada dele riu. "Bem, ns a fazer-maioria do tempo. Ela o, Brie", favorece Maggie decidiu, enquanto deslizando um 
brao ao redor cintura Cinza para apoio. Os cabelos dela sero sua cor.  agora mais ruivo, mas eu apostarei vira muito tempo" a seu ouro avermelhado antes.
        
        Se encantado com a idia, Brianna irradiou. Ela acariciou o desa no cabea da filha dela, ache macio como gua. "Voc pensa? "
        
        "Talvez ela  adquiriu meu queixo", Cinza disse esperanosamente.
        
        "H pouco igual um homem." Maggie piscou ao marido dela como Rogan Sweeney sorriu a ela pela cama de hospital. "Uma mulher passa pela gravidez, com seu mal-estar 
e tornozelos inchados. Ela ginga quase como uma vaca por meses, ento sofre pelos horrores de trabalho - "
        
        "No me faa lembrar disso." Cinza no aborrea para suprimir um tremor. Brianna poderia ter posto aquele aspecto do evento atrs dela, mas ele no teve. 
Viveria nos sonhos dele, ele estava seguro, durante anos.
        
        Transio, ele se lembrou com horror. Ele sempre tinha pensado nisto como um movimento simples de cena para cena como um escritor. Ele nunca pensaria novamente 
na palavra o mesmo modo.
        
        Incapaz resistir, Maggie comprimiu a lngua dela na bochecha dela. O afeto dela para Cinza fez o dela honre saltado para arreliar sempre que a oportunidade 
surgiu. "Quantas horas era? Vejamos. Dezoito. Dezoito horas de trabalho para voc, Brie."
        
        Brianna no pde esconder um sorriso totalmente como Cinza comeou a empalidecer. "Mais ou menos. Certamente parecia mais na ocasio como, com todo o mundo 
me dizendo que respirasse, e pobre Fica cinzento*, enquanto quase hiperventilando como demonstrou ele como eu era fazer sobre isto.
        
        "Um homem no pensa nada de lamentar depois de pr em oito horas a uma escrivaninha." Maggie lanou o esfrego dela de cabelo chama-colorido atrs. "E ainda 
eles teimam em nos chamar o sexo mais fraco."
        
        "Voc no ter notcias isto de mim." Rogan sorriu a ela. Parte sendo do nascimento de Kayla tinha o feito lembrar do nascimento do filho dele, e como a 
esposa dele tinha lutado como um guerreiro trazer Liam no mundo. Ainda ningum pensa do pelo qual um pai passa. "Como sua mo est fazendo, Grayson? "
        
        Sobrancelhas tricotam, Cinza dobrou o dele dedo-o ones a esposa dele estava usando vised abaixo durante uma contrao particularmente spera. "Eu no penso 
que est quebrado."
        
        "Voc segurou um ganido, virilmente", do que Maggie se lembrou. "Mas seus olhos cruzaram quando ela adquiriu um aperto bom em voc."
        
        "Pelo menos ela no o" amaldioou, Rogan somou, enquanto erguendo uma escurido, sobrancelha elegante  esposa dele. "Os nomes a Margaret Mary aqui me chamou 
quando Liam nasceu era inventivo para estar seguro. E unrepeatable."
        
        "Voc tenta transcurso oito libras, Sweeney, e v que nomes vm a mente. E tudo que ele diz, quando ele d uma olhada em Liam", Maggie foi em, " como o 
menino tem o nariz" dele.
        
        "E assim ele faz."
        
        "Mas voc  agora certo? " Em pnico sbito Cinza olhou para a esposa dele. Ela ainda estava um pequeno plida, ele notou, mas os olhos dela estavam novamente 
claros. Isso terrificar cobertura de concentrao teve sido ido. "Direito? "
        
        "Eu estou bem." Confortar, ela ergueu uma mo  face dele. A face que ela amou, com o boca de seu poeta e ouro-flecked olhos. "E eu nunca no o segurarei 
a sua promessa me tocar novamente. Como era determinado no calor do momento." Com um riso ela fossou o beb. "Voc o, Maggie, ouviu quando ele gritou ao doutor? 
'Ns mudamos nossas mentes', ele diz. 'Ns no estamos tendo um beb afinal de contas. Saia de meu modo, eu estou levando minha casa de esposa.' "
        
        "Multe para voc." Cinza se arriscou e deslizou uma ponta do dedo em cima da cabea do beb. "Voc no teve que assistir tudo. Este material de parto spero 
em um sujeito."
        
        "E ao ponto aderindo, ns somos os menos apreciaram", Rogan somou. Quando Maggie bufou, Rogan ofereceu uma mo para ela. "Ns temos chamadas para fazer, 
Maggie". "Que ns fazemos. Ns olharemos atrs brevemente" dentro em voc. Quando eles estavam ss, Brianna sorriu para ele. "Ns temos uma famlia, Grayson".
        
        Uma hora Grayson posterior estava ansioso e suspeito quando um enfermeira levou embora o beb. "Eu deveria ir manter um olho nela. Eu no confio no olhar 
nos "olhos daquele enfermeira.
        
        "No seja atormentador, Da".
        
        "Da." Sorrindo de orelha a orelha, ele olhou atrs para a esposa dele. " que o que ela vai me chamar?  fcil. Ela provavelmente pode controlar quase j 
isto, voc no pensa? "
        
        "Oh, eu estou seguro." Rindo, cupped de Brianna a face dele nas mos dela como ele se inclinou para a beijar. "Ela  luminosa como o sol, nosso Kayla".
        
        "Kayla Thane." Ele experimentou isto, sorriu novamente. "Kayla Margaret Thane, o primeiro Presidente feminino dos Estados Unidos. Ns j tivemos um presidente 
de mulher na Irlanda", ele somou. "Mas ela pode escolher qualquer que que ela quer. Voc parece bonito, Brianna".
        
        Ele a beijou novamente, surpreendeu tudo de uma vez que era absolutamente verdade. Os olhos dela estavam ardendo, os cabelos de rosa-ouro dela caram isto 
ao redor. A face dela ainda era um pouco plido, mas ele poderia ver que as rosas neles estavam comeando a florescer novamente.
        
        "E voc deve ser esvaziado. Eu deveria o deixar dormir."
        
        "Sono." Ela rodou os olhos dela e o baixou para outro beijo. "Voc tem que estar brincando. Eu no penso que eu pudesse dormir h dias, eu tenho tanto agora 
energia. O que eu sou  sofrido fome meio a morte. Eu daria qualquer coisa e mais para o sanduche de um editor de livros enorme e uma pilha de fatias."
        
        "Voc quer comer? " Ele piscou a ela, surpreso. Isso que uma mulher. Talvez depois de, voc gostaria de sair e arar um campo."
        
        "Eu acredito que eu saltarei que", ela disse secamente. "Mas eu no tive uma mordida em mais de vinte e quatro horas, eu o lembrarei. Voc pensa que voc 
pudesse ver se eles pudessem me trazer um pouco algo? "
        
        Comida de hospital", nenhum modo. No para a me de minha criana." O que um pontap que era, ele percebeu. Ele quase no tinha se acostumado a dizer "meu 
wife"-agora ele estava dizendo "minha criana." Minha filha. "Eu vou ir o adquirir o sanduche do melhor editor de livros na costa ocidental de Irlanda."
        
        Brianna resolveu atrs com um riso como ele arremessou fora do quarto. Isso que um ano que tinha sido, ela pensou. Tinha sido dificilmente mais que que desde 
que ela tinha o conhecido, menos desde que ela tinha o amado. E agora elas eram uma famlia.
        
        Apesar das reivindicaes dela para o contrrio, os olhos dela cresceram pesados e ela passou despercebido facilmente em sono.
        
        Quando ela despertada novamente, enquanto acumulando hazily fora de sonhos, ela viu Cinza, enquanto sentando na extremidade da cama dela, a assistindo.
        
        Tambm", "ela estava dormindo ele comeou. E desde que ele j tinha levado a mo dela em seu, ele trouxe isto aos lbios dele. "Eles me deixaram a segurar 
novamente quando eu os molestei - disse alguns coisas interessantes sobre o ianque, mas era ao todo bem indulgente. Ela olhou para mim, Brie, ela parecia certa a 
mim. Ela soube que era eu, e ela a enrolou dedo-ela se ps deslumbrante dedo-ela os enrolou o meu ao redor e esperou - "
        
        Ele rompeu, um olhar de pnico completamente que substitui a alegria deslumbrada. "Voc est chorando. Por que voc est chorando? Algo di. Eu adquirirei 
o doutor. Eu adquirirei algum."
        
        "No." Sniffling, ela apoiou para apertar a face dela ao ombro dele adiante. "Nada di. S  que eu o amo tanto. Oh, voc me, Grayson, move. Olhando para 
sua face quando voc fala dela. Toca to profundamente."
        
        "Eu no soube que estaria assim", ele murmurou, enquanto acariciando o cabelo dela como abraou ele. "Eu no soube que seria to grande, to inacreditavelmente 
grande. Eu vou ser um pai bom."
        
        Ele disse isto com tal fervor, e tal uma doce sugesto de medo, que ela riu. "Eu sei."
        
        Como ele poderia falhar, ele desejou saber, quando ela acreditou to completamente nele? "Eu trouxe um sanduche para voc, e um pouco de materiais."
        
        "Obrigado." Ela sentou atrs, sniffling novamente e esfregando aos olhos dela. Quando as lgrimas clarearam, ela piscou novamente, ento lamentou novamente. 
"Oh, Grayson, isso que um bobo maravilhoso que voc ."
        
        Ele tinha enchido o quarto com flores, panelas e vasos e cestas deles, com bales que aglomeraram o teto com cor vvida e formas alegres. Um cachorro roxo 
enorme estava, enquanto sorrindo ao p da cama.
        
        "O cachorro para Kayla", ele lhe falou, enquanto tirando de tecidos de uma caixa e os enchendo na mo dela. "Assim no adquire nenhuma idia. Seu sanduche 
est provavelmente frio, e eu comi algumas das fatias. Mas h um pedao de bolo de chocolate nisto para voc se voc no me der um tempo duro sobre isto.
        
        Ela ignorou as lgrimas frescas. "Eu quero o bolo primeiro."
        
        "Voc adquiriu isto."
        
        "O que  isto, enquanto j festejando? " Maggie passeou dentro, um buqu de narcisos silvestres nos braos dela. O marido dela entrou atrs dela, a face 
dele escondida atrs de um urso enchido.
        
        "Oi, Mum." Rogan Sweeney se agachou a cama para beijar a cunhada dele, ento piscado a Cinza. "Da."
        
        "Ela tinha fome, Cinza disse com um sorriso.
        
        "E eu sou muito ganancioso para para compartilhar meu bolo." Brianna se bifurcou para cima um bocado de chocolate.
        
        "Ns h pouco viemos de ter outra olhada." Maggie se estatelou abaixo em uma cadeira. "E eu posso dizer, sem preconceito, que ela  o mais bonito beb no 
berrio. Ela tem seu cabelo, Brie, ouro todo rseo, e bonita boca Cinza."
        
        "Murphy envia o amor dele e melhores desejos", Rogan ps dentro, enquanto fixando o urso ao lado do cachorro. "Ns h pouco o chamamos atrs um pouco passar 
as notcias. Ele e Liam esto celebrando com os bolos de ch voc terminou fabricao antes de voc entrasse em trabalho."
        
        " doce dele prestar ateno a Liam enquanto voc estiver aqui."
        
        Maggie ondulou fora a gratido de Brianna. "Doura no teve nada que ver com isto. Murphy mantm o menino de sol a sol se eu o deixasse. Eles esto tendo 
um tempo principal, e antes de voc perguntar, coisas esto bem na hospedaria. Sra. O'Malley est cuidando de seus convidados. Embora por que voc aceitaria registros 
que quando voc soube que voc estaria tendo um beb, eu no possa dizer."
        
        "A mesma razo voc manteve funcionamento com seu copo at que ns o acarretamos fora ter Liam, eu imagino", Brianna disse secamente. " como eu ganho meu 
dinheiro. A Me e Lottie foram para casa ento? "
        
        "Pouco tempo atrs." Para a causa de Brianna, Maggie manteve o sorriso dela em lugar. A me deles/delas tinha estado reclamando, e preocupando sobre que 
germes ela poderia apanhar no hospital. Isso no era nada novo. "Eles olharam dentro e viram voc estava dormindo, assim Lottie disse que ela dirigiria a Me atrs 
e eles veriam o e Kayla amanh."
        
        Maggie pausou, olhou a Rogan. O aceno imperceptvel dele deixou a deciso para compartilhar o resto das notcias at ela. Porque ela entendeu a irm dela, 
e as necessidades de Brianna, Maggie subiu, sentou no lado da cama oposto Cinza, e levou a mo de Brianna.
        
        " como bem ela foi. No, no me d que olhar, eu no quero dizer nenhum dano nisto. H notcias para lhe falar que no est na hora dela ouvir. O homem 
de Rogan, o detetive dele, pensa ele  achado a Amanda. Agora espere, no se ponha muito esperanoso. Ns estivemos por isto antes."
        
        "Mas este tempo poderia ser real."
        
        Brianna fechou os olhos dela um momento. Mais que um ano antes de ela fundasse trs cartas escritas ao pai dela por Amanda Dougherty. Cartas de amor que 
tinham chocado e tinham espantado. E achando neles que tinha havido que uma criana tinha comeado uma procura longa e frustrante para a mulher o pai dela tinha 
amado, e a criana que ele nunca tinha conhecido.
        
        "Poderia ser." No querendo ver a esposa dele ainda desapontaram novamente, raio Cinza cuidadosamente. "Brie, voc sabe quantos becos sem sada corremos 
ns em desde que a certido de nascimento foi achada."
        
        "Ns sabemos que ns temos uma irm", Brianna obstinadamente disse. "Ns sabemos o nome dela, ns sabemos que a Amanda se casou, e que eles moveram de lugar 
para colocar.  a mudana que  a dificuldade. Mas cedo ou tarde ns os" acharemos. Ela deu para a mo de Maggie um aperto. "Poderia ser este tempo."
        
        "Talvez." Maggie ainda teve que se resignar  possibilidade. Nem era ela completamente seguro ela quis achar a mulher que era o meia-irm dela. "Ele est 
a caminho de um lugar chamado Colombo, Ohio. De uma forma ou de outra, ns saberemos algo logo."
        
        "Da teria querido que ns fizssemos isto", Brianna disse quietamente. "Ele teria estado contente de saber ns tentamos, pelo menos, os" achar.
        
        Com um aceno, rosa de Maggie. "Bem, ns comeamos a bola em seu rolo, assim ns no tentaremos parar isto." Ela s esperou que ningum fosse estragado pelo 
tombo. "Enquanto isso, voc deveria estar celebrando sua famlia nova, no preocupando mais de um que pode ou pode no ser achado".
        
        "Voc me falar, assim que voc saiba algo", Brianna insistiu.
        
        "De uma forma ou de outra, assim no incomoda enquanto isso" sobre isto. Um relance ao redor do quarto teve Maggie que sorri novamente. "Voc gostaria se 
ns levssemos alguma desta casa de flores para voc, Brie, que os fixou ao redor assim eles estariam l quando voc traz a casa de beb? "
        
        Com algum esforo Brianna segurou o resto das perguntas que circulam na cabea dela. No havia nenhuma resposta para eles contudo. "Eu agradeceria. Cinza 
foi levado fora."
        
        "Qualquer outra coisa que voc gostaria, Brianna? " Com humor bom alegre, Rogan aceitou as flores que a esposa dele empilhou nos braos dele. "Mais bolo? 
"
        
        Ela olhou abaixo, corou. "Eu comi todo miolo, no fez eu? Obrigado h pouco o mesmo, mas eu penso assim est bem. V para casa, ambos voc, e adquira um 
pouco de sono."
        
        "Assim ns vamos. Eu chamarei", Maggie prometeu. A preocupao voltou nos olhos dela como ela deixou o quarto com Rogan. "Eu desejo que ela no estava to 
esperanosa, e to seguramente que isto longo-perdeu que a irm nosso querer ser dada boas-vindas nos braos abertos" dela.
        
        " o espao que ela  feita, Maggie".
        
        "So Brianna", Maggie disse com um suspiro. "Eu no pude agentar isto se ela estivesse ferida por causa disto, Rogan. Voc s tem que olhar para ela ver 
como ela est construindo isto na cabea dela, no corao dela. No importa como errado poderia ser de mim, eu desejo a Deus ela nunca fundaria essas cartas."
        
        "No se aflija com isto." Desde que Maggie h pouco era fazendo ocupado que, Rogan usou o cotovelo dele para apertar o boto de elevador.
        
        "No  meu se afligindo isso  o problema", Maggie murmurou. "Ela no deveria estar preocupando agora em cima disto. Ela tem o beb para pensar de, e Cinza 
pode estar entrando fora em alguns meses aceso a "excurso de livro dele.
        
        "Eu pensei que ele tinha cancelado isso." Rogan trocou inclinando flores atrs a segurana.
        
        "Ele quer cancelar isto. Ela est o molestando ir, no quer nada que interferir com o trabalho" dele. Impaciente, aborrecido, ela fez carranca s portas 
de elevador. "Assim condena seguramente ela  que ela pode controlar uma criana, a hospedaria, tudo esses convidados sangrando, e este Amanda Dougherty negcio 
de Bodine como bem."
        
        "Ns ambos sabem que Brianna forte bastante para controlar tudo que acontece. Da mesma maneira que voc ."
        
        Preparado discutir, ela observou. O sorriso divertido de Rogan alisou o temperamento fora. "Voc pode ter razo." Ela lhe enviou um olhar insolente. "Por 
uma vez." Acalmado um pouco, ela levou algumas das flores dele. "E  muito maravilhoso um dia estar preocupando sobre algo que nunca pode acontecer. Ns nos temos 
uma sobrinha bonita, Sweeney".
        
        "Que ns fazemos. Eu penso que ela poderia ter seu queixo, Margaret Mary".
        
        "Eu estava pensando que como bem." Ela entrou no elevador com ele. Como simples realmente era, ela meditou, esquecer da dor e se lembrar de s a alegria. 
"E eu estava pensando agora aquele Liam est comeando a titubear aproximadamente, ns poderamos comear funcionamento em lhe proporcionar uma irm, ou um irmo."
        
        Com um sorriso Rogan conseguiu a beijar pelos narcisos silvestres. "Eu estava pensando que como bem."
        
        Captulo Trs
        
        Eu sou a Ressurreio e a Luz.
        
        Shannon soube foram supostas as palavras, as palavras de todo o padre, confortar, aliviar, talvez inspire. Ela os ouviu, neste dia de primavera perfeito 
ao lado do sepultura da me dela. Ela tinha os ouvido dentro o abarrotado, igreja de sunwashed durante a Massa funerrio. Todas as palavras, familiar da mocidade 
dela. E ela tinha ajoelhado e tinha estado de p e tinha sentado, at mesmo respondeu como alguma parte do crebro dela seguiu o rito.
        
        Mas ela nem no sentia confortado nem aliviou nem inspirou.
        
        A cena no era como em sonho, mas tudo muito real. O padre preto-vestido com o bartono bonito dele, as dzias e dzias de mourners, o fluxo brilhante de 
luz solar que refletiu fora as manivelas de metal do caixo que foi encapotado em flores. O som de lamentar, o chilro de pssaros.
        
        Ela estava enterrando a me dela.
        
        Ao lado da sepultura fresca estava o montculo nitidamente tendido de outro, e a lpide, ainda brutalmente novo, do homem ela tinha acreditado tudo da vida 
dela ser o pai dela. Era suposto que ela chorava. Mas ela j tinha lamentado. Era suposto que ela rezava. Mas as oraes no viriam.
        
        De p l, com a voz do padre que toca no ar de primavera claro, Shannon poderia s se ver novamente, enquanto entrando na sala de estar, a raiva ainda quente 
dentro dela.
        
        Ela tinha pensado que a me dela tinha estado dormindo. Mas tinha havido muitos perguntas, muitos corrida de demandas na cabea dela para esperar, e ela 
tinha decidido a se despertar.
        
        Suavemente, ela se lembrou. Agradea Deus ela tinha sido pelo menos suave. Mas a me dela no tinha despertado, no tinha mexido.
        
        O resto tinha sido pnico. No to suave agora-o tremendo, o grito, o alegando. E os poucos minutos de blankness, sumrio de blessedly que ela soube agora 
tinha sido histeria desamparada.
        
        Havido a chamada frentica para uma ambulncia, o infinito, terrificando passeio para o hospital. E a espera, sempre a espera.
        
        Agora a espera acabou. Amanda tinha entrado em um coma, e de um coma em morte. E de morte, assim disse o padre, em vida eterna. Eles lhe falaram era uma 
bno. O doutor tinha dito assim, e os enfermeira que tinham sido tipo de unfailingly. Os amigos e vizinhos que tinham chamado tiveram tudo ditos que era uma bno. 
No tinha havido nenhuma dor, nenhum sofrimento nessas ltimas horas de fortyeight. Ela simplesmente tinha dormido enquanto o corpo dela e crebro tinham fechado.
        
        S os vivendo sofreram, Shannon pensou agora. S eles foram falados enigmaticamente com culpa e pesares e perguntas sem resposta.
        
        "Ela est agora" com Colin, algum murmurou.
        
        Shannon se piscou atrs, e serra que era terminado. Pessoas j estavam dirigindo em direo a ela. Ela teria que aceitar as condolncias deles/delas, os 
confortos deles/delas, as prprias tristezas deles/delas, como ela teve ao sala de estar ver funerrio.
        
        Muitos voltariam para a casa, claro que. Ela tinha preparado para isso, tinha controlado todos os detalhes. Afinal de contas, ela pensou como ela aceitou 
mecanicamente e respondeu a esses que caminharam a ela, detalhes eram o que ela fez melhor.
        
        Os arranjos funerrio tinham sido controlados nitidamente e sem espalhafato. A me dela teria querido o simples, ela soube, e Shannon tinha feito o dela 
melhor acomodar a Amanda neste ltimo dever. O caixo simples, as flores certas e msica, a cerimnia catlica solene.
        
        E a comida, claro que. Parecia um pouco terrvel para ter tal uma coisa suprido, mas ela no tinha tido o tempo ou a energia simplesmente para preparar uma 
refeio para os amigos e vizinhos que viriam para a casa do cemitrio.
        
        Ento, afinal, ela estava s. Para um momento no pde ela simplesmente pensar-o que quis ela? O que foi certo? Ainda as lgrimas e as oraes no viriam. 
Tentatively Shannon ps uma mo no caixo, mas havia s a sensao de madeira esquentada pelo sol, e o demais cheiro precipitado de rosas.
        
        "Eu sinto muito", ela murmurou. "No deveria ter sido igual que entre ns ao fim. Mas eu no sei solucionar isto, ou mudar isto. E eu no sei dizer adeus, 
para qualquer um de voc agora."
        
        Ela encarou abaixo a lpide para a esquerda dela.
        
        Colin Alan Bodine Beloved o marido e pai
        
        At mesmo esses duram palavras, ela pensou miseravelmente, esculpiu em granito era uma mentira. E o nico desejo dela, como ela se levantou em cima das sepulturas 
de duas pessoas que ela tinha amado tudo da vida dela, era que ela nunca tinha aprendido a verdade.
        
        E aquele desejo teimoso, egosta era a culpa com a que ela viveria.
        
        Se virando, ela caminhou s para o carro de espera.
        
        Parecia como horas antes da multido comeou a emagrecer e a casa cresceu quieta novamente. A Amanda tinha sido amada bem, e esses que tinham a amado tinham 
recolhido a casa dela junto. Shannon disse ltimo adeus para ela, o ltimo dela obrigado, a aceitou ltima condolncia, ento finalmente, finalmente, fechado a porta 
e estava s.
        
        Fadiga comeou a arrastar a Shannon como ela vagou no escritrio do pai dela.
        
        Amanda tinha mudado pouco aqui nos onze meses desde o morte sbita do marido dela. A escrivaninha velha grande j no foi atravancada, mas ela ainda teve 
que dispor do computador dele, o modem, o fac-smile e outro equipamento ele tinha usado como corretor e conselheiro financeiro. Os brinquedos dele, ele tinha os 
chamado, e a esposa dele tinha os mantido at mesmo quando ela tinha podido dar os ternos dele, os sapatos dele, as gravatas tolas dele.
        
        Todos os livros permaneceram no planejamento de estante-imposto, propriedade planejando, textos de contabilidade.
        
        Canse, Shannon sentou na cadeira de couro grande ela tinha lhe dado a durante o Dia de Pai cinco anos antes de. Ele tinha amado isto, ela se lembrou, enquanto 
correndo uma mo em cima do couro de burgundy liso. Grande bastante para segurar um cavalo, ele tinha dito, e tinha rido e tinha a puxado no colo dele.
        
        Ela desejou que ela pudesse se convencer que ela ainda o sentisse aqui. Mas ela no fez. Ela no sentia nada. E isso lhe contou mais que a Massa de rquiem, 
mais que o cemitrio, que ela estava s. Realmente s.
        
        No tinha havido bastante tempo por qualquer coisa, Shannon pensou estupidamente. Se ela tivesse sabido antes... Ela no estava segura que ela quis dizer, 
a doena da me dela ou as mentiras. Se ela tivesse sabido, ela pensou novamente, enquanto treinando a mente dela na doena. Eles poderiam ter tentado outras coisas, 
as medicinas alternativas, que a vitamina concentra, todas as esperanas pequenas e simples que ela leria de nos livros em medicina homeoptica que ela tinha colecionado. 
No tinha havido tempo para lhes dar uma chance para trabalhar.
        
        Tinha havido s alguns semanas. A me dela tinha mantido a doena dela dela, como ela tinha mantido outras coisas.
        
        Ela no os tinha compartilhado, Shannon pensou como warred de amargura com aflio. No com a prpria filha dela.
        
        Assim, o muito ltimas palavras que ela tinha falado com a me dela tinham estado em raiva e desprezo. E ela nunca poderia os levar de volta.
        
        Punhos apertaram contra um inimigo que ela no pde ver, ela subiu, virou longe da escrivaninha. Ela tinha precisado de tempo, condene. Ela tinha precisado 
de tempo para tentar entender, ou pelo menos aprende viver com isto.
        
        Agora as lgrimas vieram, quente e desamparado. Porque ela soube, no corao dela que ela desejou a me dela tinha morrido antes de ela tivesse lhe falado. 
E ela se odiou para isto.
        
        Depois que as lgrimas escoaram fora dela, ela soube que ela teve que dormir. Mecanicamente ela escalou os degraus, lavou as bochechas quentes dela com gua 
fresca, e se deita, completamente vestiu, na cama.
        
        Ela teria que vender a casa, ela pensou. E a moblia. Havia documentos para ir por.
        
        Ela no tinha falado para a me dela ela a amou.
        
        Com isso pesando no corao dela, ela entrou em um sono exausto.
        
        Cochilos de tarde sempre deixaram Shannon embriagado. Ela s os levou quando doente, e ela estava raramente doente. A casa estava quieta quando ela escalou 
novamente fora de cama. Um relance ao relgio lhe falou ela tinha dormido menos que uma hora, mas ela era dura e confusa apesar da brevidade.
        
        Ela faria caf, ela se falou, e ento ela se sentaria e plano como melhor controlar tudo do coisas da me dela, e a casa que ela tinha amado.
        
        A campainha tocou antes de ela tivesse alcanado a base dos degraus. Ela poderia rezar s no era algum vizinho de wellmeaning venha oferecer ajuda ou companhia. 
Ela nem no quis no momento.
        
        Mas era um estranho  porta. O homem era de altura mdia, com uma exibio de bolsa leve debaixo do terno escuro dele. O cabelo dele estava ficando cinzento*, 
os olhos dele afiado. Ela teve uma sensao estranha e incmoda quando esses olhos ficados focalizado na face dela.
        
        "Eu estou procurando Amanda Dougherty Bodine."
        
        "Esta  a "residncia de Bodine, Shannon devolveu, enquanto tentando o cavilhar. Vendedor? Ela no pensou assim. "Eu sou a filha dela.  o que quer voc? 
"
        
        Nada mudou na face dele, mas Shannon sentia o ateno afiando dele. "Alguns minutos do tempo de Sra. Bodine, se  conveniente. Eu sou John Hobbs."
        
        "Eu sinto muito, Sr. Hobbs, no  conveniente. Eu enterrei minha me esta manh, assim se voc vai com licena - "
        
        "Eu sinto muito." A mo dele foi para a porta, enquanto segurando isto aberto quando Shannon teria fechado isto. "Eu h pouco cheguei na cidade de Nova Iorque. 
Eu no tinha ouvido aproximadamente seu
        
        a "morte de me. Hobbs teve que repensar e reagrupar depressa. Ele tambm tinha adquirido simplesmente perto de caminhe fora agora. "Voc  Shannon Bodine? 
"
        
        "Isso  certo. H pouco o que quer voc, Sr. Hobbs? "
        
        "Seu tempo", ele disse agradavelmente bastante, "quando  mais conveniente para voc. Eu gostaria de marcar um horrio para o reunir em poucos dias."
        
        Shannon empurrou atrs os cabelos caram do cochilo dela. "Eu estarei voltando em poucos dias" para Nova Iorque.
        
        "Eu estarei contente para o reunir l."
        
        Os olhos dela estreitaram como ela tentou tremer fora a desorientao do cochilo dela. "Minha me o conheceu, Sr. Hobbs? "
        
        "No, ela no fez, Sra. Bodine."
        
        "Ento eu no penso que ns temos qualquer coisa que discutir. Agora por favor, com licena."
        
        "Eu tenho informao que me autorizaram, por meus clientes, discutir com Sra. Amanda Dougherty Bodine." Hobbs manteve a mo dele simplesmente na porta, enquanto 
levando a medida de Shannon como ele segurou isto aberto.
        
        "Clientes? " Apesar dela, foi intrigado Shannon. "Isto interessa meu pai? "
        
        A hesitao de Hobbs era breve, mas ela pegou isto. E o corao dela comeou a tocar tambor. "Interessa sua famlia, sim. Se ns poderamos marcar um horrio 
para se encontrar, eu informarei meus clientes da "morte de Sra. Bodine.
        
        "Quem so seus clientes, Sr. Hobbs? No, no me fale  confidencial", ela estalou. "Voc vem a minha porta no dia do funeral de minha me que a procura discutir 
algo que preocupaes minha famlia. Eu sou agora minha nica famlia, Sr. Hobbs, assim sua informao me interessa obviamente. Quem so seus clientes? "
        
        "Eu preciso fazer um telefone chamar-de meu carro. Voc prestaria ateno a espera alguns momentos? "
        
        "Certo", ela concordou, mais em impulso que com um senso de pacincia. "Eu esperarei."
        
        Mas ela fechou a porta quando ele caminhou para o sedan escuro ao meio-fio. Ela teve um sentimento que ela ia precisar daquele caf.
        
        No o levou muito tempo. O sino tocou novamente quando ela estava a levando gole primeiro. Levando o assalte com ela, ela voltou responder.
        
        "Sra. Bodine, meu cliente autorizou que eu controle este assunto a minha prpria discrio." Alcanando no bolso dele, ele tirou um carto de visita, ofereceu 
isto.
        
        "Investigaes de Doubleday", ela leu. "Nova Iorque." Shannon ergueu uma sobrancelha. "Voc est longe de casa, Mr, Hobbs".
        
        "Meu negcio me mantm na estrada bastante. Este caso particular me manteve l. Eu gostaria de entrar, Sra. Bodine. Ou se voc estivesse mais confortvel, 
eu poderia o conhecer onde quer que voc goste."
        
        Ela teve um desejo para cercar a porta na face dele. No que ela tinha fisicamente medo dele. A covardia veio de algo mais fundo, e porque ela reconheceu 
isto, ela ignorou isto.
        
        "Entre. Eu fiz h pouco caf."
        
        "Eu aprecio isto." Como era o hbito dele, longo inveterado, Hobbs esquadrinhou a casa como ele seguiu Shannon, levou na riqueza sutil, o gosto bom quieto. 
Tudo o que ele tinha aprendido sobre o Bodines nos ltimos meses foi refletido na casa. Eles ser-tiveram ser-um agradvel, de perto tricote a famlia de superior-renda 
sem pretenses.
        
        "Este  um tempo difcil por voc, Sra. Bodine", Hobbs comeou quando ele levou a cadeira  mesa que Shannon gesticulou para. "Eu espero que eu no acrescentarei 
a isto."
        
        "Minha me morreu dois dias atrs, Sr. Hobbs. Eu no penso que voc pode fazer isto mais difcil que j . Ponha creme em, acar? "
        
        "H pouco preto, obrigado." Ele a estudou como ela preparou o caf dele. Autoconfiante, ele meditou. Isso faria o trabalho dele mais fcil. "Sua me estava 
doente, Sra. Bodine? "
        
        "Era cncer", ela disse brevemente.
        
        Nenhuma condolncia quis, ele julgou, e no ofereceu nenhum. "Eu represento Rogan Sweeney", Hobbs comeou, a esposa dele e a famlia" dela.
        
        "Rogan Sweeney? " Cauteloso, Shannon o uniu  mesa. "Eu sei o nome, claro que. Galerias mundiais tm uma filial em Nova Iorque. Eles so baseados dentro... 
" Ela arrastou fora, enquanto fixando abaixo ela assaltam antes das mos dela poderia tremer. Irlanda, ela pensou. Na Irlanda.
        
        "Voc sabe, ento." Hobbs leu o conhecimento nos olhos dela. Tambm, isso faria o trabalho dele mais fcil. "Meus clientes estavam preocupados que as circunstncias 
poderiam ser desconhecidas a voc."
        
        Determinado para no hesitar, Shannon ergueu a xcara dela novamente. "O que tm Rogan Sweeney para ver comigo? "
        
        "Sr. Sweeney se casa com Margaret Mary Concannon, a filha mais velha do recente Thomas Concannon, de Municpio de Clare, a Irlanda."
        
        "Concannon." Shannon fechou os olhos dela at que a necessidade para estremecer tinha passado. "Eu vejo." Quando ela abriu os olhos dela novamente, eles 
foram divertidos amargamente. "Eu assumo eles o contrataram me achar. Eu acho isto estranho que haveria um interesse afinal de contas estes anos."
        
        "Eu fui contratado, inicialmente, achar sua me, Sra. Bodine. Eu posso lhe falar que meus clientes s aprenderam dela, e sua existncia, ano passado. A investigao 
foi iniciada naquele momento. Porm, havia alguma dificuldade localizando Amanda Dougherty. Como voc pode saber, ela deixou a casa dela de repente em Nova Iorque 
e sem dar a indicao familiar dela do destino" dela.
        
        "Eu suponho ela poderia no ter conhecido isto, como ela tinha sido lanada fora da casa por estar grvida." Empurrando o caf dela aparte, Shannon dobrou 
as mos dela. "O que querem seus clientes? "
        
        "A meta primria era contatar sua me, e a deixar saber que Sr. Concannon est sobrevivendo as crianas tinha descoberto cartas que ela tinha escrito a ele, 
e com a permisso dela, estabelecer contato contato com voc."
        
        Crianas sobreviventes." Ele est ento" morto. Ela esfregou uma mo ao templo dela. "Sim, voc me falou aquele j. Ele est morto. Assim  todos eles. Bem, 
voc me, Sr. Hobbs, achou assim seu trabalho fez. Voc pode informar seus clientes que eu fui contatado e no fui tido nenhum interesse mais adiante" em qualquer 
coisa.
        
        "Suas irms - "
        
        Os olhos dela foram frios. "Eu no os considero minhas irms."
        
        Hobbs meramente inclinado a cabea dele. "Sra. Sweeney e Sra. Thane podem desejar o contatar pessoalmente."
        
        "Eu no os posso parar, eu posso? Mas voc pode remeter o fato que eu no estou interessado em reunies com mulheres que eu no sei. O que aconteceu entre 
o pai deles/delas e minha me uns vinte e oito anos atrs no muda o status quo. Assim - " Ela rompeu, olhos que afiam novamente. "Margaret Mary Concannon, voc 
disse? O artista? "
        
        "Sim, ela  conhecida pelo "trabalho de copo dela.
        
        "Isso  uma indicao incompleta", Shannon murmurou. Ela tinha sido a um das exibies de M. M. Concannon no prprio Nova Iorque Mundial. E tinha estado 
considerando investindo em um pedao. A idia era quase cmica. "Bem, isso est divertindo, no ? Voc pode falar para Margaret Mary Concannon e para a irm dela 
- "
        
        "Brianna. Brianna Concannon Thane. Ela corre um B e B em Clare. Voc pode ter ouvido falar como bem do marido dela. Ele  um escritor de mistrio prspero."
        
        "Grayson Thane? " Ao aceno de Hobbs, riu Shannon quase. "Eles se casaram bem, parece. Bom para eles. Lhes fale eles podem seguir com as vidas deles/delas, 
como eu pretendo fazer." Ela subiu. "Se h nada mais, Sr. Hobbs? "
        
        "Eu sou perguntar se voc gostasse de ter o cartas de sua me, e nesse caso, se voc contestasse a meus clientes fazendo cpias para eles."
        
        "Eu no os quero. Eu no quero nada." Ela mordeu atrs em um jacto sbito de veneno, enquanto deixando sair um suspiro como escoou. O que aconteceu  nenhum 
mais a falta deles/delas que meu. Eu no sei como eles sentem sobre tudo disto, Sr. Hobbs, e no se preocupam. Se  curiosidade, culpa extraviada, um senso de obrigao 
familiar, voc pode lhes dizer que deixem isto ir."
        
        Hobbs subiu como bem. "Do tempo, esforo, e dinheiro eles gastaram tentando o achar, eu diria que era uma combinao de todos os trs. E talvez mais. Mas 
eu lhes" falarei. Ele ofereceu uma mo, Shannon surpreendente em levar isto. "Se voc tem segundos pensamentos, ou qualquer pergunta vem a mente, voc pode me localizar 
ao nmero no carto. Eu estarei voando atrs hoje  noite" para Nova Iorque.
        
        O tom fresco dele picou. Ela no pde dizer por que. "Eu tenho um direito a minha privacidade."
        
        "Sim." Ele acernar com a cabea. "Eu me verei fora, Sra. Bodine. Obrigado pelo tempo, e o caf."
        
        O condene, era tudo que ela poderia pensar como ele calmamente caminhou fora da cozinha dela. O condene por ser to imparcial, to sutilmente judgmental.
        
        E os condena. Condene as filhas de Thomas Concannon pela procurar fora, enquanto lhe pedindo que satisfizesse a curiosidade deles/delas. Oferecendo a satisfazer 
a prprio.
        
        Ela no os quis. No precise deles. Os deixe ficar na Irlanda com as vidas confortveis deles/delas e maridos brilhantes. Ela teve a prpria vida dela, e 
os pedaos disto precisaram ser apanhados depressa.
        
        Esfregando a lgrimas ela no tinha percebido estava caindo, ela espiou em cima de e arrebatou para cima a lista telefnica. Ela sacudiu depressa por, correu 
o dedo dela abaixo a pgina, ento discou.
        
        "Sim, eu tenho uma casa que eu preciso vender. Imediatamente."
        
        Uma semana que Shannon posterior estava de volta em Nova Iorque. Ela tinha estimado a casa para vender, e esperou faria to depressa. O dinheiro no importou 
certamente. Ela tinha descoberto ela era uma mulher rica. Morte tinha lhe dado quase uns meio um milho de dlares nos investimentos o pai dela tinha modificado 
os anos. Acrescentado  herana mais cedo dela, ela nunca teria que preocupar novamente sobre algo to trivial quanto dinheiro.
        
        Ela s tinha tido que se tornar um rfo para ganhar isto.
        
        Ainda, ela era a filha de bastante Colin Bodine para saber que a casa teve que ser vendida, e que traria patrimnio lquido considervel. Algumas das moblias 
ela no tinha tido o corao para vender ou dar estava em armazenamento. Seguramente ela poderia esperar um pequeno mais longo antes de decidir o que ver com todo 
vaso e abajur.
        
        Shannon tinha encaixotado s alguns favorito sentimentais para trazer atrs com ela para Nova Iorque. Entre eles tudo eram das pinturas que ela tinha feito 
para os pais dela durante os anos.
        
        Esses, ela no pde separar com.
        
        Embora o supervisor dela tivesse lhe oferecido o resto da semana fora, ela voltaria trabalhar o dia depois de voltar de Colombo. Ela tinha tido certeza ajudaria, 
aquele trabalho era a resposta da que ela precisou.
        
        A conta nova precisou ser negociada com. Ela tinha comeado a trabalhar nisto quase no quando ela tinha sido chamada fora.
        
        Ela tinha tido duas semanas se acostumar  promoo dela, as responsabilidades novas e posio apenas.
        
        Ela tinha trabalhado a maioria da vida de adulto dela para aquela posio, para essas responsabilidades. Ela estava promovendo a escada de mo agora, ao 
passo vivo e fixo ela tinha se planejado. O escritrio de canto era dela, o semana-a-um-relance dela era tidily enchido de reunies e apresentaes. O CEO ele soube 
o nome dela, respeitou o trabalho dela, e, ela soube, teve um olho nela para coisas maiores.
        
        Era tudo o que ela sempre tinha querido, precisou, planejou para.
        
        Como pde ela soube que nada no escritrio dela parecia importar. Nada sobre isto importou dentro o menos.
        
        No a mesa traando dela, as ferramentas dela. No a conta principal que ela tinha impedido no mesmo dia ela tinha recebido a chamada de Colombo, e tinha 
sido forado a se virar para um scio. Simplesmente no importou. A promoo ela tinha quebrado o dela atrs afianar parecido to removido dela s ento. Da mesma 
maneira que a vida que ela tinha conduzido, com toda sua meticulosidade e planejamento cuidadoso, parecia ter pertencido desde o princpio a outra pessoa.
        
        Ela se achou encarando a pintura do pai dela dormindo no jardim. Ainda foi apoiado contra a parede em lugar de pendurou. Por razes no pde entender ela, 
ela simplesmente no quis afinal de contas isto no escritrio dela.
        
        "Shannon? " A mulher que cutucou a cabea dela na porta era impeccably atraente, vestido. Lily era a assistente dela, um amigo casual entre o que Shannon 
estava comeando a perceber era toda vida de amigos casuais. "Eu pensei que voc poderia querer uma fratura."
        
        "Eu no tenho feito nada eu preciso de uma fratura de."
        
        "Ei." A Lily pisou dentro, enquanto atravessando para a escrivaninha dela para dar para os ombros de Shannon uma esfrega viva. "Lhe d um pequeno tempo. 
Voc s foi atrs alguns dias."
        
        "Eu no deveria ter aborrecido." Em um movimento irritvel ela empurrou atrs da escrivaninha. "Eu no estou produzindo nada."
        
        "Voc est passando por um remendo spero."
        
        "Sim."
        
        "Por que eu no cancelo suas reunies de tarde? "
        
        "Eu tenho que voltar trabalhar algum dia." Ela fitou fora a janela,  viso de Nova Iorque que ela tinha sonhado vai um dia seja dela. "Mas cancela o almoo 
com Tod. Eu no estou no humor ser social."
        
        A Lily enrugou os lbios dela e fez uma nota disto. "Aborrea em paraso? "
        
        H pouco digamos eu estou pensando que relao no  produtiva, qualquer um-e h muita reserva para "datas de almoo.
        
        "Sua chamada."
        
        "Sim, ." Shannon retrocedeu. "Eu realmente no lhe agradeci que tenha controlado tanto de meu trabalho enquanto eu tive sido ido. Eu examinei algumas coisas 
e quis lhe falar que voc fez um trabalho maravilhoso."
        
        "Isso  o por" o qual eles me pagam. Lily sacudiu uma pgina no livro dela. "O trabalho de Mincko precisa de alguns ltimos retoques, e nada satisfeito os 
ternos a Rightway. Tilghmanton pensa voc pode. Ele enviou abaixo um memorando este perguntando matutino voc examinar os desenhos e propor algo novo-por o fim da 
semana."
        
        "Bom." Ela acernar com a cabea e empurrou a escrivaninha dela novamente. "Um desafio assim poderia ser o que eu preciso. Vejamos Rightway, Lily, primeiro. 
Voc pode me preencher depois" em Mincko.
        
        "Voc adquiriu isto." Lily foi  porta. "Oh, eu deveria lhe falar. Rightway quer algo tradicional, mas diferente, sutil, mas corajoso, sensual mas contido."
        
        "Claro que eles fazem. Eu sairei minha vara mgica de minha pasta."
        
        "Bom a voc tenha atrs, Shannon." Quando a porta fechou, Shannon deixou sair uma respirao funda. Era bom estar de volta, no era isto. Teve que ser.
        
        Chuva estava jogando pedras as ruas. Depois de um dia de tenhour miservel que tinha concludo em uma confrontao com um homem que ela tinha tentado se 
convencer ela tinha estado apaixonada com, Shannon assistiu isto atrs da janela de txi no modo para o apartamento dela.
        
        Talvez ela tinha tido razo para voltar trabalhar to depressa. A rotina, as demandas e concentrao tinham ajudado trema alguma da aflio. Pelo menos temporariamente. 
Ela precisou de rotina, ela se lembrou. Ela precisou do horrio ultrajante que tinha a ganho a posio dela a Ry-Tilghmanton.
        
        O trabalho dela, a carreira fora a que ela tinha esculpido, era tudo que ela teve agora. Havia nem mesmo a iluso de uma relao satisfazendo encher um canto 
da vida dela.
        
        Mas ela tinha tido razo para romper coisas com Tod. Eles tinham sido suportes mais atraentes para um ao outro. E vida, ela h pouco tinha descoberto, era 
muito curto para escolhas tolas.
        
        Ela pagou integralmente o txi ao canto, colidido para o edifcio dela com um sorriso rpido para o porteiro. Fora de hbito ela apanhou o correio dela, 
enquanto sacudindo pelos envelopes como ela montou o elevador ao cho dela.
        
        O um da Irlanda parou o resfriado dela,
        
        Em um juramento ela empurrou isto ao fundo, enquanto destrancando a porta dela, lanando todo o correio em uma mesa. Embora o corao dela estivesse estrondeando, 
ela seguiu hbito inveterado. Ela pendurou o casaco dela, deslizou fora dos sapatos dela, verteu a taa de vinho habitual dela para ela. Quando ela estava sentada 
 pequena mesa pela janela que olhou fora em cima de Madison Avenue, ela se estabeleceu leitura o correio dela.
        
        Levou s momentos antes de ela cedesse e rasgou aberto a carta de Brianna Concannon Thane.
        
        Querido Shannon,
        
        Eu sinto to terrivelmente muito pelo morte de sua me. Voc ainda estar afligindo, e eu duvido se qualquer palavra que eu tenho aliviar seu corao. Das 
cartas ela escreveu a meu pai, eu sei que ela era um amando e a mulher especial, e eu sinto muito eu nunca tive a chance para a conhecer, e lhe fala para mim.
        
        Voc reuniu o homem de Rogan, Sr. Hobbs. Do relatrio dele entendo eu que voc estava atento da relao entre sua me e meu pai. Eu penso que isto poderia 
o causar alguma leso, e eu sinto muito por isto. Eu tambm penso que voc pode no apreciar audio de mim. Mas eu tive que escrever a voc, pelo menos uma vez.
        
        Seu pai, o marido de sua me, seguramente o amou muito. Eu no desejo interferir com essas emoes ou essas recordaes que eu estou seguro  precioso a 
voc. Eu s desejo lhe oferecer uma chance para saber esta outra parte de sua famlia, e sua herana. Meu pai no era um homem simples, mas ele era um bom, e nunca 
ele esqueceu de sua me. Eu achei as cartas dela a ele longo depois da morte dele, ainda embrulhada na tira que ele tinha amarrado ao redor deles.
        
        Eu gostaria do compartilhar com voc, ou se isso no  o que voc quer, lhe oferecer uma chance para ver a Irlanda onde voc foi concebido. Se voc pudesse 
achar isto em seu corao, eu o gostaria muito vir e ficar comigo e minaria por algum tempo. Se nada mais, a zona rural aqui  um lugar bom por aliviar aflio.
        
        Voc no deve nada, Shannon, para mim. E talvez voc pensa que eu no devo nada como bem para voc. Mas se voc amou sua me, como eu fiz meu pai, voc sabe 
que ns os devemos. Talvez ficando os amigos, se no as irms, ns teremos
        
        lhes devolvido algo do que eles se renderam para ns.
        
        O convite est aberto. Se j voc desejar vir, voc ser bem-vindo.
        
        Seu verdadeiramente,
        
        Brianna
        
        Shannon leu isto duas vezes. Ento, quando ela tinha lanado isto aparte, tinha apanhado isto e tinha lido isto novamente. A mulher era realmente to simples, 
to desinteressada, assim abrir corao e casa?
        
        Ela no quis o corao de Brianna, ou a casa dela, Shannon se falou.
        
        E ainda. E ainda... Ela ia negar at mesmo a ela que ela tinha estado considerando h pouco isto? Uma viagem para a Irlanda. Um olhar no passado. Ela brincou 
com a idia de revisar sem contatar qualquer do Concannons.
        
        Porque ela medo teve? ela desejou saber. Sim, talvez, porque ela tinha medo. Mas tambm porque ela no quis qualquer presso, qualquer pergunta, qualquer 
demanda.
        
        A mulher que tinha escrito a carta no tinha prometido nenhum desses. E tinha oferecido uma grande transao mais.
        
        Talvez eu a levarei nisto, pensamento de Shannon.
        
        E talvez eu no vou.
        
        Captulo Quatro
        
        "Eu no sei por que voc est exagerando tanto", Maggie reclamou. "Voc pensaria voc estava preparando para realeza."
        
        "Eu quero que ela esteja confortvel." Brianna centrou o vaso de tulipas na cmoda, mudou a mente dela, e levou isto  mesa flauta-afiada pela janela. "Ela 
est vindo tudo isso modo para nos conhecer. Eu quero que ela sinta em casa."
        
        "At onde eu posso ver, voc limpou o lugar de topo assentar duas vezes, trazido bastante flores para cinco casamentos, e assou tantos bolos e tortas levaria 
um exrcito para os comer tudo." Como falou ela, Maggie caminhou em cima de, enquanto se contraindo o ate cortina aparte e fitando fora em cima das colinas. "Voc 
est se montando para uma decepo, Brie".
        
        "E voc  determinado para no sair nenhum prazer da vinda" dela.
        
        A carta dela aceitando seu convite no estava cheia com excitao e prazer, era agora? "
        
        Brianna deixou de afofar cama se deita em travesseiro ela j tinha afofado e tinha estudado a irm dela rgido atrs. "Ela est fora a estranha, Maggie. 
Ns sempre tivemos um ao outro, e acalmar quando ela foi novamente. Somou que ela no perdeu um ms atrs a me dela. Eu no teria esperado alguma resposta florida. 
Eu estou contente bastante que ela  decidida vir nada."
        
        "Ela falou para o homem de Rogan ela no quis nada que ver conosco."
        
        "Ah, e voc nunca tem em sua vida dito algo que voc reconsiderou depois."
        
        Isso trouxe um sorriso que arrasta aos lbios de Maggie. "No que eu posso recordar, no momento." Quando ela retrocedeu, o sorriso permaneceu. "Quanto tempo 
temos ns antes de ns a escolhssemos no aeroporto? "
        
        "Um pouco. Eu preciso alimentar Kayla primeiro, e eu quero mudar." Ela apagou uma respirao  expresso de Maggie. "Eu no vou conhecer a irm eu no tenho 
contudo olhos fixos em em meu avental e calas pardas."
        
        "Bem, eu no sou varivel." Maggie encolheu os ombros os ombros dela dentro da camisa de algodo enorme que ela tinha comprimido em calas jeans velhas.
        
        "O" vista, Brianna disse ligeiramente como ela partiu do quarto. "Mas voc poderia querer pentear o ninho daquele rato em sua cabea."
        
        Embora Maggie enrolasse o lbio dela, ela levou um relance a ela no espelho sobre a cmoda. Uma descrio hbil, ela pensou com alguma diverso como notou 
ela que os cachos vermelhos luminosos dela foram rosnados e foram amarrotados.
        
        "Eu tenho trabalhado", ela convocou, enquanto apertando o passo dela para alcanar Brianna ao fundo dos passos. "Meus tubos no se preocupam se meu cabelo 
estiver limpo ou no. No  como eu tivesse que ver dia de pessoas e noite como voc faz."
        
        "E agradece essas pessoas so que voc no faz. O fixe um pouco de um sanduche ou algo, Margaret Mary", que ela somou como ela ventou na cozinha. "Voc 
est olhando peaked."
        
        "Eu no sou. Murmurando mas faminto, Maggie foi  gaveta de po. "Eu estou parecendo grvida." Brianna gelou em midstride. "O que? Oh, Maggie." "E  sua 
falta se eu sou", Maggie murmurou, sobrancelhas tricotaram como ela fatiou pelo po marrom fresco.
        
        Rindo, Brianna balanou em cima de dar para a irm dela um abrao duro. "Bem, agora, isso  uma declarao intrigante, e um eu sou seguramente autoridades 
mdicas mundial seria interessado dentro."
        
        Maggie inclinou a cabea dela, e havia humor nos olhos dela. "Quem s teve um beb, eu lhe pergunto? E quem me teve segurando aquela pequena menina bonita 
apenas minutos depois que ela nascesse de forma que mim entrou um pouco louco na cabea? "
        
        "Voc no  chateado, realmente, que voc poderia estar tendo outro beb? " Brianna pisou atrs, enquanto preocupando o lbio dela. "Rogan agradou, ele no 
? "
        
        "Eu no lhe falei contudo. Eu sou uns modos de estar seguro. Mas eu sinto isto." Instintivamente ela apertou uma mo ao estmago dela. "E no, eu no sou 
chateado, eu estou s o arreliando. Eu estou esperando." Ela deu para Brianna um tapinha rpido na bochecha e voltou para o edifcio de sanduche dela. "Eu estava 
enjoado esta manh."
        
        "Oh." Lgrimas pularam aos olhos de Brianna. "Isso  maravilhoso."
        
        Com um grunhido Maggie foi para o refrigerador. "Eu h pouco sou tolo bastante concordar com voc. No diga nada contudo, at mesmo Ficar cinzento*, at 
que eu estou seguro disto."
        
        "Eu wo no voc ter aquele sanduche que se senta e beber um pouco de ch com isto."
        
        "No uma transao ruim. V em, alimente minha sobrinha, mude suas roupas, ou ns estaremos atrasados para o aeroporto que apanha a rainha."
        
        Brianna comeou a estalar atrs, tomou um flego fundo ao invs, e deslizou pela porta que juntou os quartos dela com a cozinha.
        
        Esses quartos tinham sido ampliados o matrimnio dela desde ento o ano antes. O segundo cho da casa principal, e o sto convertido, era para os convidados 
que vieram e entraram em Cabana de Blackthorn. Mas aqui, fora a cozinha, era para famlia.
        
        A pequena sala de estar e quarto tinham sido bastante quando tinha sido s Brianna. Agora um segundo quarto, um luminoso, berrio de sunwashed tinha sido 
adicionado, com suas janelas dobro largas enfrentando as colinas e negligenciando a amndoa florescendo jovem Murphy tinha plantado para ela no dia que Kayla nasceu.
        
        Sobre o bero, pegando bonito reflete de luz solar, era o mvel, o menagerie de copo que Maggie tinha feito, com seus unicrnios e cavalos alados e sereias. 
Em baixo da dana, encarando as luzes e movimentos, o beb mexeu.
        
        H meu amor", Brianna murmurou. E a pressa ainda veio, a inundao de emoes e maravilha. A criana dela. Afinal, a criana dela. "Voc est assistindo 
as luzes, bem? To bonito eles so, e to inteligente  sua tia Maggie."
        
        Ela recolheu Kayla, enquanto atraindo o cheiro, absorvendo o tato de beb. "Voc vai conhecer outra tia hoje. Sua tia Shannon da Amrica. Isso no ser principal? 
"
        
        Com o beb enrolado em um brao, Brianna desabotoou a blusa dela como ela se instalou na cadeira de balano. Ela olhou uma vez ao teto, enquanto sorrindo, 
sabendo Cinza era acima no estdio dele. Escrevendo, ela pensou, de assassinato e caos.
        
        "L voc est", ela arrulhou, enquanto vibrando como a boca de Kayla arraigaram, ento amamentou ao peito dela. "E quando voc  tudo alimentados e mudou, 
voc ser bom para seu da enquanto eu tenho sido ido, s um pequeno tempo. Voc to j cresceu.  s um ms, voc sabe. Um ms hoje."
        
        Cinza os assistiu da entrada, subjugou e humilhou. Ningum poderia lhe ter falado, ningum poderia ter explicado como sentiria ver a esposa dele, a criana 
dele. Ter uma esposa e criana. O punho de Kayla descansou na curva do peito da me dela, marfim contra marfim. O sol jogou suavemente no cabelo deles/delas, sombra 
quase idntica para sombra. Eles assistiram um ao outro, uniu de certo modo ele s poderia imaginar.
        
        Ento Brianna olhou para cima, sorriu. "Eu pensei que voc estava trabalhando."
        
        "Eu o ouvi no interfone." Ele gesticulou ao monitor pequeno. Ele tinha insistido que eles os pusessem ao longo da casa. Ele cruzou a eles, abaixou ao lado 
da cadeira de balano. "Minhas senhoras esto to bonitas."
        
        Com um riso claro apoiou Brianna adiante. "Me, Grayson", beije.
        
        Ele fez, enquanto demorando em cima disto, ento trocado para escovar os lbios dele em cima da cabea de Kayla. "Ela tem fome.
        
        "Tem o "apetite do pai dela. Que virou os pensamentos dela a assuntos mais prticos. "Eu deixei um pouco de carne fria para voc, e o po fresco esta manh. 
Se houver tempo, eu o fixarei algo antes de eu fosse."
        
        "No preocupe sobre isto. E se quaisquer dos convidados volta do ramblings deles/delas que antes de voc fazer, eu tirarei o scones e farei ch."
        
        "Voc est se tornando hoteleiro bom, Grayson. Ainda, eu no quero que voc interrompa seu trabalho." "O trabalho vai bom."
        
        "Eu posso contar isso. Voc no est fazendo carranca, e eu no ouvi escada acima h dias" o pacing o cho.
        
        H um assassinato-suicdio", ele disse com uma piscadela. "Ou o que parece ser.  me animado.  toa ele localizou um dedo em cima do peito dela, h pouco 
anterior o cabea da filha dele. Desde que os olhos dele eram em Brianna ele teve a satisfao de ver o rpido sacuda de prazer refletido nos olhos dela. "Quando 
eu fao amor novamente com voc, Brianna, que vai estar como a primeira vez."
        
        Ela deixou sair uma respirao instvel. "Eu no penso que  justo para me seduzir quando eu estiver alimentando nossa filha."
        
        " justo para o seduzir a qualquer hora." Ele sustentou a mo dele, enquanto deixando a luz solar refletir fora o ouro da aliana de casamento dele. "Ns 
estamos casados."
        
        "Ponha suas glndulas na espera, Grayson Thane", que Maggie convocou do prximo quarto. "Ns temos menos de vinte minutos antes de ns tivssemos que se 
ir para o aeroporto."
        
        "Desmancha-prazeres", ele murmurou, mas sorriu como subiu ele. "Eu suponho eu terei dois de suas irms me perseguindo agora."
        
        Mas Cinza foi a ltima coisa na mente de Shannon. Ela poderia ver a Irlanda abaixo da janela do avio, o verde de seus campos, o preto de seus precipcios. 
Estava bonito, awesomely assim, e esquisitamente familiar.
        
        Ela j estava desejando ela no tinha vindo.
        
        Nenhum torneamento atrs, ela se lembrou. Tolo considerar isto at mesmo. Poderia ter sido verdade que ela tinha tomado a deciso para vir em impulso, influenciou 
pelo arraste da prpria culpa dela e aflio, e a compreenso simples na carta de Brianna. Mas ela tinha levado a cabo o impulso, levando uma licena do trabalho 
dela, fechando o apartamento dela, e subindo a bordo um avio para uma trs-mil milha viagem que era minutos longe de estar completo.
        
        Ela tinha deixado de se perguntar o que ela esperou achar, ou o que ela quis realizar. Ela no teve as respostas. Tudo que ela soube eram que ela tinha precisado 
vir. Ver, talvez, o que a me dela tinha visto uma vez. As dvidas infestaram seu-preocupao que ela estava sendo desleal ao nico pai que ela alguma vez tinha 
sabido, teme que ela acharia de repente que ela cercou por parentes ela teve nenhum desejo para reconhecer.
        
        Com um tremor da cabea dela, ela levou o p compacto dela da bolsa dela. Ela tinha estado clara bastante na carta dela, Shannon se lembrou como ela tentou 
refrescar a maquilagem dela. Ela tinha editado e revisou o texto trs vezes antes de ela tivesse estado satisfeita bastante remeter uma resposta a Brianna. Tinha 
sido corts, ligeiramente esfrie, e no emotivo.
        
        E isso era exatamente como ela pretendeu ir em. Ela tentou no estremecer quando as rodas tocaram abaixo. Havia ainda cronometre, ela, trabalhar na compostura 
dela, se assegurou. Anos de viajar com os pais dela tinham a feito familiar com a rotina de desembarcar, alfndegas, passaportes. Ela se mudou por isto automtico 
enquanto ela acalmou a mente dela.
        
        Confiante agora, seguro que ela sentia ligeiramente indiferente uma vez mais s circunstncias, ela uniu a multido que se orienta ao trmino principal.
        
        Ela no esperou o sacuda de reconhecimento. A certeza absoluta que as duas mulheres que esperam com todos os outros eram o Concannons. Ela poderia ter se 
falado era a colorao, a pele cremosa clara, os olhos verdes, o cabelo vermelho. Eles compartilharam algumas caractersticas, entretanto o mais alto dos dois teve 
um olhar mais macio, e o cabelo dela era mais ouro enquanto o outro era pura chama.
        
        Mas no era a colorao, ou a semelhana familiar que a teve fazendo mira em s dois quando havia tantos pessoas lamentando e rindo e se apressando para 
abraar. Era um conhecimento visceral fundo que era surpreendentemente doloroso.
        
        Ela teve s um momento para os resumir, o mais alto, limpo como um alfinete em um vestido azul simples, o outro esquisitamente chique em uma camisa folgada 
e calas jeans esfarrapadas. E ela viu o reconhecimento dela devolvido, com um sorriso ardendo antes de um, um olhar fixo fresco, medido pelo outro.
        
        "Shannon. Shannon Bodine." Sem hesitao ou planeja, Brianna se apressou adiante e beijou Shannon ligeiramente na bochecha. "Bem-vindo  Irlanda. Eu sou 
Brianna."
        
        "Como voc faz? " Shannon agradeceu as mos dela foram agarradas no carro de bagagem. Mas Brianna j estava a ignorando nitidamente levar o carro ela.
        
        "Este  Maggie. Ns estamos alegre to voc veio."
        
        "Voc querer sair da multido, eu imagino." Julgamento reservando na mulher indiferente nas calas compridas caras e jaqueta, Maggie inclinou a cabea dela. 
"Est uma viagem longa do outro lado da gua."
        
        "Eu sou usado a viajar."
        
        "Sempre  excitante, no ? " Embora os nervos dela estivessem saltando, Brianna falou facilmente como ela empurrou o carro. "Maggie fez uma grande transao 
mais que eu tenho de ver lugares. Toda vez eu sigo um avio eu sinto como se eu sou outra pessoa. Era uma viagem agradvel para voc? "
        
        "Estava quieto."
        
        Um pequeno desesperado agora como parecia que ela nunca tiraria de cada vez mais de uma orao declarativa curta de Shannon, Brianna comeou a falar do tempo 
- era bom-e o comprimento da viagem para a cabana - misericordiosamente curto. Em qualquer lateral do Shannon dela e Maggie de olhos um ao outro com desconfiana 
mtua.
        
        "Ns teremos uma refeio para voc", Brianna foi em como eles carregaram a bagagem de Shannon no carro. "Ou voc pode descansar um pouco primeiro se voc 
estiver cansado."
        
        "Eu no quero o pr a qualquer dificuldade", Shannon disse, to definitivamente aquele Maggie bufou.
        
        "Indo aborrecer  o que Brie faz melhor. Voc levar a frente", ela somou coolly. "Como o convidado."
        
        Totalmente a cadela, Shannon decidiu, e empurrou para cima o queixo dela, muito como Maggie teve um hbito de fazer, como ela deslizou no assento de passageiro.
        
        Brianna fixou os dentes dela. Ela era usada, muito muito usado a discrdia de famlia. Mas ainda doeu. "Voc nunca foi para Irlanda, ento, Shannon? "
        
        "No." Porque a palavra tinha sido curta, e fez o tato dela como bitchy como tinha concludo ela que Maggie era, ela relaxou os ombros dela deliberadamente. 
O que eu vi do ar era adorvel."
        
        "Meu marido viajou em todos lugares, mas ele diz que esta mancha  o loveliest que ele  visto." Brianna lanou um sorriso a Shannon enquanto ela negociou 
o modo dela fora do aeroporto. "Mas  agora a casa dele, e ele  preconceituoso."
        
        "Voc se casa com Grayson Thane."
        
        "Sim. Durante um ano venha o fim de junho. Ele veio para Irlanda, para Clare, pesquisar um livro. Estar fora logo. Claro que, ele est trabalhando agora 
em outro, e tendo um tempo bom que assassina as pessoas corrigir e esquerda."
        
        "Eu gosto dos livros" dele. Um tpico seguro, Shannon decidiu. Um simples. "Meu pai era um f grande."
        
        E isso trouxe um momento de silncio grosso, incmodo.
        
        "Era duro para voc", Brianna disse cuidadosamente. "Perdendo ambos seus pais junto to ntimo. Eu espero seu tempo aqui ajudar facilidade seu corao um 
pequeno."
        
        Obrigado." Shannon virou a cabea dela e assistiu a paisagem. E era adorvel, no havia nenhum negando isto. Da mesma maneira que no havia nenhum negando 
havia algo especial do modo o sol se inclinado pelas nuvens e dourou o ar.
        
        O homem de Rogan" disse que voc  um artista comercial", Maggie comeou, mais de curiosidade que modos.
        
        "Isso  certo."
        
        "Assim o que voc faz  vender coisas, os" comercialize.
        
        A sobrancelha de Shannon ergueu. Ela reconheceu desdm quando ela ouviu isto, porm ilumine era. "At certo ponto de orao." Deliberadamente ela virou, 
nivelou o olhar dela em Maggie. "Voc vende... coisas. Os" comercialize.
        
        "No." O sorriso de Maggie era inspido. "Eu os crio. Outra pessoa tem a venda deles."
        
        " interessante, voc no pensa", Brianna ps depressa dentro, "que ambos voc os artistas so? "
        
        "Estranho mais igual", Maggie murmurou, e encolheu os ombros quando Brianna apontou um relance de advertncia no espelho retrovisor.
        
        Shannon dobrou as mos dela somente. Ela, pelo menos, tinha sido elevada com modos. "Como ntimo sua casa  a uma cidade, Brianna? Eu pensei que eu alugaria 
um carro."
        
        "Ns somos um pouco de um modo da aldeia. Voc no achar um carro para deixar l. Mas voc  este aqui bem-vindo ao uso de quando voc gostar."
        
        "Eu no quero levar seu carro."
        
        "Senta inativo freqentemente. E Cinza tem um como bem, assim... Voc querer fazer algum turismo, eu imagino. Um de ns estar contente para o guiar aproximadamente 
se voc gostar. s vezes pessoas h pouco gostam de vagar no prprio deles/delas. Esta  nossa aldeia", ela somou.
        
        Era no mais que que, Shannon meditou, mais que um pequeno abatido. Um lugar minsculo com se inclinar estreitar ruas e lojas e casas se conchegaram. Encantando, 
certamente, e pitoresco. E, ela pensou com um suspiro interno, inconveniente. Nenhum teatro, nenhuma galeria, nenhum fast food. Nenhuma multido.
        
        Um homem olhou no som do carro, sorriu ao redor do cigarro que agarra o lbio de fundo dele e ergueu uma mo em uma onda como ele continuou caminhando.
        
        Brianna ondulou em retorno, e convocou a janela aberta. Dia bom" para voc, Matthew Feeney."
        
        "No pare, para a causa de Cristo, Brie", Maggie ordenou at mesmo como ela renunciou a ela. "Ele falar agora de at semana que vem se voc fizer."
        
        "Eu no busco parando. Shannon quer um resto, no fofoca de aldeia. Ainda, eu desejo saber se o monja Colleen dele for se casar aquele "vendedor de Brit.
        
        Melhor tido do que eu ouvi", Maggie disse, enquanto fugindo at resto as mos dela na parte de trs do assento dianteiro. "Porque ele j  vendido ela algo 
que ela estar pagando em nove "tempo de meses. "Colleen est levando? "
        
        "O Brit plantou a pessoa na barriga dela, e agora o pai dela adquiriu um d a garganta dele e o outro vendo ao redor o banns so eruditos. Eu obtive o todo 
disto uma noite ou dois atrs de Murphy no bar."
        
        Apesar dela, Shannon sentia o interesse dela impedido. "Voc est me falando eles foraro o homem a se casar a? " "Oh, fora  uma palavra dura", Maggie 
disse com a lngua dela na bochecha dela. "Encoraje  melhor. Firmemente encoraja, enquanto mostrando as escolhas muito razoveis entre votos de matrimnio e uma 
face quebrada."
        
        "Isto uma soluo arcaica , voc no pensa? Afinal de contas, a mulher teve como muito ver com isto como o homem."
        
        "E ela ser aderida com ele da mesma maneira que ele est preso com ela. E o melhor disto eles so ligados para fazer."
        
        "At que eles tm seis mais crianas e se divorciam", Shannon disse brevemente.
        
        "Bem, todos ns nos arriscamos em tal importa, no faa ns." Maggie resolveu atrs novamente. "E ns orgulho irlands ns mesmos em levar mais deles, e 
maior que a maioria."
        
        No feito eles h pouco? Shannon pensou como ela ergueu o queixo dela novamente. Com o IRA deles/delas e falta de controle de natalidade, alcoolismo e matrimnios 
de nenhum-modo-exterior.
        
        Agradea Deus ela era h pouco uma turista.
        
        O corao dela deu uma sacudida rpida como a estrada estreitada. A agulha sinuosa enfiou por um tnel grosso de cerca viva plantado assim perto da extremidade 
da estrada o carro escovou vegetao de vez em quando. Ocasionalmente havia uma abertura na parede de verde onde uma casa minscula ou abrigo poderia ser visto.
        
        Shannon tentou no pensar o que poderia acontecer se outro carro viesse.
        
        Ento Brianna fez uma volta, e o mundo abriu.
        
        Sem estar atento disto, apoiou Shannon adiante, os olhos dela largo, os lbios dela separaram em delcia surpresa.
        
        O vale era uma pintura. Para seguramente isto no pde ser real. Role depois que rolo verde de colina desdobrasse antes dela, bifurcada aqui e l atravs 
de paredes de pedra, fatiou por um remendo de marrom virou terra, uma expanso colorida sbita que era prados de wildflowers.
        
        Tinham sido colocados casas de brinquedo e celeiros em manchas perfeitas, com pontos de gado vagar pastar, roupas cheerfully ondulante em linhas.
        
        Castelo arruina, enquanto caindo pedras, e uma parede completamente, alta, se levantou em um campo como se aquela mancha fosse prendida em uma urdidura de 
tempo.
        
        O sol golpeou tudo como ouro, e refletiu fora uma tira magra de rio prateado.
        
        E tudo, toda lmina de grama era to dolorosamente cupped debaixo de um cu azul parecia pulsar.
        
        Pela primeira vez em dias ela esqueceu de aflio, e culpa e preocupao. Ela s poderia fitar com um sorriso que floresce na face dela, e o sentimento mais 
estranho no corao dela que ela tinha sabido isto, s exatamente isto, seria l desde o princpio.
        
        "Est bonito, no ? " Brianna murmurou e reduziu a velocidade o carro para dar para Shannon outro momento desfrutar.
        
        "Sim. Eu nunca vi qualquer coisa mais bonito. Eu posso ver por que minha me amou isto."
        
        E aquele pensamento trouxe a aflio que apunhala atrs, de forma que ela se virou o olhar dela novamente.
        
        Mas a viso nova era nenhum menos encantador. Cabana de Blackthorn esperou dar boas-vindas, janelas refletindo, flecked de pedra com mica que brilhou. Uma 
glria de uma expanso de jardim alm das cercas vivas que estavam esperando para estourar em uma flor do prprio deles/delas.
        
        Um cachorro latiu cumprimentando assim que Brianna parasse atrs de um spiffy o Mercedes conversvel.
        
        "Isso ser Concobar, meu cachorro", ela explicou e riu quando os olhos de Shannon alargaram como Trapaceiro corrido ao redor do lado da casa. "Ele  grande, 
 Contra, mas ele  inofensivo. Voc no tem um medo de cachorros, o tenha? " "No normalmente."
        
        "Sente agora", Brianna ordenou quando ela saiu do carro. "E mostra seus modos."
        
        O cachorro obedeceu imediatamente, o rabo cinza grosso dele batendo o cho para mostrar o prazer dele e o controle dele. Ele examinou a Shannon como ela 
cautiously desceram, ento ele ergueu uma pata.
        
        "Aprovadamente." Shannon levou uma respirao funda e aceitou o aperto de mo canino. "Bonito, voc no ? " Um pequeno mais confiante, ela bateu levemente 
a cabea dele. Ela olhou em cima de e viu que Maggie e Brianna j estavam descarregando a bagagem dela. "Eu adquirirei esses."
        
        " nenhum problema, nenhum problema nada". Com facilidade surpreendente para tal uma mulher esbelta, Brianna puxou malas para a porta da casa. "Bem-vindo 
a Cabana de Blackthorn, Shannon. Eu espero que voc estar confortvel aqui", Com isto, que ela abriu a porta da frente e pandemnio.
        
        "Volte aqui, voc pequeno diabo! Eu quero dizer isto, Liam. Ela vai ter meu couro cabeludo."
        
        Como assistiu Shannon, uma criana preto-cabeluda subiu abaixo o corredor em pernas curtas, mas surpreendentemente rpidas, enquanto arrastando miolos de 
um punhado de biscoitos. A risada intestino-estourando dele ecoou as paredes. No longe atrs de era um mesmo homem molestar-olhando com um pequeno, lamentando beb 
comprimido em um brao.
        
        Companhia manchando, o menino sorriu, enquanto mostrando uma face angelical coberta com comida. Ele lanou para cima os braos rolios dele. "Mum."
        
        "Mum, realmente". Com um soco especialista Maggie teve o filho dela escavou em um brao. "Olhe para voc, Liam Sweeney, no uma mancha limpa a ser achada 
em voc. E comendo biscoitos antes de ch."
        
        Ele sorriu, olhos danando azul. "Beijo."
        
        "H pouco igual seu pai. Beijos fixam tudo." Mas ela o obrigou antes de virar apontar um olhar mortal a Cinza. "Assim, o que o tem dizer para voc, Grayson 
Thane? "
        
        "Eu alego loucura." Ele trocou o beb, enquanto batendo levemente, acalmando, at mesmo como ele tirou o cabelo dele dos olhos dele. "No  minha falta. 
Rogan foi chamado na galeria, e Murphy fora arar algo, assim eu fui traado para assistir aquela vinte-libra desastre. Ento o beb estava chorando, e Liam entrou 
nos biscoitos. Ah, a cozinha, Brie, que voc no quer entrar l".
        
        "Isso  um fato? "
        
        "Confie em mim nisto. E o tipo da sala de estar de... bem, ns h pouco estvamos jogando ao redor. Eu lhe comprarei um vaso novo."
        
        Os olhos dela estreitaram perigosamente. "No meu Waterford."
        
        "Ah... " Ajuda levando onde ele poderia achar isto, Cinza virou a ateno dele a Shannon. "Hi. Arrependido sobre isto. Eu sou Cinza."
        
        "Agradvel o" conhecer. Ela empurrou um pequeno como Trapaceiro apressado alm das pernas dela para tirar proveito dos miolos que cobrem de lixo o cho. 
Ento empurrou novamente quando Liam se inclinou e levou um punhado do cabelo dela. "Beije", ele ordenou.
        
        "Oh." O corao de Shannon afundou um pouco. Devagar ela bicou os lbios enrugados e cobriram dele. "Fatia de chocolate."
        
        "Eu os fiz ontem." Piedade levando no marido dela, Brianna passou despercebido Kayla nos braos dela. "E dos olhares disto, no h nenhum partido menos para 
os miolos."
        
        "Eu estava distraindo h pouco a criana", Cinza disse na prpria defesa dele. "Kayla precisou ser mudado, e o telefone estava tocando. Jesus, Brie, como 
lata dois deles  mais que duas vezes tanto trabalho quanto um? "
        
        " justo desses mistrios insondveis. , Grayson, se resgata e leva as bolsas de Shannon para o quarto dela, se voc agrada? "
        
        "Nenhum problema. Realmente  um lugar quieto", ele a assegurou. "Normalmente. Ah, Brie, que eu explicarei depois" sobre aquela mancha no tapete de sala 
de estar.
        
        Sobrancelhas tricotam, Brie deu alguns passos adiante, viu os caos do quarto que ela tinha partido limpo meticulosamente. "Esteja seguro voc vai. Shannon, 
eu sinto muito."
        
        " certo." Na realidade, era mais assim. O acolhimento ruidoso tinha feito mais para a relaxar que qualquer modos liso poderia ter. "Isto seu beb ? "
        
        "Nossa filha, Kayla". Ela pisou atrs de forma que Shannon poderia ter um olhar melhor. "Ela  um ms velho hoje."
        
        "Ela est bonita." Um pequeno mais stiffly, ela retrocedeu a Maggie. "E seu filho? "
        
        "Como ele . Liam, diga dia bom para... " Ela arrastou fora, deixou perplexo. "A Senhorita Bodine", decidiu ela.
        
        "Shannon." Determinado para no ser desajeitado, Shannon ofereceu um sorriso. Dia bom" para voc, Liam." Ele respondeu com algo que teria requerido um intrprete, 
mas o sorriso precisou de nenhuma traduo.
        
        "Eu vou o limpar, Brie. Me deixe ter Kayla, e eu cuidarei deles enquanto voc mostrar para Shannon o quarto" dela.
        
        "Eu agradeo. Ela ignorou Kayla de forma que Maggie foi em direo  cozinha com uma criana em cada brao.
        
        "Chocolate", Liam exigiu, bastante claramente.
        
        "No em sua vida, menino-o", era o resposta da me dele.
        
        "Bem." Brianna ergueu a mo dela ao cabelo dela que estava deslizando fora de seus alfinetes. O adquiramos resolvido. Eu o pus no quarto de sto.  dois 
chos para cima, mas  o mais privado e o mais especial." Ela olhou em cima de como comearam escada acima eles. "Se voc no tiver tantos degraus bastante para 
negociar com, eu posso mudar isto num instante."
        
        "Eu no presto ateno aos degraus." Ela se achou incmodo novamente. Estranho, ela meditou, quanto mais fcil era lidar com o desafio abrasivo de Maggie 
que o acolhimento aberto de Brianna.
        
        "O quarto s sido pronto durante alguns meses. Eu tive o sto convertido, voc v."
        
        " uma casa bonita."
        
        Obrigado. Algumas das mudanas para isto eu fiz depois que meu pai morresse e deixou isto a mim. Isso  quando eu comecei o B e B. Then que quando eu me 
casei Grayson que ns ainda precisamos de mais quarto, para um estdio para a escritura dele, e um berrio. Nossos quartos esto no primeiro cho, fora a cozinha".
        
        "Onde Kayla ? " Cinza quis saber quando ele os conheceu nos degraus no modo dele abaixo.
        
        "Maggie a" tem. Em um movimento to natural e de tal hbito longo notou ela apenas, Brianna ergueu uma mo  bochecha dele. "Voc deveria dar um passeio, 
Grayson, clareie sua cabea um pouco."
        
        "Eu penso que eu vou.  agradvel o ter aqui, Shannon".
        
        Obrigado." Ela ergueu a sobrancelha dela quando Cinza beijou
        
        a esposa dele. No parecia o beijo casual que um marido poderia dar antes de ir em um passeio totalmente.
        
        "Eu estarei de volta para ch", ele prometeu e se agrupou fora.
        
        Brianna conduziu o modo ao prximo cho onde uma porta j estava aberta largo em convite.
        
        O quarto era mais que qualquer coisa que Shannon poderia ter esperado. Largo e areo com um assento de janela encantador fixado debaixo dos beirados se inclinando 
de uma parede, e uma cama de metal grande comprimiu abaixo o outro. Clarabias e janelas bem curvadas deixaram ao sol e o ar de primavera. As cortinas rendilhadas 
ondularam e emparelharam a expanso cremosa.
        
        Flores frescas estavam esperando para ser cheiradas, e toda superfcie vislumbrou.
        
        Ela sorriu, como teve ela quando ela tinha visto o vale. " adorvel. Realmente graciosamente, Brianna."
        
        "Eu tive isto em mente para um tipo de lugar especial. Voc pode cuidar da fazenda de Murphy e alm l" das janelas.
        
        "Murphy? "
        
        "Oh, ele  um amigo, um vizinho. Murphy Muldoon. A terra dele comea s alm minha parede de jardim. Voc estar o conhecendo. Ele est ao redor da casa 
bastante." Brianna vagou o quarto como falou ela, enquanto exagerando com sombras de abajur, se contraindo  colcha. "E este quarto mais privado que os outros quartos, 
um pequeno maior que a maioria como bem. O banho est h pouco aqui. Grayson leu alguns livros, e ele e Murphy projetaram isto entre eles."
        
        "Eu pensei que este Murphy era um fazendeiro."
        
        "Ele , sim. Mas ele   mo sobre toda a maneira de coisas."
        
        "Oh." O sorriso de Shannon alargou ao pequeno, vislumbrando quarto com seu garra-p banheira e pia de pedestal e toalhas de ponta do dedo exigentes que penduram 
em cima de varas de metal. "Est como uma "casa de boneca.
        
        ", sim." Nervoso como ela teria estado sem outro convidado, Brianna uniu as mos dela junto. "Eu lhe ajudarei a desempacotar, ou voc preferiria ter um 
resto primeiro? "
        
        "Eu no preciso de ajuda, obrigado. Eu poderia fazer uso daquela banheira."
        
        "Esteja ento em casa. H toalhas extras naquele pequeno tronco, e eu penso que voc achar tudo outro que voc estaria precisando." Ela hesitou novamente. 
"Voc quereria que eu o trouxesse para cima uma bandeja a teatime? "
        
        Teria sido mais fcil concordar, pensamento de Shannon. Ela poderia ter se aconchegado no quarto s e poderia ter empedido tudo outro.
        
        "No, eu descerei.
        
        "Ocupe todo o tempo voc precisa." Brianna ps uma mo no brao de Shannon a deixar saber que a declarao s no recorreu a ter ch. "Eu h pouco serei 
escada abaixo se voc quiser qualquer coisa."
        
        Obrigado."
        
        Quando a porta fechou atrs de Brianna, Shannon sentou na extremidade da cama. Em privado ela poderia deixar os ombros dela se inclinarem e o fim de olhos 
dela.
        
        Ela estava na Irlanda, e no teve uma pista o que fazer logo.
        
        Captulo Cinco
        
        "Assim como o que est ela, este ianque a irm seu? " Como em casa como ele teria estado na prpria cozinha dele, Murphy Muldoon se ajudou a um das tortas 
de nata que Brianna estava organizando em uma bandeja.
        
        Ele era um homem alto que tendeu para lankiness. Ele tinha tirado o bon dele quando ele entraria na cozinha, como a me dele tinha o ensinado, e o cabelo 
escuro dele foi amarrotado dos dedos que ele tinha limpado por eles, e em necessidade
        
        de um ornamento.
        
        "Rejeite seus dedos, ela ordenou, enquanto esmagando a eles. "Espere at que eu estou servindo."
        
        "Eu poderia no adquirir tudo que eu quero ento." Ele sorriu a ela, olhos danando azul escuro, antes de encher a torta na boca dele. "Ela to bonito quanto 
voc , Brie? "
        
        "Lisonja no o adquirir outro azedo antes de ch." Mas havia um riso  extremidade da voz dela. "Bonito no  a palavra para ela. Ela est bonita. O cabelo 
dela mais tranqilo que Maggie, mais como a pele naquela gua de castanha ama voc assim. Os olhos dela so como Da ser-entretanto ela no gostaria de ouvir que-o 
mais claro de verdes. Ela  sobre minha altura, esbelto. E... macio e lustroso, eu suponho voc diria. At mesmo depois do viajar ela apenas olhou amarrotada nada."
        
        "Maggie diz que ela  uma fria." Considerando que Brianna estava vigiando as tortas como uma galinha com um pintinho, Murphy se conformou com ch.
        
        "Ela est reservada", Brianna corrigiu. " aquele Maggie no quer gostar dela. E h uma tristeza sobre ela ela esconde com frieza." E aquele Brianna perfeitamente 
entendeu. "Mas ela sorriu, realmente sorriu, quando ns subimos em cima da estrada fora" onde o vale esparrama.
        
        " uma viso justa que." Murphy moveu os ombros dele como ele verteu o ch dele. A parte de trs dele estava doendo um pouco, porque ele tinha estado arando 
desde amanhecer. Mas era uma dor boa, um slido day's-trabalhe dor. "Ela no veria o igual disto em "Cidade de Nova Iorque.
        
        "Voc sempre fala de Nova Iorque como se estivesse outro planeta em vez de do outro lado do mar."
        
        " at onde a lua at onde eu estou preocupado."
        
        Com um riso, Brianna olhou em cima do ombro dela a ele. Ele era mais bonito que at mesmo ele tinha sido como um menino. E as mulheres da aldeia tinham falado 
da face de anjo dele por esses dias. Agora havia bem um pedao bom do diabo como acrescentar impacto a esses olhos azuis vvidos e sorriso rpido, dobrado.
        
        A vida ao ar livre que ele conduziu o vestido, e durante os anos a face dele tinha multado at um tipo de magreza esculpida que puxou os olhos de mulheres. 
Um fato que ele no notou um pouco. O sap incontrolvel dele de ondas pretas desafiou prpria penteao. O corpo dele era duro, com braos de muscled, ombros largos, 
quadris estreitos. Brianna soube de primeira mo que ele era to forte quanto um dos cavalos amados dele, e uma grande transao mais suave.
        
        Apesar da fora e ruggedness, havia algo potico sobre ele. Um sonhando nos olhos, ela pensou com afeto.
        
        Para "o que est olhando voc? " Ele esfregou uma mo em cima do queixo dele. "Tenha eu ponho creme em em minha face? "
        
        "No, eu estava pensando isso que uma vergonha que  voc no achou uma mulher para compartilhar sua bonita face com."
        
        Embora ele sorrisse, ele trocou com algum embarao. "Por que  sempre que uma mulher se casa ela pensa que todo o mundo deveria fazer o mesmo? "
        
        "Porque ela est contente." Ela olhou para baixo onde Kayla sentou contentemente na cadeira infantil dela. "Voc no pensa que ela est olhando mais como 
Grayson? "
        
        "Ela  a imagem de voc. Voc no , Kayla amam? " Ele se agachou para titilar o queixo do beb. "O que est fazendo voc sobre sua me, Brie? "
        
        "Nada, no momento". Desejando ela no teve que pensar nisto, ela agarrou as mos dela junto. "Ela ter que ser contada, claro que, mas eu quero dar Shannon 
cronometre para relaxar antes daqueles "golpes de tempestade.
        
        "Ser um vento forte de alguma proporo. Voc est seguro ela no sabe nada sobre o assunto? Tem nenhuma idia havia outra mulher, ou uma criana por causa 
dela? "
        
        To seguro quanto eu sou de meu prprio nome." Brianna suspirou e voltou a montar ch familiar. "Voc sabe como coisas estavam entre eles. Se a Me tivesse 
sabido, ela teria o perseguido a morte em cima disto."
        
        "Isso  bastante verdade. Brie." Murphy deslizou as juntas dele abaixo a bochecha dela at que ela olhou atrs novamente para ele. "No leve tudo em voc. 
Voc no est s nisto."
        
        "Eu sei isso. Mas est preocupando, Murphy. Coisas ainda esto cansadas entre a Me e mim, e eles nunca foram lisos entre ela e Maggie. Eu no sei quanto 
pior isto far isto. Ainda h nada mais que ns poderamos fazer. Da teria querido que ela viesse, e tem uma chance para conhecer a famlia" dela.
        
        "Ento resto fcil durante algum tempo." Ainda em uma mo, com a xcara dele ele a abraou com o outro e curvado tocar os lbios dele  bochecha dela.
        
        Ento o mundo dele virou de cabea para baixo.
        
        A viso estava na entrada, enquanto assistindo por esfriam e olhos verdes gloriosos. A pele dela estava como o alabastro do que ele leria, e parecia to 
macio quanto leite fresco. Os cabelos dela lustrados como isto seguiram as linhas da face dela para varrer o queixo que foi erguido alto.
        
        A rainha de fada, era tudo que ele poderia pensar. E o feitio estava nele.
        
        "Oh, Shannon." Um rubor aqueceu as bochechas de Brianna como ela manchou o meia-irm dela. Quanto tinha ouvido ela? Brianna desejou saber. E como controlar 
isto? "Ch est quase pronto. Eu pensei que ns teramos isto em aqui. Eu servirei os convidados na sala de estar."
        
        A "multa de "a cozinha. Ela bastante tinha ouvido, e levaria tempo para h pouco decidir como controlar isto ela. Agora mesmo a ateno dela foi focalizada 
no homem que estava bocejando a ela como se ele nunca tinha visto uma fmea antes.
        
        "Shannon Bodine, estes  nosso amigo bom e vizinho Murphy Muldoon."
        
        "Como voc faz? "
        
        Fala coerente parecia ter o abandonado. Ele acernar com a cabea, s vagamente atento que ele provavelmente se assemelhar a um lento-witted o bobo.
        
        "Murphy, voc contaria os outros ch pronto? "
        
        Quando ela no recebeu nenhuma resposta, Brianna olhou nele. "Murphy? "
        
        "O que? " Ele piscou, clareou a garganta dele, arrastou. "Sim, eu lhes" falarei. Ele rasgou os olhos dele da viso e encarou Brianna inexpressivamente. "Conte 
para quem isso que? "
        
        Com um riso, Brianna lhe deu um empurro para a porta. "Voc no pode ir dormir em seus ps como um de seus cavalos. Saia e conte para Grayson e para Maggie 
e para Liam ns estamos tendo ch." Um ltimo empurro e ele estavam fora da porta com ela fechando isto atrs dele. "Ele  trabalha amanhecer desde ento, eu apostarei, 
e tuckered. Murphy normalmente um pouco mais afiado que isso." Shannon duvidou isto. "Ele um fazendeiro ? " "Ele  uma multa um, e ele est criando cavalos, tambm. 
Ele est como um irmo a Maggie e mim." Os olhos dela nivelados com Shannon so novamente. No h nada eu no posso compartilhar com Murphy e posso confiar fica 
com ele."
        
        "Eu vejo." Shannon ficou onde ela era, s no outro lado do limiar. "Assim voc sentia que voc poderia lhe falar sobre esta situao particular."
        
        Com um suspiro quieto, Brianna trouxe a chaleira  mesa. "Voc no me, Shannon, nem Murphy conhece, nem qualquer de ns. No  justo para eu lhe pedir que 
confie em pessoas voc tem s s se encontrou. Assim eu no vou. Ao invs, eu lhe pedirei se sentar e desfrutar seu ch."
        
        Intrigado, Shannon inclinou a cabea dela. "Voc pode ser um fresco."
        
        "Maggie adquiriu todo o fogo." "Ela no gosta de mim." "No no momento."
        
        Shannon teve o desejo mais estranho para rir, e cedeu ante isto. "Isso est bem. Eu no gosto dela, ou. O que  para ch? " Sanduches de dedo", queijo, 
e um pouco de cabea, biscoitos de acar, scones, tortas de nata, "bolo de ma.
        
        Shannon pisou dentro, enquanto inspecionando a expanso. "Voc faz este todas as tardes? "
        
        "Eu gosto de cozinhar." Sorrindo novamente, Brianna esfregou as mos dela no avental dela. "E eu quis seu primeiro dia para ser especial para voc."
        
        "Voc  determinado, voc no ? "
        
        H uma raia teimosa na famlia. Ah, aqui eles vm. Maggie, veja os rapazes lavarem as mos deles/delas, voc vai? Eu tenho que servir na sala de estar."
        
        "Ponha creme em tortas." Cinza se se lanar sobre. "Onde voc os esconde? "
        
        "Voc no comer minha comida com dedos sujos", Brianna calmamente disse como ela terminou de carregar uma bandeja de ch rolante. "O, Shannon, ajude. Eu 
estarei de volta assim que eu cuidasse de meus convidados."
        
        "Sente." Maggie ondulou  mesa assim que ela tivesse lavado o filho dela fora na pia. Ela se estatelou Liam abaixo em uma cadeira alta, lhe deu um dedo de 
torrada mastigar em. "Voc ter acar em seu ch? "
        
        "No, obrigado", Shannon devolveu, igualmente duro. "H pouco preto."
        
        "Voc  dentro para um deleite", Cinza disse como ele empilhou o prato dele. "Nova Iorque pode ter alguns dos melhores restaurantes no mundo, mas voc nunca 
comeu qualquer coisa como Brianna est cozinhando. Voc est com Ry-Tilghmanton? " ele perguntou, enquanto levando isto nele amontoar o prato de Shannon ele.
        
        "Sim-oh, no assim muito-eu estive l mais de cinco anos."
        
        "Eles tm um rep bom. Topo da linha." Felizmente ele mordeu em um sanduche. "Onde voc treina? "
        
        "Carnegie Mellon."
        
        "Mmm. No pode fazer melhor. H esta padaria em Pittsburgh, talvez uma meia milha da faculdade. Pequeno par judeu corre isto. Eles fazem para estes "bolos 
de rum.
        
        "Eu conheo o lugar." A fez sorrir para pensar nisto, e fcil falar outro americano. "Eu bati isto todas as manhs de domingo durante quatro anos."
        
        Considerando que Maggie estava ocupado com Liam e todo o Murphy parecia capaz de fazer estava a encarando, Shannon no sentia nenhum qualms sobre os ignorar 
a favor de Cinza. "Brianna me falou voc veio aqui para pesquisar um livro. Isso significa o jogo de seu prximo aqui? "
        
        "Sim. Est entrando fora em um par de meses."
        
        "Eu esperarei isto. Eu desfruto muito" seus livros.
        
        "Eu o verei adquirir uma cpia avanada." Quando o beb comeou a exagerar. Cinza a ergueu fora e na curva do brao dele onde ela derrubou cozily novamente 
silencioso.
        
        Shannon lambiscou no dela sanduche-o qual era bom, certamente e cheio o buraco ela no tinha percebido fome tinha cavado. Satisfeito mas no demais impressionado, 
ela beliscou em uma torta.
        
        O sistema inteiro dela sinalizou prazer do mais agudo e pecador.
        
        Fique cinzento* sorrido somente quando os olhos dela vaguearam meio fechado. "Quem precisa de cu, direito? "
        
        "No interrompa", ela murmurou, "eu estou tendo uma epifania."
        
        "Sim, h algo religioso certo" sobre as massas de Brie. Cinza se ajudou a outro.
        
        "Porco." Maggie enrugou o nariz dela a ele. "Deixe alguns para eu levar casa pelo menos" a Rogan.
        
        "Por que voc no aprende fazer seu prprio? "
        
        "Por que deva eu? " Presumido, Maggie lambeu nata do dedo polegar dela. "Eu s tenho que caminhar para cima a estrada para ter o seu."
        
        "Voc vive perto? " Shannon sentia o prazer dela escureca  idia.
        
        "H pouco abaixo a estrada." O sorriso magro de Maggie indicou ela entendeu os sentimentos de Shannon completamente.
        
        "Rogan a arrasta periodicamente" fora, Cinza ponha dentro. "Para Dublin ou um das galerias deles/delas. Coisas esto ento" mais calmas. Ele snuck Liam um 
biscoito de acar.
        
        "Mas eu estou freqentemente aqui bastante manter um olho em coisas, e ver aquele Brianna no  sobrecarregado."
        
        "Brianna pode manter um olho nela", disse a mulher em questo como ela voltou na cozinha. "Fique cinzento*, deixe algumas dessas tortas para Rogan."
        
        "Veja? "
        
        Fique cinzento* zombado a Maggie somente e baixou a esposa dele na cadeira ao lado dele. "Voc no est faminto, Murphy? "
        
        Porque aquele olhar fixo de unblinking estava comeando a aborrecer a, Shannon tocou tambor os dedos dela na mesa. O fitando muito ocupado de "Sr. Muldoon 
a mim para aborrecer comendo."
        
        "Torro de terra", Maggie murmurou e espetou Murphy com um cotovelo.
        
        "Eu imploro seu perdo." Murphy arrebatou apressadamente bastante para cima a chvena dele a isto tem espirre em cima da beira. "Eu era woolgathering  tudo. 
Eu deveria voltar. E talvez quando ele voltou aos prprios campos dele que ele acharia o sanidade esperando dele. Obrigado, Brie, para o ch. Bem-vindo  Irlanda, 
Senhorita Bodine."
        
        Ele agarrou o bon dele, encheu isto na cabea dele, e apressado fora.
        
        "Bem, nunca eu pensei ver o dia que Murphy Muldoon deixou o prato dele cheio." Confundido, Maggie subiu para levar isto ao contador. "Eu levarei h pouco 
isto para Rogan."
        
        "Sim, faa", Brianna disse absently. "Voc pensa que ele est ficando com algo? Ele no se olhou."
        
        Shannon pensou que ele tinha parecido saudvel bastante, e com um encolha os ombros esqueceu do Sr. Muldoon estranho e terminou o ch dela.
        
        Depois quando o cu h pouco era perdedor sua flor de azul e afiando para cinza, Shannon levou uma excurso por
        
        Brianna atrs jardins. A anfitri dela tinha a, bastante claramente, querido desocupar a cozinha depois da refeio de noite da famlia. Nenhum f particular 
de lavar pratos, Shannon tinha aceitado a sugesto que ela leva um pouco de ar e desfruta o quieto de noite.
        
        Era certamente o lugar para no fazer nada, Shannon decidiu, intrigou como passeou ao redor ela o fora de uma estufa. Embora raramente se aparecesse que 
Brianna tirou proveito de preguia confortvel.
        
        O que no fez a mulher? Shannon desejou saber. Ela cozinhou, correu o equivalente de um hotel pequeno, exclusivo, quis uma criana, ajardinou, atraiu um 
homem muito atraente, e conseguiu se parecer alguma revista atirou de Pas irlands o Times enquanto ela estava a isto.
        
        Depois de circular a estufa, ela manchou uma rea sentando pitoresca na extremidade de uma cama de impatiens e violas. Ela resolveu na cadeira de madeira, 
achou isto to confortvel quanto olhou, e decidiu que ela no pensaria em Brianna, ou Maggie, ou a casa ela era uma parte temporria de. Ela vai, para h pouco 
um pequeno tempo, no pense de nada.
        
        O ar era macio e fragrante. Havia um bonito repique de um cobre que pendura de fadas perto de uma janela perto de. Ela pensou que ela ouviu o baixo de uma 
vaca no distncia-um so como estrangeiro ao mundo dela como a lenda de leprechauns ou fadas.
        
        A fazenda de Murphy, ela sups. Ela esperou, por ele, ele era um fazendeiro melhor que o conversador.
        
        Uma onda de fadiga lavou em cima dela, o atraso de jato os nervos dela tinham segurado  distncia por horas. Ela deixou isto vir agora, casulo o dela e 
tolda as extremidades de muitos preocupaes.
        
        E ela sonhou com um homem em um cavalo branco. O cabelo dele era preto e fluindo atrs dele, e o capote escuro dele chicoteou no vento e era beaded com a 
chuva que vomitou como fria de um cu ferro-cinza.
        
        Raio dividiu isto como uma lana, lanceou seu flash em cima da face dele, enquanto realando os ossos Clticos altos, os olhos de cobalto do irlands preto, 
e o guerreiro. Havia um cobre perfure ao pescoo do capote. Uma toro complicada de metal ao redor de uma escultura da cabea criada de um garanho.
        
        Como se em condolncia, o monte dele manuseasse o ar catico, ento bateu a relva. Eles dirigiram diretamente para ela, homem e besta, ambos igualmente perigoso, 
igualmente magnfico. Ela pegou o reflita de uma espada, o brilho sombrio de armadura borrifou com lama.
        
        O corao dela respondeu o berro de trovo, e a chuva esbofeteou friamente  face dela. Mas no havia nenhum medo. O queixo dela foi empurrado alto como 
ela os assistiu bala para ela, e os olhos dela, estreitados contra a chuva, vislumbraram verde.
        
        Em gotas de lama e molhou o cavalo desviou a uma parada no mais que polegadas dela. O homem montado nisto investigou abaixo a ela com triunfo e luxria 
que lustram na face dele.
        
        "Assim", ela se ouviu dizer em uma voz que no era totalmente dela. "Voc voltou.
        
        Shannon empurrou desperte, abalado e confundiu pela estranheza e a claridade absoluta do sonho. Como se ela no tivesse sido adormecida nada, ela pensou 
como ela escovou o cabelo atrs da face dela. Mas mais se lembrando.
        
        Ela teve tempo ser divertido a ela pelo pensamento apenas quando o corao dela tropeou para dobrar tempo atrs. No estava fora uma posio de homem um 
p, enquanto a assistindo.
        
        "Eu imploro seu perdo." Murphy saiu adiante das sombras que estavam esparramando. "Eu no pretendi o assustar. Eu pensei que voc estava cochilando."
        
        Miseravelmente envergonhado, ela se tirou vertical na cadeira. "Assim voc veio me encarar novamente, Sr. Muldoon? "
        
        "Nenhum-aquele , eu... " Ele apagou uma respirao frustrada.
        
        Ele no tinha falado com ele sternly aproximadamente s este comportamento? Maldio se ele se achasse todo o thicktongued e softheaded em uma segunda vez 
ao redor dela. "Eu no quis o" perturbar, ele comeou novamente. "Eu pensei durante um minuto voc viria acordado e tinha falado comigo, mas voc no teve. " Ele 
tentou um sorriso, um que ele fundaria normalmente encantado as senhoras. "A verdade disto , Senhorita Bodine, eu voltaria me desculpar por bocejar a voc durante 
ch ao redor. Era rude."
        
        "Multa. Esquea." E vai embora, ela pensou irritably. "Eu estou pensando que  seus olhos." Ele soube que era mais. Ele tinha sabido o que era o momento 
exatamente ele tinha examinado e tinha a visto. A mulher pela que ele tinha esperado. A respirao fora a que ela xingou era impaciente. "Meus olhos? " "Voc tem 
olhos de fada. Clareie como gua, verde como musgo, e cheio de magia."
        
        Ele no soou slowwitted agora, ela percebeu cautelosamente. A voz dele tinha assumido uma cadncia musical projetou para fazer uma mulher esquecer de tudo 
mas o som disto. "Isso  interessante, Sr. Muldoon - "
        
        "Murphy, se  o mesmo a voc. Ns estamos do modo de ser os vizinhos."
        
        "No, ns no somos. Mas a multa de Murphy comigo. Agora, se voc desculpar - " em vez de subir como tinha pretendido ela, ela encolheu atrs na cadeira 
e deixou sair um grito amortecido. Algo macio e lustroso e rpido veio, enquanto carregando fora das sombras. E rosnou.
        
        "Trapaceiro." Levou no mais que a nica slaba quieta de Murphy para ter o cachorro deslizando a uma parada e baqueando o rabo dele. "Ele no pretendeu 
o" assustar. Murphy ps uma mo na cabea do cachorro. "Ele  sido para a corrida de noite dele, e s vezes quando ele se encontrar comigo, ele gosta de jogar. Ele 
no estava rosnando tanto como falando."
        
        "Falando." Ela fechou os olhos dela como ela esperou pelo corao dela para deixar de estrondear. Cachorros falando" que so toda a noite precisaram." Ento 
Trapaceiro acolchoou em cima de e, pondo a cabea dele no colo dela, olhou soulfully na face dela. At mesmo um iceberg teria derretido. "Assim, agora voc est 
se desculpando, eu suponho, por me assustar fora de minha pele." Ela ergueu o olhar dela a Murphy. "Os dois de voc so um real par."
        
        "Eu suponho ns ambos podem ser s vezes" desajeitados. Em um movimento gracioso que desmentiu as palavras, ele puxou uma embreagem de wildflowers por detrs 
a parte de trs dele. "Bem-vindo ao municpio de Clare, Shannon Bodine. Maio sua permanncia  como doura e colorido como as flores, e dura mais muito tempo."
        
        Espantado, e condena isto, encantado, ela levou as flores alegres dele. "Eu pensei que voc era um homem estranho, Murphy", que ela murmurou. "Parece eu 
tinha razo." Mas os lbios dela estavam curvados como subiu ela. Obrigado."
        
        "Agora, isso  algo que eu esperarei. Seu sorriso", ele lhe falou quando ela s ergueu as sobrancelhas dela. "Vale que espera para. Boa noite, Shannon. Durma 
bem."
        
        Ele caminhou fora, se transformou novamente em uma sombra. Quando o cachorro comeou a seguir, ele disse algo macio isso recuperou propriedade Contra e virando 
esperar pelo lado de Shannon.
        
        Como a fragrncia das flores ela segurou arreliado os sensos dela, o homem chamado Murphy derreteu na noite.
        
        "Tanto para primeiras impresses", Shannon disse ao cachorro, ento tremeu a cabea dela. "Eu penso que est na hora para entrar. Eu devo ser mais cansado 
que eu tinha pensado."
        
        Captulo Seis
        
        Tempestades e cavalos brancos. Os homens brutalmente bonitos e um crculo de estar de p pedras. Procurado por sonhos, Shannon no tinha passado uma noite 
calma.
        
        E ela se despertou gelando. Isso era estranho, ela pensou, como os carvo na pequena lareira pelo quarto ainda ardeu vermelho, e ela foi enterrada ao queixo 
debaixo de uma colcha grossa, felpuda. Ainda a pele dela estava fria ao ponto da fazer trema para esquentar isto.
        
        O que ainda era mais estranho era que ela somente no tinha frio. At que ela sentia a face dela para ela, ela teria jurado ela era molhado-como se ela tivesse 
estado se salientando no meio de um chuvada torrencial.
        
        Ela sentou para cima em cama, enquanto arrastando as mos dela pelo cabelo dela. Nunca antes de na vida dela a tida experimentado sonha com tal claridade, 
e no estava seguro ela quis isto para se tornar um hbito.
        
        Mas sonhos e noites inquietas aparte, ela estava agora acordada. De experincia que ela soube haveria nenhum abraando atrs no travesseiro e acumulando 
fora. Atrs em Nova Iorque que no teria frustrado assim. Sempre havia dzias de coisas que precisaram ser feito, e ela se despertou tipicamente cedo para conseguir 
uma vantagem sobre o dia.
        
        Sempre havia uma conta para trabalhar em, papelada para negociar com, ou tarefas domsticas simples para realizar antes de ir ao escritrio. Esse terminado, 
ela teria conferido o organizador eletrnico dela para ver que compromissos e deveres era marcado para o dia-que entretenimentos sociais eram on-lines durante a 
noite. O espetculo matutino lhe proporcionaria na televiso uma atualizao de tempo, e qualquer notcias atual antes de ela apanhou a pasta dela, e o ginsio dela 
ensaca dependendo do dia da semana, e partiu para o seis-bloco vivo passeio para o escritrio dela.
        
        A vida satisfeita, organizada do profissional jovem no modo para cima a escada de mo incorporada. Tinha sido precisamente a mesma rotina durante mais de 
cinco anos.
        
        Mas aqui... Com um suspiro, ela olhou para a janela onde o cu ocidental ainda era escuro. Havia nenhum prazo final, nenhum compromisso, nenhuma apresentao 
a ser dada. Ela tinha dado um intervalo da estrutura que estava to familiarizada, e confortando ento.
        
        O que fez uma pessoa na zona rural irlandesa a amanhecer? Depois de rastejar fora de cama, ela revisou cutucar no fogo, ento acolchoado em cima de para 
o assento de janela enrolar em suas almofadas.
        
        Ela poderia entender os campos, as sombras de paredes de pedra, o esboo de uma casa e outbuildings, como o cu gradualmente iluminado de ndigo para um 
mais macio azul. Com alguma diverso ela ouviu o corvo de um galo.
        
        Talvez ela levaria Brianna em algum lugar na oferta do uso do carro dela e passeio. Em qualquer lugar. Esta parte de Irlanda era afamada para sua paisagem. 
Shannon pensou que ela pode bem como que adquire um olhar a isto enquanto ela estava aqui. Talvez ela usaria o local e a frias cronometra para pintar se o humor 
a golpeasse.
        
        No banho ela puxou a cortina circular ao redor do garra-p banheira e achou, com prazer, a gua da chuva estava quente e abundante. Ela escolheu um pulver 
escuro e calas jeans e quase apanhou a bolsa dela antes de ela percebesse que ela no teria nenhuma necessidade por isto at que ela fez arranjos de transporte.
        
        Decidindo levar o convite de Brianna para se fazer em casa para corao, ela comeou a ameaar caf escada abaixo.
        
        A casa estava to quieta ela poderia acreditar que quase ela estava s. Ela soube havia os convidados no segundo cho, mas Shannon ouviu nada mais que o 
rangido quieto do degrau debaixo dos prprios ps dela como ela caminhou at o primeiro cho.
        
        Era a viso nova que a parou, a janela que enfrenta leste que moldou a fratura atordoante de amanhecer. O rolo de nuvens no horizonte era grosso, estendeu 
em camadas, e tiro com rodar vermelho. A cor corajosa esparramou no cu, enquanto batendo os bluess mais calmantes e cor-de-rosas mais dceis atrs com lambidas 
de fogo. At mesmo como assistiu ela, as nuvens moveram, enquanto velejando lentamente como um navio flamejante como o cu iluminou.
        
        Pela primeira vez em meses ela se achou querendo pintar ativamente. Tinha sido hbito mais que deseje isso tinha a tido empacotando algum do equipamento 
dela. Ela agradeceu agora, e desejou saber como distante ela teria que dirigir para comprar de que outros materiais poderia precisar ela.
        
        Agradado com a idia, e o prospecto de uma atividade genuna, ela vagou atrs para a cozinha.
        
        Brianna achando j l e pulso fundo em massa de po estava mais de uma surpresa que deveria ter sido. "Eu pensei que eu seria o primeiro para cima."
        
        "Bom dia. Voc  um madrugador." Brianna sorriu como ela continuou misturando a massa dela. "Assim Kayla, e ela se desperta faminto. H caf, ou ch se voc 
gosta. Eu j ameacei isto para Grayson."
        
        "Ele  para cima, tambm? " Tanto, Shannon pensou, durante uma manh solitria.
        
        "Oh, ele se levantou para trabalhar horas atrs. Ele s vezes faz isso quando a histria estiver o preocupando. Eu o fixarei o caf da manh uma vez eu fixei 
o po para subir."
        
        "No, a "multa de caf. Depois que ela tinha vertido uma xcara, Shannon estava desajeitadamente, enquanto desejando saber o que fazer logo. "Voc assa seu 
prprio po? "
        
        "Eu fao, sim.  um processo calmante. Voc ter torrada pelo menos. H um naco de ontem ainda na gaveta."
        
        "Um pequeno depois. Eu estava pensando que eu poderia dirigir um pouco ao redor, veja os precipcios ou algo."
        
        "Oh, seguro voc querer ver as vises." Competentemente Brianna bateu levemente a massa em uma bola e se transformou isto em uma tigela grande. "As chaves 
so em que engancha l. Voc os leva sempre que voc tem uma mente para vaguear. Voc teve uma boa noite? "
        
        "De fato, eu - " Ela rompeu, surpreso ela tinha estado a ponto de contar para Brianna sobre os sonhos dela. "Sim, o quarto est muito confortvel." Inquieto 
novamente, ela tomou outro gole de caf. "H em qualquer lugar ao redor um ginsio? "
        
        Brianna cobriu a massa dela com um pano, ento foi para a pia para lavar fora as mos dela. "Um Jim? Vrios deles. Voc est procurando qualquer um em particular? 
"
        
        Shannon abriu a boca dela, ento fechou isto novamente em um riso. "No, um ginsio-um clube de sade. Eu trabalho fora trs ou quatro vezes por semana. 
Voc sabe, treadmills, escaladores de degrau, pesos livres".
        
        "Oh." Brianna fixou para um elenco frigideira frrea no fogo como ela refletiu isto. "No, ns no temos nenhum disso h pouco aqui. Um treadmill que  
por caminhar? "
        
        "Sim."
        
        "Ns temos campos para isso. Voc pode ter um passeio bom pelos campos. E o bem do ar fresco por exercitar.  uma manh adorvel por estar fora, entretanto 
ns teremos chuva esta tarde. Voc querer uma jaqueta", ela continuou, enquanto acernar com a cabea para uma jaqueta de brim clara que espera uma cavilha pela 
porta dos fundos.
        
        "Uma jaqueta? "
        
        " um pouco esfrie fora." Brianna fixou toucinho a chiar na panela. "O exerccio lhe dar um apetite. Voc tomar caf da manh quando voc voltar.
        
        Carranqueando, Shannon estudou Brianna est de volta. Olhou como se ela estivesse dando um passeio. Um pequeno bemused, ela fixou abaixo a xcara dela e 
apanhou a jaqueta. "Eu no adivinho eu serei longo."
        
        "Leve seu tempo", Brianna disse cheerfully.
        
        Divertido a um ao outro, eles separaram companhia.
        
        Shannon nunca tinha se considerado o tipo ao ar livre. Ela no era uma f de caminhar. Ela muito preferiu a atmosfera civilizada de um clube de sade bem 
equipado - engarrafou gua, as notcias matutinas na televiso fixada, mquinas que lhe contaram seu progresso. Ela ps em cinqenta minutos trs vezes por semana 
e foi agradada para se considerar forte, saudvel, e bem harmonizou.
        
        Mas ela nunca tinha entendido as pessoas que amarraram em botas pesadas e mochilas e caminharam rastros ou escalaram montanhas.
        
        Ainda, a disciplina dela era muito inveterada para para lhe permitir perder todas as formas de exerccio. E um dia a Blackthorn tinha mostrado para ela que 
a arte culinria de Brianna pudesse ser um problema.
        
        Assim ela caminharia. Shannon comprimiu as mos dela nos bolsos dela pediu emprestado jaqueta, para o ar estava frio. Havia uma pequena mordida agradvel 
pela manh que tremeu qualquer sedimento prolongado de atraso de jato fora.
        
        Ela passou pelo jardim onde prmulas ainda estavam encharcadas com orvalho, e a estufa que a tentou a xcara as mos dela e investiga dentro pelo copo tratado. 
O que ela viu teve o dela declame queda aberto. Ela tinha visitado berrios profissionais com a me dela que era menos organizada e bem provida.
        
        Impressionado, ela se virou, ento parou. Era tudo to grande, ela pensou como ela fitou fora em cima do rolo de terra. To vazio. Sem estar atento ela hunched 
os ombros dela defensivamente na jaqueta. Ela no pensou nada de andar abaixo uma calada de Nova Iorque, evitando os pedestres, a vigiando prprio espao pessoal. 
O vocifere de trfico, enquanto dinamitando chifres, vozes elevadas estavam familiarizadas, no estranho como este silncio vislumbrando.
        
        "No precisamente goste de correr em Parque Central", ela murmurou, confortou pelo som da prpria voz dela. Porque era amedrontando para ir em que para voltar 
 cozinha, ela comeou a caminhar.
        
        Havia sons, ela percebeu. Pssaros, o distante zumba de alguma mquina, o latido ecoando de um cachorro. Ainda, parecia tmido para estar to s. Em lugar 
de foco nisso, ela apertou o passo dela. Passeando no harmonizaram os msculos.
        
        Quando ela veio  primeira parede de pedra, ela debateu as escolhas dela. Ela poderia caminhar ao longo disto, ou escala em cima disto no prximo campo. 
Com um encolha os ombros, ela escalou em cima de.
        
        Ela reconheceu trigo, h pouco alto bastante para ondular um pouco na brisa, e no meio disto, uma solitria rvore. Embora parecesse imensamente velho a 
ela, suas folhas ainda eram o verde tenro de fonte. Um pssaro empoleirou aceso de suas filiais altas, speras, enquanto cantando seu corao fora.
        
        Ela parou assistir, escutar, desejando ela tinha trazido o bloco de desenho dela. Ela teria que voltar com isto. Tinha sido muito longo desde que ela tinha 
tido a oportunidade para fazer uma real paisagem.
        
        Estranho, ela pensou como ela comeou a caminhar novamente. Ela no tinha percebido ela quis. Ainda qualquer um com at mesmo habilidades rudimentares acharia 
os dedos deles/delas coando aqui, ela decidiu. As cores, as formas, e a luz magnfica. Ela se virou, enquanto caminhando para trs para um momento para estudar 
a rvore de um ngulo diferente.
        
        Comeo matutino seria melhor, ela decidiu e ainda escalou em cima da prxima parede com a ateno dela focalizada atrs dela.
        
        S sorte a impediu se transformar de ponta-cabea na vaca.
        
        "Jesus Christ." Ela subiu para trs, surgiu duro contra pedra. A vaca simplesmente de olhos o dispassionately de intruso e assobiou o rabo dela. " to grande." 
Do poleiro dela em cima da parede, Shannon deixou sair uma respirao instvel. "Eu no tive nenhuma idia eles eram to grandes."
        
        Cauteloso, ela ergueu o olhar dela e descobriu aquele bossie no estava s. O campo foi pontilhado com vacas pastando, senhoras plcido-de olhos grandes 
com peles preto-e-brancas. Considerando que eles no pareciam particularmente interessados nela, ela abaixou lentamente at que ela estava sentando na parede em 
lugar de se levantar nisto.
        
        "Eu adivinho a excurso pra aqui. Voc no vai mugir ou algo? "
        
        Em lugar de obrigar, a mais prxima vaca trocou o tamanho dela e voltou a pastar. Divertido agora, Shannon relaxou e deu uma olhada mais longa, mais inclusiva 
ao redor de. O que ela viu teve o lbios se curvando dela.
        
        "Bebs." Com um riso, ela comeou a pular at adquira um olhar de primeiro-mo aos bezerros delgados que foliam entre os ancies menos enrgicos deles/delas. 
Ento precauo a teve olhando atrs nos olhos do vizinho mais ntimo dela. Ela no estava segura se vacas tendessem a morder ou no. "Adivinhe eu h pouco os assistirei 
aqui mesmo" de.
        
        Curiosidade a teve alcanando fora, cautelosamente, os olhos dela rebitaram na face da vaca. Ela h pouco quis tocar. Embora ela apoiasse fora, ela manteve 
o alvo dela plantado firmemente na parede. Se a vaca no gostasse do movimento, Shannon figurou ela poderia estar no outro lado. Qualquer mulher que trabalhou fora 
trs vezes por semana deveria poder correr mais que uma vaca.
        
        Quando os dedos dela escovaram, ela descobriu o cabelo era duro e duro, e que a vaca no parecia contestar. Mais confiante, Shannon avanou lentamente um 
pequeno mais ntimo e esparramou a palma dela em cima do flanco.
        
        "Ela no presta ateno a ser controlado, aquele", que Murphy lhe disse por detrs.
        
        O ganido de Shannon teve vrios das vacas que rodam fora. Depois de alguns mugindo aborrecido, eles se estabeleceram novamente. Mas Murphy ainda estava rindo 
quando eles tiveram, e a mo dele permaneceu no ombro de Shannon onde ele agarrou para a evitar primeiro de face cadente a parede.
        
        "Firme agora. Voc  todos os nervos."
        
        "Eu pensei que eu estava s." Ela no estava segura se ela fosse mortificada ter gritado ou ter sido pegado acariciando um animal de fazenda mais.
        
        "Eu estava encabeando atrs de fixar pastar e o" viu para meus cavalos. Em um movimento confortvel ele sentou na parede, enquanto enfrentando o modo oposto, 
e iluminado um cigarro. " uma manh boa."
        
        A opinio dela nisso era um grunhido. Ela no tinha pensado neste ser a terra dele. E agora, parecia, ela estava novamente presa. "Voc leva ao cuidado de 
todas estas vacas voc? "
        
        "Oh, eu tenho um pouco de vez em quando de ajuda, quando  precisado. Voc prossegue, a acaricia se voc gostar. Ela no presta ateno a isto."
        
        "Eu no a" estava acariciando. Era um pequeno tarde para dignidade, mas Shannon fez uma punhalada a isto. "Eu h pouco era curioso aproximadamente como eles 
sentiam."
        
        "Voc nunca tocou uma vaca? " A mesma idia o fez sorrir. "Voc os tem em Amrica que eu sou contado."
        
        "Claro que ns temos vacas. Ns h pouco no os vemos passeando muito freqentemente" abaixo Quinta Avenida. Ela se inclinou um olhar a ele. Ele ainda estava 
sorrindo, olhando atrs para a rvore que tinha comeado o enredo inteiro. "Por que no o tenha corte que abaixo? Est no meio de seu trigo."
        
        "No  nenhuma dificuldade para arar e plantar isto" ao redor, ele disse facilmente. "E  estado aqui mais longo que eu." No momento ele estava mais interessado 
nela. Ela cheirou um pouco de fragrncia feminina esperta que teve um homem desejando saber fracamente. E no era multa que ele tinha estado pensando nela como ele 
viria a elevao?
        
        L ela tinha estado, como se ela tivesse estado esperando.
        
        "Voc tem uma manh boa para seu primeiro em Clare. Haver chova depois pelo dia."
        
        Brianna tinha dito o mesmo, Shannon se lembrou, e carranqueou no cu bem azul. "Por que voc diz que? "
        
        "Voc no viu o amanhecer? "
        
        At mesmo como ela estava desejando saber o que isso teve que ver com qualquer coisa, Murphy era cupping o queixo dela na mo dele e virando o oeste de face 
dela.
        
        "E l", ele disse, enquanto gesticulando. "O ajuntamento de nuvens para cima do mar. Eles chegaro atravs de noontime e traro chuva para ns. Um macio, 
no uma tempestade. No h nenhum temperamento no ar."
        
        A mo na face dela era dura como pedra, suave como gua. Ela descobriu ele levou os cheiros da fazenda dele com ele-os cavalos, a terra, a grama. Parecia 
mais sbio ao redor de concentrar no cu.
        
        "Eu suponho os fazendeiros tm que aprender a medir o tempo."
        
        "No est aprendendo tanto. Voc h pouco sabe." Para por favor ele ele deixou os dedos dele escova pelo cabelo dela antes dos derrubar sobre o prprio joelho 
dele. O gesto, a intimidade casual disto, teve o torneamento dela a cabea dela para ele.
        
        Eles podem ter enfrentado modos opostos, com pernas que oscilam em cada lateral da parede, mas eles eram quadril a quadril. E agora olho para olho. E o dele 
era a cor do copo a me dela teve colecionar-o copo Shannon tinha empacotado to cuidadosamente e tinha trazido atrs para Nova Iorque. Cobalto.
        
        Ela no viu quaisquer da timidez ou a confuso antes do que ela leria neles o dia. Estes eram os olhos de um homem confiante, um confortvel com ele, e um, 
ela percebeu com um pouco de confuso dela prprio, que teve pensamentos perigosos atrs deles.
        
        Ele foi tentado para a beijar. H pouco magro adiante e pe os lbios dele em seu. Uma vez. Quietamente. Se ela tivesse sido outra mulher, ele teria. Ento 
novamente, ele soube se ela tivesse sido outra mulher que ele no teria querido isso mesmo mal para.
        
        "Voc tem uma face, Shannon que se planta direito na frente da mente de um homem e floresce l".
        
        Era a voz, ela pensou, o irlands nisto isso fez at mesmo para tal um som de declarao tolo igual poesia. Em defesa contra isto, olhou ela fora, atrs 
para a segurana de vacas pastando.
        
        "Voc pensa cultivando analogias."
        
        "Isso  bastante verdade. H algo que eu gostaria de mostrar para voc. Voc caminhar comigo? "
        
        "Eu deveria voltar.
        
        Mas ele j era ascendente e levando a mo dela como se j seja um hbito. " Tis no longe." Ele dobrou, arrancou uma flor azul estrelada que tinha estado 
crescendo em uma racha na parede. Em lugar de mo isto para ela, como tinha esperado ela, ele comprimiu isto atrs da orelha dela.
        
        Era ridiculamente encantador. Ela entrou em passo ao lado dele antes de ela pudesse se parar. "Voc no tem trabalho? Eu pensei que os fazendeiros sempre 
estavam trabalhando."
        
        "Oh, eu tenho um momento ou dois para poupar. H Contra." Murphy ergueu uma mo como caminharam eles. "Rabbitting."
        
        A viso do cachorro cinza macio e lustroso que corre pelo campo em perseguio de um borro que era um coelho teve o riso dela. Ento os dedos dela apertaram 
em Murphy em angstia. "Ele matar isto."
        
        "Sim, se ele poderia pegar isto, provvel ele vai. Mas chances disso so esbeltas."
        
        Caador e caou listrado em cima da elevao e desapareceu em uma linha magra de rvores onde o vislumbre mais lnguido de gua pegou o sol.
        
        "Ele o perder agora, como faz sempre ele. Ele no pode ajudar perseguindo qualquer mais que o coelho pode ajudar fugindo."
        
        "Ele voltar se voc o" chama, Shannon disse urgentemente. "Ele voltar e deixar isto s."
        
        Para a favorecer, Murphy enviou um apito. Momentos que o Trapaceiro posterior saltou atrs em cima do campo, lngua que se refestela felizmente.
        
        Obrigado."
        
        Murphy comeou andar novamente. Havia nenhum uso que conta que o Trapaceiro dela seria novamente fora ao prximo coelho que ele cheirou. "Voc sempre morou 
na cidade? "
        
        "Em ou prximo. Ns movemos ao redor muito, mas ns sempre resolvemos perto de um centro principal." Ela olhou para cima. Ele parecia mais alto quando eles 
estavam caminhando lado a lado. Ou talvez era h pouco o modo que ele teve de mudana em cima da terra. "E voc sempre viveu ao redor aqui? "
        
        "Sempre. Alguma desta terra era o Concannons, e os nossos correram ao lado disto. O corao de Tom nunca estava cultivando, e durante os anos ele liquidou 
pedaos a meu pai, ento para mim. Agora o que  meu divide entre o que  partido do Concannons, enquanto deixando um pedao seu em qualquer lado."
        
        A sobrancelha dela enrugado como ela examinou as colinas. Ela no pde comear a calcular a rea medida em acres ou figurar os limites. "Parece como muita 
terra."
        
        " bastante." Ele veio a uma parede, pisou facilmente em cima disto, ento, para a surpresa de Shannon, ele ps as mos dele simplesmente  cintura dela 
e a ergueu em cima de como se ela no tivesse pesado nada.  isso que "aqui eu quis mostrar para voc."
        
        Ela ainda estava lidando com o choque de como forte ele era quando ela examinou e viu o crculo de pedra. A primeira reao dela no era surpresa ou temor 
ou prazer. Era aceitao simples.
        
        A ocorreria depois que ela no tinha estado surpresa porque ela tinha sabido que estava l. Ela tinha visto isto nos sonhos dela.
        
        "Como maravilhoso." O prazer veio, e rapidamente agora. Inclinando a cabea dela em cima dos olhos dela bloquear o ngulo do sol ela estudou isto, como vai 
um artista, para forma e textura e tom.
        
        No era grande, e vrios das pedras que tinham servido como padieiras tinha cado. Mas o crculo estava, majestoso e de alguma maneira magically em um campo 
quieto de verde onde cavalos pastaram ao longe.
        
        "Eu nunca vi um, menos em quadros." Dificilmente atento que ela tinha unido os dedos dela com Murphy e tinha o estado puxando com ela, ela se apressou mais 
ntimo. H todos os tipos de lendas e teorias sobre pedras paradas, no h? Astronaves ou druids, gigantes gelando ou fadas danando. Voc sabe como velho ? "
        
        "Velho como as fadas, diria" eu.
        
        Isso fez o riso dela. "Eu desejo saber se eles fossem lugares de adorao, ou sacrifcio." A idia fez o dela estremea, agradavelmente, como ela alcanou 
fora uma mo para tocar a pedra.
        
        Da mesma maneira que os dedos dela escovaram, ela os retirou nitidamente, e fitou. Havido aquea l, muito calor durante tal uma manh fresca.
        
        Murphy nunca tirou os olhos dela. "Isto uma coisa estranha , no , sentir isto? "
        
        "Eu-para um minuto estava como eu tocasse algo respirando." Sentindo tolo, ela ps uma mo firmemente na pedra. Havia um sacuda, ela no pde negar isto, 
mas ela se falou veio dela prprios nervos sbitos.
        
        H d poder a aqui. Talvez nas pedras eles, talvez na mancha eles escolheram os elevar dentro."
        
        "Eu no acredito naquele tipo de coisa."
        
        "Voc no tem muito irlands em voc para." Muito suavemente ele a puxou pelo arco de pedra e no centro da dana.
        
        Determinado para ser prtico, ela dobrou os braos dela em cima do trax dela e moveu longe dele. "Eu gostaria de pintar isto, se voc me" deixasse.
        
        "No pertence a mim. A terra ao redor  meu, mas pertence a si mesmo. Voc pinta isto se o" agradar.
        
        "Vai." Relaxando novamente, ela vagou o crculo interno. "Eu conheo as pessoas que que pagam por uma chance para se levantar aqui em casa. O mesmo que vai 
para Sedonna que procura vrtices e preocupa sobre o chakras" deles/delas.
        
        Murphy sorriu como ele arranhou o queixo dele. "Eu li disso. Interessante. Voc no pensa h alguns lugares e algumas coisas que seguram velhas recordaes 
neles? E o poder que vem deles? "
        
        Ela pde, quase pde, enquanto estando de p l. Se ela se deixasse. "Eu no penso certamente ao redor enforcamento alguma bonita pedra que meu pescoo vai 
melhorar minha "vida de sexo. Divertido, ela olhou atrs para ele. "E eu no penso que um fazendeiro acredita isto, ou".
        
        "Bem, eu no sei sobre usar um colar para fazer coisas mais interessante em cama. Eu preferiria depender de mim para isso."
        
        "Eu apostei voc faz" Shannon murmurou e se virou acariciar um das pedras. "Ainda, eles so to antigos, e eles se levantaram aqui para mais longo que qualquer 
um realmente sabe. Isso  mgico em si mesmo. Eu desejo saber - " Ela rompeu, enquanto prendendo o flego dela e escutando duro. "Voc ouviu que? "
        
        Ele estava fora agora s um passo, e esperou, e assistiu. "O que ouviu voc, Shannon? "
        
        A garganta dela estava seca; ela clareou isto. "Deveria ter sido um pssaro. Pareceu algum chorando durante um segundo."
        
        Murphy ps uma mo no cabelo dela, deixou isto traspassar como ele teve antes. "Eu a ouvi. Assim tenha alguns outros. Suas irms. No endurea para cima", 
ele murmurou, enquanto a virando estar em frente dele. O sangue de sangue", e  intil para ignorar isto. Ela lamenta aqui porque ela perdeu o amante dela. Assim 
a histria vai."
        
        "Era um pssaro", Shannon insistiu.
        
        "Eles estavam condenados, voc v", ele continuou como se ela no tivesse falado. "Ele era s um fazendeiro pobre, e ela era a filha do proprietrio. Mas 
eles se encontraram aqui, e amou aqui, e concebeu uma criana aqui. Assim  dito."
        
        Ela tinha novamente frio e, lutador atrs um calafrio, falou ligeiramente. "Uma lenda, Murphy? Eu esperaria bastante h sobre uma mancha assim."
        
        "Assim h. Este aqui triste, como muitos . Ele a deixou aqui esperar por ele, assim eles pudessem escapar junto. Mas eles o pegaram, e o matou. E quando 
o pai dela a achou o prximo dia, ela estava to morta quanto o amor dela, com lgrimas ainda nas bochechas" dela.
        
        "E agora, claro que, ela assombra isto."
        
        Ele sorriu ento, no insultou pelo cinismo. "Ela o amou. Ela s pode esperar." Murphy levou as mos dela para os esquentar em seu. Pensamento cinza" de 
fazer um assassinato aqui, mas mudou a mente dele. Ele me falou no era um lugar para sangue. Assim em vez de estar no livro dele, estar em sua tela.  mais prprio."
        
        "Se eu adquiro a isto." Ela deveria ter arrastado as mos dela fora, mas sentia bem to ter o dele ao redor deles. "Eu preciso de mais materiais se eu decidir 
fazer qualquer pintura sria enquanto eu estiver aqui. Eu deveria voltar. Eu estou o mantendo de seu trabalho, e Brianna est segurando o caf da manh provavelmente 
para mim."
        
        Mas ele s olhou para ela, enquanto desfrutando o modo as mos dela sentiam em seu, o modo que o ar se ruborizou cor nas bochechas dela. Desfrutado como 
bem o pulso instvel que ele sentia aos pulsos dela, e a confuso rpida nos olhos dela.
        
        "Eu estou alegre eu o achei sentando em minha parede, Shannon Bodine. Me dar algo que pintar o resto de meu dia."
        
        Aborrecido com o modo que os joelhos dela estavam derretendo, ela os endureceu e levantou a cabea dela. "Murphy, voc est paquerando comigo? "
        
        "Parece eu sou."
        
        "Isso est lisonjeando, mas eu realmente no tenho tempo por isto. E voc tem ainda adquiriu minhas mos."
        
        "Assim eu fao." Com os olhos dele em seu, ele os ergueu, apertou os lbios dele s juntas dela. O sorriso dele era rpido e desarmando quando ele a deixou 
ir. "Venha, enquanto caminhando novamente comigo, Shannon".
        
        Ela estava de p um momento quando ele virou e saiu da dana. Ento, porque ela no pudesse resistir, ela arremessou a um dos arcos e o assistiu passeio, 
com um apito para o cachorro, em cima do campo dele.
        
        No um homem para subestimar, ela meditou. E ela assistiu at que ele tinha desaparecido atrs de uma elevao, enquanto a esfregando inconscientemente esquentaram 
juntas contra a bochecha dela.
        
        Captulo Sete
        
        Shannon no soube a chegar visita primeiro para um bar irlands. No era que ela no esperou isto. Ela sempre desfrutou coisas novas, lugares novos, pessoas 
novas. E at mesmo se ela tivesse sido resistente, o prazer bvio de Brianna  idia de uma noite fora teria a empurrado em ir.
        
        Ainda ela no pde se solucionar totalmente  idia de levar um beb a uma barra.
        
        "Oh, voc est pronto." Brianna olhou para cima quando Shannon comeou abaixo os degraus. "Eu sinto muito, eu estou correndo atrs. O beb tinha fome, ento 
precisou mudar." Ela balanou como falou ela, Kayla que descansa no trapaceiro de um brao, uma bandeja com duas xcaras de ch equilibradas dentro o outro.
        
        "Ento as irms se queixaram de gargantas sarnentas e pediram alguns grogues quentes."
        
        "As irms? "
        
        "O Freemonts, no quarto azul? Oh, voc sentiu falta deles provavelmente. Eles h pouco entraram hoje. Parece eles foram pegados na chuva e levaram um frio." 
Brianna rodou os olhos dela. "Eles so habitual,  o Freemonts, assim eu tento no prestar ateno ao exagerar deles/delas. Mas eles passam os trs dias por ano 
que eles tm aqui fazendo pouco outro. Cinza diz  porque eles viveram todas suas vidas entre si e nenhum j teve um tombo decente com um homem."
        
        Ela se parou, corou, ento administrou um sorriso fraco quando Shannon riu.
        
        "Eu no deveria estar falando aquele modo sobre convidados. Mas o ponto , eu sou um pequeno atrs de coisas, assim se voc no se importasse em esperar? 
"
        
        "Claro que no. Possa eu - "
        
        "Oh, e h o telefone. Dinamite, deixe tocar."
        
        "Onde  Cinza? "
        
        "Oh, ele est investigando uma cena de crime, ou matando outra pessoa. Ele rosnou quando eu cutuquei no estdio dele, assim ele no ser nenhuma ajuda no 
momento."
        
        "Eu vejo. Bem, eu posso fazer algo? "
        
        "Eu agradeceria se voc pudesse levar o beb durante alguns minutos, s enquanto eu corro esta bandeja escada acima e amimalho as irms um pouco." Os olhos 
de Brianna vislumbraram. "No levar muito tempo; eu usei uma carta branca com o usque."
        
        "Seguramente, eu a" levarei. Cautelosamente Shannon trocou Kayla nos braos dela. O beb sentia assim terrifyingly pequeno l, e frgil. "Eu no tive muita 
prtica. A maioria das mulheres eu sei est concentrando na carreira deles/delas e est tirando tendo as crianas."
        
        "Uma piedade, no  isto, que ainda  tanto mais fcil os homens fazerem ambos. Se voc h pouco caminhasse o um pouco dela. Ela  inquieto-como ansioso 
eu penso adquirir fora e ter um pouco de msica e companhia como sou" eu.
        
        Com uma graa invejvel, Brianna arremessou para cima os passos com a bandeja dela e medicou ch.
        
        "Inquieto, Kayla? " Shannon passeou abaixo o corredor e na sala de estar. "Eu sei o sentimento." Encantado, ela deslizou um dedo abaixo a bochecha do beb 
e feltro que rpido sacode de prazer quando um punho minsculo agarrou isto. "Forte, voc no ? Voc no  nenhuma canja. Eu no penso sua me um, ou".
        
        Se favorecendo, ela snuck que um beijo, ento outro, se encantou quando Kayla borbulhou a ela.
        
        "Bem grande, ela no ? "
        
        Ainda admirador, Shannon observou e sorriu como Cinza escarranchou no quarto. "Ela h pouco est bonita. Voc no percebe como minsculo eles so at que 
voc est segurando um."
        
        "Ela  crescida." Ele se ajoelhou, sorrido  filha dele. "Ela se parecia uma fada indignada quando ela nasceu. Eu nunca esquecerei isto."
        
        "Ela se parece a me dela agora. Falando de qual, Brianna  drogando as "irms de Freemont escada acima.
        
        "Bom." Cinza parecia achar que nenhuma surpresa, e acernar com a cabea. "Eu espero que ela faa um trabalho bom disto; caso contrrio eles a mantero estourando 
o asno dela durante trs dias."
        
        "Ela parece fazer aquele bem bem no prprio" dela.
        
        "Isso  Brie. Quer uma bebida antes de ns irmos, ou voc preferiria esperar por um quartilho no bar? "
        
        "Eu esperarei, obrigado. Voc vai conosco? Eu pensei que voc estava matando algum."
        
        "No hoje  noite. Eles j esto mortos." Cinza considerou um usque, optado contra. Ele era mais disposto a um Guinness. "Brie disse que voc quis fazer 
alguma pintura enquanto voc est aqui."
        
        "Eu penso que eu fao. Eu trouxe algumas coisas comigo, bastante ser comeado de qualquer maneira." Inconscientemente ela estava imitando os movimentos de 
Brianna balanando o beb. "Ela disse que eu pudesse usar o carro e prova Ennis para mais materiais."
        
        "Voc faria melhor em Galway, mas voc poderia achar o que voc precisa l."
        
        "Eu no gosto de usar o carro" dela, Shannon disse bruscamente.
        
        "Preocupado sobre dirigir na esquerda? "
        
        H que-mas h pouco no sente direito para pedir emprestado isto."
        
        Considerando, Cinza aliviou abaixo no brao do sof. "Queira um pouco de conselho de um ianque da mesma categoria? "
        
        "Talvez."
        
        "As pessoas ao redor aqui  um mundo at eles. Oferecendo a dar, emprestar, compartilhar tudo, eles incluram,  segunda natureza. Quando Brie lhe der as 
chaves para o carro dela, ela  no pensamento- ela assegurou, ela tem uma conduo registro-ela h pouco pensamento algum precisa do carro. E isso  h a isto."
        
        "No  como fcil de meu fim. Eu no vim aqui para fazer parte de uma famlia grande", generosa.
        
        "Por que voc veio? "
        
        "Porque eu no sei que sou" eu. Furioso que tinha sado, que tinha sido sair l, ela lhe deu o beb. "Eu no gosto de ter uma "crise de identidade.
        
        "No o" pode culpar, Cinza disse facilmente. "Eu me estive l." Ele pegou o som do voz da esposa dele, paciente, acalmando. "Por que voc no se d um pequeno 
tempo, camarada? Desfrute a paisagem, ganhe alguns libras em Brianna est cozinhando. Em minha experincia, entram normalmente as respostas quando voc os" esperar 
menos.
        
        "Professionally ou pessoalmente? " Ele subiu, lhe deu um tapinha amigvel em bochecha. "Ambos. Ei, Brie, ns vamos ou no? "
        
        "Eu h pouco tenho que adquirir minha bolsa." Ela se apressou dentro, enquanto alisando o cabelo dela. "Oh, Fique cinzento*, voc vai ento? "
        
        "Voc pensa que eu omitiria uma noite com voc? " Com a carta branca dele ele circulou a cintura dela e a varreu em uma valsa rpida.
        
        A face dela j estava ardendo. "Eu pensei que voc ia trabalhar."
        
        "Eu sempre posso trabalhar." At mesmo como encurvaram os lbios dela, ele estava abaixando o seu a eles.
        
        Shannon esperou uma batida, ento outro antes de clarear a garganta dela. "Talvez eu deveria esperar fora, no carro. Com meus olhos fechados."
        
        "Pare isto, Grayson, voc  Shannon embaraoso."
        
        "No, eu no sou. Ela h pouco tem cimes. E ele piscou  mulher ele j considerou a cunhada dele. "Venha, camarada, ns acharemos um sujeito para voc."
        
        "No, obrigado, eu h pouco adquiri liberte de um."
        
        "Sim? " Sempre interessado, Cinza deu o beb  esposa dele de forma que ele poderia circular a cintura de Shannon. "Nos fale em toda parte isto. Ns vivemos 
ao redor para fofoca aqui."
        
        "A deixe seja", Brianna disse com um riso exasperado. "No lhe conte qualquer coisa que voc no quer achar em um livro."
        
        "Isto no faria leitura muito interessante", Shannon decidiu e entrou fora no ar mido. Tinha chovido, e ainda estava chovendo, da mesma maneira que predisse.
        
        "Eu posso fazer qualquer coisa interessante." Cinza abriu a porta de carro para a esposa dele com um pouco de galantaria, ento sorriu. "Assim, por que voc 
o esvazia? "
        
        "Eu no o" esvaziei. H pouco era tudo absurdo bastante clarear o humor dela. Shannon deslizou no backseat e tremeu o cabelo dela atrs. "Ns separamos em 
condies mutuamente amenas."
        
        "Sim, sim, ela o" esvaziou. Cinza bateu os dedos dele na parte de trs do assento como ele aliviou na estrada. As "mulheres sempre falam fresco quando eles 
quebrarem o "corao de um sujeito.
        
        "Certo, eu farei as pazes isto. Shannon flamejou Cinza um sorriso no espelho retrovisor. "Ele rastejou, ele implorou, ele alegou. Eu acredito ele lamentou 
at mesmo. Mas eu estava impassvel e esmaguei o corao de ainda-hemorragia dele debaixo de meu salto de sapato. Agora ele  raspado a cabea dele, dada todos seus 
bens mundanos, e uniu um culto religioso pequeno em Moambique."
        
        "No muito roto."
        
        Mais divertido que a verdade. Que era ns realmente no compartilhamos mais que um gosto para comida tailandesa e espao de escritrio, mas voc  bem-vindo 
a uso qualquer verso em um livro."
        
        "Voc est ento" mais contente sem ele, Brianna disse complacentemente. "E isso  o que  importante."
        
        Um pequeno surpreso a como simples era, Shannon elevou uma sobrancelha. "Sim, voc tem razo." Da mesma maneira que era uma grande transao mais simples 
que ela tinha suposto sentar atrs e desfrutar a noite.
        
        O bar de O'Malley. Era, Shannon decidiu como ela pisou dentro, um filme preto-e-branco velho Pat O'Brien estrelando. O ar fracamente hazed de cigarros, as 
cores escuras, a madeira fumar-manchada, o hunkered de homens na barra em cima de copos grandes de cerveja escura, a risada de mulheres, as vozes murmurantes, a 
melodia serena no fundo.
        
        Havia uma televiso pendurada atrs da barra, o quadro em algum tipo de evento esportivo, o som fora. Um homem que usa um avental branco em cima do cinturo 
largo dele olhou para cima e sorriu amplamente como ele continuou puxando outra bebida fermentada.
        
        "Assim, voc trouxe o pequeno afinal." Ele fixou o quartilho at deixe resolver. "A traga por, Brie, nos deixe ter um olhar a ela."
        
        Obrigando, Brianna ps Kayla, portador e tudo, sobre a barra. "Ela est usando o gorro seu missus trazido por, Tim".
        
        "Isso  um doce." Ele cacarejou Kayla debaixo do queixo com um dedo grosso. "A imagem de voc que ela , Brianna".
        
        "Eu tive algo que ver com isto", Cinza ponha dentro como pessoas comeou a aglomerar ao redor do beb.
        
        "Seguramente e voc fez", o Tim concordou. "Mas o Deus bom na sabedoria dele negligenciada que e deu para a moa o face de anjo da me dela. Voc ter um 
quartilho, Cinza? "
        
        "Eu vou, de Guinness. O que ter voc, Shannon? "
        
        Ela olhou para a cerveja Tim O'Malley terminou desenho. "Algo menor que isso."
        
        "Um quartilho e um copo", Cinza ordenou. "E um refrigerante para a me nova."
        
        "Shannon, este  Tim O'Malley que constri seu Guinness." Brianna ps uma mo no ombro de Shannon. "Tim, isto  meu... convidado, Shannon Bodine de "Cidade 
de Nova Iorque.
        
        "Cidade de Nova Iorque." Com as mos dele movendo com a facilidade e automatizao de experincia longa, Tim brilhou na face de Shannon. "Eu tenho os primos 
para poupar em Cidade de Nova Iorque. Voc no acontece ser Francis O'Malley instrudo, o aougueiro".
        
        "No, eu sinto muito."
        
        "Bodine." Um homem no tamborete ao lado de Shannon levou um fundo, considerando arrastam do cigarro dele, apagou fumaa com um ar pensativo. "Eu conheci 
um Katherine Bodine atrs de Kilkelly alguns anos. Bonito como leite fresco era ela. Famlia para voc, talvez? "
        
        Shannon lhe deu um sorriso incerto. "No que eu sei de."
        
        " a primeira viagem de Shannon para a Irlanda", Brianna explicou. Havia acenos de entender ao redor de.
        
        "Eu conheci Bodines de "Cidade de Dublin. Um homem ao trmino da barra falou em uma voz rachada com idade. "Quatro irmos que mais cedo lutam que cuspe. 
O Bodines Furioso ns os chamamos, e todo filho de homem deles escapou e uniu o IRA. Aquele esteja de volta dentro... trinta-sete. "
        
        "Trinta-cinco", a mulher ao lado dele corrigiu e piscou a Shannon fora de uma face costurada com linhas. "Eu sa caminhando um tempo ou dois com Paddy Bodine, 
e o Johnny dividiu o lbio dele em cima disto."
        
        "Um homem conseguiu proteger o que  dele. John Conroy velho levou o mo da esposa dele e deu isto um aperto sseo. No havia nenhuma mais bonita moa em 
Dublin que Nell O'Brian. E agora ela  minha."
        
        Shannon sorriu na cerveja Cinza a deu. O par seja noventa se eles fossem um dia, ela estava segura, e eles estavam segurando mos e paquerando entre si como 
se eles fossem recm casados.
        
        "Me deixe ter aquele beb." Uma mulher saiu do quarto atrs da barra, esfregando as mos dela no avental dela. "V, o adquira uma mesa", ela disse, enquanto 
gesticulando Brianna aparte. "Eu estou levando o dela atrs comigo assim eu posso a deteriorar durante uma hora."
        
        Sabendo qualquer protesto era intil, Brianna apresentou Shannon  esposa de Tim e assistiu o pacote de mulher Kayla fora. "Ns podemos bem como sente ento. 
Ela no me deixar recuperar o beb at que ns partimos."
        
        Shannon virou seguir, e viu Murphy.
        
        Ele tinha estado sentando desde o princpio perto do baixo fogo, a assistindo enquanto ele aliviou uma melodia quieta fora de uma concertina. Olhando para 
ela tiveram fuddled novamente a mente dele, reduziu a velocidade a lngua dele, assim ele estava alegre que ele tinha tido tempo para juntar as inteligncias dele 
antes Cinza a conduziu  mesa dele.
        
        "Voc est nos entretendo hoje  noite, Murphy? " Brianna perguntou como sentou ela.
        
        "Eu principalmente." Ele agradeceu os dedos dele no apalparam como o crebro dele quando Shannon cutucado Cinza em um
        
        cadeira. Tudo que ele poderia ver para uma batida do corao de tempo eram os olhos dela, plido e claro e cauteloso. "Oi, Shannon."
        
        "Murphy." Havido nenhum modo corts para evitar tomada a cadeira Cinza tinha arrancado para seu-o que a ps quase cotovelo acotovelar com Murphy. Ela sentia 
tolo que importaria. "Onde voc aprende jogar? "
        
        "Oh, eu escolhi isto para cima aqui e l."
        
        "Murphy tem um talento natural por instrumentos", Brianna disse orgulhosamente. "Ele pode jogar qualquer coisa que voc lhe" d.
        
        "Realmente? " Os dedos longos dele pareciam certamente bastante inteligentes, e qualificado bastante, nos botes complicados da caixa pequena. Ainda, ela 
pensou que ele tem que saber bem a melodia como ele nunca olhou abaixo ao que ele estava fazendo. Ele s a encarou. Fazendeiro musical", ela murmurou.
        
        "Voc gosta de msica? " ele lhe perguntou.
        
        "Seguramente. Quem no gosta de msica? "
        
        Ele pausou longo bastante apanhar o quartilho dele, gole. Ele sups ele teria que se acostumar  garganta dele indo seco sempre que ela era ntima. "H uma 
melodia voc gostaria de ouvir? "
        
        Ela ergueu um ombro, deixe cair casualmente. Mas ela sentia muita ele tinha deixado de jogar. "Eu no sei muito sobre msica irlandesa."
        
        Cinza apoiou adiante. "No pergunte para 'o Menino de Danny, '" ele advertiu em um sussurro.
        
        Murphy sorriu a ele. "Uma vez um ianque", ele disse ligeiramente e ordenou que ele relaxasse novamente. "Um nome como Shannon Bodine, e voc no sabe msica 
irlandesa? "
        
        "Eu sempre fui mais em Percy Sledge, Aretha Franklin".
        
        Com os olhos dele em seu e um sorriso aos cantos da boca dele ele comeou uma melodia nova. O sorriso alargou quando ela riu.
        
        " na primeira vez eu ouvi 'Quando um Homem Ama uma Mulher' em um "acordeo de mni.
        
        "'Tis uma concertina." Ele olhou em cima da um grito. "Ah, h meu homem."
        
        Liam Sweeney jovem subiu pelo quarto e escalou no colo de Murphy. Ele apontou um olhar de soulful. "Doce."
        
        "Voc quer seu mum para raspar a pele novamente fora mim? " Mas Murphy examinou, notvel aquele Maggie tinha parado na barra. Ele alcanou no bolso dele 
e tirou uma gota limo embrulhada. "Estoure dentro rpido, antes de ela nos" visse.
        
        Era obviamente uma rotina velha. Shannon assistiu Liam abraam mais ntimo a Murphy, a lngua dele pegou entre os dentes minsculos dele como ele lidou com 
a envoltura.
        
        "Assim, isto noite familiar est fora, ? " Maggie atravessou, ps as mos dela na parte de trs da cadeira de Brianna. "Onde o beb ? "
        
        "Diedre a" arrebatou. Automaticamente Brianna fugiu em cima de de forma que Maggie poderia preparar outra cadeira.
        
        "Oi, Shannon." A saudao era cortesa e coolly formal antes do olhar de Maggie trocado, estreitou habilmente no filho dela. "O que o tm l, Liam? "
        
        "Nada." Ele sorriu em cima da gota limo dele.
        
        "Nada realmente. Murphy, voc est pagando pela primeira cavidade" dele. Ento a ateno dela trocou novamente. Shannon viu o homem escuro alto vir para 
a mesa, duas xcaras empilharam em uma mo, um quartilho copo no outro. "Shannon Bodine, meu marido, Rogan Sweeney".
        
        " bom para o" conhecer. A fixar abaixo as bebidas, ele puxou a mo dela, enquanto sorrindo com muito charme. Qualquer curiosidade havia, era bem escondido. 
"Voc est desfrutando sua visita? "
        
        "Sim, obrigado." Ela inclinou a cabea dela. "Eu suponho eu o tenho agradecer para isto."
        
        "S indiretamente." Ele puxou para cima uma cadeira do prprio dele, fazendo isto necessrio para Shannon deslizar outra polegada ou dois mais ntimo para 
Murphy. "Hobbs me fala voc trabalha para Ry-Tilghmanton. Ns sempre usamos a Agncia de Pryce na Amrica."
        
        Shannon ergueu uma sobrancelha. "Ns somos melhores."
        
        Rogan sorriu. "Talvez eu olharei nisso."
        
        "Esta no  uma reunio empresarial", a esposa dele reclamou. "Murphy, voc no jogar algo vivamente? "
        
        Ele passou despercebido facilmente em um carretel, enquanto bombeando notas rpidas, complicadas fora do instrumento pequeno. Conversao ao redor deles 
foi emudecida, pontuou atravs de alguns risos, alguma mo que bate palmas como um homem dentro um encheu at a borda chapu fez uma dana rpido-pisando no modo 
dele para a barra.
        
        "Voc dana? " Os lbios de Murphy eram assim perto da orelha dela, Shannon sentia a respirao dele pela pele dela.
        
        No goste isso." Ela aliviou atrs, enquanto usando o copo dela como uma barreira. "Eu suponho voc faz. Isso parte disto , direito? "
        
        Ele inclinou a cabea dele, to divertido quanto ele era curioso. "Sendo irlands voc significam? "
        
        "Seguramente. Voc dana... " Ela gesticulou com o copo dela. "Beba, brigue, escreva prosa melanclica e poesia. E desfruta sua imagem como sofrendo, duro-fisted 
os rebeldes."
        
        Ele considerou um minuto, enquanto mantendo tempo com a torneira de um p. "Bem, rebeldes que ns somos, e sofrendo ns fizemos. Parece voc perdeu sua conexo."
        
        "Eu nunca tive um. Meu pai era tero - ou quarto-gerao, e minha me teve nenhum familiar eu soube aproximadamente."
        
        Isso trouxe uma carranca aos olhos dela, e entretanto ele sentia muito por isto, Murphy no estava pronto para deixar isto ir.
        
        "Mas voc pensa que voc conhece a Irlanda, e o irlands." Outra pessoa tinha se levantado dana, assim ele apanhou uma melodia nova para os manter feliz. 
"Voc assistiu algum Jimmy filmes de Cagney no telly de tarde-noite, ou escutou Pat O'Brien que joga os padres" dele. Quando a carranca dela afundou, ele sorriu 
blandly. "Oh, e h a parada do So Patrick abaixo sua Quinta Avenida."
        
        "Assim? "
        
        "Assim, lhe conta nada, faz? Voc quer falar o irlands, Shannon, ento voc escuta a msica. A melodia, e as palavras quando h palavras para ouvir. E quando 
voc ouve isto, verdadeiramente, que voc poderia comear a saber o que nos faz. Msica  o corao de qualquer pessoas, qualquer cultura, porque vem do corao."
        
        Intrigado apesar dela, ela olhou abaixo aos dedos ocupados dele. "Ento eu sou pensar o irlands est despreocupado e rpido nos ps" deles/delas.
        
        "Uma melodia no conta o conto inteiro." Embora a criana estivesse cochilando agora no colo dele, ele jogou em, enquanto trocando a algo to repentinamente 
triste, to repentinamente macio, Shannon piscou.
        
        Algo no prprio corao dela quebrou um pequeno como Brianna comearam cantar as letras quietamente. Outros uniram dentro, enquanto contando o conto de um 
soldado valente e condenado, tingindo um mrtir para o pas dele, James Connolly nomeado.
        
        Quando ele tinha terminado, Rogan levou o menino dormente no prprio colo dele, e Murphy alcanou para a cerveja dele. "Isto tudo no so 'a Faixa de MacNamarra', 
? "
        
        Ela tinha sido tocada, profundamente, e no estava seguro ela quis ser. " uma cultura estranha que escreve canes adorveis sobre uma execuo."
        
        "Ns no esquecemos de nossos heris", Maggie disse com um estalo na voz dela. "No  isto retifique isso em seu pas eles tm atraes tursticas campos 
acesos de batalha? Sua Gettysburg e tal? "
        
        Shannon coolly de Maggie de olhos, acernar com a cabea. "Touch."
        
        "E a maioria de ns gosta de fingir ns teramos lutado para o Sul", Cinza ponha dentro.
        
        "Para escravido." Maggie zombou. "Ns sabemos mais sobre escravido que voc poderia comear a imaginar."
        
        "No para escravido." Agradado um debate estava no offing, Cinza trocou para ela. "Para um modo de vida."
        
        "Isso deveria os manter feliz", Rogan murmurou como a esposa dele e o cunhado mergulhado no argumento. "H qualquer coisa que voc gostaria particularmente 
de fazer ou ver enquanto voc aqui , Shannon? Ns seramos agradados para organizar coisas para voc."
        
        O acento dele era diferente, ela notou. Sutilmente diferente, mais liso, com uma sugesto do que ela teria escola de prep de termed. "Eu suponho eu deveria 
ver as coisas tursticas habituais. E eu no suponho eu poderia voltar sem ver uma runa" pelo menos.
        
        "Cinza ponha um perto no prximo livro" dele, Murphy comentou.
        
        "Ele fez, sim." Brianna olhou atrs dela, enquanto tentando no se irritar porque Diedre ainda teve que devolver o beb. "Ele fez um assassinato srdido 
l. Eu h pouco vou voltar e ver como o fairing de Kayla. Voc teria outro quartilho, Murphy? "
        
        "Eu no notaria. Obrigado."
        
        "Shannon? "
        
        Com alguma surpresa, notou Shannon o copo dela estava vazio. "Sim, eu suponho."
        
        "Eu adquirirei as bebidas." Depois de passar Liam  esposa dele, subiu Rogan, enquanto dando para Brianna um tapinha na bochecha. "V exagerar com o beb."
        
        "Voc sabe este aqui? " Murphy perguntou como ele comeou a jogar novamente.
        
        S a levou um momento. " 'Feira de Scarborough'. " Significou o Simon e Garfunkel a ela, na estao de oldies no rdio.
        
        "Voc canta, Shannon? "
        
        "Como muito como qualquer um que tem uma chuva e um rdio." Fascinado, ela dobrou a cabea dela mais ntimo. "Como voc sabe o qual abotoa para empurrar? 
"
        
        "Primeiro voc tem que saber que cano tem voc uma mente jogar. Aqui."
        
        "No, eu - " Mas ele j tinha deslizado um brao ao redor do dela e estava puxando as mos dela debaixo das correias em baixo de seu.
        
        "Voc tem que adquirir o tato disto primeiro." Ele guiou os dedos dela aos botes, apertou suavemente abaixo como ele abriu os foles. A corda fora a que 
tocou era longa e pura e fez o riso dela.
        
        "Isso  um."
        
        "Se voc puder fazer um, voc pode fazer outro." Provar isto ele empurrou os foles dentro e fez uma nota diferente. "H pouco leva o querendo, e a prtica."
        
        Experimentalmente ela trocou alguns dedos ao redor e estremeceu ao estrondo de notas. "Eu penso que poderia levar um pouco de talento." Ento ela estava 
rindo novamente como ele jogou os dedos dele em cima de seu e fez o instrumento vir a vida. "E mos rpidas. Como voc pode ver o que voc est jogando? "
        
        Ainda nos olhos dela, com o riso ela tremeu o cabelo dela atrs e virou a face dela a seu. O sacuda ao redor o corao dela era to vivamente quanto a melodia, 
e no quase como agradvel.
        
        " uma questo de sentir." Embora os dedos dela ainda tivessem ido, ele moveu o dele ao redor deles, mudando o humor da msica contudo novamente. Saudoso 
e romntico. "O que sente voc? "
        
        "Como eu estivesse sendo jogado todo pedao to habilmente quanto esta pequena caixa." Os olhos dela estreitaram um pouco como ela o estudou.
        
        De alguma maneira as posies deles/delas tinham trocado h pouco bastante ser considerado um abrao. As mos, esses duro-palmed, mos flexveis, era inquestionavelmente 
possessivo em cima de seu. "Voc tem alguns movimentos muito lisos, Murphy".
        
        "Me ocorre voc no quer dizer que como um elogio."
        
        "No.  uma observao." Estava chocando para perceber o pulso na garganta dela estava martelando. O olhar dele abaixou  boca dela, demorou de forma que 
ela poderia sentir o calor, e a inteno dele como uma coisa tangvel. "No", ela disse muito quietamente, muito firmemente.
        
        "Como quiser." Os olhos dele voltaram a seu, e havia um poder sutil e simples neles isso desafiado. "Eu o preferiria beijar na primeira vez em um lugar mais 
privado eu. Onde eu pudesse levar meu tempo sobre isto.
        
        Ela pensou que ele ir-leva o tempo dele que . Ele poderia no ter sido o homem lento que ela tinha percebido originalmente. Mas ela teve um sentimento ele 
estava completo. "Eu diria que isso completa a lio." Determinado para achar um pouco de distncia, ela arrastou as mos dela de debaixo de seu.
        
        "Ns teremos outro, sempre que voc tem uma mente para." E levando o tempo dele realmente, ele ergueu o brao dele de ao redor dela, ento fixada abaixo 
a concertina para beber a ltima da cerveja dele. "Voc tem msica em voc, Shannon. Voc h pouco no se deixou jogo isto contudo."
        
        "Eu penso que eu aderirei ao rdio, obrigado." Mais agitado que ela se preocupou admitir, ela subiu. "Com licena." Ela foi embora  procura do sanitrio 
pblico, e tempo para se estabelecer.
        
        Murphy estava sorrindo a ele quando ele fixou o copo vazio dele abaixo. A sobrancelha dele ergueu quando ele pegou que Maggie est carranqueando olhar fixo.
        
        Sobre "o que  voc, Murphy? " ela exigiu.
        
        "Eu estou a ponto de ter outro cerveja-uma vez Rogan volta com isto."
        
        "No jogue jogos comigo, menino-o. " Ela no se era seguramente se era temperamento ou preocupa se preparando nela, mas nenhum estava confortando. "Eu sei 
que voc tem um olho para as senhoras, mas eu nunca vi aquele olhar neles antes."
        
        "No o tenha? "
        
        "Deixe do perseguir, Maggie". Cinza chutou atrs na cadeira dele. "Murphy intitulou para testar as guas. Ela um looker , ela no ? "
        
        "Feche sua boca, Grayson. E no, voc tem nenhum certo estar testando estas guas, Murphy Muldoon".
        
        Ele a assistiu, enquanto murmurando um obrigado quando Rogan fixou bebidas frescas na mesa. "Voc tem uma objeo a eu conseguindo conhecer sua irm, Maggie 
Mae? "
        
        Olhos luminoso e afiado, ela apoiou adiante. "Eu tenho uma objeo ao ver caminhando para o fim de um precipcio fora o que voc seguramente cair. Ela no 
 nenhum de ns, e ela no vai se interessar por um fazendeiro de municpio ocidental, no importa como bonito ele ."
        
        Murphy no disse nada para um momento, Maggie instrudo estaria chiando com impacincia como ele tirou um cigarro, contemplou isto, iluminado isto, atraiu 
o primeiro arraste. " amvel de voc preocupar sobre mim, Maggie. Mas  meu precipcio, e minha queda."
        
        "Se voc pensa que eu vou sentar por que enquanto voc faz um asno de voc e segue seu tromped de corao na pechincha, voc est enganado."
        
        "No  nenhum de seu negcio, Margaret Mary", Rogan disse e teve a ira da esposa dele que vomita nele.
        
        "Nenhum meu? Maldio se no . Eu soube que este softheaded enganam tudo da vida dele, e o amou, entretanto Deus sabe por que. E este ianque no estaria 
aqui se no fosse para eu e Brianna."
        
        "O ianque sua irm", Cinza comentou. "Quais meios ela  " provavelmente to espinhoso e teimoso quanto voc."
        
        Antes de Maggie pudesse descobrir os dentes dela a isso, Murphy estava sustentando uma mo. "Ela  o direito disto.  seu negcio, Maggie, como eu sou seu 
amigo e ela  sua irm. Mas  mais meu negcio."
        
        A sugesto de ao debaixo do tom quieto teve o temperamento dela desativando e o preocupao saltando dela. "Murphy, ela estar voltando logo onde ela veio 
de."
        
        "No se eu posso a persuadir caso contrrio."
        
        Ela agarrou as mos dele agora, como se o contato transferisse algum senso nele. "Voc faz nem mesmo a" conhea.
        
        "Algumas coisas que voc sabe antes de fosse razovel." Ele uniu os dedos dele com seu, para o lao havia fundo e forte. "Eu esperei por ela, Maggie, e aqui 
ela . Isso  isto para mim."
        
        Porque ela pudesse ver a certeza de unarguable disto nos olhos dele, ela fechou o prprio dela. "Voc perdeu sua cabea. Eu no posso voltar isto para voc."
        
        "Voc no pode, no. Nem mesmo voc."
        
        Ela s suspirou. "Certo ento, quando voc teve sua queda e posio quebrada ao fundo, eu virei ao redor de e alimentarei suas feridas. Eu quero levar casa 
de Liam agora, Sweeney". Ela subiu, enquanto empacotando o menino dormente nos braos dela. "Eu no lhe pedirei que fale senso com ele", ela somou para Ficar cinzento*. 
"Homens no vem alm de uma face graciosa."
        
        Quando ela virou, ela viu aquele Shannon tinha sado do sanitrio pblico e tinha atocaiado pelo Conroys. Ela enviou para Shannon um olhar duro, foi respondido 
em tipo, ento escarranchou fora do bar com o filho dela.
        
        "Eles tm mais em comum que qualquer um dos dois de
        
        eles percebem." Shannon assistido cinza encaram a porta de bar antes de prestar a ateno dela atrs ao par velho.
        
        " a rea de concordncia que est entre eles como muito como debaixo dos prprios ps" deles/delas.
        
        Cinza acernar com a cabea antes de olhar atrs para Murphy. "Voc  aderido naquela face graciosa, Murphy? "
        
        Mais fora de hbito que desgnio, Murphy tocou violino fora uma melodia. "Isso faz parte disto." Os lbios dele encurvaram, mas o olhar nos olhos dele era 
distante e fundo. " a face que eu tenho esperado para ver novamente."
        
        Ela no ia deixar Maggie adquirir debaixo da pele dela. Shannon se prometeu que como ela readied para cama depois aquela noite. A mulher tinha fixado os 
detetives nela, tinha a tido pesquisado e tinha informado, e agora que ela tinha tentado estar aberta prestou ateno a bastante para se encontrar com o face-para-face 
de Concannons, Maggie a tratou como um intruso.
        
        Bem, ela estava ficando contanto que ela condene bem agradado. Um par de semanas, Shannon meditou. Trs ao exterior. Ningum ia a perseguir fora com olhares 
frios e comentrios abrasivos. Margaret Mary Concannon ia vir perceber aquela Amrica criado nozes mais duras para rachar.
        
        E o fazendeiro no ia para fantasma ela, ou. Charme e olhares bons no eram armas que a preocuparam. Ela tinha conhecido bastantes homens encantadores, bonitos.
        
        Talvez ela nunca tinha conhecido a pessoa com totalmente o estilo de Murphy, ou aquele estranho algo fluindo assim placidly debaixo de tudo, mas no a interessou. 
No realmente.
        
        Ela escalou em cama, arrastou as coberturas at o queixo dela. A chuva tinha feito o ar s um pequeno refrigerador que confortvel. Ainda era justo e quase 
childishly agradvel ser empacotado em cama com o som da chuva que tamborila e a xcara cozinhando em vapor de ch que Brianna tinha insistido ela leva com ela esfriando 
na mesa-de-cabeceira.
        
        Amanh ela exploraria, Shannon se prometeu. Ela engoliria o orgulho dela e levaria o carro. Ela acharia a arte dela prov, talvez algumas runas, alguns 
lojas. Ela tinha feito viajando bastante com os pais dela a no ser interessados sobre vaguear um pas estrangeiro nela prprio.
        
        E no prprio dela  onde ela quis ser durante um dia, sem qualquer um assistindo os movimentos dela, ou tentando os dissecar.
        
        Se aconchegando abaixo abaixam na cama, ela deixou o dela note vagueie s pessoas que ela teria envolvido.
        
        Brianna, o homebody. Uma me nova, esposa nova. E mulher de negcios, Shannon se lembrou. Eficiente, talentoso. Hearted morno, certamente, mas com algo como 
preocupao atrs dos olhos dela.
        
        Cinza-seu ianque da mesma categoria. Calmo-em a superfcie, de qualquer modo. Witted amigvel, afiado, deslumbrado pela esposa dele e filha. Contedo, aparentemente, 
para encolher os ombros fora a vida alta ele poderia estar morando em uma cidade principal com a fama dele.
        
        Maggie. A carranca veio automaticamente. Suspeito por natureza, impetuoso, franqueie ao ponto de rudeza. Shannon considerou isto muito ruim que ela respeitou 
essas caractersticas particulares. Inquestionavelmente uma esposa amorosa e me, indisputably um talento principal. E, Shannon entretanto, demais protetor e fiercely 
leal.
        
        Rogan era culto, alise, os modos inveterados como muito uma parte dele como os olhos dele. Organizado, ela adivinharia, e astuto. Sofisticado, e afiado bastante 
para correr uma organizao que foi respeitada ao redor do mundo. E, ela pensou severamente, ele teve que ter um senso de humor, e a pacincia de Trabalho, viver 
com Maggie.
        
        Ento havia Murphy, o amigo bom e vizinho. O fazendeiro com um talento para msica e flerte. Notavelmente bonito e modesto-contudo no quase to simples 
quanto se apareceu  primeira vista. Ela no pensou que ela alguma vez tinha reunido um homem como completamente afinado o.
        
        Ele quis a beijar, ela pensou como os olhos dela cresceu pesado, algum lugar privado. Onde ele pudesse levar o tempo dele sobre isto. Poderia ser interessante.
        
        O homem controlou o cavalo impaciente sem esforo visvel. Chuva continuou jogando pedras, friamente, de forma que isto pareceu seixos que golpeiam o cho. 
O garanho branco bufou, enquanto enviando nuvens geladas de fumaa como o homem e mulher assistiram um ao outro.
        
        "Voc esperou."
        
        Ela poderia sentir o baque pesado do prprio corao dela. E a necessidade, a necessidade terrvel era to forte quanto o orgulho dela. "Entrando em meu 
prprio campo no tem nada que ver com esperar."
        
        Ele riu, um som cheio, despreocupado que rolou em cima das colinas.  crista de um dessas colinas estava o crculo de pedra, enquanto assistindo.
        
        "Voc esperou." Em um movimento to gracioso quanto uma dana, ele apoiou abaixo e a escavou fora os ps dela. Com um brao ele a ergueu, ento a fixe na 
sela em frente a ele. "Me" beije, ele exigiu, enquanto entrelaando dedos de gloved no cabelo dela. "E faz isto contar."
        
        Os braos dela o arrastaram mais ntimo at que os peitos dela foram aplainados contra a armadura ambulante em cima do trax dele. A boca dela era como faminto, 
como desesperado e desbasta como seu. Em um juramento, ele arremessou fora uma mo de forma que o capote dele a envolveu.
        
        "Por Cristo, vale todo resfriado, milha imunda para um gosto de voc".
        
        "Ento fique, o" condene. Ela o puxou feche novamente, apertou os lbios sofrendo fome dela a seu. "Fique."
        
        Em sono murmurou Shannon, balanou entre prazer e desespero. Para at mesmo em sono, ela soube que ele no vai.
        
        Captulo Oito
        
        Shannon levou um dia para ela, e era melhor para isto. A manh estava mida, mas clareou gradualmente de forma que como dirigiu ela, a paisagem que a cerca 
parecia lavada e habilmente iluminou. Furze que reveste a estrada era um borro de flores amarelas. Cercas vivas de fucshia indicaram a gotinhas de sangue vermelho. 
Jardins estavam encharcados com cor como as flores se ps ao sol na luz aguada. Colinas, o verde vvido deles, simplesmente vislumbraram.
        
        Ela tirou fotos, enquanto brincando com a idia de usar o melhor deles como uma base para esboos ou pinturas.
        
        Era verdade bastante que ela teve alguma dificuldade que negocia as estradas irlandesas, e o passeio de esquerda-lado, mas ela no pretendeu admitir isto.
        
        Ela fez compras em casa para cartes postais e quinquilharias para amigos ao longo das ruas estreitas de Ennis. Amigos, ela meditou, que pensou que ela estava 
tirando uma frias vencido e no pago longa simplesmente. Estava abaixando para perceber havia ningum em casa ela sentia intime bastante com ter compartilhado a 
conexo dela aqui, ou a necessidade dela para explorar isto.
        
        Trabalho sempre tinha vindo primeiro-com a ambio que sobe atrs disto. E que, ela decidiu, era um comentrio triste na vida dela. Trabalho tinha sido uma 
parte enorme de quem que ela era, ou se considerou ser. Agora ela se cortaria disto, de propsito, de forma que ela sentia como um sobrevivente solitrio, enquanto 
vagueando s em um oceano de dvida de ego.
        
        Se ela Shannon Bodine no era de nascena, e o artista de comercial jovem quente por desgnio que ela era?
        
        A filha ilegtima de um irlands sem cara que bedded uma mulher s que no prprio oddessy pessoal dela?
        
        Isso era um pensamento doloroso, mas um que continuou preocupando  mente dela. Ela no quis acreditar que ela era hearted to informe, to fraco que o fato 
calvo do nascimento dela deveria importar  mulher crescida.
        
        Ainda fez. Ela se levantou em uma praia s de praia com o chicoteamento de vento pelo cabelo dela e soube fez. Se lhe tivesse sido falada como uma criana, 
tinha sido de alguma maneira com guia por vida com o conhecimento que Colin Bodine era o pai que a escolheu se no o pai que a concebeu, ela sentia ela no pde 
ser doda assim agora pela verdade.
        
        Ela no pde mudar os fatos ou o modo que ela tinha aprendido deles. A nica esquerda de opo era estar em frente deles. E estando em frente deles, esteja 
em frente dela.
        
        Mares speros" hoje."
        
        Shannon deu uma olhada, assustado pela voz e a mulher velha que s se levantaram atrs dela. Ela no tinha ouvido ningum aproximao, mas os britadores 
estavam batendo, e a mente dela tinha sido muito longe.
        
        "Sim, ." Os lbios de Shannon encurvaram no sorriso corts, distante reservado para estranhos. " uma mancha bonita, entretanto".
        
        "Alguns preferem a selvageria." A mulher apertou um capote coberto ao redor dela, enquanto fitando fora para mar com olhos surpreendentemente luminoso em 
tal uma face bem encorpado. "Algum o tranqilo. H bastante de ambos no mundo para todo o mundo ter a escolha" deles/delas. Ela olhou ento para Shannon, alerte, 
mas srio. "E bastante tempo para qualquer mudar a mente" deles/delas.
        
        Confundido, Shannon comprimiu as mos dela na jaqueta dela. Ela no foi usada a ter discusses filosficas com passersby. "Eu adivinho a maioria das pessoas 
como um pouco de cada, dependendo do humor deles/delas. O que chamam eles este lugar? Tem um nome? "
        
        "Algum aquela chamada isto a Praia de Moria, para a mulher que se submergiu na rebentao quando ela perdeu o marido dela e trs filhos crescidos a um fogo. 
Ela no se deu tempo mudar a mente dela, voc v. Ou se lembrar que nada, bom ou doente, sempre" fica.
        
        " um nome s para tal uma mancha bonita."
        
        ", sim. E  bom a alma parar e dar uma olhada de vez em quando nisso que realmente ltimo." Ela virou novamente a Shannon e sorriu com grande bondade. "O 
mais velho voc , o mais longo voc olhar."
        
        "Eu dei muitas olhadas longas hoje." Shannon sorriu atrs. "Mas eu tenho que voltar agora."
        
        "Sim, voc tem uns modos para ainda viajar. Mas voc adquirir onde voc vai, a moa, e no esquece onde voc foi."
        
        Uma mulher estranha, Shannon pensou como ela comeou a subida para cima o declive suave de pedras para a estrada. Ela sups era outra caracterstica irlandesa 
para conversar educadamente fora de algo to simples quanto uma viso. Como
        
        ela alcanou a estrada, a ocorreu que a mulher tinha sido velha, e s, e talvez precisou de um passeio para onde quer que ela tivesse ido.
        
        Ela retrocedeu com pensamentos de oferecer h pouco isso. E viu nada mais que uma praia vazia.
        
        O calafrio veio primeiro, ento o encolha os ombros. A mulher h pouco tinha feito sobre o negcio dela que era tudo. E era ltimo tempo que ela vira o carro 
e leva de volta isto a seu dono.
        
        Ela achou Brianna na cozinha, enquanto sentando s por uma vez e alimentando uma xcara solitria de ch.
        
        "Ah, voc est de volta." Com um esforo sorriu Brianna, ento rosa para verter outra xcara. "Voc teve um passeio agradvel? "
        
        "Sim, obrigado." Meticulosamente Shannon devolveu as chaves de carro s cavilhas deles/delas. "Eu pude apanhar alguns dos materiais eu precisei, tambm. 
Assim eu farei algum esboo amanh. Eu notei outro carro fora frente."
        
        "Convidados, s chegou esta tarde da Alemanha."
        
        "Sua hospedaria  a resposta ausente de um ONU" Brianna regular a teve erguendo uma sobrancelha. Shannon poderia no ter conhecido bem a outra mulher, mas 
ela reconheceu preocupao quando ela viu isto. "Algo est errado? "
        
        Brianna torceu as mos dela junto, se pegou no gesto habitual, e os deixou carem. "Voc sentaria durante um minuto, Shannon? Eu tinha esperado lhe dar alguns 
dias antes de falar disto. Mas... Eu sou encurralado."
        
        "Certo." Shannon sentou. Tenhamos."
        
        "Voc quer algo com seu ch? Eu tenho biscoitos, ou - "
        
        "Voc est protelando, Brianna."
        
        Brianna suspirou e sentou. "Eu sou um covarde nascido. Eu preciso falar com voc sobre minha me."
        
        Shannon no moveu, mas ela trouxe as protees dela
        
        abaixo. Era instintivo, enquanto cobrindo defensiva e ofensiva. E a voz dela refletiu a troca. "Certo. Ns ambos sabem que eu no estou aqui para levar nas 
vises. O que quer voc para dizer sobre isto? "
        
        "Voc est bravo, e eu no o posso culpar por isto. Voc estar mais bravo contudo antes de terminasse. Brianna fitou abaixo no ch dela para um momento. 
Sentimentos ruins" so o sobre o qual eu sou covardemente. Mas no h nenhum tirando isto. Ela est vindo. Eu corri fora de desculpas a parar. Eu no posso mentir 
para ela, Shannon, e posso fingir voc  no mais que um convidado aqui."
        
        "Por que o deva? "
        
        "Ela no sabe sobre isto, qualquer disto". Olhos aborreceram, Brianna observou novamente. "Nada sobre meu pai e sua me. Nada sobre voc."
        
        O sorriso de Shannon estava fresco e magro. "Voc realmente acredita isso? Do que eu vi, esposas tm geralmente um instinto sobre maridos vagueando."
        
        "Vaguear no era o que aconteceu entre nossos pais, e sim, eu acredito isto completamente. Se minha me tivesse sabido, teria sido a arma melhor dela contra 
ele." Doeu para admitir isto, a envergonhou falar disto, mas ela viu nenhum escolhido agora. "Nunca uma vez em minha vida eu vi algum amor entre eles. S dever, 
a frieza disso. E o calor de ressentimento."
        
        No era algo que Shannon quis ouvir, e certamente nada que ela escolheu se preocupar aproximadamente. Ela apanhou a xcara dela. "Ento por que eles ficaram 
casados? "
        
        H um negcio complicado", Brianna meditou. "Igreja, crianas. Hbito at mesmo. O ressentimento de minha me para ele era grande-e para ser justo, ela teve 
alguma razo. Ele nunca poderia se agarrar para o dinheiro dele, nem teve ele qualquer habilidade na fabricao disto. Dinheiro e o que compra ser- - importante 
a ela. Ela teve uma carreira cantando, e uma ambio quando ela o conheceu. Ela nunca quis se conformar com uma casa e um pequeno pedao de terra. Mas havia um flash 
que voc poderia dizer entre eles. O flash se tornou Maggie."
        
        "Eu vejo." Se apareceu ela e o meia-irm dela tidos mais em comum que Shannon tinha percebido. "Ele fez um hbito de ser descuidado com sexo."
        
        Os olhos de Brianna foram quentes e afiados, um fenmeno que teve Shannon que fita em fascinao. "Voc tem nenhum certo dizer isso. No, at mesmo voc 
no tem nenhum direito, para voc no o conhea. Ele era um homem de grande bondade, e grande corao. Para mais de vinte anos ele ps os prprios sonhos dele atrs 
dele criar as crianas dele. Ele amou Maggie tanto quanto qualquer pai puder amar qualquer criana. Era minha me que o culpou, e Maggie, para a vida ela se achou 
enfrentado com. Ela se deita com ele me fazer de dever. Dever para a Igreja primeiro. Eu no posso pensar em uma cama mais fria para um homem vir."
        
        "Voc no pode saber o que estava entre eles antes de voc nasceu, Shannon interrompeu.
        
        "Eu sei muito bem. Ela me falou lhe. Eu era a penitncia dela para o pecado dela. A reparao dela. E depois que ela soubesse que ela estava me levando, 
havia nenhuma necessidade para ser a esposa dele alm da "porta de quarto.
        
        Shannon tremeu a cabea dela. Teve que ser como humilhando para Brianna para falar de tal importa como era para ela ouvir isto. Ainda Brianna no olhou humilhado, 
ela notou. Brianna olhou coldly furioso. "Eu sinto muito.  quase impossvel eu entender por que duas pessoas ficariam junto debaixo dessas condies."
        
        "Esta no  a Amrica. 'A Tis Irlanda, e mais de vinte anos atrs na Irlanda. Eu estou lhe contando isto assim voc entender havia dor nesta casa. Alguns 
disto que Da se tirou, no h nenhum negando isso. Mas h uma amargura em minha me, e algo dentro dela a faz partir a isto. Se ela tivesse sabido, at mesmo suspeitou 
que ele fundaria felicidade e amaria com outro, ela teria o dirigido no cho com isto. Ela no poderia ter se parado, nem cuidado de uma razo.
        
        "E agora ela ter que saber."
        
        "Agora ela ter que saber", Brianna concordou. "Ela o ver como um tapa. E ela tentar o" ferir.
        
        "Ela no me pode ferir. Eu sinto muito se parece caloso a voc, mas os sentimentos dela e o modo dela dos exibir s no importe a mim."
        
        "Isso pode ser verdade." Brianna levou uma respirao longa. "Ela  melhor, mais contente que ela era. Ns a montamos na prpria casa dela, perto de Ennis. 
 mais o que a faz feliz. Ns achamos uma mulher maravilhosa para viver com ela. Lottie  um aposentado enfermeira-o qual entra  mo como Me se v sofrendo de 
toda a maneira de doenas. Os netos tm mellowed o um pouco dela, tambm. Embora ela no goste de mostrar para isto."
        
        "E voc tem medo isto apagar coisas novamente" da gua.
        
        "Eu no tenho medo que vai. Eu sei que vai. Se eu poderia o poupar da raiva dela e embarao, eu vou, Shannon."
        
        "Eu posso" me controlar.
        
        A face de Brianna relaxou em um sorriso. "Ento eu pedirei um favor. No deixe tudo que ela diz ou o manda embora. Ns tivemos tal pequeno tempo, e eu quero 
mais."
        
        "Eu planejei ficar dois ou trs semanas", Shannon disse uniformemente. "Eu no vejo qualquer razo para mudar isso."
        
        "Eu agradeo. Agora se - " Ela rompeu, aflito quando ela ouviu o som do porta da frente abrir, e as vozes femininas elevadas. "Oh, eles j" esto aqui.
        
        "E voc gostaria de falar primeiro" com ela s.
        
        "Eu vou. Se voc no nota."
        
        "Eu da mesma maneira que logo no  ao redor para o primeiro ato."
        
        Fingindo uma tranqilidade ela j no sentia, rosa de Shannon. "Eu irei fora."
        
        Ela se falou era ridculo a tato como se ela estava abandonando um navio de afundamento. Era a me de Brianna, Shannon se lembrou como ela comeou ao longo 
da alia. O problema de Brianna.
        
        H uma cena, ela imaginou. Cheio de emoes irlandesas, temperamento, e desespero. Ela quis nenhuma parte disso certamente. Agradea Deus que ela tinha sido 
criada nos Estados por dois calma, pessoas razoveis que no foram dadas a variaes de humor desesperadas.
        
        Tomando um flego fundo, ela virou um crculo. E viu Murphy que cruza o campo mais ntimo, enquanto vindo para a hospedaria.
        
        Ele teve um modo maravilhoso de caminhar, ela notou. No um brao, no um se vanglorie, contudo o passo largo dele teve toda a confiana de ambos. Ela teve 
que admitir isto era um prazer para o assistir, a masculinidade crua de movimento.
        
        Uma pintura animada, ela meditou. Homem irlands. Sim, isso era exatamente isto, ela decidir-o longo-muscled braos com a camisa de trabalho enrolada os 
cotovelos, as calas jeans que tinham visto dzias de washings, as botas que tinham caminhado milhas incontveis. O bon usado para obscurecer os olhos que no puderam 
escurecer baixo que rico, assustando azul. O quase mythically face bonita.
        
        Um M importante tripula, ela refletiu. Nenhum executivo polido poderia se aparecer tal uma aura de sucesso que escarrancha abaixo Madison Avenue em um mil-dlar 
terno com uma dzia de rosas Esterlinas no manicured dele d como Murphy Muldoon que passeia em cima da terra em botas usadas e um spray de wildflowers.
        
        " uma coisa agradvel para caminhar para uma mulher que est sorrindo a voc."
        
        "Eu estava pensando que voc se parecia um documentrio. Fazendeiro irlands que caminha a terra" dele.
        
        Isso o desconcertou. "Minha terra termina l"  parede.
        
        "No parea importar." Divertido pela reao dele, ela olhou abaixo s flores que ele segurou. "No  que o que ns chamamos trazendo carvo a Newcastle? 
"
        
        "Mas estes so de minha terra. Considerando que eu estava pensando em voc, eu os escolhi no caminho."
        
        "Eles so adorveis. Obrigado." Ela fez o que qualquer mulher faria e enterraria a face dela neles. " sua casa que eu vejo de minha janela? A pedra grande 
a pessoa com todas as chamins? "
        
        ", sim."
        
        Muita casa" para um homem. E tudo esses outros edifcios."
        
        "Uma fazenda precisa um celeiro ou dois, e cabanas e tal. Se voc caminhar mais de um dia, eu mostrarei para voc aproximadamente."
        
        "Talvez eu vou." Ela olhou atrs para a casa ao primeiro grito. Shannon duvidou que fosse o ltimo.
        
        "Maeve veio ento", Murphy murmurou. "Sra. Concannon."
        
        "Ela est aqui." Um pensamento sbito a teve olhando atrs para Murphy, enquanto estudando a face dele. "E assim  voc. H pouco acontecimento por? "
        
        "Eu no diria isso. Maggie chamou para me falar coisas estariam se preparando."
        
        O ressentimento veio to depressa quanto o instinto protetor inesperado. "Ela deveria estar aqui ela, e no deixa estas bagunas inteiras at Brie."
        
        "Ela est l. Isso  ela voc ouve grito." Em um gesto fcil, um mais abrigando que parecia, ele levou a mo de Shannon e a conduziu mais distante da casa. 
"Maggie e a me dela iro a um ao outro como terriers. Maggie'11 vem que ela faz, impedir Maeve tambm golpear fora perto de Brianna."
        
        "Por que a mulher deveria lutar com eles? " Shannon exigiu. "Eles no tiveram nada que ver com isto."
        
        Murphy disse um momento para nada, enquanto partindo uns pequenos modos para examinar as flores em um blackthorn. "Seus pais o amaram, Shannon? "
        
        "Claro que eles fizeram."
        
        "E nunca voc teve qualquer causa para duvidar isto, ou levar o amor aparte e examinar isto para falhas? "
        
        Impaciente agora, para a casa ominously tinham crescido calados, ela tremeu a cabea dela. "No. Ns amamos um ao outro."
        
        "Eu tive o mesmo." Como se tempo s estivesse l ser gastado, ele a puxou abaixo na grama, ento apoiada atrs nos cotovelos dele. "Voc no pensou em ser 
afortunado, porque h pouco era. Todo punho de manga ou j acaricia minha me me deu teve amor nisto. Um igual ao outro."
        
         toa ele apanhou a mo de Shannon, brincou com os dedos dela. "Eu no sei como eu teria pensado nisto overmuch. Mas havia Maggie e Brie perto, e eu poderia 
ver que eles no tiveram o mesmo. Com Tom fizeram" eles. Os olhos de Murphy iluminado com a memria. As meninas dele eram a maior alegria dele. Maeve no teve aquele 
tipo da ceder. E eu estou pensando, o mais ele os amou, o mais ela no era determinada para. Para os castigar tudo, incluiu" ela.
        
        "Ela parece uma mulher horrvel."
        
        "Ela  uma infeliz." Ele ergueu a mo dela, enquanto escovando os lbios dele em cima das juntas em um gesto ausente de intimidade longa. "Voc esteve infeliz, 
Shannon. Mas voc  forte e inteligente bastante deixar a tristeza passar em recordaes."
        
        "Eu no sei se eu sou."
        
        "Eu sei." Ele subiu ento, enquanto oferecendo uma mo. "Eu entrarei com voc.  estado bastante quieto longo, assim est na hora."
        
        Ela o deixou a puxar aos ps dela, mas nenhum adicional. "Este no  meu afazeres, Murphy. Parece a mim todo o mundo seria melhor fora se eu ficasse fora 
disto."
        
        Os olhos dele ficaram em seu, escuro e nvel e duro. "Se levante com suas irms, Shannon. No me desaponte, ou voc."
        
        "Condene." O olhar fixo de unblinking dele fez o dela sinta fraco, e envergonhado da fraqueza. "Condene isto, certo. Eu entrarei. Mas eu no o preciso comigo."
        
        "Eu estou com voc s o mesmo." Mantendo a mo dela em seu, ele a conduziu para a casa.
        
        Era tolo a medo isto, Shannon se falou. A mulher poderia fazer ou no poderia dizer nada que teria qualquer afete. Mas os msculos dela eram encaracolados 
e os ombros dela duro quando ela pisou pela porta de cozinha com Murphy atrs dela.
        
        O dela primeiro pensamento era que a mulher sentou  mesa no se parea ningum a vtima. Os olhos dela estavam quentes, a face dela comeou as linhas irreconciliveis 
de um juiz que j proferiu sentena. As mos dela eram ringless, agarrou junto no tabletop em o que poderia ter sido uma atitude de orao teve as juntas no sido 
branco.
        
        A outra mulher sentada ao lado dela era mais redonda, com um olhar mais macio compensado por olhos preocupados. Shannon viu que as irms de Concannon estavam 
paradas, assuma para assumir, com os maridos deles/delas em qualquer apie em uma parede inflexvel e unida.
        
        Maeve a fixou com um olhar furioso, e os lbios dela enrolaram. "Voc a traria aqui, nesta casa, enquanto eu estiver nisto? "
        
        "A casa  minha", Brianna disse em uma voz que era frigidamente calma. "E Shannon  bem-vindo nisto. Como voc , Me."
        
        "Como sou eu? Voc a lanaria em minha face. Esta ova de marisco do adultrio de seu pai. Isto  como voc mostra seu respeito, sua lealdade para mim, a 
mulher que lhe deu vida."
        
        "E se ressentiu com toda respirao disto que ns levamos depois disso", Maggie lanou fora.
        
        "Eu esperaria isto de voc." A ira de Maeve virou rolar em cima da filha primognita dela. "Voc  nenhum diferente que ela. Nascido em pecado."
        
        "Oh, economize seu Bblia golpeando." Maggie renunciou  fria fora. "Voc no o amou, assim voc no adquirir nenhuma condolncia."
        
        "Eu fiz votos com ele, e votos que eu mantive."
        
        "As palavras, mas no o corao deles", Brianna murmurou. O que  terminado  terminado, Me".
        
        "Maeve." Lottie alcanou fora uma mo. "A menina no culpar."
        
        "No fale comigo de culpa. Que tipo de covardes de mulher outro o marido na cama dela? "
        
        "Um que amou, eu imagino." Shannon pisou adiante, enquanto movendo mais ntimo inconscientemente a isso parede unida.
        
        "Amor dobra  direita para tudo? Sujar a Igreja? " Maeve tinha estado, mas as pernas dela sentiam trmulo, e algo dentro do corao dela estava queimando. 
"Eu esperaria nenhum menos do gosta de voc. Um ianque, elevado por uma adltera".
        
        "No fale de minha me", Shannon advertiu em uma baixa, perigosa voz. "J. Ela teve mais coragem, mais compaixo, bondade mais completamente nela que voc 
pode imaginar possivelmente em seu pequeno mundo estreito. Voc amaldioa o fato de minha existncia tudo que voc quer, mas voc no fala de minha me."
        
        "Voc  todo o modo da Amrica me dar ordens em minha casa."
        
        "Eu vim porque eu fui convidado a vir." A raiva de Shannon era muito ofuscante para ela perceber a mo daquele Murphy estava no ombro dela, Fique cinzento* 
no brao dela. "E porque era um das ltimas coisas que minha me me desejou que fizesse antes de ela morresse. Se o perturbar, no pode ser ajudado."
        
        Maeve subiu lentamente. A menina teve o olhar dele, era tudo que ela poderia pensar. Que tipo de penitncia era que ela teve que olhar na face da menina 
e ver os olhos de Tom Concannon?
        
        "O pecado plantou em voc, menina. Isso  seu nico legado de Tom Concannon." Como o estalo de um chicote, ela atirou o olhar dela a Murphy. "E voc, Murphy 
Muldoon. Se levantando com ela traz vergonha a sua famlia. Voc est mostrando para voc como natured fraco como qualquer homem, para voc est pensando que ela 
ser como livre com ela como ela nasceu em pecado."
        
        A mo de Murphy apertou no brao de Shannon antes de ela pudesse pisar adiante e ataque. "Tome cuidado, Sra. Concannon". A voz dele era moderada, mas Shannon 
poderia sentir a fora do temperamento dele pelos dedos enrijecidos dele. "Voc est dizendo coisas que voc precisar se arrepender. Quando voc fala de minha famlia, 
e de Shannon de tal um modo, a vergonha  seu."
        
        Os olhos dela estreitados de forma que ningum poderiam ver as lgrimas que nadam atrs deles. "Assim voc vai todo o posto contra mim. Todo um de voc."
        
        "Ns somos de um note nisto, Maeve". Sutilmente Rogan bloqueou a esposa dele. "Quando sua mente mais tranqilo, ns falaremos novamente."
        
        No h nada que falar de." Ela arrebatou a bolsa dela da mesa. "Voc escolheu."
        
        Tambm", "voc tem uma escolha Cinza disse quietamente. "Se agarrando para o passado ou aceitando o presente. Ningum aqui quer o" ferir.
        
        "Eu espero nada mais que dever, e nem sequer isso no  oferecido por minha prpria carne e sangue. Eu no entrarei novamente nesta casa enquanto ela estiver 
debaixo de seu telhado." Ela virou e caminhou stiffly fora.
        
        "Eu sinto muito." Lottie juntou a prpria bolsa dela. "Ela precisa de tempo, e falando fora." Com um olhar apologtico a Shannon, ela se apressou depois 
de Maeve.
        
        Depois de um minuto longo de silncio, Cinza deixe sair uma respirao. "Bem, isso era divertido." Apesar da leveza de tom, o brao dele tinha passado a 
esposa dele e ele estava esfregando a mo dele para cima e para baixo o brao dela. "O que voc diz, Shannon. Eu sairei e acharei uma vara pontuda agradvel para 
espetar em seu olho."
        
        "Eu preferiria tomar uma bebida", ela se ouviu dizer, ento o olhar dela focalizou em Brianna. "No se desculpe", ela disse em uma voz trmula. "No faa 
voc ousa se desculpe."
        
        "Ela no vai. " Determinado para lutar o que estava assomando na prpria garganta dela atrs, Maggie deu a irm dela um cutuque para a mesa. "Se sente, todos 
vocs. Ns estamos tendo usque. Murphy, vestido a chaleira".
        
        Ainda no ombro de Shannon, com a mo dele ele comeou a virar. "Eu pensei que ns estvamos tendo usque."
        
        "Voc . Eu terei ch." Era um tempo bom, ela decidiu. O tempo perfeito para tais notcias. Ela olhou diretamente para Rogan, um vislumbre de diverso profana 
nos olhos dela. "No  sbio para ter espritos quando voc estiver levando."
        
        Ele piscou uma vez, ento o sorriso comeou, e expanso. "Voc est grvida."
        
        "Assim o doutor disse h pouco esta manh." Plantando as mos dela nos quadris dela, ela inclinou a cabea dela. "Voc  h pouco andamento para estar de 
p l, enquanto olhando como um bobo? "
        
        "No." A risada estourou fora como ele a varreu fora os ps dela e a girou ao redor da cozinha. "Por Cristo, Margaret Mary, eu o amo. Verta o usque, Cinza. 
Ns temos algo que celebrar."
        
        "Eu estou vertendo isto." Mas ele parou longo bastante para dar para Maggie um beijo.
        
        "Ela fez que para voc", Murphy murmurou como Shannon que se levantou ao lado dele, enquanto assistindo a troca de raio de humor.
        
        "O que? "
        
        "Ela lhe falou aqui, contou tudo nos aqui." Ele mediu ch como falou ele. "Isso era para as irms dela, aliviar o peso ao redor os coraes" deles/delas.
        
        "Para Brianna", comeou Shannon, mas Murphy a cortou com um olhar.
        
        "No o feche de um presente quando  oferecido, o bem. Os contar dela lhe fizeram sorriso, da mesma maneira que ela quis isto para."
        
        Shannon encheu as mos dela nos bolsos dela. "Voc tem um modo de me fazer sentir muito pequeno."
        
        Ele inclinou o queixo dela para cima com um dedo suave. "Talvez eu tenho um modo do ajudar olhar um nivela mais profundamente."
        
        "Eu penso que eu gostei de ser raso." Mas ela virou longe dele e caminhou a Maggie. "Parabns." Ela levou o copo Cinza ofereceu e estava de p desajeitadamente. 
"Eu no sei nenhuma torrada irlandesa."
        
        "Tente Slainte o "duit de Dhia, Maggie sugeriu.
        
        Shannon abriu a boca dela, fechou isto em um riso. "Eu no penso assim."
        
        "S slainte bastante", Murphy disse como ele trouxe a chaleira  mesa. "Ela est h pouco o" atormentando.
        
        "Slainte ento." Shannon ergueu o copo dela, ento se lembrou de algo da infncia dela. "Oh, e pode voc tem uma dzia de crianas, Maggie, h pouco goste 
de voc."
        
        "Uma torrada e uma maldio." Cinza riu silenciosamente. "Bem feito, camarada."
        
        "Sim." Os lbios de Maggie encurvaram. "Ela  bem bastante" terminada.
        
        Captulo Nove
        
        As horas Murphy gastou com os cavalos dele era o mais puro prazer dele. Trabalhando a terra era algo que ele sempre tinha feito, sempre faria. Havia alegria 
nisto, e frustrao, e decepo e orgulho. Ele desfrutou a terra nas mos dele, debaixo dos ps dele, e o cheiro de cultivar coisas. Tempo era partes iguais o amigo 
dele e o inimigo dele. Ele soube freqentemente os humores do cu melhor que ele soube o prprio dele.
        
        A vida dele tinha sido arando gastos a terra, enquanto plantando isto, colhendo isto. Era algo que ele sempre tinha sabido, contudo no era tudo que ele 
soube.
        
        A primavera boa que o oeste estava desfrutando significou o trabalho dele era duro e longo, mas sem a tristeza amarga de colheitas de raiz que apodreceram 
em terra encharcada, ou gros que sofreram da mordida de congelao ou a pestilncia de pestes.
        
        Ele plantou sabiamente, enquanto combinando os modos do pai dele e av com os meios mais novos, e freqentemente-experimentais que ele leu de em livros. 
Se ele montou o trator dele para o campo marrom com suas filas de batata verde escura planta, ou entrou no celeiro de leiteria sombrio a amanhecer comear o ordenhando, 
ele soube que o trabalho dele era valioso.
        
        Mas os cavalos dele eram para ele.
        
        Ele cacarejou a um animal de um ano de idade, enquanto assistindo como o largo-chested baa deu um preguioso assobie de rabo. Eles souberam um ao outro 
estes dois, e o jogo de muito tempo de p. Murphy esperou pacientemente, enquanto desfrutando a rotina. Uma gua lustrosa se salientou mais distante no campo, semeando 
grama pacientemente enquanto o potro dela alimentou. Outros, inclusive a gua que era a me ao animal de um ano de idade, e o prmio de Murphy, a gua castanha, 
se recuperou as orelhas deles/delas e assistiu o homem.
        
        Murphy bateu levemente o bolso dele, e com orgulho eqino lanou o animal de um ano de idade o dele encabece e se aproximou.
        
        "Voc uma multa um , voc no ? Rapaz bom." Ele riu, enquanto acariciando o flanco do animal de um ano de idade como o cavalo aninharam ao bolso, e os 
outros caminharam o modo dele. "No sobre suborno. Aqui ento." Ele levou um pedao grosso das mas ele tinha esquartejado e tinha deixado o potro comer fora da 
mo dele. "Eu estou pensando que voc vai em uma aventura boa hoje. Eu sentirei falta de voc." Ele acariciou, enquanto conferindo os joelhos do potro automaticamente. 
"Condenou se eu no vou. Mas vadiando em pasto todo o dia no  o para o qual voc nasceu. E todos ns temos que fazer o que ns fomos queridos dizer fazer."
        
        Ele cumprimentou os outros cavalos, enquanto compartilhando os pedaos de ma, ento com o brao dele atirado ao redor do pescoo do animal de um ano de 
idade, ele contemplou em cima da terra. Harebells e bluebells estavam pulando para cima selvagem, e o madwort estava comeando a florescer amarelo ao lado da prxima 
parede. Ele poderia ver o silo dele, e o celeiro, as cabanas, a casa alm de, se parecendo um quadro contra um cu de nuvens estendidas em camadas.
        
        ltimo meio-dia, ele julgou, e considerou andamento dentro para uma xcara de ch antes do compromisso empresarial dele. Ento ele parecia ocidental, s 
alm a dana de pedra, fora pela parede que pastando separado de gro.
        
        E l ela estava.
        
        O corao dele tropeou no trax dele. Ele desejou saber se sempre fosse assim quando ele a viu. Era uma coisa atordoante para um homem que tinha ido mais 
de trinta anos sem sentir mais que um interesse de transcurso em uma mulher ver um, uma vez, e sabe sem dvida que ela era o destino dele.
        
        O querer era l, uns agitando isso profundamente o fizeram tocar muito tempo e gosto e objeto pegado. Ele pensou que ele pde, com uma aproximao cuidadosa 
e paciente. Porque ela no era indiferente a ele. Ele tinha sentido o pulo de pulso dela, e visto a mudana que era deslize de desejo nos olhos dela.
        
        Mas o amor estava l, mais fundo contudo que o querendo. E estranho, ele pensou agora, como parecia ter sido l sempre, enquanto esperando. Assim no seria 
bastante para tocar, provar, levar. Isso seria s um comeo.
        
        "Mas voc tem que comear a ir em, no o faa? " Murphy deu para o animal de um ano de idade uma ltima carcia, ento caminhou em cima do pasto.
        
        Shannon o viu vindo. Realmente, ela tinha estado distrada do trabalho dela quando ele viria entre os cavalos. Tinha estado como um jogo, ela pensou, o homem 
e o cavalo jovem, ambos os espcimes excepcionais, passando alguns momentos junto em um campo verde.
        
        Tambm, ela tinha sabido o momento exato quando ele tinha a visto. A distncia no a tinha impedido sentir o poder do olhar. O que quer ele de mim? ela se 
perguntou como ela voltou para a tela que ela tinha comeado.
        
        O que quero eu dele?
        
        "Oi, Murphy." Ela continuou pintando como ele veio  parede que os separou. "Brianna disse que voc no notaria se eu trabalhasse aqui durante algum tempo."
        
        "Voc  bem-vindo para contanto que voc goste.  a dana voc est pintando? "
        
        "Sim. E sim, voc pode dar uma olhada." Ela mudou escovas, enquanto segurando a pessoa entre os dentes dela como ele balanou em cima da parede.
        
        Ela estava pegando o mistrio disto, Murphy decidiu como ele estudou a tela que era fixo em um cavalete. O crculo inteiro foi esboado dentro, com uma habilidade 
admirou ele e invejou. Embora ambos atrs e primeiros planos ainda eram em branco, ela tinha comeado a acrescentar cor e textura s pedras.
        
        " principal, Shannon".
        
        Embora a agradasse, ela tremeu a cabea dela. "Tem um modo longo para ir antes de estivesse perto de ser principal. E eu perdi quase a luz certa hoje." Embora 
ela soubesse, de alguma maneira, ela poderia pintar as pedras paradas em qualquer luz, de qualquer ngulo. "Eu pensei que eu o, em seu trator", vi mais cedo.
        
        "Provvel." Ele gostou do modo que ela cheirou quando ela trabalhar-pintura e perfume. "Voc esteve a isto deseje? "
        
        "No longo bastante." Carranqueando, ela rodou a escova dela em pintura que ela tinha coberto na paleta dela. "Eu deveria ter fixado em amanhecer para adquirir 
as sombras certas."
        
        Haver outro amanhecer amanh." Ele sentou na parede, enquanto batendo um dedo contra o caderno de esboos dela. "Aquela camisa que voc est usando, o que 
faz CM esteja de p para? "
        
        Ela fixou abaixo a escova dela, levou de volta um passo para examinar a tela, e cobriu mais pintura dos dedos dela para a camisa de moletom. "Carnegie Mellon. 
 a faculdade para" a que eu fui.
        
        "Voc estudou pintura l."
        
        "Umm." As pedras no estavam vindo a vida contudo, ela pensou. Ela os quis vivo. "Eu concentrei em arte comercial."
        
        " que fazendo quadros para anncios? "
        
        "Mais ou menos."
        
        Ele considerou, enquanto apanhando o caderno de esboos dela e folheando por. "Por que voc quereria preparar quadros de sapatos ou garrafas de cerveja quando 
voc pode fazer isto? "
        
        Ela apanhou um trapo, umedeceu isto do jarro dela de aguarrs. "Eu gosto de ganhar dinheiro, e eu fao um bom." Por alguma razo ela achou isto imperativo 
remover uma mancha de pintura cinza do lado da mo dela. "Eu s copped uma conta principal antes de eu levasse minha licena.  provvel que eu adquira uma promoo."
        
        "Isso est bem, no ? " Ele sacudiu outra pgina, sorriu em cima de um esboo de Brianna que trabalha no jardim dela. "Que tipo de conta ? "
        
        gua engarrafada." Ela murmurou isto, porque parecia to tolo uma coisa fora aqui nos campos largos e ar fragrante.
        
        "gua? " Ele fez o que ela tinha esperado exatamente. Ele sorriu a ela. "O tipo efervescente? Por que voc supe as pessoas querem beber gua que borbulha 
ou entra em garrafas? "
        
        "Porque  puro. No todo o mundo tem um bem no quintal deles/delas, ou uma fonte, ou qualquer o inferno que . gua de desenhista  uma indstria enorme, 
e com poluio e desenvolvimento urbano vai s se pr maior."
        
        Ele continuou sorrindo. "Eu no pedi o aborrecer. Eu h pouco estava desejando saber." Ele dirigiu o caderno de esboos em direo a ela. "Eu gosto este 
aqui."
        
        Ela ps de lado o trapo dela e encolheu os ombros. Era um desenho dele, no bar que segura a concertina dele, uma cerveja meio-acabado na mesa. "Voc deve. 
Eu o" lisonjeei certamente.
        
        "Era amvel de voc." Ele ps de lado o livro. "Eu tenho algum vindo para olhar para o animal de um ano de idade brevemente, assim eu no lhe posso pedir 
dentro ch. Voc vir hoje  noite, para o jantar ao invs? "
        
        "Para o jantar? " Quando ele subiu, ela deu um passo automtico em retirada.
        
        "Voc poderia vir cedo. Meio seis, assim eu pudesse mostrar para voc sobre primeiro." Uma luz nova entrou nos olhos dele, um de diverso perigosa como ele 
pegou a mo dela. "Por que voc est caminhando para trs? "
        
        "Eu no sou. Ou ela no era agora que ele teve cabo dela. "Eu estou pensando. Brianna poderia ter planos."
        
        "Brie  uma mulher flexvel." Um puxo claro na mo trouxe para Shannon um passo mais ntimo. "Venha, passe a noite comigo. Voc medo dos dois no tem de 
ns estando s? "
        
        "Claro que no." Isso seria ridculo. "Eu no sei se voc pode cozinhar."
        
        "Saia achado.
        
        O jantar, ela se lembrou. Era s jantar. Em todo caso ela era curiosa sobre ele, como ele viveu. "Certo. Eu virei.
        
        "Bom." Com um d ainda segurando o seu, ele cupped a parte de trs da cabea dela, a avanou lentamente mais ntimo. Os nervos dela j estavam chiando quando 
ela se lembrou de erguer uma mo protestando ao trax dele.
        
        "Murphy - "
        
        "Eu s vou o" beijar, ele murmurou.
        
        Havia nenhum s sobre isto. Os olhos dele ficaram abertos, atentos, vivos em seu como a boca dele abaixada. Elas foram a ltima coisa que ela viu, aquele 
vvido, aturdindo azul, antes de ela fosse surda, boba, e cega.
        
        Apenas era no princpio um sussurro de um toque, uma escova clara de boca para declamar. Ele estava a segurando como se eles poderiam deslizar em uma dana 
a qualquer imediato. Ela pensou que ela poderia balanar, to macio e doce era isso se encontrando primeiro de lbios.
        
        Ento eles deixaram o seus, enquanto pegando de surpresa um suspiro fora dela como ele levou a boca dele em uma viagem lenta, luxuosa da face dela. O quieto 
as bochechas dela, os templos dela, o dela plpebra-debilitou os joelhos dela. Os tremendo comearam l, e moveu para cima de forma que ela era ofegante quando a 
boca dele cobriu o seu em uma segunda vez.
        
        Mais profundamente agora, lentamente. Os lbios dela separaram, e o acolhimento soou na garganta dela. A mo dela deslizou at o ombro dele, agarrou, ento 
foi flcido. Ela poderia cheirar cavalos e grama, e algo como raio no ar.
        
        Ele voltaria, era tudo que ela poderia pensar antes da cabea dela foram nadar em sonhos.
        
        Ela era tudo o que ele tinha querido. Segurar o dela goste isto, sentir o tremor dela com a mesma necessidade que tremeu dentro dele era alm glorioso. A 
boca dela parecia ter sido formada a meld com seu, e os gostos que ele achou havia escuro, misterioso, e maduro.
        
        Era bastante, de alguma maneira era bastante, segurar, sofrer os dentes roendo de uma necessidade menos paciente. Ele poderia ver como seria, sinta como 
seria, deitar na grama morna com ela, a fixar em baixo dele, corpo para corpo e descarna para descarnar. Como ela moveria abaixo e contra ele, legando e ansioso 
e fluido. E afinal, a longo por ltimo, se enterrar dentro dela.
        
        Mas este tempo a boca dela era bastante. Ele se deixou demorar, e saboreia e possui, enquanto se afastando suavemente, e com a promessa de mais.
        
        As mos dele quiseram tremer. Os acalmar, ele os deslizou em cima da face dela e no cabelo dela. As bochechas dela foram coradas, enquanto a fazendo, para 
o olho dele, lovelier plano. Como pde ele esqueceu como esbelto ela era, como um salgueiro, ou quanta verdade e beleza poderiam lustrar dos olhos dela.
        
        A mo dele pausou no cabelo dela, e as sobrancelhas dele reuniram como imagem trocada em cima de imagem.
        
        "Seu cabelo era ento mais longo, e suas bochechas estavam molhadas de chuva."
        
        A cabea dela estava girando, girando de fato. Ela sempre tinha acreditado isso era um clich romntico ridculo. Mas ela teve que pr uma mo ao templo 
dela se firmar. "O que? "
        
        "Outro tempo ns nos encontramos aqui." Ele sorriu novamente. Era fcil ele aceitar tais coisas como vises e magia, da mesma maneira que ele pudesse aceitar 
que o corao dele tinha estado perdido longo antes que primeiro gosto adorvel dela. "Eu quis o beijar por muito tempo."
        
        "Ns no soubemos um ao outro muito tempo."
        
        "Ns temos. Eu farei isto novamente, e o lembra? "
        
        "Eu no penso assim." No importa como tolo fez o tato dela, ela sustentou uma mo para o parar. "Isso era um pequeno mais potente que eu tinha esperado, 
e eu penso ns ambos so melhores fora... pacing ns mesmos."
        
        "Contanto que ns busquemos chegando para o mesmo lugar."
        
        Ela deixou o dela d gota. Se ela pudesse estar segura de qualquer coisa que era que ele no apertaria, ou faz movimentos desajeitados ou no desejados. 
Ainda, ela levou s um momento para o estudar, e menos para olhar dentro dela.
        
        "Eu no sei que ns somos."
        
        " bastante aquele de ns sabe. Eu tenho um compromisso para manter." Ele escovou os dedos dele abaixo a bochecha dela de forma que ele poderia levar que 
ltimo toque com ele. "Eu o procurarei hoje  noite." Ele pegou a expresso na face dela antes de ele balanasse em cima da parede. "Voc no  to lnguido de corao 
voc dar desculpas para no vir voc s porque gostou de me" beijar.
        
        No valeu o esforo a ser aborrecido que ele tinha visto que ela estava a ponto de fazer assim. Ao invs ela se virou empacotar o equipamento dela. "Eu no 
sou lnguido de corao. E eu gostei de beijar os homens antes."
        
        "Seguramente e voc tem, Shannon Bodine, mas voc nunca beijou o gosta de mim."
        
        Ele foi embora assobiando. Ela teve certeza ele era fora do alcance da voz antes de ela soltasse a risada.
        
        No deveria ter sentido estranho para ir em um data-no quando uma mulher tinha feito vinte e oito anos recentemente e tinha experimentado a parte dela De 
firsts e ltimo no jogo de jogo.
        
        Talvez tinha sido o modo Brianna teve exagerado-alvoroo ao redor como uma me nervosa em noite de prom. Shannon s poderia sorrir para pensar nisto. Brianna 
tinha oferecido a apertar um vestido, ou lhe empresta um, e tinha proposto o quarto de sto duas vezes sugestes em acessrios e sapatos.
        
        Shannon sups ela tinha sido uma grande decepo a Brianna quando ela tinha se aparecido escada abaixo em calas compridas casuais e uma camisa de seda clara.
        
        Isso no tinha parado Brianna de lhe falar ela parecia adorvel, ter um tempo maravilhoso, e no preocupar aproximadamente quando ela entrou. Se Cinza no 
tinha vindo e tinha tirado a esposa dele do corredor, ela nunca poderia ter escapado.
        
        Era, Shannon sups, comportamento de sisterlike, e no a fez to incmodo quanto ela tinha esperado.
        
        Ela era ambos Brianna grato e Cinza tinha insistido ela leva o carro. No era uma viagem longa a Murphy, mas a estrada buscaria escura pr-do-sol, e se parecia 
chuva.
        
        S minutos depois de arrancar da calada, ela estava puxando para um mais longo que apertou entre cercas vivas de fcsia que j tinha comeado a florescer 
em coraes de bloodred.
        
        Ela tinha visto a casa de fazenda da janela dela, mas era maior, e indubitavelmente mais impressionante para cima fim. Trs histrias de pedra e madeira 
que pareciam to velhas quanto a prpria terra, e igualmente bem tendeu, rosa para cima atrs da cerca viva e antes de um enredo limpo de flores misturadas.
        
        Havia arcos planos de pedra vestida sobre as janelas quadradas limpas do primeiro cho. Ela pegou um olhar rpido de uma varanda lateral e imaginou havia 
portas que conduzem a isto do interior.
        
        Dois das chamins estavam fumando, soprando o lazily de nuvens deles/delas no cu azul imvel. Um caminho de pickup estava no passeio  frente dela, espirrada 
com lama. Ao lado disso estava um p compacto velho elevado sobre blocos.
        
        Ela no pde reivindicar saber muito sobre carros, mas tinha visto dias melhores certamente.
        
        Mas as venezianas e a varanda dianteira da casa eram freshly pintados dentro um jovial azul isso misturou suavemente com a pedra cinza. No havia nenhuma 
desordem na varanda, s um par de cadeiras de balano que pareciam convidar companhia. O convite foi completado pela porta que j estava aberta.
        
        Ainda, ela bateu no jamb e convocou. "Murphy."
        
        "Entre e acolhimento." A voz dele parecia vir de para cima os degraus que atiraram fora do corredor principal. "Eu serei um minuto. Eu estou lavando para 
cima."
        
        Ela pisou dentro e fechado a porta atrs dela. Satisfazer a curiosidade dela, ela caminhou um pequeno mais distante abaixo o corredor e espiou no primeiro 
quarto onde novamente, um engorde porta estava aberta em acolhimento.
        
        Uma sala de estar, claro que, que ela notou. Todo pedao to limpo quanto Brianna, se faltando alguns dos toques femininos dela.
        
        Moblia velha, robusta era fixa em um cho de planked largo que vislumbrou. Um fogo de relva chiou em um forno de pedra, enquanto trazendo seu cheiro antigo 
e atraente no quarto. Havia castiais que flanqueiam o mantel de madeira grosso, tores corajosas, sinuosas de esmeralda. Certo eles eram o trabalho de Maggie, 
ela participou de um olhar mais ntimo.
        
        Eles olharam muito fluido, muito fundido ser slido. Ainda o
        
        copo estava fresco contra os dedos dela. Havia uma sugesto sutil, fascinante de rubi abaixo, como se havia calor apanhado dentro de esperar arder fora.
        
        "Voc pensaria que voc pudesse cutucar seus dedos diretamente no corao disto", Murphy comentou da entrada.
        
        Shannon acernar com a cabea, enquanto localizando os rolos novamente antes de ela virasse. "Ela  brilhante. Embora eu preferisse que voc no lhe fala 
que eu disse assim." A sobrancelha dela ergueu quando ela o estudou. Ele no parecia muito diferente assim do homem que caminhou os campos dele ou tocou a msica 
dele em bares. Ele estava sem o bon dele, e o cabelo dele era grosso, enrolou, e umidade um pouco do lavar dele. O suter dele era um macio cinza, as sombras de 
calas compridas dele mais escuro.
        
        Ela achou isto estranho que ela pudesse o pintar facilmente to na cobertura de GQ quanto em Agrcola Mensalmente.
        
        "Voc lava bem" para cima.
        
        Ele sorriu ego-conscientemente. "Voc olha para coisas, pessoas, mais como faz uma vez um artista que voc  usado a eles. Eu no pretendi o" manter.
        
        "No  nenhum problema. Eu gosto de ver onde voc vive." O olhar dela olhou ele e focalizou em uma parede de livros. "Isso  uma real biblioteca."
        
        "Oh, isso  h pouco alguns deles."
        
        Ele ficou onde ele era quando ela atravessou. Joyce, Yeats, Shaw. Esses seriam esperados. O'Neill, Rpido, e Grayson Thane, claro que. Mas havia um tesouro 
encontrado de outros. Poe, Steinbeck, Dickens, Byron. A poesia de Keats e Dickinson e Dourando. Volumes danificados de Shakespeare e igualmente bem-folheou contos 
pelo Rei e MacAffrey e McMurtrey.
        
        "Uma coleo adepto", ela meditou. "E h mais? "
        
        "Eu os mantenho aqui e l ao redor da casa, assim se voc estiver no humor, voc no tem que ir longe. Um livro  uma coisa agradvel para ter perto."
        
        "Meu pai no era muito em ler, a menos que tivesse que ver com negcio. Mas minha me e eu amor-amamos. No fim, ela estava to doente, eu li a ela."
        
        "Voc era um conforto a ela. E uma alegria."
        
        "Eu no sei." Ela se tremeu e tentou um sorriso luminoso. "Assim, eu estou adquirindo uma excurso? "
        
        "Uma criana sabe quando ela  amada", Murphy disse quietamente, ento levou a mo dela. "E sim, voc ter uma excurso. Ns iremos fora de primeiro, antes 
de chovesse."
        
        Mas ela o fez parar uma meia dzia tempos antes de eles tivessem viajado da frente da casa  parte de trs. Ele explicou o teto de raftered, e o pequeno 
quarto fora o direito onde a me dele ainda gostou de coser quando ela veio visitar.
        
        A cozinha era to grande quanto um celeiro, e como scrupulously limpam como qualquer que ela alguma vez tinha visto. Ainda, a pegou de surpresa ver jarros 
coloridos de ervas e temperos variados no contador, e o vislumbre de panelas cobre-assentadas que penduram em cima disto.
        
        "Tudo que que voc tem no forno cheira maravilhoso."
        
        "'Galinha de Tis, e precisa algum tempo contudo. Aqui, tente estes."
        
        Ele tirou um par de Wellingtons de um quarto adjacente e Shannon carranquear ter. "Ns no vamos entrar tromping ao redor... "
        
        "Mais que provvel." Ele se agachou deslize a primeira bota em cima do sapato dela. "Quando voc tiver animais, voc tem esterco. Voc estar mais contente 
nestes."
        
        "Eu pensei que voc manteve as vacas no campo" do lado de fora.
        
        Se encantado, ele sorriu nela. "Voc no vai os ordenhar nos campos, bem, mas na sala de estar ordenhando. Isso  terminado durante a noite." Ele a conduziu 
fora a parte de trs onde ele entrou facilmente no prprio Wellies dele. "Eu o mantive esperando como um das vacas levou doente."
        
        "Oh,  srio? "
        
        "No, eu estou pensando que no . H pouco precisado alguns medicando."
        
        "Voc faz que voc? Voc no tem um veterinrio? "
        
        "No para assuntos cotidianos."
        
        Ela deu uma olhada e se achou sorrindo novamente. Outra pintura, ela pensou. Apedreje edifcios fixados entre paddocks nitidamente. Ovelhas de l se agruparam 
perto de um cocho. Algum enorme e wickedly mquina dentada debaixo de um magro-para, e o berro e no grita de animais pronto chamar isto um dia.
        
        Havia Contra, enquanto sentando pacientemente ao lado do prximo paddock, golpeando o rabo dele.
        
        "Brie o enviou, eu apostaria, ver eu me comportei com voc."
        
        "Eu no sei. Ele parece como muito seu cachorro como seu." Ela examinou a ele como Murphy dobrou para cumprimentar o cachorro. "Eu teria pensado que um fazendeiro 
teria um ou dois ces de caa pelo menos do prprio" dele.
        
        "Eu tive um, morreu este inverno vindo" sete anos atrs. Com a facilidade de amor mtuo, Murphy acariciou as orelhas de Trapaceiro. "Eu penso de adquirir 
outro de vez em quando, mas nunca parece adquirir ao redor de para isto."
        
        "Voc tem tudo outro. Eu no percebi voc criou ovelha."
        
        "H pouco alguns. Meu pai, agora, ele era a pessoa para ovelha." Ele endireitou, ento levou a mo dela como caminhou ele. "Eu sou mais um homem de leiteria 
eu."
        
        "Brianna diz que voc prefere cavalos."
        
        "Os cavalos so um prazer. Em outro ano ou dois eles podem pagar o modo deles/delas. Hoje eu vendi um animal de um ano de idade, um potro bonito. O entretenimento 
de cavalo que quase comercia compensa o perdendo dele."
        
        Ela olhou para cima como Murphy abriu a porta de celeiro. "Eu no pensei que foram supostos os fazendeiros para ser prendido."
        
        "Um cavalo no  uma ovelha que voc abate para o "jantar de domingo.
        
        A imagem disso h pouco a fez enjoado bastante deixar o posto de assunto. "Voc ordenha em aqui? "
        
        "Sim." Ele conduziu o modo por uma sala de estar de leite esfregada com brilhar mquinas imaculadas e o cheiro lnguido de vaca e leite que vagueiam pelo 
ar. "'Tis no to romntico quanto fazendo isto por mo-e eu fiz que como um menino-mas  mais rpido, limpador, e mais eficiente."
        
        "Diariamente", Shannon murmurou.
        
        "Duas vezes diariamente."
        
        " muito trabalho para um homem."
        
        "O rapaz na fazenda prximas ajudas com isso. Ns temos um arranjo."
        
        Como ele mostrou para ela pela sala de estar, o celeiro, fora de novamente para o silo e os outros abrigos, ela no pensou que um menino faria muita diferena 
na expanso de trabalho.
        
        Mas era fcil de esquecer de todo o suor, o msculo que teve que entrar em todas as horas do dia quando ele a levou nos estbulos mostrar para os cavalos 
dele.
        
        "Oh, eles so at mesmo fim mais bonito para cima." Muito encantado para ser cauteloso, ela ergueu a mo dela e acariciou a bochecha da gua castanha.
        
        "Isso  meu Jenny. Eu a tive nicos dois anos, e ela eu nunca venderei. H uma moa." Levou s o som da voz dele para ter o cavalo que troca a ateno dela 
a Murphy. Se Shannon tivesse acreditado tais coisas possvel, ela teria jurado a gua paquerada com ele.
        
        E por que no? ela meditou. Que fmea resistiria a essas mos largas, qualificadas, o modo que eles acariciaram, acariciadas? Ou aquela voz macia, murmurando 
estimas tolas?
        
        "Voc monta, Shannon? "
        
        "Hmm." O caroo que tinha hospedado abruptamente nela
        
        garganta a fez engolir duro. "No, eu nunca tenho. Na realidade, eu adivinho isto  to ntimo quanto eu alguma vez fui a um cavalo."
        
        "Mas voc no tem medo deles, assim ser mais fcil voc aprender se voc tiver uma mente para."
        
        Ele a levou por, enquanto deixando o dela murmure o abastecimento dela e acaricie e jogue com os potros recm nascido aquela primavera, e assistiu o riso 
dela ao potro brincalho que teria lambiscado no ombro dela se Murphy no tivesse bloqueado o focinho com a mo dele.
        
        "Seria um modo maravilhoso para crescer, ela comentou como eles caminharam atrs para a casa. "Tudo isso quarto, todos os animais". Ela riu como ela parou 
 porta traseira a dedo do p fora as botas dela. "E o trabalho, claro que. Mas voc deve ter amado isto, desde que voc ficou."
        
        "Eu perteno a isto. Entre e sente. Eu tenho um pouco de vinho do que voc gostar."
        
        Sociavelmente ela lavou as mos dela  pia de cozinha com ele. "Feito nem todo de seu familiar queira ficar e trabalhar a fazenda? "
        
        "Eu sou o filho mais velho, e quando eu o pai morreu, caiu a mim. Minhas irms mais velhas se casaram e se mudaram para comear as famlias do prprio" deles/delas. 
Ele levou uma garrafa do refrigerador, um saca-rolhas de uma gaveta. "Ento minha me recasou, e meu monja Kate mais jovem como bem. Eu tenho um irmo mais jovem, 
mas ele quis ir para a escola e aprender sobre assuntos eltricos."
        
        Os olhos dela tinham alargado como ele verteu o vinho. "Quantos esto l de voc? "
        
        "Cinco. Havia seis, mas minha me perdeu outro filho quando ele ainda estava alimentando. Meu pai morreu quando eu tinha doze anos, e ela no se casou novamente 
at que eu era passado vinte, assim havia s cinco."
        
        "S." Ela riu, tremeu a cabea dela, e teria elevado o copo dela, mas ele ficou a mo dela.
        
        "Voc possa ter palavras mornas em uma noite fria, uma lua cheia em uma noite escura, e a estrada em declive todo o modo para sua porta."
        
        "Sliante", ela disse e sorriu a ele como bebeu ela. "Eu gosto de sua fazenda, Murphy".
        
        "Eu estou contente voc faz, Shannon." Ele a pegou de surpresa apoiando abaixo e apertando os lbios dele  sobrancelha dela.
        
        Chuva comeou a tamborilar suavemente como ele endireitou novamente e virou abrir a porta de forno. Os cheiros fora os que fluram tiveram o dela declame 
molhando.
        
        "Por que  eu sempre pensei que arte culinria irlandesa um oxmoro era? "
        
        Ele hefted fora a grelha, fixe no topo de fogo. "Bem,  a verdade que  mais freqentemente um pouco inspido que no. Eu nunca me notei como um rapaz. 
Mas quando Brie comeou experimentando, e experimentando pratos em mim, eu comecei a ver que minha prpria querida me teve uma certa falta na cozinha." Ele olhou 
em cima do ombro dele. "O qual eu negaria at morte se voc repetisse tal difamao."
        
        "Ela nunca ter notcias isto de mim." Ela subiu, tambm intrigou para no dar uma olhada mais ntima. A galinha era dourada, beaded com umidade, flecked 
com temperos, e cercou por um crculo dourado de batatas e cenouras. "Agora, isso  maravilhoso."
        
        " Brie est fazendo. Ela me comeou uns anos de jardim de erva atrs, me perseguiu at que eu levasse o tempo para tender isto."
        
        Shannon apoiou atrs no contador, eyeing ele. "Voc no era um pequeno miffed quando Cinza veio e bateu seu tempo? "
        
        Ele era bem e verdadeiramente confundido durante um minuto, ento sorriu como ele transferiu galinha de panela para travessa. "Ela nunca era para mim, nem 
eu para ela. Ns fomos muito muito tempo familiares. O Tom era um pai a mim quando os meus morreram. E Brie e Maggie sempre eram minhas irms." Ele esculpiu fora 
uma fatia pequena ao peito. "No que  um sentimento fraterno que eu tenho para voc, Shannon. Eu esperei bastante" por voc longo.
        
        Alarmado, ela trocou, mas ele tinha movido a encaixotar dentro, atrs para o contador, suavemente. Ainda, tudo que ele fez eram elevador a mordida de galinha 
para os lbios dela.
        
        E o dedo polegar dele pastou ligeiramente, seductively, em cima do lbio de fundo dela quando ela aceitou a oferta dele. " bom. Realmente." Mas o trax 
dela sentia grosso, e alarme aumentou quando ele deslizou uma mo em cima do cabelo dela. Ela fez a espinha de formigamento dela endireitar at que eles eram olho 
a olho.
        
        "O que est fazendo voc, Murphy? "
        
        "Bem, Shannon." Ele tocou os lbios dele ligeiramente a seu, quase breezily. "Eu estou o" cortejando.
        
        Captulo Dez
        
        Cortejando? Espantado, Shannon bocejou a ele. Era ridculo, uma palavra tola que no teve nada que ver com ela, ou o estilo de vida dela.
        
        Ainda tinha tropeado certamente facilmente fora a lngua irlandesa dele. Ela teve que o fazer engolir isto novamente, e rapidamente.
        
        "Isso est louco.  absurdo."
        
        As mos dele estavam novamente na face dela, pontas do dedo que h pouco deslizam o jawline dela. "Por que? "
        
        "Bem... porque." Em defesa moveu ela atrs, gesticulou com o copo dela. "No primeiro lugar, voc me" conhece apenas.
        
        "Mas eu o" conheo. Mais divertido que ofendido a
        
        a reao dela, ele retrocedeu esculpir a galinha. "Eu o conheci o minuto eu o" vi.
        
        "No comece aquele misticismo Cltico comigo, Murphy". Ela escarranchou atrs  mesa, tampada fora o vinho dela, e tragou isto. "Eu sou um americano, condene. 
Pessoas no passam cortejando as pessoas em Nova Iorque."
        
        "Isso poderia fazer parte do que est errado com isto." Ele levou a travessa  mesa. "Se sente, Shannon. Voc querer comer enquanto estiver quente."
        
        "Coma." Ela rodou os olhos dela antes dos cercar em frustrao. "Agora  suposto que eu como."
        
        "Voc veio comer, no o fez? " Assumindo os deveres de anfitrio, ele encheu o prato pela cadeira dela, ento o prprio dele antes de acender velas. "Voc 
no est faminto? "
        
        "Sim, eu tenho fome. Ela se estatelou abaixo na cadeira dela. Depois de sacudir o guardanapo dela sobre o colo dela, ela apanhou a faca dela e garfo.
        
        Durante os prximos minutos comeu ela, enquanto as opes dela circularam ao redor de na cabea dela. "Eu vou tentar ser razovel com voc, Murphy".
        
        "Certo." Ele fatiou na galinha no prato dele, provou, e estava contente ele tinha feito um trabalho bom. "Seja ento" razovel.
        
        "Numere um, voc tem que entender eu s vou estar aqui outra semana, dois no mximo."
        
        "Voc ficar mais longo." Ele disse placidly para isto como comeu ele. "Voc no comeou a solucionar os problemas e sentimentos que o trouxeram aqui. Voc 
no perguntou uma vez por Tom Concannon."
        
        Os olhos dela foram frios. "Voc no sabe nada sobre meus sentimentos."
        
        "Eu penso que eu fao, mas ns partiremos que para agora desde que o faz infeliz. Mas voc ficar, Shannon, porque h coisas para voc enfrentar. E perdoar. 
Voc no  um covarde. H fora em voc, e corao."
        
        Ela odiou que ele estava vendo nas coisas dela que ela tinha recusado admitir a ela. Ela quebrou aberto um dos biscoitos que ele tinha trazido  mesa, assistiu 
o vapor de calor fora. "Se eu fico uma semana ou um ano, no aplica a isto."
        
        "Tudo aplica a isto", ele disse suavemente. "A refeio o veste? "
        
        " maravilhoso."
        
        "Voc pintou mais hoje, depois que eu o deixasse? "
        
        "Sim, eu - " Ela engoliu outra mordida, espetou o garfo dela a ele. "Voc est mudando o assunto."
        
        "Que assunto? "
        
        Que assunto "voc conhece muito bem, e ns vamos clarear o ar aqui e agora. Eu no quero ser cortejado - por qualquer um. Eu no sei como coisas esto ao 
redor aqui, mas onde eu venho de, as mulheres so independentes, iguais."
        
        "Eu tenho alguns pensamentos nisso eu."  toa ele apanhou o vinho dele, enquanto considerando as palavras dele como bebeu ele. " verdade bastante que em 
geral seu irlands tem um tempo difcil com ver as mulheres como iguala. Agora,  havido algumas mudanas na gerao passada, mas  um processo lento." Ele ps de 
lado o vinho dele e voltou para a refeio dele. H muitos eu chamaria companheiro que no concordaria por completo comigo, mas pode ser porque eu fiz muita leitura 
em cima dos anos e pensamento sobre o que eu li. Eu sinto uma mulher tem direitos mesmo como um homem, para o que ele tem, o que ele faz."
        
        "Isso  grande de voc", Shannon murmurou.
        
        Ele s sorriu. " um passo de alguma proporo para algum elevado como fui elevado eu. Agora em verdade, eu h pouco no sei como eu reagiria a isto se 
voc quisesse me" cortejar.
        
        "Eu no fao. "
        
        "L voc est." Ele ergueu uma mo, sorridente ainda, como se ela tivesse feito a observao dele para ele. "E meu cortejo voc no tem nada que ver com 
direitos ou igualdade, no lhe faa menos ou me mais. H pouco  que eu tenho a iniciativa, como quem diz. Voc  a coisa mais bonita que eu vi em minha vida. E 
eu fui afortunado bastante ver muito beleza."
        
        Flummoxed pelo jacto rpido de prazer, ela olhou para baixo ao prato dela. Havia um modo para controlar isto, o controlar, ela tinha certeza. Ela h pouco 
teve que achar isto.
        
        "Murphy, eu sou lisonjeado. Qualquer um seria."
        
        "Voc  mais que lisonjeou quando eu o, Shannon, beijo. Ns ambos sabem o que acontece ento."
        
        Ela espetou um pedao de galinha. "Certo, eu sou atrado. Voc  um homem atraente, com algum charme. Mas se eu tivesse estado considerando tomada isto qualquer 
adicional, eu no vou agora."
        
        "No o v? " Cristo, mas ela era um prazer para conversar com, ele pensou. "E por que isso seria, quando voc me quer tanto quanto eu o quiser? "
        
        Ela teve que a esfregar umedecendo palmas no guardanapo dela. "Porque  um engano bvio. Ns estamos olhando para isto de dois ngulos diferentes, e eles 
nunca vo vir junto. Eu gosto de voc. Voc  um homem interessante. Mas eu no estou procurando uma relao simplesmente. Condene, eu terminei a pessoa s semanas 
atrs. Eu estava praticamente comprometido." Inspirao golpeou. Ela apoiou adiante, o sorriso dela presumido. "Eu estava dormindo com ele."
        
        O quirked de sobrancelhas de Murphy. "Era parece ser a chave. Voc o" deve ter querido.
        
        "Claro que eu o quis. Eu no pulo para dentro de cama com estranhos." Se ouvindo, ela assobiou fora uma respirao. Como ele tinha conseguido virar que ao 
redor nela?
        
        " tempo passado como eu vejo isto. Eu me preocupei bastante com uma mulher ou dois mentir com ela. Mas eu nunca amei um antes de voc."
        
        Pnico teve a drenagem de cor fora da face dela. "Voc no est apaixonado por mim."
        
        "Eu o amei do momento que eu fixei para olhos em voc." Ele disse isto, to simplesmente, to quietamente que ela acreditar-para um momento completamente 
acreditado. "Antes disso, de alguma maneira. Eu esperei por voc, Shannon. E aqui voc est."
        
        "Isto no est acontecendo", ela disse shakily e empurrou longe da mesa. "Agora, voc me escuta, voc tirou este negcio insano inteiro de sua mente. No 
vai trabalhar. Voc est romantizando a situao. Alucinando. Tudo que voc vai realizar so envergonhar ambos ns."
        
        Os olhos dele estreitaram, mas ela era fumando muito ocupado para notar a mudana, ou o perigo nisto. "Meu o amar  um embarao a voc."
        
        "No tora minhas palavras ao redor", ela disse furiosamente. "E no tenta me fazer parecer pequeno e raso porque eu no estou interessado em ser cortejado. 
Jesus, cortejou. At mesmo a palavra  ridcula."
        
        H outro voc preferiria? "
        
        "No, no h outro que eu preferiria. O que eu prefiro, e espera,  para voc derrubar isto."
        
        Ele sentou um momento quietamente, enquanto lidando com uma raiva lentamente construindo. "Porque voc no tem nenhum sentimento para mim? "
        
        "Isso  certo." E porque era uma mentira, a voz dela afiou. "Voc realmente tem alguns iludido idia que eu s outono em humildemente com qualquer planos 
absurdos voc est cozinhando para cima? O se case, viva aqui? A esposa de um fazendeiro, pelo amor de Deus. Eu me pareo a esposa de um fazendeiro? Eu tenho uma 
carreira, uma vida".
        
        Ele moveu to depressa ela s teve tempo para chupar em a pessoa respirao chocada. As mos dele estavam nos braos dela, dedos cavaram dentro. A face dele 
era um estudo do plido e escuro de fria.
        
        "E minha vida em baixo de voc? " ele exigiu. "O que eu tenho, o para o qual eu trabalhei, at mesmo o que eu sou algo  menos? Algo ser desprezado? "
        
        O corao dela estava batendo como um coelho, em rpido acidentado
        
        puxes. Ela poderia tremer s sua cabea. Quem poderia ter adivinhado ele teve tal temperamento nele?
        
        "Eu aceitarei que voc no sabe que voc me ama, no clarear seus olhos para ver que ns somos queridos dizer. Mas eu no vou voc tem desacredita o que 
eu sou e rejeito tudo eu e minha famlia para geraes lutou para."
        
        "Isso no  o que eu quis dizer - "
        
        "Voc h pouco pensa a terra senta, bonito como um quadro, e espera ser colhido? " A luz de vela lanou sombras em cima da face dele, enquanto fazendo isto 
como fascinando como isto era perigoso. H sangue derramado para isto, e mais suor que pode ser pesado. Mantendo isto  duro, e mantendo isto no  bastante. Se 
voc estiver muito orgulhoso para para aceitar isto como seu, ento voc" se envergonha.
        
        A respirao dela estava estremecendo fora. Ela teve que se forar a atrair isto lentamente. "Voc est me, Murphy", ferindo.
        
        Ele derrubou as mos dele como se a carne dela tivesse os queimado. Ele pisou atrs, os movimentos dele aos arrancos pela primeira vez desde que ela tinha 
o conhecido. "Eu imploro seu perdo."
        
        Era a volta dele para vergonha. Ele soube que as mos dele eram grandes, e soube a fora deles/delas. O intimidou que ele teria os, at mesmo em fria cega, 
usado pr uma marca nela.
        
        O selfdisgust na face dele a impediram ceder ante o desejo para esfregar ao soreness nos braos dela. Porm enorme a falta dela de entender dele, ela soube 
instintivamente ele era um homem suave que consideraria ferindo uma mulher a mais baixa forma de pecado.
        
        "Eu no pretendi o" ofender, ela disse lentamente. "Eu estava bravo e transtornado, e tentando fazer a observao que ns somos diferentes. Quem ns somos, 
o que ns queremos."
        
        Ele passou despercebido as mos dele nos bolsos dele. "O que quer voc? "
        
        Ela abriu a boca dela, ento feche no choque de achar a resposta no estava l. "Eu tive vrios
        
        mudanas principais em minha vida em cima do par passado de meses, assim eu ainda preciso pensar nisso. Mas uma relao no  nenhum deles."
        
        "Voc  amedrontado de mim? " A voz dele era cuidadosamente neutra. "Eu no pretendi o" ferir.
        
        "No, eu no tenho medo de voc." Ela no pde se ajudar. Ela pisou adiante, ps uma mo na bochecha dele. "Temperamento entende temperamento, Murphy". Quase 
certo a crise tinha passado, ela sorriu. Esqueamos tudo disto, e seja os amigos."
        
        Ao invs ele parou o corao dela levando a mo dela, enquanto deslizando isto ao redor at que os lbios dele apertaram ternamente na palma. "'Minha generosidade 
 to ilimitada quanto o mar, meu amor como fundo; o mais eu dou a thee o mais que eu tenho, para ambos  infinito.' "
        
        Shakespeare, ela pensou como o corpo dela amolecido. Ele citaria o Shakespeare naquela voz deslumbrante. "No diga coisas gostam isso a mim, Murphy. No 
est jogando justo."
        
        "Ns somos jogos passados, Shannon. Ns somos nenhum de ns as crianas, ou bobos. Aqui agora, eu no o" ferirei. A voz dele estava acalmando, como era quando 
ele gentled um cavalo. Porque ela tinha ido skittish quando ele tinha deslizado os braos dele ao redor dela. "Me conte o que voc sentia quando eu o beijei na primeira 
vez."
        
        No era uma pergunta difcil para responder, como ela estava sentindo isto novamente. "Tentado."
        
        Ele sorriu, apertou os lbios curvados dele ao templo dela. "Isso no  tudo. Havia mais, no havia? Um tipo de se lembrar."
        
        O corpo dela estava a recusando ordem muito sensata ficar rgido e indiferente. "Eu no acredito nessas coisas."
        
        "Eu no perguntei o que voc acreditou." Os lbios dele viajaram de templo a mandbula, paciente. "Mas o que voc sentia." Pela barreira magra de seda a 
pele dela era wanning. Ele pensou que ele poderia ir propriedade furiosa ele de tirar aquela barreira fora e achar tudo dela. "No era agora mesmo." Ele se favoreceu 
alguns graus avarentos, enquanto deslizando no beijo, saboreando o modo a boca dela renderam para seu. "Era novamente."
        
        "Isso  tolice." Mas a prpria voz dela parecia vir de longe. "E isto est louco." At mesmo como falou ela, as mos dela eram fisting no cabelo dele o segurar 
fim, mais ntimo, at que o prazer saltou razo passada. "Ns no podemos fazer isto." O ronrone de delcia soada na garganta dela, ondulada maravilhosamente na 
boca dele. " s qumica."
        
        "Deus abenoa cincia." Quase to ofegante quanto ela, ele a arrastou aos dedos do p dela e se torturou. S para um momento, ele jurou. E saqueou.
        
        Exploses estouraram dentro dela, um depois de outro at que o sistema dela era danificado por cor e luz. Em um jacto selvagem de ganncia, ela todos menos 
arranhou mais a ele em uma briga para.
        
        Me toque, o condene. A ordem estourou na cabea dela. Mas as mos dele fizeram no mais que segura enquanto o corpo dela doeu para ser possudo. Ela soube 
como a mo dele sentiria. Ela soube, e poderia ter lamentado do poder do conhecimento. Palma dura, golpes suaves que construiriam e construiriam em marcas.
        
        Com um instinto de feral ela no tinha sabido espreitado dentro dela, ela cavou os dentes dela no lbio dele, enquanto o iscando, o ousando. Ao juramento 
violento dele, ela arremessou a cabea dela, a face dela ardendo com triunfo, atrs.
        
        Ento ela empalideceu, grau atravs de grau. Para os olhos dele eram os olhos de guerreiro, escuro, mortalmente, e terrifyingly familiar.
        
        "Deus." A palavra estourou fora dela como lutou fora ela. Lutando para ar, para equilbrio, ela apertou as mos dela ao peito dela. "Parada. Deus, isto tem 
que parar."
        
        Balanando na extremidade magra de controle, fisted de Murphy as mos dele aos lados dele. "Eu o quero mais que eu quero levar a prxima respirao. Est 
me, Shannon, matando este ausente."
        
        "Eu cometi um erro." Ela arrastou as mos tremendo dela pelo cabelo dela. "Eu cometi um erro aqui. Eu sinto muito. Eu no vou deixar isto ir qualquer adicional." 
Ela poderia se sentir sendo puxado para ele-negativo para positivo. D poder a para dar poder a. "Fique longe de mim, Murphy".
        
        "Eu no posso. Voc sabe que eu no posso. "
        
        "Ns temos um problema." Determinado para se tranquilizar-se, ela caminhou unsteadily  mesa e apanhou o wineglass dela. "Ns podemos resolver isto", ela 
disse a ela e tomou um gole. Sempre h um modo para resolver um problema. No fale comigo", ela ordenou, enquanto sustentando uma mo como um policial de trfico. 
"Me deixe pensar."
        
        A coisa mais estranha era ela nunca se considerou uma criatura muito sexual. Tinha havido alguns momentos agradveis de vez em quando com homens que ela 
quis, teve respeito para. "Agradvel" era um ridiculamente descrio plida do que tinha estourado nela com Murphy.
        
        Isso era sexo, ela pensou, enquanto acernar com a cabea. Isso foi permitido, que era certo. Eles eram ambos os adultos, ambos no onerado. Ela o quis certamente, 
e o respeitou, at mesmo o admirou em um grande muitos nveis. O que esteve errado com um arremesso selvagem antes de ela se estabelecesse e decidiu o que ver com 
o resto da vida dela?
        
        Nada, ela decidiu, a no ser que negcio de cortejo tolo. Assim, ela tomou um gole do vinho dela novamente, fixe abaixo. Eles h pouco teriam que adquirir 
liberta do obstculo.
        
        "Ns queremos dormir junto", ela comeou.
        
        "Bem, eu acharia dormindo com voc uma coisa agradvel, mas eu preferiria amor de fabricao com voc alguns dzia cronometra primeiro."
        
        "No jogue jogos semnticos, Murphy". Mas ela sorriu, aliviou que o humor estava de volta nos olhos dele. "Eu penso que ns podemos solucionar isto dentro 
um razovel e satisfazendo maneira" mutuamente.
        
        "Voc tem um modo maravilhoso de s vezes" falar. A voz dele estava cheio de admirao e delcia. "At mesmo quando o que voc diz  insensato.  to digno, 
voc sabe. E de primeira."
        
        "Se cale, Murphy. Agora se voc h pouco concordar que a idia de um compromisso a longo prazo no  possvel." Quando ele s continuou sorrindo a ela, 
ela xingou fora uma respirao. "Certo, eu porei isto simplesmente. Nenhum cortejo."
        
        "Eu soube o que voc quis dizer, bem. Eu h pouco gosto do escutar. Eu no tenho nenhum problema com a viabilidade de viver o resto de minha vida com voc. 
E eu comecei ao cortejar quase no. Eu tenho nem mesmo danado com voc contudo."
        
        Ao dela fim de inteligncia ela esfregou as mos dela em cima da face dela. "Voc realmente  isso grosso-encabeado? "
        
        "Assim minha me sempre disse. 'Murphy', ela diria, 'uma vez voc adquire uma idia naquele crebro seu, nada bate isto solto.' " Ele sorriu a ela. "Voc 
gostar de minha me."
        
        "Eu nunca vou conhecer sua me."
        
        "Oh, voc vai. Eu estou trabalhando isso fora. Mas como voc estava dizendo? "
        
        "Como estava dizendo" eu, ela repetiu, confundiu. "Como eu posso me lembrar do que eu estava dizendo quando voc continua lanando estas curvas? Voc faz 
isto de propsito, s nublar coisas para cima quando eles deveriam ser perfeitamente simples."
        
        "Eu o, Shannon", amo ele disse e parou o morto dela. "Isso  simples. Eu quero o me casar e criar uma famlia com voc. Mas isso est adquirindo  frente 
de coisas."
        
        "Eu direi. Eu vou ser como claro e conciso sobre isto como posso eu. Eu no amo voc, Murphy, e eu no quer o" se casar. Os olhos dela foram para rachas. 
"E se voc continuar sorrindo a mim, eu vou o" cingir.
        
        "Voc pode levar um balano a mim, e ns podemos lutar um pouco, entretanto  provvel que ns solucionemos a primeira parte disto aqui mesmo no "cho de 
cozinha. Ele pisou mais ntimo, se encantou quando ela empurrou para cima o queixo dela. "Porque, bem, uma vez eu me adquiro mos novamente em voc, eu no posso 
prometer os levar fora gaveta eu sou acabado."
        
        "Eu estou terminado tentando ser razovel. Obrigado pelo jantar. Era interessante."
        
        "Voc querer uma jaqueta contra a chuva."
        
        "Eu no fao - "
        
        "No seja tolo." Ele j tinha levado um do prprio dele fora uma cavilha. "Voc adquirir h pouco aquela bonita blusa molhada e esfriar sua pele."
        
        Ela arrebatou isto dele antes de ele pudesse a ajudar nisto. "Multa. Eu voltarei isto a voc."
        
        "Traz isto com voc, se voc pensa nisto, quando voc vier pintar pela manh. Eu estarei caminhando por."
        
        "Eu posso no estar l." Ela empurrou os braos dela no brim usado macio, se levantado com a manga que baqueia passado as pontas do dedo dela. "Boa noite."
        
        "Eu caminharei voc ao carro." At mesmo como ela comeou a contestar, ele levou o brao dela e a conduziu fora da cozinha e abaixo o corredor.
        
        "Voc h pouco ser molhado", ela protestou quando eles alcanaram a porta da frente.
        
        "Eu no presto ateno  chuva." Quando eles alcanaram o carro, ele engoliu um sorriso sabiamente. " o lado errado, bem, a menos que voc esteja querendo 
que eu o dirija casa."
        
        Ela somente fez carranca e trocou direo de forma que ela mudou de direo para o passeio de direito-lado.
        
        Medindo o humor dela, ele optou para beijar a mo dela em lugar de a boca dela quando ele tinha aberto a porta de carro para ela. "Sonhe dentro de um sonho", 
ele murmurou. "Poe teve algumas linhas adorveis nisso. Voc sonhar hoje  noite comigo, Shannon, e eu de voc."
        
        "No, eu no vou. " Ela disse isto firmemente como ela bateu a porta. Depois de empurrar para cima as mangas da jaqueta dele, ela se retirou do passeio e 
encabeou para cima a estrada chuva-lavada.
        
        O homem teve que ter um parafuso soltar em algum lugar, ela decidiu. Era a nica explicao. A nica escolha dela era lhe dar absolutamente nenhum encorajamento 
deste ponto em.
        
        Nenhum mais jantar confortvel na cozinha, nenhuma msica e risada no bar, nenhuma conversao fcil ou beijos cambaleantes nos campos.
        
        Condene, ela perderia isto. Tudo. Ela tirou para cima no passeio de Brianna e fixou o freio. Ele tinha ido e tinha incitado sentimentos e desejos que ela 
no tinha sabido que ela era capaz de, ento a deixou sem outra opo mas os silenciar.
        
        Idiota de Pinheaded, ela pensou, enquanto batendo a porta dela antes de correr para a casa.
        
        Shannon lutou fora uma carranca como ela abriu a porta e achou Brianna sorrisos radiantes abaixo o corredor.
        
        "Oh, bom, ele lhe emprestou uma jaqueta. Eu no pensei nisto at depois que voc tivesse partido. Voc teve um tempo agradvel ento? "
        
        Shannon abriu a boca dela, surpreso quando os chaves habituais simplesmente no eram l. "O homem  insano."
        
        Brianna piscou. "Murphy? "
        
        "Quem mais? Eu estou lhe falando, ele  adquiriu algo arrolhado ao redor na cabea dele. No h nenhum raciocnio com ele."
        
        Em um movimento to natural nenhum deles notou, Brianna levou a mo de Shannon e comeou a conduzir o dela atrs para a cozinha. "Voc teve uma disputa? 
"
        
        "Uma disputa? No, eu no diria isso. Voc no pode disputar com loucura."
        
        "Ei, Shannon." Quando a porta de cozinha abriu, Cinza olhou para cima, enquanto pausando com uma colher enorme de ninharia meio modo para uma tigela. "Como 
o jantar era? Adquirido qualquer quarto para ninharia? Brie faz o mundo  melhor."
        
        "Ela  tida um para-faa com Murphy", Brianna o informou, enquanto urgindo Shannon em uma cadeira antes de ir pela chaleira.
        
        "Nenhum brincando." Intrigado, Cinza esvaziou a ninharia, ento foi por outra tigela. "O que sobre? "
        
        "Oh, nada muito. Ele h pouco me quer o se casar e ter as crianas" dele.
        
        Bobbled de Brianna a chvena, salvando isto apenas de quebrar no cho. "Voc est brincando", ela disse e quase administrou um riso.
        
        " certo uma piada, mas eu no estou fazendo isto." Absently que ela cavou na tigela jogo Cinza em frente a ela. "Ele reivindica estar me" cortejando. Ela 
bufou, levou uma andorinha de ninharia. "O enlate batida que? " ela exigiu de Cinza.
        
        "Ah... " Ele correu a lngua dele ao redor os dentes dele. "Nope."
        
        Muito lentamente, os olhos dela largo, Brianna levou o assento dela. "Ele disse que ele estava querendo para o cortejar? "
        
        "Ele disse que ele era", Shannon corrigiu e pegou com colher para cima mais ninharia. "Ele tem esta idia selvagem de amor  primeira vista, e que ns somos 
queridos dizer, ou alguma coisa ridcula. Tudo isso sobre se lembrar e reconhecimento. Touro", ela murmurou e despejou o ch ela.
        
        "Murphy nunca cortejou qualquer um. Nunca querido."
        
        Com os olhos dela estreitados Shannon virou a Brianna. "Eu desejo que todo o mundo deixasse de usar isso antiquado palavra. Me faz nervoso."
        
        "A palavra", Cinza ponha dentro, "ou a ao? "
        
        "Ambos." Ela apoiou o queixo dela no punho dela. "Como se coisas no fossem bastante" complicadas.
        
        "Voc  indiferente a ele? " Brianna perguntou.
        
        "No indiferente." Shannon carranqueou. "Exatamente."
        
        "O enredo engrossa." S fique cinzento* sorrido ao olhar aquecido que Shannon atirou a ele. "Voc entenderia melhor o irlands  uma raa teimosa. Eu no 
estou seguro se o irlands do oeste no for o mais teimoso. Se Murphy adquiriu o olho dele em voc, vai ficar l."
        
        "No d somenos importncia a isto, Cinza". Em condolncia automtica Brianna ps a mo dela em cima de Shannon. "Ela  chateada, e h coraes envolvidos."
        
        "No, no h. Sobre isso, pelo menos, Shannon poderia ser firme. "Considerando indo para cama com um homem e gastando o resto de sua vida com ele so duas 
coisas completamente diferentes. E como para ele,  h pouco ele um romntico."
        
        Com as sobrancelhas dela tricote, ela concentrou em raspar a ltima da ninharia da tigela dela. " tolice, a idia que um par de sonhos estranhos tm qualquer 
coisa que ver com destino."
        
        Os sonhos estranhos tidos de Murphy"? "
        
        Distrado novamente, Shannon olhou a Brianna. "Eu no sei. Eu no perguntei."
        
        "Voc tem." Cinza no poderia ter sido deleitado mais. Ele apoiou adiante. "Eu-especialmente conte as partes sensuais."
        
        "Pare isto, Grayson".
        
        Mas Shannon se achou rindo. Estranho, ela pensou, que aqui deveria ser o irmo grande que ela sempre tinha desejado para. " todo sensual", ela lhe falou 
e lambeu os lbios dela.
        
        "Sim? " Ele apoiou mais ntimo. "Comece no princpio, no omita nada. Nenhum detalhe  muito pequeno."
        
        "No lhe pague qualquer mente, Shannon".
        
        " certo." Mais que cheio, ela empurrou a tigela vazia aparte. "Voc ambos poderiam achar isto interessante. Eu nunca tive um sonho ocorrendo periodicamente 
antes. De fato, est mais como vignettes, em ordem fortuita. Ou o que parece ser."
        
        "Agora voc realmente est me dirigindo louco", Cinza reclamou. "Derrame."
        
        "Aprovadamente. Comea fora no campo onde o crculo de pedra ? Engraado,  como eu sonhasse que estava l antes de eu visse isto. Mas isso no  possvel. 
Anyway"-ela renunciou a isso fora - "est chovendo. Frio, h congelao. Parece copo que moe quando eu caminhar nisto. No eu", ela corrigiu com um meio riso. "A 
mulher no sonho. Ento h um homem, cabelo escuro, capote escuro, cavalo branco. Voc pode ver o subindo a vapor fora eles, e a lama que  espirrada nas botas dele 
e a armadura dele. Ele monta para mim - seu-cheio fora. E ela se levanta l com o cabelo soprar dela. E - "
        
        Ela rompeu. Ela tinha pegado o olhar rpido, assustado nos olhos de Brianna, e a troca silenciosa entre ela e Cinza.
        
        "O que ? " ela exigiu.
        
        "Parece a bruxa e o guerreiro." Olhos cinzas tinham escurecido, focalizou atentamente na face de Shannon. "O que acontece logo? "
        
        Shannon ps as mos dela debaixo da mesa e os uniu junto. "Voc me" fala.
        
        "Certo." Cinza olhou a Brianna que gesticulou para ele contar o conto. "Lenda tem isto que havia uma mulher sbia, uma bruxa que se manteve na terra aqui. 
Ela teve a viso e, carregou com isto como muito como santificado, vivido aparte do resto. Uma manh quando ela foi para a dana para comungar com os deuses dela, 
ela achou o guerreiro no crculo, feridos, o cavalo dele ao lado dele. Ela teve o presente de curar e tratou as feridas dele, enquanto o alimentando at que ele 
era novamente forte. Eles se apaixonaram. Se tornado os amantes."
        
        Ele pausou para acrescentar ch s xcaras, apanhou o prprio dele. "Ele a, claro que, deixou para l guerras eram ser lutadas e batalham ele tinha empenhado 
ganhar. Ele jurou voltar, e ela o deu um perfure fixar ao capote dele e se lembrar dela por."
        
        "E fez ele? " Shannon clareou a garganta dela. "Volte.
        
        " dito ele fez, enquanto indo a ela pelo campo em uma tempestade que tremeu o cu. Ele quis a levar a esposa, mas ele no deixaria a espada dele e proteo. 
Eles lutaram amargamente em cima disto. No parecia no importa quanto amaram eles, ou no havia nenhum acordo dentro. Da prxima vez ele partiu, ele a deu o perfure, 
se lembrar dele at que ele devolveu. Mas ele nunca voltou novamente.  dito que ele morreu em outro campo. E com o presente dela de viso, ela conheceu isto o momento 
que aconteceu."
        
        " h pouco uma histria." Porque eles foram esfriados de repente, Shannon embrulhou as mos dela ao redor a xcara dela. "Eu no acredito naquele tipo de 
coisa. Voc no me pode falar voc faz."
        
        Cinza moveu os ombros dele. "Sim, eu posso. Eu posso acreditar que essas duas pessoas existiram, e que havia algo forte entre eles que isso demora. O sobre 
o qual eu sou curioso  por que voc sonharia com eles."
        
        "Eu tive um par de sonhos sobre um homem em um cavalo", Shannon disse impacientemente. "O qual eu estou seguro qualquer nmero de psiquiatras teria um dia 
de campo com. A pessoa no tem nada que fazer com o outro. Eu estou cansado", ela somou, enquanto subindo. "Eu vou para cama."
        
        "Leve seu ch", Brianna disse amavelmente.
        
        "Obrigado."
        
        Quando Shannon partiu, Brianna ps uma mo em ombro Cinza. "No cutuque a ela muito, Grayson. Ela est to preocupada."
        
        "Ela sentiria bem se ela deixasse de segurar tanto dentro." Com um meio riso ele virou a cabea dele para apertar os lbios dele  mo de Brianna. "Eu deveria 
saber."
        
        "Ela precisa de tempo, como voc fez." Ela suspirou, longo e profundamente. "Murphy. Quem teria pensado isto? "
        
        Captulo Onze
        
        No era como se Shannon estivesse evitando andamento fora para as pedras paradas. Ela simplesmente tinha dormido demais. E se ela tivesse tido sonhos, ela 
pensou como ela escolheu ao recente caf da manh dela de caf e bolinhos redondos, quase no era uma surpresa.
        
        Ninharia antes de cama e uma lenda por um fiandeiro de histria de mestre igualou uma noite inquieta.
        
        Ainda, a claridade deles a preocupou. S, ela poderia admitir ela tinha sentido o sonho, no s pressentiu isto. Ela sentia a manta spera  parte de trs 
dela, o espinho de grama, o calor e peso do corpo do homem em seu. Em seu.
        
        Ela apagou uma respirao longa, enquanto apertando uma mo ao estmago dela onde a memria do sonho trouxe para um puxo respondendo de desejar.
        
        Ela tinha sonhado com amor de fabricao com o homem com Murphy face-contudo no a face dele. Eles tinham estado no crculo de pedra, com a natao de estrelas 
em cima e o branco de lua, como uma baliza. Ela tinha ouvido o pio de uma coruja, respirao morna sentida que vem depressa contra a bochecha dela. As mos dela 
souberam o tato desses msculos, bunching e puxando. E ela tinha sabido, at mesmo como o corpo dela tinha estourado em clmax, que esta seria a ltima vez.
        
        Feriu pensar nisto, dodo agora de forma que, desperte, atento, as lgrimas ainda ameaaram e queimaram amargamente atrs dos olhos dela.
        
        Ela ergueu o caf dela novamente. Ela ia ter que estalar fora disto, ela se advertiu, ou une os graus dos scios dela na linha no escritrio do terapeuta.
        
        A comoo  porta dos fundos a teve compondo a face dela. Quem que era, Shannon agradeceu a diverso.
        
        Mas no grato bastante ser agradado quando ela viu que era Maggie.
        
        "Eu estou o deixando dentro, eu no sou? " Maggie disse para Decorar. "Voc no precisa de empurro."
        
        O cachorro estourou pela porta aberta, corrida debaixo da mesa, ento derrubada abaixo com um suspiro de longo-sofrimento.
        
        "Eu estou seguro voc  bem-vindo." O sorriso fcil de Maggie esfriou vrios graus quando ela manchou Shannon s na cozinha. "Manh. Eu trouxe algumas bagas 
por para Brie."
        
        "Ela teve algumas incumbncias. Funcionamento cinza escada acima."
        
        "Eu os" deixarei. Em casa, Maggie cruzou para pr a bolsa no refrigerador. "Voc desfrutou sua refeio com Murphy? "
        
        "Notcias certamente viagens." Shannon no pde manter o aborrecimento  distncia. "Eu estou surpreso voc no sabe o que ele serviu."
        
        Com um sorriso to magro quanto o prprio temperamento dela, retrocedeu Maggie. "Oh, teria sido galinha. Ele tem uma mo a assar, no que ele faz um hbito 
de cozinhar para mulheres." Ela tirou o bon dela, encheu isto no bolso dela. "Mas ele  levado com voc, ele no ? "
        
        "Eu diria que isso era o negcio dele, e meu."
        
        "Voc diria injustia, e eu o advertirei prestar ateno a seu passo com ele."
        
        "Eu no estou interessado em suas advertncias, ou sua atitude srdida."
        
        Maggie inclinou a cabea dela em um gesto que teve muito mais ver com desdm que curiosidade. Por "h pouco o que se interessa voc, Shannon Bodine? Voc 
acha isto divertindo para se oscilar em frente a um homem? Um voc tem nenhuma inteno de fazer mais que brincando com? Voc viria que naturalmente bastante."
        
        A neblina vermelha de fria estava encobrindo. Ela estava nos ps dela em um estalo, bunched de punhos. "Goddamn voc. Voc no tem nenhuma pedra lanada 
certa a minha me."
        
        "Voc tem razo. Absolutamente." E se ela pudesse ter mordido a lngua dela, Maggie teria levado as palavras, e a injustia atrs deles, atrs. "Eu me desculpo 
para isso."
        
        "Por que? Voc soou precisamente como sua prpria me."
        
        Maggie s poderia estremecer. "Voc no poderia ter apontado melhor aquele cabo. Eu a pareci, e eu estava to errado quanto ela. Assim eu me desculparei 
novamente para isso, mas no para o resto."
        
        Se acalmar, ou tenta, ela virou aquecer a chaleira. "Mas eu lhe perguntarei, e voc poderia ser honesto desde que  s ns dois, se voc no pensou perto 
do mesmo de meu pai como eu h pouco disse de sua me."
        
        A preciso da pergunta teve Shannon que se retira. "Se eu fizesse, pelo menos eu era muito corts para para articular isto."
        
        "Parece muito freqentemente de mos dadas" a mim cortesia e corrida de hipocrisia. Agradado pelo rpido assobie isso tirou de Shannon, Maggie alcanou para 
a lata de ch. "Assim nem no tenhamos entre ns. Circunstncias significam ns compartilhamos sangue, um fato que no agrada qualquer um de ns overmuch. Voc no 
 uma mulher tenra do que eu posso ver. Eu nem. Mas Brianna ."
        
        "Assim voc vai a proteger de mim, tambm? "
        
        "Se for necessrio. Se voc feriu um meu, eu o perseguirei para isto." Jogo de face, ela retrocedeu. "Me entenda l. Est claro para ver Brie j abriu o 
corao dela, e se Murphy no tiver, ele vai."
        
        "E voc j fechou o seu, e sua mente."
        
        "No o tenha? " Maggie escarranchou  mesa, esbofeteou as palmas dela abaixo. "Voc no veio com seu corao e a mente fez as pazes apertado? Voc no se 
preocupa o que Da sofreu. Se  s voc est pensando de. No importa a voc que ele nunca teve uma chance para levar a felicidade dele. Nunca tido... "
        
        Ela arrastou fora como a viso dela ficava cinzento*. Jurando, ela apoiou contra a mesa, enquanto lutando para equilbrio. At mesmo como balanou ela, Shannon 
estava agarrando os ombros dela.
        
        "Se sente, pelo amor de Deus".
        
        "Eu sou certo."
        
        "Seguramente." A mulher estava plida como morte e os olhos dela quase tinha rolado atrs na cabea dela. "Ns iremos outro redondo."
        
        Mas Maggie deslizou bonelessly na cadeira, enquanto fazendo nem mesmo um protesto simblico quando Shannon empurrou a cabea dela firmemente entre os joelhos 
dela.
        
        "Respire. H pouco respire ou algo. Cague." Ela deu para o ombro de Maggie um tapinha desajeitado e desejou saber o que fazer logo. "Eu me porei Cinza, ns 
telefonaremos o doutor."
        
        "Eu no preciso do doutor." Lutando a vertigem, Maggie procurou no escuro fora at que ela achou a mo de Shannon. "No o aborrea. H pouco est estando 
grvida  tudo. Era o mesmo quando eu estava levando Liam nas primeiras semanas."
        
        Trmulo, e enojado com ela, sentou Maggie atrs.
        
        Ela soube a rotina e manteve os olhos dela fechados, tomou flego dentro lento e firma. Os olhos dela tremularam aberto em surpresa quando ela sentia o pano 
fresco na cabea dela.
        
        "Obrigado."
        
        "Beba um pouco de gua." Esperando isto era o movimento certo, Shannon urgiu o copo que ela h pouco tinha enchido na mo de Maggie. "Voc ainda est muito 
plido."
        
        "Passa. O modo de s natureza do lembrar para voc tem muito  frente pior em nove meses."
        
        "Pensamento alegre." Shannon sentou novamente, enquanto mantendo os olhos dela colados  face de Maggie. "Por que voc est tendo outro? "
        
        "Eu gosto de desafios. E eu quero mais criana-que era uma surpresa grande a mim como soube nunca eu que eu quereria o primeiro.  uma aventura, realmente, 
uma pouca vertigem, se pondo enjoado de uma manh, crescente gordo como um "porco de prmio.
        
        "Eu levarei sua palavra para isto. Sua cor est voltando.
        
        "Ento voc pode deixar de me encarar como se eu ia brotar asas." Ela deslizou o pano da sobrancelha dela, fixe na mesa entre eles. Obrigado."
        
        Aliviado, Shannon apoiou atrs na cadeira dela. "No mencione."
        
        "Desde que voc expe isto. Maggie arrancou ao pano mido. "Eu agradeceria se voc no mencionasse a Brie, ou qualquer um, que eu tive um pouco de um feitio. 
Ela exageraria, voc v - ento Rogan comearia pairando."
        
        "E voc faz melhor a proteger que sendo protegido."
        
        "Voc poderia dizer isso."
        
        Pensativo, Shannon tocou tambor os dedos dela na mesa. Eles tinham cruzado alguma linha, ela pensou, sem qualquer um deles percebendo isto. Talvez ela daria 
o prximo, deliberado passo.
        
        "Voc quer que eu mantenha quieto sobre isto? "
        
        "Eu fao, sim."
        
        "O que  valor para voc? "
        
        Se ido o guarda, Maggie piscou. "Valor? "
        
        "Ns poderamos chamar isto uma troca de favores."
        
        Sobrancelhas tricotam, Maggie acernar com a cabea. "Ns pudemos. Que favor busca voc? "
        
        "Eu quero ver onde voc trabalha."
        
        "Onde eu trabalho? " Suspeita passou despercebido na voz dela, e os olhos dela. "Dentro de minha casa de copo? "
        
        Nada poderia ter sido mais doce, Shannon decidiu. "Eu realmente o ouo odiar quando as pessoas entrarem em sua casa de copo, faa perguntas, cutuque ao redor. 
Isso  o que eu quero fazer." Ela subiu para levar a xcara dela  pia. "Caso contrrio, h pouco poderia deslizar fora sobre voc quase desfalecendo na cozinha."
        
        "Eu no desfaleci", Maggie murmurou. "Corpo pode nem mesmo tenha um pequeno feitio em paz", ela continuou como ela empurrou atrs da mesa. So supostas 
as "pessoas para ser tolerantes de uma mulher com criana. Venha ento." Obviamente descontente, ela levou de volta o bon dela fora do bolso dela e encheu isto 
na cabea dela.
        
        "Eu pensei eu dirigiria."
        
        "H pouco igual um ianque", Maggie disse em desgosto. "Ns estamos caminhando."
        
        "Multa." Shannon agarrou a jaqueta de Murphy da cavilha e seguiu. "Onde Liam ? " ela perguntou como eles encabearam em cima do gramado de parte de trs.
        
        "Com o da dele. Rogan teve a idia eu precisei um mentira-em esta manh e o se foi para a galeria durante alguns horas."
        
        "Eu gostaria de ver isto. A galeria. Eu fui dentro Mundial em Nova Iorque."
        
        "Este aqui no como elegante. A meta de Rogan era fazer isto mais uma casa para arte que uma exibio. Ns caracterizamos s artistas irlandeses e artesos. 
 sido um ano desde que abriu, e ele  terminado o que ele teve a inteno de fazer. Mas ento-ele sempre faz." gil, ela balanou em cima da primeira parede.
        
        "Voc esteve casado longo? "
        
        "Dois anos logo. Isso era qualquer outra coisa que ele teve a inteno de fazer." A fez sorrir para pensar nisto, se lembrar como ela tinha o lutado todo 
passo do modo. "Voc tem nenhum pensamento de matrimnio, um homem que espera por voc voltar? "
        
        "No." Como se em sugesto ela ouvisse o som de um trator, ento viu Murphy que vai no campo distante. "Eu estou concentrando em minha carreira."
        
        "Eu sei como isso ." Maggie ergueu a mo dela em uma onda. "Ele estar voltando para o pntano dele para cortar relva.  um dia bom para isto, e ele prefere 
turfa a madeira ou carvo."
        
        Turfa incendeia e pntanos, pensamento de Shannon. Mas Deus, no fez ele olha equitao boa em cima da terra dele com o sol que flui abaixo nele. "Ele far 
tudo s? "
        
        "No, haver ajuda.  raro que um homem corte relva por ele. No muitos fazem isto agora, leva tal tempo e esforo. Mas Murphy sempre faz uso do que ele 
tem." Maggie interrompeu um minuto para virar um crculo lento. "Ele ter uma colheita boa este ano. Depois que o pai dele morreu, ele ps tudo o que ele est neste 
lugar. E ele  feito isto lustrar como o pai dele, e mina, nunca pde." Como caminharam novamente eles, ela se inclinou Shannon um olhar. "Isto era Concannon pousam 
uma vez."
        
        "Murphy mencionou que ele tinha comprado isto." Eles revisaram a prxima parede. Eles estavam agora perto da casa de fazenda, e Shannon poderia ver galinhas 
que arranham na jarda. "Era este sua casa, ento, antes de? "
        
        "Sim, mas no em minha memria. Ns crescemos em Blackthorn. Se voc volta que alguns geraes, o Muldoons e Concannons estavam relacionados. Havia irmos 
que voc v, que herdou toda a terra aqui, e dividiu isto entre eles. A pessoa no pde mas planta uma semente que pularia fora da terra. E o outro parecia crescer 
nada mais que pedras. Mas  dito que ele bebeu mais que ele arou.
        
        Havia cime e tempera entre eles, e as esposas deles/delas no falariam se eles se encontrassem cara a cara."
        
        "Confortvel", Shannon comentou e foi intrigado para se lembrar de pr a jaqueta pedida emprestado na inclinao de parte de trs tambm.
        
        "E um dia bom que o segundo irmo, o que preferiu cerveja a fertilizante, desapareceu. Desaparecido. Do modo da herana, o primeiro irmo possuiu toda a 
terra agora. Ele deixou o esposa do irmo dele e as crianas ficam dentro o cabana-o qual seria agora minha casa. Alguns disseram que ele fez assim fora de culpa, 
para isto foi suspeitado que ele anulou o irmo" dele.
        
        "O morto? " Surpreso, Shannon olhou em cima de. "O que  isto? O Caim e Abel? "
        
        "Um pouco goste, eu suponho. Embora o irmo assassinando herdasse o jardim em lugar de ser banido disto. O nome deles/delas era Concannon, e como passou 
tempo que um das filhas do irmo perdido se casou um Muldoon. Eles eram determinados uma fatia de terra pelo tio dela e trabalharam bem isto. E durante os anos virou 
a mar. Agora  Muldoon pousam, e o Concannons tm s as extremidades."
        
        "E voc no se ressente que? "
        
        "Por que deva eu?  justia justa. E at mesmo se no fosse, at mesmo se que h muito tempo o irmo entrou em algum pntano em um estupor bbedo,  Murphy 
que nunca ama a terra como meu prprio da fez. Aqui ns estamos. Isto  o que  meu."
        
        " uma casa adorvel." E era, ela meditou, enquanto estudando isto. Um pouco mais que uma cabana, ela decidiu, entretanto isso era certamente o corao disto. 
A bonita pedra que era to tpico da rosa de rea para cima dois chos. Havia uma sacudida interessante na linha disto, a que ela assumiu era uma adio. E o toque 
do artista, ela pensou, no ornamento que foi pintado uma prpura de pavo.
        
        "Ns acrescentamos a isto, de forma que Rogan poderia ter espao de escritrio, e h um quarto para Liam." Maggie tremeu a cabea dela como se virou ela. 
"E, claro que, o homem insistiu que ns somemos outro quarto ou dois enquanto ns ramos sobre isto. J planejando uma ninhada, entretanto isso deslizou na ocasio" 
alm de mim.
        
        "Olhares como voc esto o" acomodando.
        
        "Oh, ele est feliz  idia de famlia,  Rogan. Vem de ser uma nica criana, talvez. E eu descobri eu sinto muito o mesmo. Eu tenho uma destreza para maternidade, 
e um orgulho nisto. Estranho como uma pessoa pode mudar tudo."
        
        "Eu no penso que eu percebi que quanto ama voc ele", Shannon disse quietamente. "Voc parece assim... individual."
        
        "O que  a pessoa para fazer com o outro? " Maggie deixou sair uma respirao e carranqueou no edifcio de pedra que era a solido dela, o santurio dela. 
A loja dela. "Bem, faamos isto ento. Mas a transao no diz nada sobre voc pondo suas mos por toda parte coisas."
        
        "A hospitalidade irlandesa afamada."
        
        "Bugger isto", Maggie disse com um sorriso e atravessou para abrir a porta.
        
        O calor era um choque. Explicou o rugido estrondeando que Shannon tinha comeado a ouvir um campo cheio fora. O forno foi iluminado. Perceber isto fizeram 
o dela sinta culpado para manter Maggie de trabalho.
        
        "Eu sinto muito. Eu no percebi eu estaria o sustentando.
        
        "Eu no tenho nada apertando."
        
        A culpa no teve uma chance contra fascinao. Bancos, foram empilhadas estantes com ferramentas, folhas se espalhadas de papel, produes em curso. Havia 
uma cadeira de madeira grande com braos largos, aberturas, e mergulhos esculpiram e lixaram nos lados. Baldes encheram de gua ou areia.
        
        Em um canto, como lanas empilhadas, estavam postes de metal longos.
        
        "Esses tubos so? "
        
        "Pontils. Voc junta o copo no fim deles, faa fundies no forno. Voc usa o tubo para assoar a bolha." Maggie ergueu um. "Voc beija isto com as tomadas."
        
        "Uma bolha de copo." Passado a limpo, Shannon estudou as tores e colunas, as tigelas e se afila Maggie teve helter-skelter de colocao em estantes. "E 
voc faz tudo que que voc quer com isto."
        
        "Voc faz o que voc sente. Voc tem que fazer uma segunda dobra, rolo e frio isto formar o que ns chamamos uma pele. Voc faz muito o trabalho que se senta 
em sua cadeira, enquanto se levantando tempos incontveis para voltar para o forno. Voc tem que continuar o pontil ou o tubo movendo, enquanto usando gravidade, 
lutando isto". Maggie inclinou a cabea dela. "Voc quer tentar isto? "
        
        Tambm escravizado para ser surpreendido pelo convite, Shannon sorriu. "Voc apostou eu fao."
        
        "Algo simples", Maggie murmurou como ela comeou a montar coisas. "Uma bola, achate no fundo. Como um pesa-papis."
        
        Em momentos Shannon achou as mos dela encaixadas em luvas pesadas com um pontil na mo dela. Instrues seguintes, ela imergiu a gorjeta na fundio, virou 
isto.
        
        "No seja to ganancioso", Maggie estalou. "Objetos pegados cronometram."
        
        E esforo, Shannon descobriu. Era no trabalhe para um fraco. Suor gotejou abaixo a parte de trs dela e foi desadvertido quando ela viu a bolha comear 
a formar no fim do tubo.
        
        "Eu fiz isto! "
        
        "No, voc no tem. " Mas Maggie guiou as mos dela, enquanto lhe mostrando como fazer a segunda dobra, rodar isto em cima do mrmore. Ela explicou cada 
passo, nenhum deles completamente atento eles estavam trabalhando em tandem e estavam desfrutando isto.
        
        "Oh,  maravilhoso." Vertiginoso como uma criana, Shannon sorriu para a bola de copo. "Olhe para esses redemoinhos de cor nisto."
        
        "Nenhuma fabricao de uso algo feio. Voc usar isto para aplainar a base. Cuidadoso agora, isso  bom. Voc tem mos inteligentes." Ela trocou o tubo, 
enquanto mostrando para Shannon como prender o outro fim a um pontil. "Agora golpeie afiado, l".
        
        Shannon piscou quando a bola separou do tubo, enquanto segurando agora ao pontil.
        
        "Atrs no forno primeiro", Maggie instruiu, impaciente agora. Aquecer o lbio. Isso  isto, no muito. No forno entra. Recozer. Agora leve que arquivo, golpeie 
novamente."
        
        Quando a bola pousou em um bloco grosso de amiantos, Maggie cercou o forno de uma maneira eficiente e fixou o cronmetro.
        
        "Isso era maravilhoso! "
        
        "Voc fez bem bastante." Maggie se ajoelhou um refrigerador pequeno e tirou duas bebidas frias. "Voc no  presunto-dado ou estpido."
        
        "Obrigado", Shannon disse secamente. Ela tomou uma bebida longa. "Eu penso o overbalanced de lio mo-aceso a pechincha."
        
        Maggie sorriu. "Ento voc me deve, no o faa? "
        
        "Aparentemente." Casualmente Shannon escovou pelos esboos que cobrem de lixo uma banca de trabalho. "Estes so excelentes. Eu vi algumas de seus esboos 
e pinturas em Nova Iorque."
        
        "Eu no sou um pintor. Rogan no  nenhum para deixar qualquer pedao de passagem empresarial por, assim ele leva o que ele gosta deles, os tem montado."
        
        "Eu no discutirei que sua vidraaria  superior a seu desenho."
        
        Maggie engoliu o refrigerante antes de ela sufocasse. "No o v? "
        
        "No. Mas Rogan tem um olho excelente, e eu estou seguro ele seleciona fora seu melhor."
        
        "Oh, estar seguro. Voc o pintor , voc no ? Eu estou seguro leva tremendo talento para puxar anncios."
        
        Desafiado, Shannon fixou abaixo a bebida dela. "Voc realmente no pensa voc  melhor a isto que eu sou."
        
        "Bem, eu no vi nada de seu, eu tenho? A menos que eu sacudisse por em uma revista que espera ter meus dentes limpada."
        
        Shannon fixou o prprio dela e arrebatou para cima um dos nacos de Maggie de carvo. A levou mais longo achar um bloco de desenho e uma folha limpa. Enquanto 
Maggie apoiou o quadril dela  toa na extremidade do banco, Shannon se agachou o trabalho dela.
        
        Ela comeou com golpes rpidos, aborrecimento que a empurra. Ento ela comeou a achar o prazer nisto, e o desejo para beleza.
        
        "Por que, 'tis Liam." A voz de Maggie foi macia como manteiga como ela viu o filho dela emergir. Shannon h pouco estava puxando o de cabea e ombros, concentrando 
naquela travessura que danou nos olhos dele e ao redor a boca dele. O cabelo escuro era mussed, o quirked de lbios  beira de um riso.
        
        "Ele sempre olha como se ele h pouco  estado em dificuldade, ou procurando isto", Shannon murmurou como obscureceu ela.
        
        "Ele faz, sim. Ele  um bem, meu Liam. Voc o pegou assim, Shannon."
        
        Alarmado pela captura na voz de Maggie, Shannon olhou em cima de. "Voc no vai comear chorando. Por favor."
        
        "Hormnios." Sniffled de Maggie e tremeu a cabea dela. "Agora eu suponho eu terei que dizer que voc tem uma mo melhor que eu a puxar."
        
        "Reconhecimento aceitou." Shannon colidiu as rubricas dela ao canto da pgina, ento cuidadosamente rasgou isto fora. Comrcio justo" para um pesa-papis", 
ela disse, enquanto dando isto a Maggie.
        
        "No, no . O equilbrio inclinou novamente. Eu devo outro benefcio" para voc.
        
        Shannon apanhou um trapo para esfregar o p de carvo das mos dela. Ela encarou os prprios dedos dela. "Me fale sobre Thomas Concannon."
        
        Ela no soube onde a necessidade tinha vindo de, e era nenhum menos surpreendido que Maggie que ela tinha perguntado. A pergunta zumbiu durante vrios segundos 
longos.
        
        "Venha dentro." O tom de Maggie era repentinamente suave, como era a mo que ela fixou no brao de Shannon. "Ns teremos ch e conversa disto."
        
        Estava l Brianna os achou quando ela entrou na cozinha de Maggie com Kayla e uma cesta de po de refrigerante.
        
        "Oh, Shannon. Eu no soube que voc estava aqui." E ela nunca teria a pintado l, enquanto sentando  mesa de Maggie enquanto Maggie ameaou ch. "EU... 
Eu trouxe um pouco de po, Maggie", para voc.
        
        "Obrigado. Por que ns no fatiamos alguns para cima? Eu estou sofrendo fome."
        
        "Eu no ia ficar - "
        
        "Eu penso que voc deve." Maggie olhou em cima do ombro dela, os olhos de Brianna se encontrado. "Kayla foi dormir no portador dela, Brie. Por que voc no 
a considera como um cochilo aqui? "
        
        "Certo." Tudo muito atento da tenso no quarto, Brianna fixou o po abaixo e levou para sair o beb com ela.
        
        "Ela est preocupada ns comearemos cuspindo a um ao outro", Maggie comentou. "Brie no  nenhum por lutar."
        
        "Ela  muito suave."
        
        "Ela , sim. A menos que voc empurre a mancha errada. Ento ela  feroz. Sempre parece mais feroz porque nunca  esperado totalmente. Era ela que achou 
as cartas que sua me escreveu. Ele tinha os mantido no sto, voc v. Em uma caixa onde ele gostou de pr coisas importante para ele. Ns no passamos por isto, 
ou algumas das outras coisas dele, por muito tempo depois que ele tivesse morrido."
        
        Ela trouxe a panela, sentou. "Era difcil para ns, e minha me estava morando com Brie uns anos de par atrs na casa at. Manter que paz pudesse ser mantida, 
Brie no falou muito de Da."
        
        "Coisas eram realmente to ruins entre seus pais? "
        
        "Pior que ruim. Eles entraram tarde a um ao outro em vida. Era impulso, e paixo. Embora ele me falasse havido ame uma vez, ao comeo disto."
        
        "Maggie? " Brianna hesitou na entrada.
        
        "Venha e sente. Ela quer falar de Da."
        
        Brianna entrou, enquanto escovando uma mo em cima do ombro de Shannon, talvez em apoio, talvez em gratido, antes de ela os unisse. "Eu sei que  duro para 
voc, Shannon".
        
        "Tem que ser negociado com. Eu tenho evitado isto." Ela ergueu o olhar dela, olhou de perto para cada das irms dela. "Eu quero que voc entenda eu tive 
um pai."
        
        "Eu pensaria que seria uma mulher afortunada que poderia dizer que ela teve dois", Maggie ps dentro. "Ambos que a" amou. Quando Shannon tremeu a cabea 
dela, ela embarrilou em. "Ele era um homem amoroso. Um generoso. Muito generoso s vezes. Como um pai ele era amvel, e paciente, e cheio de diverso. Ele no era 
sbio, nem prspero. E ele teve um hbito de deixar uma tarefa meio terminado."
        
        "Ele sempre estava l se voc precisasse de aplauso", Brianna murmurou. "Ele teve sonhos grandes, ultrajante, e esquemas que eram to tolos. Ele sempre buscou 
fazendo a fortuna dele, mas ele morreu mais rico em amigos que em dinheiro. Voc se lembra do tempo, Maggie, quando ele decidiu que ns criaramos coelhos, para 
as peles? "
        
        "E ele construiu canetas para eles e comprou um par desse branco cabeludo. Oh, a Me estava furiosa ao dinheiro isto custo-e a idia disto." Maggie riu silenciosamente. 
"Coelhos na jarda."
        
        Brianna riu e despejou o ch. "E logo eles eram. Uma vez eles criaram ele no teve o corao para os liquidar ser esfolado. E Maggie e eu estvamos lamentando 
 idia dos pequenos coelhos que so matados."
        
        "Assim ns samos uma noite", Maggie disse, enquanto apanhando a histria, "os trs de ns que se se mover furtivamente aproximadamente como ladres, e os 
deixou sair, a me e pai e os bebs. E ns rimos como bobos quando eles foram saltar fora nos campos." Ela suspirou e apanhou o ch dela. "Ele no teve o corao, 
ou a cabea, para negcio. Ele escrevia poesia", ela se lembrou. Materiais terrveis", verso em branco. Sempre era uma decepo a ele que ele no teve as palavras."
        
        Brianna apertou os lbios dela junto. "Ele no estava contente. Ele tentou ser, e ele trabalhou duro como qualquer homem pde para ver aquele Maggie e eu 
seria. Mas a casa estava cheio de raiva, e como achamos depois ns, a prpria tristeza dele foi mais fundo que qualquer um pudesse alcanar. Ele teve orgulho. Ele 
estava to orgulhoso de voc, Maggie".
        
        "Ele estava orgulhoso de ambos ns. Ele lutou uma batalha terrvel com Me ver que eu fui para Veneza para estudar. Ele no cederia disso. E o que ele ganhou 
para mim o valeu, e Brianna."
        
        "No fez - "
        
        "Sim." Maggie cortou Brianna. "Todos ns conhecemos isto. Comigo ido havia nenhum escolhido mas apoiar em voc, depender de voc cuidar da casa, para ela, 
para tudo".
        
        "Era o que eu quis, tambm".
        
        "Ele teria lhe dado a lua se ele pudesse." Maggie ps uma mo em cima de Brianna. "Voc era a rosa dele. Era como ele falou de voc o dia que ele morreu."
        
        "Como ele morreu? " Shannon perguntou. Era difcil de reunir o quadro, mas ela estava comeando a ver um homem, carne e sangue, faltas e virtudes. "Ele estava 
doente? "
        
        "Ele era, mas nenhum de ns soube." Era doloroso para Maggie, sempre seria voltar para aquele dia. "Eu fui o procurar, em O'Malley. Eu tinha vendido h pouco 
meu primeiro pedao de copo, em Ennis. Ns celebramos l. Era um dia enorme para ambos ns. Era chuva fria, ameaadora, mas ele me pediu que dirigisse com ele. Ns 
samos para Dar laada Cabea, como fez" freqentemente ele.
        
        "Cabea de volta." O corao de Shannon gaguejou, apertou.
        
        "Era o favorito dele de todos os lugares", Maggie lhe falou. "Ele gostou de se levantar na extremidade de Irlanda, enquanto olhando pelo mar para a Amrica."
        
        No, Shannon pensou, no para um lugar. Para uma pessoa. "Minha me me falou eles se encontraram l. Eles se encontraram a "Cabea de Volta.
        
        "Oh." Brianna dobrou as mos dela e olhou para baixo a eles. "Oh, Da pobre. Ele a deve ter visto toda vez ele foi l."
        
        "Era o nome dela que ele disse, quando ele estava morrendo." Maggie no prestou ateno s lgrimas, e os deixou carem. "Era resfriado frio, amargo, e ventoso, 
com a chuva h pouco comeo para chegar. Eu estava lhe perguntando por que, por que ele tinha ficado todos estes anos em infelicidade. Ele tentou me falar, explicar 
que leva duas pessoas para fazer um matrimnio bom ou ruim. Eu no quis ouvir isto. E eu desejei saber se j havido qualquer um outro na vida dele. E ele me falou 
ele tinha amado algum, e que estava como uma seta no corao. Que ele tinha tido nenhum certo a ela."
        
        Depois de uma respirao trmula, continuou ela. "Ele cambaleou e foi cinza. A dor o levou aos joelhos dele, e eu estava to assustado, enquanto gritando 
a ele se levantar, e tentando o puxar. Ele quis um padre, mas estava l h pouco os dois de ns s, na chuva. Ele estava me dizendo ser forte, no virar minha parte 
de trs em meus sonhos. Eu no pude evitar a chuva o. Ele disse meu nome. Ento ele disse a Amanda. S Amanda. E ele morreu."
        
        Abruptamente Maggie empurrou a cadeira atrs e caminhou fora do quarto.
        
        "A" fere, Brianna murmurou. "Ela teve ningum para ajudar, tido que entrar Da no caminho por ela, o dirija todo o modo atrs. Eu preciso ir para ela."
        
        "No, me deixe. Por favor." Sem esperar por consentimento, estava Shannon e entrou no quarto dianteiro. Maggie estava l, enquanto fitando fora a janela.
        
        "Eu estava s com minha me quando ela entrou no coma que ela nunca reavivou de." Conduzindo com o corao dela, Shannon pisou mais ntimo, ps uma mo no 
ombro de Maggie. "No estava ao trmino da terra, e o sol estava lustrando. Tecnicamente, ela ainda estava viva. Mas eu soube que eu tinha a perdido. Havia ningum 
l para ajudar."
        
        No dizendo nada, Maggie ergueu a mo dela, descansou isto em cima de Shannon.
        
        "Era o dia ela me falou sobre-me. Sobre ela e Tom Concannon. Eu estava bravo e ferido e disse coisas a ela eu nunca posso levar de volta. Eu sei que ela 
amou meu pai. Ela amou Colin Bodine. E eu sei ela estava pensando no Tommy dela quando ela me" deixou.
        
        "Ns os culpamos? " Maggie disse quietamente.
        
        "Eu no sei. Eu ainda estou bravo, e eu ainda estou ferido. E mais que qualquer coisa eu no sei que eu realmente sou. Era suposto que eu puxava a meu pai. 
Eu pensei eu fiz." A voz dela rachou, e ela lutou duro novamente a at mesmo isto. "O homem que voc e Brie descreveram  um estranho a mim, e eu no estou seguro 
se eu puder me preocupar."
        
        "Eu sei sobre a raiva. Eu sinto isto, tambm. E eu sei, por razes diferentes, o que  gostar de no estar seguro que e o que realmente est dentro de voc."
        
        "Ele no teria pedido mais que voc poderia dar, Shannon." Brianna entrou no quarto. "Ele nunca perguntou isso de qualquer um." Ela deslizou a mo dela em 
cima de Shannon de forma que os trs deles de p junto, enquanto olhando fora. "Ns somos familiares, pelo sangue. Est at ns decidir se ns pudermos ser familiares 
pelo corao."
        
        Captulo Doze
        
        Ela teve uma grande transao para pensar aproximadamente, e quis o tempo para fazer isto. Shannon soube que ela tinha virado um anos canto muito afiado 
na cozinha de Maggie.
        
        Ela teve as irms.
        
        Ela no pde negar a conexo mais, nem ela poderia parecer parar a expanso de emoo. Ela se preocupou com eles, as famlias deles/delas, as vidas deles/delas. 
Quando ela estava de volta em Nova Iorque, ela imaginou o contato continuaria, com cartas, chamadas, visitas ocasionais. Ela poderia se ver voltando de vez em quando 
a Cabana de Blackthorn para uma semana ou dois pelos anos at mesmo.
        
        Ela teria as pinturas, tambm. O dela primeiro estude da dana de pedra era acabado. Quando ela tinha pisado atrs da tela completada, ela tinha estado atordoada 
que o poder e extenso disto, a paixo completamente disto, tinham vindo dela.
        
        Ela nunca tinha pintado vividamente isso antes, ou sentia tal um anexo emocional feroz a qualquer do trabalho dela.
        
        E tinha a dirigido comear outro at mesmo como a pintura estava secando no primeiro. O esboo que ela tinha feito de Brianna no jardim dela era agora um 
emudeceu, undeniably aquarela romntica, quase complete.
        
        Havia tantos outras idias, assuntos variados. Como ela poderia resistir  luz luminescente, as sombras variadas de verde-o homem velho com a vara de cinza 
grossa ela tinha visto agrupando as vacas dele abaixo uma estrada torcendo? Tudo, toda coisa e toda face que ela viu chorado fora ser pintado.
        
        Ela no viu o dano estendendo a permanncia dela outra semana, ou dois. O feriado de um busman, ela gostou de pensar nisto, onde ela pudesse explorar um 
lado da arte dela que tinha sido largamente ignorado ao longo da carreira dela.
        
        A liberdade financeira dela era uma justificao excelente por alongar o tempo dela na Irlanda. Se o registro dela a Ry-Tilghmanton no fosse forte bastante 
segurar para o sab dela, ento ela acharia outro-bom-posio simplesmente quando ela voltou a Nova Iorque.
        
        Agora ela caminhou abaixo a estrada com a jaqueta de Murphy em cima do brao dela. Ela tinha pretendido voltar isto a ele antes, mas como ela tinha estado 
trabalhando mais ntimo para a hospedaria o ltimo par de dias, no tinha havido a oportunidade.
        
        E tinha parecido passar tal uma tarefa insignificante sobre Brianna muito covardemente ou Cinza.
        
        Em todo caso, ela estava rumo  frente da casa e imaginou ele estaria fora nos campos, ou no celeiro. Deixando isto na varanda dele com uma nota rpida de 
obrigado fixou a isto parecia um modo fcil fora.
        
        Mas, claro que, ele no estava nos campos ou no celeiro.
        
        Ela sups ela deveria ter sabido que ele no estaria com o modo que a sorte dela correu quando aplicado a ele.
        
        Como ela evitou o porto de jardim dele para a calada, ela poderia ver o cicatrizado dele, usado-abaixo botas que cutucam fora de debaixo do pequeno carro 
lamentvel.
        
        "Fuck eu! "
        
        Os olhos dela alargaram, ento danou com humor ao fluxo fixo e imaginativo de maldies que voaram de em baixo do carro.
        
        Buggerin sangrento"' inferno. Aderido como o galo de um vira-lata em uma cadela." Havia o ping de metal metal notvel, o estrondo de um ferramenta cair. 
Pilha maior" de cague fora do chiqueiro."
        
        Com isso, Murphy se empurrou de debaixo do carro. A face dele, cobriu com graxa, incendiada com frustrao, sofreu vrias transformaes rpidas quando ele 
manchou Shannon.
        
        Consternao virou a embarao, e que para um sorriso encantadamente embaraado.
        
        "No saiba voc estava l." Ele esfregou a parte de trs da mo dele em cima do queixo dele, enquanto cobrindo graxa e um rastro de sangue. "Eu teria levado 
um pouco mais cuidado com meu idioma."
        
        "Eu fui conhecido para usar alguns das mesmas palavras", ela disse facilmente. "Embora no com aquela cano alegre agradvel, rolante. Problemas tendo? 
"
        
        "Poderia ser pior." Ele sentou onde ele era um momento, ento desdobrou o e rosa em o que era quase graa de balletic. "Eu prometi meu sobrinho Patrick eu 
adquiriria isto na estrada para ele, mas vai levar um pouco mais longo que eu pensei."
        
        Ela estudou o carro novamente. "Se voc puder adquirir aquela corrida, voc est trabalhando milagres."
        
        " h pouco a transmisso. Eu posso fixar isso." Ele deu para o carro uma carranca final. "No  meu trabalho para fazer isto bonito. Agradea o Jesus."
        
        "Eu no o manterei. Eu s-voc est sangrando." Ela cercou a distncia entre eles em um pulo, impedindo a mo dele e se afligindo com a fatia rasa no dedo 
polegar dele que estava vazando sangue.
        
        "Rasgado isto alguns no hemorragia-aceso dos parafusos."
        
        "O que estava preso gosta - "
        
        "Sim." A cor dele subiu, enquanto a divertindo. "Naquele."
        
        "Voc limparia melhor isto. Era a volta dela a ser envergonhada a propsito ela tinha segurado em para a mo dele. Ela deixou isto derrubar.
        
        "Eu adquirirei a isto." A assistindo, ele tirou uma bandana do bolso de parte de trs dele estancar o fluxo. "Eu estava desejando saber quando voc viria. 
Voc tem me" evitado.
        
        "No, eu estive ocupado. Eu pretendi adquirir esta parte de trs a voc antes."
        
        Ele levou a jaqueta que ela lhe deu, lanou isto sobre o capuz do carro. "No  nenhum problema. Eu tenho outro." Com um meio sorriso na face dele ele apoiou 
contra o carro e tirou um cigarro. "Seguramente e parecendo adorvel hoje, Shannon Bodine. E seguro voc  como bem, desde que eu sou muito imundo para para o aborrecer. 
Voc sonhou comigo? "
        
        "No comece que, Murphy."
        
        "Sim." Ele iluminado uma partida, cupping a mo dele em cima da gorjeta do cigarro. "Eu tive sonhos de voc agora de, e de antes de. Eles estariam confortando 
se voc estivesse na cama ao lado de mim."
        
        "Ento voc vai ser incmodo, porque isso no vai acontecer."
        
        Ele s arrastou na orelha dele e sorriu a ela. "Eu o vi alguns dias atrs, enquanto caminhando para o outro lado dos campos com Maggie. Voc parecia mais 
fcil com ela."
        
        "Ns h pouco amos para a loja dela. Eu quis ver isto."
        
        A sobrancelha dele atirou para cima. "E ela mostrou para voc? "
        
        "Isso  certo. Ns fizemos um pesa-papis."
        
        "Ns." Agora a boca dele caiu aberta. "Voc tocou as ferramentas dela e seus dedos no esto quebrados? Eu vejo como era", ele decidiu. "Voc a dominou e 
a amarrou para cima primeiro."
        
        Sentindo um pouco presumido, Shannon arrancou  manga dela. "No era necessrio recorrer a violncia."
        
        "Deve ser esses olhos de fada seu." Ele pescou a cabea dele. No h agora como muita tristeza neles. Voc est curando."
        
        "Eu penso diariamente nela. Minha me. Eu estava tanto longe dela e Pai os ltimos anos."
        
        " a natureza de coisas, Shannon, para crianas crescer e se mudar fora o prprio" deles/delas.
        
        "Eu mantenho pensamento que eu deveria ter chamado mais freqentemente, fez mais tempo para ir l fora. Especialmente depois que meu pai morresse. Eu soube 
como vida curta pudesse buscar isso, mas eu ainda no fiz o tempo."
        
        Ela se virou olhar para as flores que estavam florescendo sediciosamente na suavidade de fonte. "Eu os perdi ambos dentro de um ano, e eu pensei que eu nunca 
superaria a misria disso. Mas voc faz. A leso entorpece, at mesmo quando voc no quer isto para."
        
        "Nenhum deles quereria que voc lamentasse muito muito tempo. Esses que nos amam querem se lembrar, mas com alegria."
        
        Ela examinou o ombro dela. "Por que  to fcil falar com voc sobre isto? No deveria ser." Virando estar em frente dele, ela tremeu a cabea dela. "Eu 
ia esvaziar aquela jaqueta fora, o figurando seriam em algum lugar fora. E eu ia ficar longe de voc."
        
        Ele derrubou o cigarro no passeio, esmagou isto fora. "Eu teria vindo atrs de voc, quando eu tinha considerado que voc tinha tido tempo para resolver."
        
        "No vai trabalhar. Parte de mim sente quase muita, porque eu estou comeando a pensar o  um entre um milho de. Mas no vai trabalhar."
        
        "Por que voc no vem aqui e me beija, Shannon? " O convite estava claro, amigvel, e confiante. "Ento me fale que tolice novamente."
        
        "No." Ela disse isto firmemente, ento um riso borbulhou fora. "Aquele tipo de presuno deveria irritar o inferno fora de mim." Ela lanou o cabelo dela 
atrs. "Eu vou."
        
        "Venha dentro, tenha uma xcara de ch. Eu lavarei para cima." Ele pisou adiante, mas tomou cuidado para no a tocar. "Ento eu o" beijarei.
        
        O grito de alegria o teve conferindo. Dando uma olhada, ele manchou Liam que sobe para cima a calada. Com um esforo, Murphy ps desejo na espera.
        
        "Bem, aqui  um rapaz provvel venha visitar." Murphy se agachou para o beijo ruidoso. "Como tudo vai ento, Liam? Eu o puxaria para cima, menino-o", ele 
contou para Liam como a criana ergueu os braos dele. "Mas sua me tem minha pele para isto."
        
        "Como sobre mim? "
        
        Liam trocou afetos e escalou felizmente nos braos de Shannon. Ela o resolveu sobre o quadril dela como Rogan se transformou no passeio.
        
        "Ele est fora como uma bala de uma arma quando ele adquirir dentro de dez jardas deste lugar." Rogan ergueu uma sobrancelha como ele esquadrinhou o pequeno 
carro. "Como este andamento ? "
        
        "Uma grande transao mais que lento. Shannon h pouco estava entrando para uma xcara de ch. Voc ter uma xcara? "
        
        "Ns no notaramos que, v ns, Liam? "
        
        "Ch", Liam disse, enquanto sorrindo, e beijou morto de Shannon na boca.
        
        " a idia do bolo que poderia ir com isto isso o faz afetuoso", Rogan disse secamente. " voc eu
        
        estava vindo ver, Shannon. Voc me salvou um pouco de um passeio."
        
        "Oh." Olhou como se ela esteja agora presa. Levando isto filosoficamente, ela levou Liam na casa.
        
        "Entre em na cozinha", Murphy lhes falou. "Eu preciso limpar.
        
        Enquanto Liam tagarelou em geringona sria, Shannon resolveu na cozinha com Rogan. A pegou de surpresa o ver encher a chaleira, mea ch, aquea a panela. 
Ela sups no deveria ter, mas ele era assim... alise, ela decidiu. As roupas dele poderiam ter sido casuais, mas tudo sobre ele falou de dinheiro, privilgio, e 
poder.
        
        "Eu posso lhe fazer uma pergunta? " ela disse depressa, antes de ela pudesse mudar a mente dela.
        
        "Claro que."
        
        "O que  um homem o goste fazendo aqui? "
        
        Ele sorriu, to depressa, assim stunningly, ela teve que lutar para impedir a boca dela derrubar aberto. Aquele sorriso, ela percebeu, era uma arma principal.
        
        "No um edifcio comercial", ele comeou, "no um teatro ou um restaurante francs em viso."
        
        "Exatamente. No que no  uma mancha bonita, mas eu continuo esperando algum para dizer 'corte', ento a tela dar um branco e eu perceberei eu tenho caminhado 
por um filme."
        
        Rogan abriu uma lata, tirou um dos biscoitos de Murphy para entreter Liam. "Minha reao inicial para esta parte do mundo no era totalmente to romntica 
quanto isso. A primeira vez que eu sa daqui, eu estava amaldioando toda milha barrenta. Cristo, parecia nunca deixaria de chover, e longe de Dublin est o oeste, 
em mais que milhas. Aqui, me deixe o levar. Ele ter miolos por toda parte voc."
        
        "Eu no noto." Shannon se aconchegou Liam mais ntimo. "Mas voc resolveu aqui", ela incitou Rogan.
        
        "Ns temos uma casa aqui, e uma casa em Dublin. Eu tinha querido a galeria nova, est trabalhando no conceito disto antes de eu conhecesse Maggie. E depois 
que eu a tive debaixo de contrato, se apaixone por ela, a molestou em me se casar, o conceito se tornou Galerias Mundiais Clare."
        
        "Voc quer dizer isto uma deciso empresarial era? "
        
        "Isso era secundrio. Ela est arraigada aqui. Se eu tivesse a arrancado, teria quebrado o corao dela. Assim ns temos Clare, e Dublin, e isto contedos 
ns."
        
        Ele subiu, enquanto indo para a chaleira que estava atirando vapor, terminar fabricao o ch. "Maggie me mostrou o esboo que voc fez de Liam. Leva habilidade 
para pr tanto em alguns linhas e matizaes."
        
        "Carvo simples, e amvel de um passatempo meu."
        
        "Ah, um passatempo". Mantendo os cartes dele perto do colete dele, Rogan virou quando Murphy entrou. "Sua msica  um passatempo, Murphy? "
        
        " meu corao." Ele parou pela mesa para arrepiar o cabelo de Liam. "Roubando meus biscoitos. Voc ter que pagar por isso." Ele arrebatou o menino para 
cima, enquanto titilando as costelas dele e enviando Liam em gritos de risada.
        
        "Transporte em caminho", Liam exigiu.
        
        "Voc sabe onde , no o faa? V ento em e adquira." Murphy fixou Liam abaixo, bateu levemente o alvo dele. "Sente no cho em l e jogue com isto. Se eu 
ouo qualquer coisa que eu no devo, eu estou vindo atrs de voc."
        
        Como Liam titubeou fora, Murphy abriu um gabinete para xcaras. "Ele  parcial a um caminho de madeira velho que eu tive como um menino", ele explicou. 
"Parcial bastante que pode o manter quieto e fora de dificuldade durante dez ou quinze minutos a um v. Se sente, Rogan, eu cuidarei do resto disto."
        
        Rogan uniu Shannon  mesa, sorriu novamente a ela. "Eu tive um olhar  pintura que voc terminou, o um das pedras paradas? Eu espero que voc no note."
        
        "No." Mas a sobrancelha dela dobrou.
        
        "Voc faz alguns, e Brie no estava contente sobre meu teimar em subir olhar quando ela mencionou isto a mim. Ela disse que eu era lhe falar me que eu tinha 
invadido sua privacidade, e se desculpa para isto."
        
        "No importa, realmente." Ela olhou para Murphy como ele encheu xcaras. "Obrigado."
        
        "Eu lhe oferecerei mil libras para isto."
        
        Ela agradeceu ela contudo tomar um gole de ch. Seguramente ela teria sufocado nisto. "Voc no  srio."
        
        "Eu sempre sou srio sobre arte. Se voc tem qualquer outra coisa terminado, ou em desenvolvimento, eu seria interessado ter olhar" primeiro.
        
        Ela era alm confundido. "Eu no vendo minhas pinturas."
        
        Rogan acernar com a cabea, tomou um gole contentemente ao ch dele. "Isso est bem. Eu os venderei para voc. Mundialmente seria agradado para representar 
seu trabalho."
        
        Fala era impossvel, pelo menos at que a mente dela deixou de girar. Ela soube que ela teve talento. Ela nunca teria subido to longe a Ry-Tilghmanton se 
ela tivesse sido medocre. Mas pintar era durante os sbados pelas manhs, ou frias.
        
        "Ns gostaramos" muito, Rogan foi em, enquanto sabendo precisamente como e quando apertar a vantagem dele, caracterizar seu trabalho na "galeria de Clare.
        
        "Eu no sou irlands." Porque a voz dela no era forte, Shannon carranqueou e tentou novamente. "Maggie disse que voc caracteriza s artistas irlandeses 
l, e eu no sou irlands." Aquela declarao foi conhecida com silncio respeitoso. "Eu sou americano", ela insistiu, um pequeno desesperadamente.
        
        A esposa dele tinha lhe falado Shannon reagiria precisamente deste modo dentro. Rogan era, como ele preferiu ser, dois passos  frente da pedreira dele. 
"Se voc concordar, ns poderamos o caracterizar como nosso artista de convidado americano, de extrao irlandesa. Eu tenho nenhum problema que compra seu trabalho 
sincero, em um pedao atravs de base de pedao, mas eu acredito que seria a nosso benefcio mtuo ter um acordo mais formal, com condies precisas".
        
        "Isso  como ele adquiriu Maggie", Murphy contou para Shannon, enquanto se desfrutando. "Mas eu desejo que voc no lhe vendesse aquela pintura, Shannon, 
at que eu vi isto para mim. Poderia ser eu pude outbid ele."
        
        "Eu no penso que eu quero vender isto. Eu no sei. Eu nunca tive que pensar nisto." Confuso, ela empurrou ao cabelo dela. "Rogan, eu sou um artista comercial."
        
        "Voc  um artista", ele corrigiu. "E voc  limitaes postas tolas em voc. Se voc prefere pensar nas pedras paradas - "
        
        " A Dana", ela murmurou. "Eu intitulei isto s A Dana."
        
        Era ento, pelo tom da voz dela, o olhar nos olhos dela que Rogan soube que ele a teve. Mas ele no era nenhum para se regozijar. "Se voc preferisse pensar 
naquele "trabalho de particular, ele continuou no mesmo tom moderado, razovel, "eu desejo saber se voc me deixaria levar isto  prestao e exibiria isto na galeria."
        
        "EU... Bem - " no s parecia estpido, mas ungracious para contestar. "Seguramente. Se voc gostaria, eu no tenho um problema com isso."
        
        "Eu agradeo. Ele subiu, meio a misso dele completa. "Eu preciso adquirir casa de Liam para o cochilo dele. Maggie e eu estamos trocando trocas sobre este 
tempo hoje. Ela  trabalha esta manh, e agora eu estou entrando na galeria. Eu passarei e apanharei a pintura em meu modo? "
        
        "Eu suponho. Sim, certo. No  moldado."
        
        "Ns levaremos ao cuidado disso. Eu vou estar traando para cima um contrato para voc examinar.
        
        Confuso, ela o encarou. "Um contrato? Mas - "
        
        "Voc ocupar todo o tempo voc precisa ler isto por, reflita sobre, e naturalmente, ns negociaremos qualquer mudana que voc poderia querer. Obrigado 
pelo ch, Murphy. Eu estou esperando o ceili."
        
        Murphy s sorriu a ele, ento virou o sorriso em Shannon quando Rogan saiu para colecionar o filho dele. "Ele  escorregadio, ele no ? "
        
        Ela estava fitando para frente, apalpando pela conversao que tinha acontecido h pouco. "O que aceitei eu? "
        
        "Dependendo em como voc olha para isto, nada. Ou tudo. Ele  cuidadoso, nosso Rogan. Eu estava esperando por isto, assistindo, e ainda eu nunca o vi o flanquear 
at que era terminado."
        
        "Eu no sei sentir sobre isto", Shannon murmurou.
        
        "Parece a mim se eu fosse um artista, e um homem que tem uma reputao ao redor do mundo por ser um perito nisto, e por ter um afeto e entender do melhor 
disto, ache meu trabalho de valor, eu estaria orgulhoso."
        
        "Mas eu no sou um pintor."
        
        Paciente, Murphy dobrou os braos dele na mesa. "Por que  isto, Shannon, voc faz tal um hbito de dizer o que voc no . Voc no  irlands, voc no 
 a irm a Maggie e Brie, voc no  um pintor. Voc no est apaixonado por mim."
        
        "Porque  mais fcil de saber o que voc no  que o que voc ."
        
        Ele sorriu a isso. "Agora, isso  uma coisa sensata que voc disse. Voc sempre quer isto mais fcil? "
        
        "Eu nunca pensava assim. Eu sempre era presumido sobre o fato que eu persegui os desafios." Confundido e um pouco amedrontou, ela fechou os olhos dela. "Muito 
est mudando em mim. Eu no posso adquirir fundamento slido. Toda vez eu pareo, tudo troca novamente."
        
        "E  difcil de mover com isto quando voc  usado para parado firme." Ele subiu, ento a puxou nos braos dele. "No, no preocupe." A voz dele estava quieta 
quando ela endureceu. "Eu no vou fazer qualquer coisa mas o segurar. H pouco descanse sua cabea um minuto, bem. Deixe sair algum do cuidado disto."
        
        "Minha me teria estado emocionada."
        
        "Voc no pode sentir os sentimentos" dela. Suavemente ele acariciou o cabelo dela, enquanto esperando que ela levaria a carcia como foi significado. Em 
amizade. Voc sabe, minha me esperou uma vez que eu fosse embora para cidade e ganharia meu dinheiro em msica."
        
        "Realmente? " Ela achou a cabea dela perfeitamente se conchegou na curva do ombro dele. "Eu teria pensado que sua famlia inteira esperar-querer-o teria 
cultivar."
        
        "Era uma esperana que ela teve, quando eu mostrei um interesse em instrumentos e tal. Ela queria que as crianas dela fossem alm do que ela tinha sabido, 
e ela me amou mais, voc v, que a fazenda."
        
        "E ela foi desapontada? "
        
        "Talvez alguns, at que ela viu isto era o que eu quis." Ele sorriu no cabelo dela. "Talvez alguns igualam depois. Me, Shannon, fale voc est contente em 
seu trabalho? "
        
        "Claro que. Eu sou bom a isto, e eu tenho uma chance para mover para cima. Em alguns anos eu terei a escolha entre nvel de topo a Ry-Tilghmanton, ou comeando 
um negcio de meu prprio.
        
        "Mmm. Sons mais igual ambio que felicidade."
        
        "Por que eles tm que ser diferente? "
        
        "Eu desejo saber." Ele a afastou porque ele foi tentado para a beijar novamente, e no era o que ela h pouco precisou ento. "Talvez voc deveria se perguntar, 
e reflete isto, se puxando outro para algum pe o mesmo sentimento dentro de voc que puxando o que o puxa faz."
        
        Ele a beijou, mas ligeiramente, na sobrancelha. "Enquanto isso, voc deveria estar sorrindo em vez de preocupar. Rogan leva s o melhor para as galerias 
dele. Voc no esteve fora para Ennistymon contudo, o tenha? "
        
        "No." Ela sentia muita ele a deixaria ir. " que onde a galeria ? "
        
        "Prximo. Eu o levarei se voc gostar. Eu no posso hoje", ele disse com um estremecimento ao relgio de parede. "Eu tenho um pouco para fazer aqui ao redor 
contudo, e eu prometi passar Feeney e o ajuda com o trator." "No, e eu mantive bastante de qualquer maneira" o longo.
        
        "Voc pode me manter contanto que voc queira." Ele levou a mo dela, enquanto correndo o dedo polegar dele em cima das juntas dela. "Talvez voc desceria 
o bar hoje  noite. Eu lhe comprarei uma bebida celebrar."
        
        "Eu no estou seguro o que eu estou celebrando, mas eu poderia fazer isso." O se antecipando, ela pisou atrs. "Murphy, eu no vim aqui para lutar na cozinha."
        
        "Eu nunca disse voc fez."
        
        "Voc est adquirindo aquele olhar em seus olhos", ela murmurou. "E isso  minha pista para partir."
        
        "Minhas mos esto agora limpas, assim eu no vou nenhum muss voc para cima se eu o" beijasse.
        
        "Eu no estou preocupado sobre ser mussed, eu estou preocupado sobre ser... no importa. H pouco mantenha suas mos onde eu posso os ver. Eu quero dizer 
isto."
        
        Obrigando, ele os ergueu palmas fora, ento sentia a volta de corao dele em cima de quando ela subiu nos dedos do p dela e beijou a bochecha dele.
        
        "Obrigado pelo ch, e o ombro."
        
        "Voc ou  bem-vindo para, a qualquer hora".
        
        Ela suspirou e se comps outro passo atrs. "Eu sei. Voc faz isto difcil ser sensato."
        
        "Se voc tiver uma mente para ser insensvel, Feeney pode esperar."
        
        Ela teve que rir. Nenhum homem alguma vez tinha lhe perguntado a cama com bastante tal estilo. "Volte trabalhar, Murphy. Eu penso que eu estou no humor pintar."
        
        Ela saiu a parte de trs, acostumada agora ao modo em cima dos campos.
        
        "Shannon Bodine."
        
        "Sim." Rindo novamente, ela virou, enquanto caminhando para trs que como ela o assistiu saia da porta de cozinha.
        
        "Voc pintar algo para mim? Algo que o faz lembrar de mim? "
        
        "Eu posso." Ela lanou para cima uma mo em uma onda, rodada no salto de sapato dela, e saiu com pressa para Blackthorn.
        
        Nos jardins traseiros da hospedaria Kayla cochilou em um bero dobradio perto da amndoa florescendo que Murphy tinha plantado para ela. A me dela estava 
capinando a cama perene perto, e o pai dela estava fazendo melhor o nvel dele para falar Brianna em atividades em recinto fechado.
        
        "O lugar est vazio." Cinza arrastou os dedos dele abaixo o brao de Brianna. "Todos os convidados esto turismo. A criana  adormecida." Ele avanou lentamente 
um pequeno mais ntimo lambiscar  parte de trs do pescoo de Brianna, encorajado pelo calafrio rpido dela de reao. "Venha a cama, Brianna". "Eu tenho trabalho."
        
        "As flores no vo em qualquer lugar." As ervas daninhas" "nem. O sistema dela foi doido como ele deslizou a gorjeta da lngua dele ao longo da pele dela. 
"Ah, olhar. Eu puxei um ster quase. V embora agora, e - "
        
        "Eu o, Brianna", amo. Ele pegou as mos dela, enquanto apertando os lbios dele  parte de trs de cada.
        
        Corao e corpo derreteram. "Oh, Grayson." Os olhos dela tremularam fechado quando ele esfregou os lbios dele persuasivamente em cima de seu. "Ns no podemos. 
Shannon poderia ser atrs qualquer hora." "Uh-oh. Voc pensa que ela  adivinhada onde Kayla veio de? "
        
        "Isso no  o ponto." Mas os braos dela estavam entrelaando o pescoo dele ao redor. Ele deslizou o primeiro alfinete do cabelo dela. "O que  o ponto? 
"
        
        Ela tinha estado segura ela teve um, um ponto muito simples, muito vlido. "Eu o, Grayson", amo.
        
        Passeando na jarda, Shannon parou curto. A primeira reao dela foi divertida embarao a ter tropeado por uma cena muito privada. O prximo, tropeando 
em cima do primeiro, era interesse.
        
        Era um quadro adorvel, romntico, ela meditou. A criana que dorme debaixo de uma manta rosa plida, o flores florescendo, roupas que sopram na linha no 
fundo. E o homem e mulher, enquanto ajoelhando na grama, embrulhado em um ao outro.
        
        Uma piedade, ela pensou, ela no teve um bloco de desenho.
        
        Ela deve ter feito algum som, como Brianna trocou, a viu, e se ruborizou rosily.
        
        "Arrependido. 'Adeus."
        
        "Shannon." At mesmo como se virou Shannon, Brianna estava lutando livre. "No seja tolo." 
        
        "Prossiga, Cinza corrigiu quando Shannon hesitou. "Seja tolo. Suma."
        
        "Grayson! " Chocado, Brianna bateu as mos dele fora e rosa. "Ns-eu estava capinando h pouco os amor-perfeitos."
        
        Shannon aderiu a lngua dela na bochecha dela. "Oh, eu poderia ver isso. Eu vou dar um passeio."
        
        "Voc teve h pouco um passeio."
        
        "Assim, deixe o dela leve outro. Cinza se levantou, embrulhou um brao ao redor da cintura de Brianna, e enviou para Shannon um olhar significante. "Um realmente 
longo." Ignorando o lutas indiferentes da esposa dele, ele arrancou outro alfinete do cabelo dela. Melhor ainda, leve meu carro. Voc pode - " Ele deixou sair um 
gemido quando Kayla comeou a choramingar.
        
        "Ela precisa do nappie dela mudado." Brianna se escapuliu para ir para o bero. Divertido, e sentindo querido maravilhosamente, ela sorriu em cima de ao 
marido dela como ela ergueu o beb. "Voc poderia pr alguma daquela energia em capinar, Grayson. Eu ainda tenho tortas para assar."
        
        "Direito." Com pesar bvio ele assistiu a esposa dele, e as esperanas dele durante uma hora ntima, deslize fora do alcance dele. "Tortas para assar."
        
        "Arrependido." Shannon ergueu os ombros dela quando Brianna levou o beb dentro. "Cronometragem ruim."
        
        "Voc est me" falando. Ele enganchou um brao ao redor o pescoo dela. "Agora voc tem que me ajudar a capinar."
        
        " o menos eu posso fazer." Sociavelmente ela concordou na grama ao lado dele. "Eu levo isto nenhum dos convidados  ao redor."
        
        "Fora para vrios pontos de interesse. Ns ouvimos suas notcias. Parabns."
        
        "Obrigado. Eu adivinho. Eu ainda sou um pequeno shellshocked. Rogan tem um modo de deslizar ao redor e por e em cima de objees at que voc h pouco est 
acernar com a cabea e est aceitando tudo o que ele diz."
        
        "Sim." Intrigado, Cinza estudou o perfil dela. "Voc teria objees a ser associado com Mundial? "
        
        "No. Eu no sei." Ela moveu o dela assume restlessly. "Veio inesperadamente. Eu gosto de estar preparado para coisas. Eu j tenho uma carreira." O qual, 
ela percebeu com um sacuda, ela no tinha dado um pensamento para em semanas. "Eu sou usado a prazos finais, e um passo rpido, a confuso de trabalhar em uma organizao 
ocupada. Pinturas, este tipo de pintar, so solitrias e motivaram atravs de humor em lugar de comercializar." Sendo "usado a um modo de vida no significa voc 
no pode mudar engrenagens, se a recompensa  bastante" grande. Ele olhou para a janela de cozinha. "Depende do que voc quer, e quanto voc quer isto."
        
        "Isso  o que eu no decidi. Eu estou tropeando, Cinza. Eu no sou usado a isso. Eu sempre soube que passo para levar logo, e era confiante, talvez superconfiante, 
sobre o de" o qual eu fui feito.
        
        Pensativo, ela escovou os dedos dela em cima da face roxa luminosa de um amor-perfeito. "Talvez era porque era s meus pais e eu-nenhum outro famlia-que 
eu sempre sentia capaz estar de p em meu prprio, faa o que eu quis exatamente. Eu nunca fiz anexos realmente ntimos como uma criana porque ns movemos ao redor 
tanto. Me fez fcil com estranhos, e confortvel em lugares novos e situaes, mas eu nunca sentia alguma real conexo com qualquer um mas meus pais. At que ns 
nos instalssemos o Colombo, eu estabeleceria minhas metas e focalizaria em os localizar passo atravs de passo cuidadoso. Agora, dentro de um ano, eu perdi meus 
pais, aprendeu que minha vida no era o que eu pensei que era. De repente eu estou nadando em famlia que eu nunca conheci que eu tive. Eu no sei como eu sinto 
sobre eles, ou eu."
        
        Ela observou novamente, administrou um sorriso pequeno. "Emocione. Isso era muito, no era? "
        
        "Normalmente ajuda soar os sentimentos fora." Suavemente ele arrastou no cabelo dela. "Parece a mim se algum bom a ir passo por passo, ela poderia trocar 
e continuar h pouco fazendo que em outra direo. Voc s tem que estar s quando voc quiser estar s. Me levou aprender isso" muito tempo. Ele a beijou, fez o 
dela sorria. "Shannon, eu o bem, relaxe e desfrute o passeio."
        
        Captulo Treze
        
        Pela manh ela escolheu pintar no jardim, enquanto pondo os toques finais na aquarela de Brianna. Da casa o zumbido de atividade veio como uma famlia de 
Municpio Mayo se juntou at licena a hospedaria para a prxima perna da viagem deles/delas sul.
        
        Ela poderia cheirar os pes de quente-cruz que Brianna tinha trazido o caf da manh e as rosas que tinham estourado em flor na subida deles/delas para cima 
o trellace.
        
        Lambiscando na junta dela, Shannon pisou para examinar a tela completada atrs.
        
        "Bem, isso  adorvel." Com Liam em reboque, Maggie pisou pelo gramado atrs dela. "Claro que, ela faz um assunto fcil, faz Brianna." Ela se ajoelhou e 
beijou Liam no nariz. "Sua tia Brie tem seus pes, bem. V os" adquirir.
        
        Quando ele subiu fora, enquanto batendo a porta de cozinha atrs dele, Maggie carranqueou em cima da pintura. O direito de Rogan" ento", ela decidiu. " 
raro que ele no seja que  uma tentativa a mim. Ele levou sua pintura das pedras na galeria antes de eu tivesse uma chance para ver."
        
        "E voc quis confirmar isto para voc."
        
        "Seu esboo de Liam era mais que bom", Maggie concedeu. "Mas um carvo no  bastante para julgar. Eu posso lhe falar agora ele querer isto, e ele o molestar 
at que voc concorda."
        
        "Ele no molesta, ele, bloodlessly."
        
        O riso de Maggie era rpido e rico. "Oh, isso  a verdade. O abenoe. Que mais o tm? " Sem convite ela apanhou o caderno de esboos de Shannon e sacudiu 
por.
        
        "O" ajude, Shannon disse secamente.
        
        Maggie s fez barulhos de aprovao e interessa, ento deixe sair outro deleitou riso. "Voc tem que fazer este aqui, Shannon. Voc deve.  Murphy ao cho. 
O homem e os cavalos dele. Condene, eu desejo que eu tive as mos para fazer retratos goste isto."
        
        "Eu veria l em cima s vezes o quando eu estava pintando o crculo." Shannon inclinou a cabea dela de forma que ela poderia ver a pgina ela. "Era irresistvel."
        
        "Quando voc pintar isto, eu seria agradado para comprar isto para a me" dele. Ela carranqueou ento. "A menos que voc assinasse at l com Sweeney. Se 
ele  qualquer diga nisto, ele me carregar meio uma perna e ambos os braos. O homem pede os preos mais ferozes coisas."
        
        "Eu no pensaria que isso o" aborreceria. Com cuidado, Shannon levou a tela acabado do cavalete e ps isto na mesa. "Quando eu entrei para seu espetculo 
uns anos de par atrs em Nova Iorque, eu desejei isto que estava como um sunburst, tudo estas cores quentes que explodem fora de um caroo central. No meu estilo 
habitual, mas Deus, eu quis isto."
        
        Sonhos incendiados", Maggie murmurou, profundamente lisonjeou.
        
        "Sim, isso  isto. Eu tive que pesar desejo contra um ano alugar-a taxas de Nova Iorque. E eu precisei de um telhado em cima de minha cabea."
        
        "Ele vendeu aquele pedao. Se ele no tivesse, eu teria dado isto a voc." Ao olhar atordoado de Shannon, encolheu os ombros Maggie. " taxa familiar."
        
        Tocado, e no seguro como responder, Shannon fixou uma tela fresca no cavalete dela. "Eu diria que voc tem sorte para ter um gerente astuto que cuida seus 
interesses."
        
        To desconcertado quanto Shannon, Maggie esmagou as mos dela nos bolsos dela. "Assim ele sempre est me falando. Ele  adquiriu a mente dele fixada em fazer 
o mesmo para voc."
        
        "Eu no terei como muito tempo por pintar uma vez eu estou de volta em Nova Iorque." Levando um lpis, Shannon esboou ligeiramente na tela.
        
        Maggie s ergueu uma sobrancelha. Quando uma mulher era uma artista at o osso, ela reconheceu outro. "Ele est tendo contratos traados para cima hoje."
        
        "Ele move rapidamente."
        
        Mais "rapidamente que voc pode cuspir. Ele querer cinqenta por cento", ela somou, enquanto sorrindo wickedly. "Mas voc pode o dirigir at quarenta usando 
a conexo familiar."
        
        A garganta de Shannon era de repente, incomodamente seque. "Eu no aceitei nada contudo."
        
        "Ah, mas voc vai. Ele o arengar, e ele o encantar. Ele ser razovel e eficiente. Voc dir que no, muito obrigado, e ele saltar direito em cima disso. 
Se razo no trabalhar, ele achar um pouco de pouca fraqueza para torcer ou algum desejo privado para beliscar. E voc estar assinando seu nome antes de voc percebesse 
isto. Voc sempre segura um lpis goste isso? "
        
        Ainda carranqueando em cima da predio, Shannon olhou abaixo  mo dela. "Sim. Eu mantenho o pulso solto."
        
        "Mmm. Eu mantenho um aperto mais firme, mas eu poderia tentar isto. 1 deveria lhe dar isto antes de voc comeasse misturando pinturas." Do bolso dela ela 
tirou uma bola de papel acolchoado.
        
        O momento Shannon sentia o peso, ela soube. "Oh,  grande." Uma vez o papel foi puxado aparte, ela segurou o globo at a luz.
        
        "Voc fez isto, a maior parte, assim voc deveria ter isto."
        
        Shannon virou isto de forma que os redemoinhos de fundo azul dentro de forma mudada e tom. "Est bonito. Obrigado."
        
        "Voc  bem-vindo." Maggie retrocedeu  tela. Ela poderia ver o esboo do homem, o cavalo. "Quanto tempo o levar terminar?  uma pergunta srdida, e eu 
s pergunto como eu amaria dar isto a Sra. Brennan, a me de Murphy, quando ela subir para o ceili."
        
        "Se comear a clicar, levar s um dia ou dois." Shannon ps de lado o globo e levou o lpis dela novamente. "Quando o ceili , e o que ? "
        
        " sbado prximo, e um ceili  um tipo de festa-com msica e danando e comida." Ela olhou em cima de como Brianna saiu da porta de cozinha. "Eu estou contando 
para este ianque pobre, ignorante o que um ceili . Onde meu vendaval ? "
        
        "Fora para a aldeia com Grayson. Me sou falado que  o "negcio de homem. Brianna parou, ento sorriu para a tela na mesa. "Oh, eu sou lisonjeado assim. 
Que trabalho adorvel que voc faz, Shannon". Ela espiou  tela nova, cauteloso. Experimente com Maggie tinha ensinado os artistas dela tiveram humores que chamejaram 
como raio. "Isto Murphy , no ? "
        
        "Ser", Shannon murmurou, enquanto estreitando os olhos dela como esboou ela. "Eu no percebi voc estava tendo uma festa, Brie".
        
        "Uma festa? Oh, o ceili. No, Murphy est tendo isto. Ns estvamos no princpio surpresos, desde que a famlia dele tinha vindo para o batismo de Kayla 
h pouco alguns semanas atrs. Mas o lote deles est vindo novamente, assim eles podem o" conhecer.
        
        Shannon derrubou o lpis dela. Lentamente ela dobrou para recobrar isto. "Com licena? "
        
        "Eles esto ansiosos para conseguir o" conhecer, Brianna continuou, tambm passou a limpo na tela para notar que Maggie estava rodando os olhos dela e estava 
fazendo careta. " a me de Murphy adorvel e o marido dela pode fazer to logo novamente" a viagem de Cortia.
        
        Shannon virou. "Por que eles quereriam me conhecer? "
        
        "Porque... " A advertncia registrou, s uma batida muito tarde. Apalpando, Brianna comeou a escovar ao avental dela. "Bem, h pouco  que... Maggie? "
        
        "No olhe para mim. Voc j ps seu p nisto."
        
        " uma pergunta simples, Brianna". Shannon esperou at que Brianna ergueu o olhar dela novamente. "Por que a me de Murphy e a famlia dele voltariam aqui 
para me conhecer? "
        
        "Bem, quando ele lhes falou que ele estava o cortejando, eles - "
        
        "Ele isso que? " Ela lanou o lpis at bon a exploso. "Ele est louco ou s morto de crebro? Quantas vezes tenho eu para lhe falar eu no estou interessado 
antes de ele consumisse isto aquele crnio grosso? "
        
        "Vrias vezes mais, eu apostaria", Maggie disse com um sorriso. H uma piscina na aldeia que est apoiando para um "casamento de junho.
        
        "Maggie! " Brianna disse debaixo da respirao dela.
        
        "Se casando? " Shannon fez um som entre um gemido e uma maldio. "Isso tampa isto. Ele est convocando a me dele para me inspecionar, ele  adquiriu as 
pessoas que apostam - "
        
        "Fato , era Tim O'Malley que comeou a piscina", Maggie ps dentro.
        
        "Ele tem que ser parado."
        
        "Oh, no h nenhum boa da amarra uma vez Tim que uma aposta fez."
        
        Incapaz achar o humor, Shannon atirou Maggie um olhar queimando. "Voc pensa que  engraado? Pessoas nem mesmo as que eu fao sabem est apostando em mim? 
"
        
        Maggie no teve que refletir sobre isto. "Sim." Ento com um riso, ela agarrou Shannon pelos ombros e tremeu. "Oh, o esfrie abaixo. Ningum pode o fazer 
fazer o que voc no quer."
        
        "Murphy Muldoon  um homem morto."
        
        Com menos condolncia que diverso, Maggie bateu levemente a bochecha dela. "Parece a mim voc no seria despedido assim para cima se voc fosse to desinteressado 
quanto voc reivindicao. O que acha voc do assunto, Brie? "
        
        "Eu penso que eu disse mais que suficiente." Mas o corao dela empurrou as palavras fora. "Ele ama voc, Shannon, e eu no pode ajudar mas pode sentir para 
ele. Eu sei o que  cair em amor e no poder descobrir seu modo, no importa como tolo o faz. No seja muito duro nele."
        
        Temperamento escoou to depressa quanto tinha flamejado. "Seria mais duro, no v, para mim deixar isto ir em quando no est em qualquer lugar principal? 
"
        
        Maggie apanhou o caderno de esboos, ento oferecido a pgina fora onde Murphy olhou. "No ? " Quando Shannon no disse nada, Maggie ps de lado o livro 
novamente. "O ceili mais que uma semana fora. Voc ter algum tempo para ordenar isto fora."
        
        "Comeando agora." Shannon apanhou a aquarela e levou isto dentro. No modo at o quarto dela, ela praticou o que ela diria a Murphy exatamente quando ela 
o encalou.
        
        Era uma vergonha que ela teria que romper a amizade deles/delas s quando ela tinha comeado a perceber quanto significou a ela. Mas ela duvidou que ele 
entendesse qualquer coisa menos que amputao total.
        
        E ele tinha trazido isto nele, o idiota. Com um esforo, ela se controlou longo bastante apoiar a tela cuidadosamente contra a parede do quarto dela. Indo 
para a janela, ela esquadrinhou os campos. Depois que um momento ela pegou viso de movimento perto da parte de trs da casa.
        
        Dndi. Ela enfrentaria a besta na guarida dele.
        
        A pressa impetuosa dela a levou abaixo os degraus e fora de. Ela era mediana ao porto antes de ela viu o carro estacionado ao lado da estrada, e Brianna 
e Maggie em qualquer lateral disto.
        
        Ela no teve que ver para saber um argumento era em capacidade total. Ela poderia ouvir isto no tom afiado, impaciente da voz de Maggie. Teria sido fcil 
de continuar no dela modo-mas ela viu a face de Brianna.
        
        Estava plido, e rigidly controlaram, com exceo dos olhos. At mesmo de duas jardas fora, Shannon poderia ver a leso neles.
        
        Ela fixou os dentes dela. Parecia era o dia dela por lidar com crises emocionais. E condena isto, ela estava no humor perfeito.
        
        As palavras bravas vieram a uma parada abrupta como ela escarranchou ao carro e olhou para baixo a Maeve.
        
        "Shannon." Brianna agarrou as mos dela junto. "Eu nunca o apresentei a Lottie. Lottie Sullivan, Shannon Bodine".
        
        A mulher com a redonda face e expresso assediada continuou o processo de escalar fora do lado do motorista.
        
        "Eu sou agradado para o" conhecer, ela disse com um sorriso rpido, apologtico. "E acolhimento."
        
        "Entre o carro, Lottie", que Maeve rompeu. "Ns no estamos ficando."
        
        "O parta de carro ento", Maggie rompeu direito atrs. O acolhimento de Lottie" aqui."
        
        "E eu no sou? "
        
        " voc que  feito que escolha." Maggie dobrou os braos dela. "O faa miservel se voc gosta, mas voc no far isto a Brie."
        
        "Sra. Concannon." Shannon cutucou Maggie aparte. "Eu gostaria de falar com voc."
        
        "Eu no tenho nada que dizer a voc."
        
        "Multa. Ento voc pode escutar." Fora do canto do olho dela, Shannon pegou o aceno de Lottie de aprovao e esperou ganhar isto. "Ns temos uma conexo, 
voc e eu, se ns gostamos ou no. Suas filhas nos unem, e eu no quero ser a causa de frico entre voc."
        
        "Ningum est frico mas" se causando, Maggie disse calorosamente.
        
        "Esteja quieto, Maggie". Shannon ignorou a irm dela assobie de temperamento e continuou. "Voc tem um direito para estar bravo, Sra. Concannon. E ser dodo, 
se  seu orgulho que est sofrendo ou seu corao, no importa. Ainda, o fato  voc no pode mudar o que aconteceu, ou o resultado disto qualquer mais que eu posso."
        
        Embora Maeve no dissesse nada, s continuado fitando fiercely para frente, que Shannon foi determinado para terminar.
        
        "Minha parte nesta coisa inteira  bastante indireta, um resultado em lugar de uma causa. Se ou no voc era parte da causa realmente no importa."
        
        Isso trouxe a cabea de Maeve ao redor, e o veneno vomitando. "Voc ousaria dizer que eu fiz sua me cometer adultrio com meu marido."
        
        "No. Eu no estava l. Minha me culpou ningum, certamente no voc, para as aes dela. E o que eu estou dizendo  isto no importa que papel fez voc. 
Alguns poderiam dizer que desde que voc no o amou, voc no deveria se preocupar que ele achou outra pessoa. Eu no concordo com isso. Voc tem todos o certo no 
mundo se preocupar. O que eles fizeram estava errado."
        
        O prximo protesto de Maggie estava cortado fora por um olhar frio de Shannon. "Estava errado", ela disse novamente, satisfez que ningum interrompeu. "Se 
voc olha moralmente para isto, religiosamente, ou intelectualmente. Voc era a esposa dele, e no importa como insatisfeito qualquer um de voc estava no matrimnio 
que deveria ter sido respeitado. Honrado. No era, e descobrir isto no era afinal de contas estes anos no diminua a raiva ou a traio."
        
        Ela levou uma respirao quieta, atento a ateno daquele Maeve foi centrada completamente nela. "Eu no posso voltar e no posso nascer, Sra. Concannon. 
Nada que qualquer um de ns pode fazer quebrar a conexo, assim ns vamos ter que viver com isto."
        
        Ela pausou novamente. Maeve estava a assistindo agora, e intrigou, os olhos dela estreitaram. "Minha me morreu com minhas palavras duras entre ns. Eu no 
posso fixar que, ou, e eu lamentarei tudo minha vida. No deixe algo voc no pode mudar runa o que voc tem agora. Eu terei sido ido logo. Maggie e Brie e seus 
netos esto aqui mesmo."
        
        Satisfeito ela tinha feito o dela melhor, Shannon pisou atrs. "Agora se voc vai com licena, eu tenho ir assassinar um homem."
        
        Ela comeou abaixo a estrada, tinha adquirido no mais que cinco passos quando ela ouviu a porta de carro aberto.
        
        "Menina."
        
        Shannon parou, virou, e conheceu o levelly de olhar de Maeve. "Sim? "
        
        "Voc fez sua observao." Qualquer esforo levou para conceder isto, Maeve disfarou em um aceno vivo. "E voc tem algum senso, mais que o homem cujo sangue 
j o traspassa fez."
        
        Shannon inclinou a cabea dela em reconhecimento. Obrigado."
        
        Enquanto Shannon continuou no modo dela, todo o mundo bocejou outro a Maeve como se ela tivesse brotado asas. "Bem, voc vai se levantar ao redor fora de 
todo o dia? " ela exigiu. "Adquira um movimento em voc, Lottie. Eu quero entrar e ver minha neta."
        
        No ruim, Shannon decidiu e apertou o passo dela. Se ela tivesse meio tanto sorte que termina para Murphy, ela poderia considerar isto o trabalho de um dia 
excelente.
        
        Quando ela chegou  fazenda e circulou  parte de trs, ela viu Murphy que se levanta perto do paddock de ovelha ao lado de um homem curto, alternar-provido 
de pernas que teve os dentes dele segurou ao redor de um tubo.
        
        Eles no eram que fala, mas ela teria jurado algum tipo de comunicao ia em.
        
        De repente, o homem mais velho subiu e descer a cabea dele. "Certo ento, Murphy. Dois porcos."
        
        "Eu agradeceria se voc pudesse os segurar para mim, Sr. McNee. Para um dia ou dois."
        
        "Que eu posso fazer." Ele empurrou o tubo mais adiante na boca dele e tinha comeado para o paddock quando ele manchou Shannon. "Voc tem companhia, rapaz".
        
        Murphy olhou em cima de e sorriu amplamente. "Shannon. Eu estou contente para o" ver.
        
        "H pouco no comece comigo, voc babuno." Ela escarranchou para empurrar um dedo no trax dele adiante. "Voc tem muito explicando para fazer."
        
        Ao lado deles, McNee se recuperou as orelhas dele. " este o um ento, Murphy? "
        
        Medindo o cho dele, Murphy esfregou o queixo dele. "Ela ."
        
        "Voc levou seu tempo escolhendo a pessoa, mas voc escolheu um justo."
        
        Temperamento borbulhando, Shannon virou em McNee. "Se voc apostou neste idiota, voc pode beijar seu "adeus de dinheiro.
        
        "H uma piscina? " McNee perguntou, ofendido. "Por que eu no fui contado isto? "
        
        Enquanto Shannon considerou a satisfao de bater as cabeas deles/delas junto, Murphy bateu levemente o brao dela. "Se voc vai com licena s um minuto, 
bem. Voc precisa de ajuda que adquire o cordeiro voc imagina, Sr. McNee? "
        
        "No, eu posso controlar o trabalho, e o se parece tenha bastante em suas mos no momento." Com agilidade surpreendente, o homem velho balanou no paddock 
e enviou berrar ovelha se espalhando.
        
        "Ns entraremos.
        
        "Ns ficaremos aqui mesmo", Shannon atirou atrs, ento o xingou quando ele levou um aperto firme no brao dela.
        
        "Ns entraremos, ele repetiu. "Eu prefiro que voc faa seu grito a mim dentro privado."
        
        Do modo cuidadoso dele ele parou  inclinao, puxada fora o Wellingtons barrento dele. Ele abriu a porta para ela, esperou como qualquer homem educado v 
para ela a fazer temporal dentro antes dele.
        
        "Voc sentar? "
        
        "No, o condene a inferno e atrs, eu no sentarei."
        
        Ele encolheu os ombros, apoiou atrs contra o contador. "Ns estaremos de p ento. Voc tem algo em sua mente? "
        
        O tom moderado dele s abanou os fogos. "Como o ouse? Como ouse voc chama sua famlia e lhes diz que venham examina eu, como eu fosse um de seus cavalos 
subindo para leilo."
        
        A face dele relaxou. "Voc est enganado sobre isso. Eu perguntei se eles viessem o conhea. Isso  completamente diferente."
        
        "No  diferente. E voc est os tendo vir em falsas pretenses. Voc lhes falou voc estava me" cortejando.
        
        "Assim eu estou o, Shannon", cortejando.
        
        "Ns estivemos terminado isso, e eu no estou passando novamente" por isto.
        
        "Isso est ento bem. Eu posso lhe oferecer ch? "
        
        Ela estava surpresa ela teve qualquer dente partido, to duro quanto ela estava os moendo. "No, voc no me pode oferecer ch."
        
        "Eu tenho qualquer outra coisa para voc." Ele alcanou atrs dele no contador e apanhou uma caixa. "Eu estava em Ennis um dia ou to atrs e comprou isto 
para voc. Eu esqueci de dar isto a voc ontem."
        
        Em um gesto ela reconheceu como infantil, ela ps as mos dela atrs da parte de trs dela. "No, absolutamente no. Eu no estou levando presentes de voc. 
Isto est nem mesmo divertir mais remotamente, Murphy".
        
        Ele abriu a caixa ele simplesmente. "Voc gosta de usar bonitas coisas. Estes pegaram meu olho."
        
        Apesar das melhores intenes dela, ela olhou para baixo na caixa aberta. Eles eram bonito-tolamente bonitos brincos de exatamente o tipo ela poderia ter 
se escolhido. Foram se conchegados Citrine e coraes de ametista, um sobre o outro.
        
        "Murphy, esses so caros. Os leve de volta.
        
        "Eu no sou um pobre, Shannon, se  minha carteira que voc est preocupando aproximadamente."
        
        "Isso  uma considerao, mas  secundrio." Ela se forou a olhar longe das pedras adorveis. "Eu no estou levando presentes de voc. S o" encorajar.
        
        Ele caminhou para ela at que ela se achou apoiado contra o refrigerador. "No faa voc ousa."
        
        "Voc no est usando hoje", ele observou. "Assim ns os experimentaremos. Ainda segure, bem, eu no sei se eu tenho a destreza disto."
        
        Ela bateu s mos dele como ele comeou a firmar o primeiro brinco, ento ganiu quando ele cutucou o poste no lbulo dela.
        
        "Voc pediu isto", ele murmurou, enquanto dando para o trabalho a concentrao cheia dele.
        
        "Eu vou o" bater, ela disse entre os dentes dela.
        
        "Espere at que eu seja terminado. Este  trabalho desajeitado para um homem. Por que eles fazem estas pequenas coisas de gancho to sangrento pequeno? L." 
Como um homem satisfeito com a concluso de uma tarefa aborrecida, pisou ele atrs e estudou o resultado. "Eles o" vestem.
        
        "Voc no pode argumentar com o irracional", ela se lembrou. "Murphy, eu o quero chamar sua famlia e lhes dizer que no venham."
        
        "Eu no posso fazer isso. Eles esto esperando o ceili, e o" conhecendo.
        
        Ela bunched as mos dela em punhos. "Certo, ento chame e lhes fale voc cometeu um erro, mudou sua mente, tudo que, e que voc e eu no somos um artigo."
        
        A sobrancelha dele dobrou. "Voc est querendo dizer eu deveria lhes falar eu no vou o me casar? "
        
        "Isso  isto, exatamente". Ela lhe deu um tapinha congratulatrio no brao. "Voc tem adquiriu isto" finalmente.
        
        "Eu odeio dizer que no a voc sobre qualquer coisa, mas eu no posso estar mentindo para minha famlia." Ele era bastante rpido nos ps dele evitar o primeiro 
ponche, ento o segundo. O tero o pegou quase como ele foi se dobrado com risada, mas ele evadiu a impedindo ao redor da cintura e a balanando em um crculo vertiginoso.
        
        "Deus, voc  para mim, Shannon. Eu estou louco apaixonado com voc."
        
        "Louco", ela comeou, mas o resto foi amortecido contra a boca dele.
        
        Ele roubou a respirao dela. Ela no pde voltar isto. Enquanto ela agarrou os ombros dele, ele continuou a circulando, enquanto acrescentando vertigem 
a falta de respirao. A boca dele somou o calor. At mesmo quando ele deixou do girar selvagem, o quarto continuou revolvendo, e o corao dela com isto.
        
        Era um pensamento rpido e atordoante pela neblina de desejo que ele estava lhe dando nenhum escolhido mas o amar.
        
        "Eu no vou deixar isto acontecer." Em uma inundao apavorada de fora, empurrou ela fora.
        
        O cabelo dela foi amarrotado, os olhos dela largo e atordoado. Ele poderia ver o pulso que martela  garganta dela, e a cor o beijo tinha deixado florescendo 
nas bochechas dela.
        
        "Venha a cama comigo, Shannon". A voz dele era grossa, desbaste, e irritado. "Cristo Jesus, eu preciso de voc. Toda vez voc caminha fora h um buraco em 
mim, e um medo terrvel que voc no voltar. Desesperado, ele puxou o fim dela novamente, enterrou a face dele no cabelo dela. "Eu no posso manter vigilncia que 
voc caminha fora, e nunca o" tendo.
        
        "No faa isto." Ela apertou os olhos dela apertado e lutou uma batalha viciosa com o que estava dentro dela. "Voc no deixar isto ser qualquer coisa to 
simples quanto indo para cama, e eu no posso deixar isto ser qualquer outra coisa."
        
        " qualquer outra coisa.  outro" tudo. Ele arrancou o dela atrs. Se lembrando, ele derrubou as mos dele antes dos dedos dele poderia contundir. " porque 
eu o tropeo ao redor? Eu s vezes me ponho desajeitado porque eu sempre no posso pensar de um modo claro quando eu estiver perto de voc."
        
        "No, no  voc, Murphy. Sou eu.  eu e sua idia de ns. E eu controlei isto muito mais desajeitadamente que voc." Ela tentou levar uma respirao funda, 
mas achou o trax dela estava dolorosamente apertado. "Assim eu vou fixar isso. Eu no vou o ver novamente." Mantendo os olhos dela no dele a valha, mas ela recusou 
desistir. "Isso far isto mais fcil para ambos ns. Eu vou comear meus arranjos para voltar para o Nova Iorque."
        
        "Isso est correndo", ele disse uniformemente. "Mas voc sabe se voc est correndo de mim ou de voc? "
        
        " minha vida. Eu tenho que voltar a isto."
        
        A fria que rasteja at mesmo por ele esquerda nenhum quarto para medo. Com os olhos dele queimando em seu, ele alcanou no bolso dele e lanou o que ele 
tinha levado l sobre a mesa.
        
        Os nervos dela comearam a estirar at mesmo antes de ela abaixasse o olhar dela e viu isto. O crculo de cobre com a figura de um garanho modelada. Teria 
um alfinete na parte de trs, ela soube, robusto e grosso bastante para segurar um homem junto est montando capote.
        
        Murphy a assistiu v to plido quanto copo. Os dedos dela alcanaram fora para isto, ento se retirou nitidamente, enquanto enrolando em um punho defensivo.
        
        "O que ? "
        
        "Voc sabe o que ." Ele jurou com violncia estudada quando ela tremeu a cabea dela. "No minta a voc.  pobre vivo."
        
        Ela poderia ver isto contra l escura, poderia perfurar e poderia encapotar beaded com chuva. "Onde voc adquiriu isto? "
        
        "Eu achei isto, centro da dana quando eu era um menino. Eu dormi com isto em minha mo, a mesmo. E sonhou com voc na primeira vez."
        
        Ela no pde levar os olhos dela disto, at mesmo quando a viso dela oscilou. "Isso no  possvel."
        
        "Aconteceu, da mesma maneira que eu lhe" falei. Ele apanhou isto e ofereceu isto para ela.
        
        "Eu no quero isto." Pnico serpenteou na voz dela.
        
        "Eu mantive isto para voc meio minha vida." Mais tranqilo agora, ele passou despercebido isto atrs no bolso dele. "Eu posso manter isto mais longo. No 
h nenhuma necessidade por voc partir antes de voc tivesse o tempo que voc est querendo com suas irms. Eu no o tocarei novamente daquele modo, ou o pressiona 
me dar o para o qual voc no est disposto. Voc tem minha palavra."
        
        Ele manteria isto. Ela conheceu agora bem o bastante no duvidar isto. Como ela poderia lhe culpar por lhe dar uma promessa que fez o dela sinta pequeno 
e choroso? "Eu me preocupo com voc, Murphy. Eu no quero o" ferir.
        
        Ela no pde ter nenhuma idia quanto tinha feito ela h pouco isso. Mas ele manteve a voz dele neutro. "Eu sou um homem crescido, Shannon, e posso cuidar 
de mim."
        
        Ela tinha estado to segura ela poderia caminhar frio fora. Agora ela achou ela quis o segurar novamente, e seja segurado. "Eu no quero soltar sua amizade. 
Veio significar muito pouco tempo" a mim dentro. 
        
        "Voc no pde perder isto." Ele sorriu, entretanto ele teve que manter as mos dele perto dos lados dele se privar de alcanar para ela. "Voc nunca tem 
que preocupar em cima disso."
        
        Ela no tentou como ela partiu e comeou a estrada novamente. E ela tentou no pensar muito profundamente aproximadamente por que ela precisou lamentar.
        
        Captulo Quatorze
        
        Murphy ps a parte de trs dele em sujar fora os estbulos. Trabalho fsico fez parte da vida dele, e ele soube como usar tenso e suar para aliviar a mente.
        
        Era uma pena que no estava trabalhando para ele.
        
        Ele dirigiu a p dele na roupa de cama de palha suja, lanou a carga na pilha crescente no carro de mo dele.
        
        "Voc sempre teve uma pontaria boa, voc fez, Murphy." Maggie passeou para cima atrs dele. Ela estava sorrindo, mas os olhos dela estavam procurando a face 
dele para sinais. E o que ela achou rasgou ao corao dela.
        
        "Por que voc no est trabalhando? " Ele falou sem examinar ou parar. "Eu ouo seu forno."
        
        "Eu vou adquirir a isto." Ela veio mais ntima, enquanto descansando um
        
        passe a porta de baia aberta. "Eu no vim ontem porque eu pensei que voc poderia querer espao um pequeno vivente. Assim eu esperei at esta manh. Shannon 
parecia miservel quando ela veio atrs atrs do ver ontem."
        
        "Eu fiz meus melhor pr ela  vontade." Ele mordeu fora as palavras antes de levar a p dele na prxima baia.
        
        "O que sobre sua facilidade, Murphy? " Maggie ps uma mo na parte de trs dele, enquanto deixando isto se deitam apesar do mal-humorado dele encolha os 
ombros. "Eu posso ver o que voc sente para ela, e eu odeio o conhecer  to chateado."
        
        "Ento voc iria melhor, como eu estou planejando ficar deste modo. Mova atrs, condene, voc ter adubo em sua face."
        
        Ao invs ela arrebatou  manivela da p e teve um bravo e breve lute para isto. "Multe ento." Ela deixou v e escovou as mos dela junto. "Voc pode ir 
em cavar com p a por favor cague tudo voc, mas voc falar comigo."
        
        "Eu estou em nenhum humor para companhia."
        
        "E desde ento quando eu fui companhia? "
        
        "Condene isto, Maggie, v embora. Ele girou nela, temperamento quente nos olhos dele. "Eu no quero sua piedade, eu no quero sua condolncia, e eu no quero 
conselho sangrento."
        
        Ela fisted as mos dela, os se estatelou nos quadris dela, e foi dedo do p para dedo do p com ele. "Se voc pensa que voc pode me tremer fora com palavras 
srdidas e temperamento mais srdido, voc est enganado, rapaz".
        
        Claro que ele no pde, e porque o faria nenhum bom com ela, Murphy fez o que ele poderia fazer para enterrar a fria. "Eu sinto muito, Maggie Mae. Eu no 
deveria bater a voc. Eu preciso estar s para um pouco."
        
        "Murphy - "
        
        Ela o quebraria se ele no a despedisse, e depressa. "No  que eu no agradeo que voc viria e quereria ajudar. Eu no estou pronto para isto. Eu preciso 
lamber minhas feridas em meu prprio. Seja um amigo, bem, e licena eu seja."
        
        Esvaziado, ela fez a nica coisa ela soube como, e apertou a bochecha dela a seu. "Voc vir conversa a mim quando voc pode? "
        
        "Seguramente eu vou. V agora em, seja fora. Eu tenho muito que fazer hoje." Quando ela o deixou, Murphy dirigiu a p dele na palha e amaldioou suavemente, 
viciously, at que ele correu fora de palavras.
        
        Ele trabalhou como um homem possudo at que o sol fixou, ento subiu novamente quando fez para repetir o processo. At mesmo os msculos bem-harmonizados 
dele doeram at que ele se estabelecesse com um sanduche frio e uma garrafa de cerveja.
        
        Ele j estava pensando em cama, entretanto apenas tinha oito anos, quando a porta dos fundos balanou aberto. Rogan e Cinza passou por isto, seguido felizmente 
por Trapaceiro.
        
        "Ns estamos em uma misso, Murphy". Cinza o esbofeteou na parte de trs, ento virada aos armrios.
        
        "Uma misso,  isto." Automaticamente ele arranhou as orelhas de Trapaceiro quando o cachorro ps a cabea dele no colo dele. "De que natureza? "
        
        Ordenam que "ns puxemos fora seu humor preto." Rogan fixou uma garrafa no contador e sem dinheiro o selo. "Ns somos nenhum de ns permitido em casa at 
que ns realizamos isto."
        
        "Brie e Maggie tiveram as cabeas deles/delas junto em cima de voc durante dois dias", Cinza ponha dentro.
        
        No h nenhuma necessidade por isso, ou para isto. Eu estava subindo cama."
        
        "Voc no pode, como um irlands, vire sua parte de trs em dois companheiros e uma garrafa de Jamison. " Cinza esbofeteou trs culos, um por um, na mesa.
        
        "Assim, ns somos se embebedar, ns somos? " Murphy de olhos a garrafa. Ele no tinha pensado daquele.
        
        "As mulheres no puderam mudar a sorte." Rogan verteu trs tiros fortes. "Assim eles concederam que  o "trabalho de um homem. Ele se sentou confortavelmente 
 mesa, ergueu o copo dele. "Slainte."
        
        Murphy arranhou o queixo dele, apagou uma respirao. Isso que o fuck." Ele abaixou o primeiro copo, estremeceu antes de esbofetear isto abaixo para um refil. 
"Voc s trouxe uma garrafa? "
        
        Rindo, Cinza verteu o prximo crculo.
        
        Quando a garrafa era meio ido, Murphy estava sentindo mais jovial. Uma dificuldade temporria, ele soube, e um bobo tem um anos. Mas ele sentia o bobo muito.
        
        "Eu gotta lhe" falam. J um pequeno coxo, Cinza chutou atrs na cadeira dele e aceso soprado dos charutos Rogan tinha provido. "Eu no posso me embebedar.
        
        "Sim, voc pode." Rogan estudou a gorjeta do prprio charuto dele. "Eu o" vi.
        
        "Voc no pde ver nada. Voc estava muito bbado." Achando que maravilhosamente engraado, Cinza apoiou adiante novamente e quase upended. "Mas quer dizer 
que eu quero dizer, eu no posso adquirir assim arou eu no posso fazer amor hoje  noite com minha esposa. Oh, obrigado." Ele apanhou o copo Murphy tinha reenchido 
e tinha gesticulado com isto. "Eu estou compensando tempo perdido." Mortalmente srio, ele descansou o cotovelo dele na mesa. "Voc sabe quanto tempo voc no pode 
quando uma mulher grvida? "
        
        "Sim." Rogan acernar com a cabea sagely. "Eu posso dizer que eu sei precisamente."
        
        "E no os aborrece muito. Eles so... " Grandly gesticulado cinza. "Aninhando. Assim eu estou fazendo as pazes isto, e eu no estou me embebedando.
        
        "Muito tarde", Murphy murmurou e fez carranca no copo dele.
        
        "Voc pensa que ns no sabemos o que est errado com voc? " Em companheirismo Murphy perfurado Cinza no ombro. "Voc  crneo."
        
        Com um riso bufando, Murphy lanou outro tiro atrs. "Deveria ser to fcil."
        
        "Sim." Em um suspiro ventoso Cinza voltou para o charuto dele. "Quando eles o tiverem, eles o tm. Ai no que a verdade, Sweeney? "
        
        Verdade esterlina." Ela est pintando para cima uma tempestade, voc sabe."
        
        Murphy de olhos ele owlishly. "Minha misria, seu lucro? "
        
        Rogan s sorriu. "Ns a teremos espetculo primeiro pelo outono. Ela no conhece isto, mas ns trabalharemos isso ao redor. Voc sabe que ela foi de cabea 
para encabear com Maeve Concannon? "
        
        "Que d'ya significam? " Preferindo os cigarros dele aos charutos de Rogan, Murphy iluminado. "Eles tm uma rixa? "
        
        "No, realmente. Shannon h pouco marchou na mulher e disse o pedao dela. Quando ela era terminada, Maeve disse que ela era uma mulher sensata, ento entrou 
junto na hospedaria ver o beb e Liam jovem."
        
        "Isso  um fato? " Encharcado em admirao e ama, Murphy tomou outra bebida. "Jesus, ela algo , ela no ? Shannon Bodine, duro de cabea e macio de corao. 
Talvez eu irei lhe contar agora mesmo" eu. Ele se empurrou, a constituio dele forte bastante para o impedir balanar. "Talvez eu h pouco irei l em cima em, a 
irei buscar, e trarei o dela atrs onde ela pertence."
        
        "Eu posso assistir? " Cinza quis saber.
        
        "No." Levantando um suspiro, Murphy derrubou atrs na cadeira. "No, eu a prometi eu no vou. Eu odeio isso." Ele apanhou a garrafa, cheio o copo dele novamente 
at que o usque danou  beira. "Eu vou odiar pela manh minha cabea que  a verdade disto. Mas vale a pena." Ele bebeu profundamente. Compartilhar minha tristeza 
com dois dos amigos melhores Deus deu um homem."
        
        Direito de maldio." Beba a isto, Rogan".
        
        "Eu estou pensando que eu poderia ser sbio para compor aquele tempo que voc estava falando de antes agora-como eu estarei perdendo isto em sete meses."
        
        Conspiratorially apoiado cinza para Murphy. "Este sujeito  to afiado,  assustador."
        
        "Eu apreciaria isto se os dois de voc parassem blabbering em sobre mulheres de roupa de cama. Eu estou sofrendo aqui."
        
        " imprudente de ns", Rogan concordou. H nenhuma necessidade para falar de mulheres nada. Eu ouvi sua gua de baa est criando? "
        
        "Ei." Cinza sustentou uma mo. "gua, mulher. Feminino."
        
        "Condenou se voc no tem razo." Agradavelmente, Rogan lanou ao redor de para outro tpico. "Ns adquirimos uma escultura boa em hoje, de artista em Municpio 
Mayo. Ele usou Conemarra marmoreiam, e  trabalho adorvel. Um nu."
        
        "Cague, Rogan, l voc vai novamente." O desgosto exasperado de Grayson enviou Murphy em ventos fortes de risada.
        
        Amigos generosos sendo, eles verteram Murphy em cama quando a garrafa era acabado, ento separou, satisfeito que eles tinham realizado a misso deles/delas.
        
        Ficando longe dela era difcil. At mesmo com as demandas da fazenda, Murphy achou isto difcil perseguir dia dia, e noite depois de noite, sabendo ela s 
estava do outro lado dos campos. E to longe fora do alcance dele. Ajudou pensar ele estava fazendo isto para ela.
        
        Nada acalmou a alma como martrio.
        
        Amigos bem-intencionados no ajudaram. Uma semana depois que ele tinha assistido o passeio dela fora, ele entrou na jarda traseira de Brianna e viu Shannon 
que se levanta ao cavalete dela. Ela estava usando a camisa de moletom de faculdade dela, espirrou e cobriu com pintura e um par de calas jeans folgadas que eram 
rasgado ao joelho.
        
        Ele pensou que ela se parecia um anjo.
        
        Com os olhos dela estreitados, e a gorjeta da escova dela batendo contra os lbios dela, ela estudou o trabalho dela. Ele soube o momento ela o sentia da 
mudana nos olhos dela, o movimento cuidadoso dela de abaixar a escova dela antes de ela virasse a cabea dela.
        
        Ele no falou. Ele soube a lngua dele enroscaria. Depois de um momento desajeitado, ele caminhou mais ntimo e encarou duro a pintura dela.
        
        Era a hospedaria, a viso traseira com seu bonito stonework e janelas abertas. Os jardins de Brianna eram fluxos de cor e forma. A porta de cozinha estava 
aberta largo em acolhimento.
        
        Shannon desejou que ela no tinha posto de lado a escova dela, e apanhou um trapo mais manter as mos dela ocupadas que preocupar fora pintura.
        
        "Assim, o que pensa voc? "
        
        " agradvel." Ele no pde pensar nas palavras. "Parece acabado."
        
        ". H pouco."
        
        "Bem." Ele trocou as caixas de papelo de ovos que ele levou. " agradvel."
        
        Ela virou, enquanto tocando violino com os tubos e escovas no pequeno posto Cinza tinham equipado para ela. "Eu adivinho voc esteve ocupado."
        
        "Eu tenho, sim." Ela olhou para cima, na face dele, e o crebro dele parecia desconectar. "Ocupado." Furioso com ele, ele fez carranca abaixo s caixas de 
papelo dele. "Ovos", ele murmurou. "Brianna pediu ovos. Dito ela precisou deles."
        
        "Oh." Em troca, Shannon encarou as caixas de papelo. "Eu vejo."
        
        Do poleiro dela ao canto interior da janela de cozinha, Brianna rodou os olhos dela. "Olhe para eles, os dois deles. Agindo iguais tolos."
        
        Porque eles pareciam to patticos, ela mudou o plano piloto dela dos deixar s e apressado para a porta.
        
        "Ah, l voc est, Murphy, e voc trouxe os ovos. O abenoe. Entre e tenha um gosto deste strudel que eu fiz."
        
        "Eu preciso - " Mas ela j tinha se apressado atrs na cozinha, enquanto deixando encarando disconcertedly a porta para ele. Trocando as caixas de papelo 
novamente, ele olhou para Shannon. "Eu tenho, ah... " Condene as inteligncias lentas dele, ele pensou. "Por que no faz voc os aloja, e eu estarei a caminho.
        
        "Murphy." Isto teve que parar, Shannon se falou, e testou o cho dela pondo uma mo no brao dele. Ele endureceu, e ela no o pde culpar. "Voc no entrou 
ao redor de em uma semana, e eu sei que voc  usado a derrubar dentro ver Brianna e Ficar cinzento* freqentemente, e facilmente." Ele olhou para baixo  mo dela, 
ento atrs  face dela. "Eu pensei melhor que se afastou.
        
        "Eu sinto muito por isso. Eu no quero que voc sinta aquele modo. Eu pensei que ns ramos que os amigos acalmam."
        
        Os olhos dele ficaram em seu. "Voc no entrou mais" nos campos.
        
        "No, eu no tenho. Eu pensei melhor que se afastou, e eu sinto muito por isso, tambm". Ela quis lhe falar ela tinha sentido falta dele, e tinha medo para. 
"Voc est bravo comigo? "
        
        "Comigo mais." Ele se firmou. Os olhos dela, ele pensou, e o argumento quieto neles, desfaria qualquer homem. "Voc quer algum strudel? " O sorriso dela 
esparramou lentamente. "Sim. Sim." Quando eles entraram, Brianna deixou de prender o flego dela. Obrigado pelos ovos, Murphy". Estando atarefado agora, ela levou 
as caixas de papelo dele e foi para o refrigerador. "Eu os preciso para um prato que eu estarei trazendo o ceili. Voc viu Shannon est pintando?  principal, no 
? "
        
        "." Ele tirou o bon dele, pendurou isto em uma cavilha. "Este strudel de uma receita uma mulher alem me deu semana passada quando ela estava aqui. Voc 
se lembra dela, Shannon, Sra. Metz? O um com a voz grande."
        
        "O Stormtrooper", Shannon disse com um sorriso. "Ela alinhou as trs crianas dela pela manh para inspeo - o marido dela, tambm".
        
        "E limpo como um alfinete eram eles, todo um deles. Voc me falar se o strudel to bom quanto ela reivindicou."
        
        Brianna estava servindo isto quando o telefone tocou. Shannon alcanou para o receptor no telefone de parede. "Eu adquirirei isto. "Cabana de Blackthorn. 
Ela hesitou um momento, sobrancelhas que erguem em surpresa. "Tod? Sim, sou eu." Ela riu. "Eu no so irlands."
        
        Incapaz para impedir o lbio dele enrolar, Murphy se sentou  mesa. "Tod", ele murmurou quando Brianna fixou o strudel em frente a ele. "Sons mais como um 
inseto que um nome."
        
        "Silencie", Brianna ordenou e bateu levemente o brao dele.
        
        "Est bonito", Shannon continuou. "Muito como Heri Local. Se lembre? Burt Lancaster." Ela riu novamente. "Direito. Bem, eu estou fazendo muito andar, e 
comendo. E eu estou pintando."
        
        "Isso enfadou, huh? " A voz dele foi divertida, e um pouco simpatizante.
        
        "No." A sobrancelha dela dobrou. "No."
        
        "No parea seu tipo de transao. De qualquer maneira, quando voc est voltando? "
        
        Ela pegou a telefnica corda enrolando nos dedos dela e comeou a torcer. "Eu no estou seguro. Um par de semanas, provavelmente".
        
        "Cristo, Shan, voc foi l j" um ms.
        
        Os dedos dela preocuparam a corda, enquanto torcendo isto mais apertado. Estranho, no tinha parecido como um ms. "Eu tive trs semanas vindo." Ela ouviu 
o defensiveness no tom, e odiou isto. "O resto est em mim. Como coisas vo l? "
        
        "Voc sabe como . Madhouse regular desde que ns reviramos a conta de Gulfstream. Voc est l a menina dourada, Shan. Dois especializao entalha em seu 
cinto em seis meses entre Gulfstream e Titus."
        
        Ela tinha esquecido de Titus, e carranqueou, enquanto pensando agora no conceito e arte que ela viria para cima com ajudar venda pneus. "Gulfstream  seu."
        
        "Agora, seguro, mas o metal sabe que iniciou isto. Ei, voc no pensa que eu levaria crdito para seu trabalho."
        
        "No, claro que no."
        
        "De qualquer maneira, eu pensei que eu o deixaria saber escada acima que os sujeitos esto contentes, mas nosso departamento est comeando a sentir o belisco 
com o outono e o Natal faz campanha, enquanto adquirindo underway. Ns realmente o precisamos atrs."
        
        Ela sentia a palpitao clara no templo dela, a advertncia de um tenso dor de cabea se preparar. "Eu tenho coisas para trabalhar fora, Tod. Coisas pessoais."
        
        "Voc teve um remendo spero. Eu o, Shannon, conheo voc recuperar seus ps novamente debaixo de voc. E eu sinto falta de voc. Eu sei que coisas estavam 
um pequeno cansadas entre ns quando voc partiu, e eu no era como entendendo como eu deveria ter sido, como sensvel a seus sentimentos. Eu penso que ns podemos 
discutir isso, e volta on-line."
        
        "Voc tem assistido Oprah? "
        
        "Venha, Shan. Voc ocupa um par mais dias, ento me chame. Me deixe conhecer seu nmero de vo e E.T.A. Eu o escolherei no aeroporto, e ns vamos confortvel 
abaixo com uma garrafa de vinho e trabalhamos isto fora."
        
        "Eu voltarei a voc, Tod. Obrigado por chamar."
        
        "No espere muito muito tempo. O metal tem uma memria coletiva curta."
        
        "Eu me lembrarei isso de. Adeus."
        
        Ela desligou, descobriu a corda foi embrulhada messily ao redor os dedos dela. Ela concentrou em endireitar novamente meticulosamente isto.
        
        "Isso era Nova Iorque", ela disse sem se virar. "Um amigo meu no trabalho." Antes de ela balanou ao redor, ela teve certeza ela teve um sorriso luminoso 
na face dela. "Assim, como o strudel ? "
        
        "Veja para voc." Brianna verteu ch de Shannon para ir com isto. O primeiro instinto dela era confortar. Ela segurou o desejo, Murphy confiante para fazer 
o trabalho. "Eu penso que eu ouo o beb", ela disse e se apressou pela porta adjacente.
        
        O apetite de Shannon tinha fugido. Ela olhou listlessly ao strudel, evitou isto para o ch dela. "Meu, ah, escritrio  submergido."
        
        "Ele o quer atrs." Quando os olhos de Shannon ergueram a seu, Murphy inclinou a cabea dele. "Este Tod o quer atrs."
        
        "Ele est controlando algumas de minhas contas enquanto eu tenho sido ido.  muito "trabalho de extra.
        
        "Ele o quer atrs", Murphy disse novamente, e Shannon comeou a cutucar o garfo dela no strudel.
        
        "Ele mencionou isto-em um tipo de noncommital de modo. Ns tivemos uma discusso cansada antes de eu partisse."
        
        "Uma discusso", Murphy repetiu. "Uma discusso cansada. Voc est querendo dizer uma briga? "
        
        "No." Ela sorriu um pouco. "Tod no luta. Debates", ela meditou. "Ele debate. Ele  muito civilizado."
        
        "E ele estava debatendo, de um modo civilizado, agora mesmo?  que por que voc  tudo enroscados? "
        
        "No, ele estava h pouco me alcanando no escritrio. E eu no sou enroscado.
        
        Murphy ps as mos dele em cima do inquieto dela, enquanto os acalmando at que ela olhou novamente para ele. "Voc me pediu que fosse seu amigo. Eu estou 
tentando."
        
        "Eu estou confuso sobre coisas, vrias coisas", que ela disse lentamente. "Normalmente no me leva to longo entender o que eu quero e como adquirir isto. 
Eu sou bom a analisar. Eu sou bom a ngulos. Meu pai era, tambm. Ele sempre poderia fazer mira na linha de fundo. Eu admirei que, eu aprendi isto dele."
        
        Impaciente, ela empurrou as mos dela de debaixo de Murphy. "Eu tive tudo traado, e eu estava fazendo isto trabalhar. A posio com a empresa certa, o apartamento 
suburbano, a guarda-roupa alto-dada poder a, a coleo de arte pequena, mas saborosa. Sociedade no clube de sade certo. Uma pouco exigente relao com um homem 
atraente, prspero que compartilhou meus interesses. Ento tudo caiu separadamente, e me faz to cansado pensar de reunir isto novamente."
        
        " que o que voc quer fazer? Tenha que fazer? "
        
        "Eu no posso continuar tirando isto. Aquela chamada me lembrou eu tenho deixado tudo vento. Eu tenho que ter cho slido debaixo de mim, Murphy. Eu no 
funciono bem caso contrrio." Quando a voz dela sem dinheiro, ela apertou a mo dela aos lbios dela. "Ainda di tanto. Ainda di para pensar em meus pais. Saber 
que eu nunca os verei novamente. Eu nunca consegui dizer adeus. Eu nunca consegui dizer adeus a qualquer um deles."
        
        Ele no disse nada como ele subiu e foi para ela, mas simplesmente a ergueu aos ps dela a embalar nos braos dele. No silncio dele uma compreenso estava 
to perfeita, to elementar, devastou. Ela poderia lamentar e sabe que as lgrimas dela cairiam em um ombro que nunca encolheria os ombros longe dela.
        
        "Eu mantenho pensamento do que eu estou em cima isto", ela administrou. "Ento se se mover furtivamente para cima e aperta meu corao."
        
        "Voc no se deixou passar grito isto. Prossiga, bem. Voc sentir bem para isto."
        
        Rasgou a ele, cada que estremece soluo, e sabendo ele poderia fazer no mais que esteja l.
        
        "Eu os quero atrs."
        
        "Eu sei, bem. Eu sei que voc faz."
        
        "Por que as pessoas tm que partir, Murphy? Por que faa as pessoas que ns amamos e precisamos tanto tm que partir? "
        
        "Eles no fazem, no todo o modo. Voc ainda os tem dentro, e voc no os pode perder de l. Voc no ouve sua me s vezes falando com voc, ou seu pai 
o fazendo lembrar de algo voc fez junto? "
        
        Cansado e achy de chorar, ela virou a bochecha mida dela assim pudesse descansar contra o trax dele. Tolo, ela percebeu. Como tolo tinha sido pensar isto 
era mais forte para conter as lgrimas que os deixar irem.
        
        "Sim." Os lbios dela encurvaram em um sorriso aguado. "Eu s vezes adquiro quadros, de coisas fizemos ns junto. At mesmo as coisas mais ordinrias, como 
tomar o caf da manh".
        
        "Assim eles no deixaram todo o modo, tenha eles? "
        
        Ela fechou os olhos dela, confortados pela batida fixa do corao de Murphy debaixo da orelha dela. "Logo antes a Massa, o Massa de funeral de minha me, 
que o padre se sentou comigo. Ele era muito tipo, compassivo, como ele era s meses antes quando ns enterramos meu pai. Ainda, era a vida linha-perptua standard, 
clemncia, e as recompensas eternas ambos meus pais colheriam tendo sido os catlicos devotos e bem, pessoas atenciosas".
        
        Ela apertou contra ele uma ltima vez, para ela, ento se retirou. "Foi significado me confortar, e talvez fez, um pequeno. O que voc h pouco disse muito 
mais" para ajudas.
        
        "F  um tipo de se lembrar, Shannon. Voc precisa computar suas recordaes em vez de estar ferido por eles." Ele escovou uma lgrima da bochecha dela com 
o lado do dedo polegar dele. "Voc  certo agora? Eu ficarei se voc gosta, ou adquirir Brie para voc."
        
        "No, eu sou certo. Obrigado."
        
        Ele inclinou o queixo dela para cima, beijou a testa dela. "Ento se sente, beba seu ch. E no atravanca sua mente com Nova Iorque at que voc esteja pronto."
        
        "Isso  conselho bom." Quando ela sniffled, ele tirou a bandana dele do bolso dele. "Assoe seu nariz."
        
        Ela riu um pequeno e obedecido. "Eu estou alegre voc veio, Murphy. No se afaste novamente."
        
        "Eu serei ao redor." Porque ele soube que ela precisou de tempo agora a ela, ele virou levar o bon dele da cavilha. "Voc vir novamente logo aos campos? 
Eu gosto do ver pintando l na luz solar."
        
        "Sim, eu virei aos campos. Murphy... " Ela arrastou fora, no seguro como pr a pergunta, ou por que parecia to importante que ela pergunta. "No importa."
        
        Ele pausou na entrada. "O que? Sempre  melhor para dizer o que est em sua mente que deixar isto circular em l."
        
        Circular era exatamente o que estava fazendo. "Eu estava desejando saber. Se ns tivssemos sido... amigos quando minha me estava doente, e eu tinha tido 
que ir embora levar ao cuidado dela. Estar com ela. Quando ela morreu, se eu tivesse lhe falado que eu poderia controlar tudo, at mesmo preferido controlar tudo 
s, voc teria respeitado isso? Se afastado? "
        
        "No, claro que no." Confundido, ele concordou o bon dele na cabea dele. "Isso  uma pergunta estpida. Um amigo no fica longe de um amigo que est afligindo."
        
        "Isso  o que eu pensei", ela murmurou, ento o encarou longo bastante, duro bastante para o ter esfregando a parte de trs da mo dele em cima do queixo 
dele procurando miolos.
        
        "O que? "
        
        "Nada. Eu era - " Ela ergueu a xcara dela e riu de ambos eles. "Woolgathering."
        
        Mais confundido que j, ele devolveu o sorriso dela. "Eu o verei ento. Voc vai, ah, venha ao ceili, no o v? "
        
        "Eu no perderia isto."
        
        Captulo Quinze
        
        Msica estava despejando da casa de fazenda quando Shannon chegou com Brianna e a famlia dela. Eles tinham trazido o carro como Brianna tinha feito muita 
comida para os trs deles controlarem tudo, e o beb, em um passeio.
        
        A primeira surpresa de Shannon da noite era o nmero de veculos ao longo da estrada. As rodas deles/delas inclinadas para cima sobre a beira de grama deixaram 
h pouco bastante quarto de outro carro, com um motorista muito valente ou tolo, apertar por.
        
        "Dos olhares disto, ele ter uma casa cheia", Shannon comentou como eles comearam a descarregar os pratos de Brianna e tigelas.
        
        "Oh, os carros e zorras s so para esses que vivem para caminhar muito longe. A maioria vem a p a um ceili. Fique cinzento*, no incline aquela panela. 
Voc derramar o caldo."
        
        "Eu no inclinaria isto se eu tivesse trs mos."
        
        "Ele  atravessado", Brianna contou para Shannon, "porque as pessoas de publicao dele acrescentaram outra cidade  excurso" dele. Ela no pde manter 
a presuno totalmente da voz dela do lado de fora. "Tempo era o homem no pde esperar ir perambular."
        
        "Tempos mudam, e se voc viesse comigo - "
        
        "Voc sabe que eu no posso deixar a hospedaria durante trs semanas no meio de vero. Venha agora." Apesar da carga eles ambos seguraram, Brianna apoiou 
para o beijar adiante. "No se irrite hoje  noite nisto. Ah, olhe,  Kate."
        
        Ela se apressou adiante, a chamada dela de cumprimentar flutuante no ar.
        
        "Voc sempre poderia cancelar a excurso", Shannon disse debaixo da respirao dela como ela e Cinza seguiu.
        
        "Conte que para ela. 'Voc no estar negligenciando suas responsabilidades para seu trabalho por causa de mim, Grayson Thane. Eu h pouco serei onde voc 
me deixou quando voc voltar.' "
        
        "Bem." Shannon teria batido levemente a bochecha dele se as mos dela no tivessem estado cheias. "Ela vai. Se anime, Cinza. Se eu alguma vez vi que um homem 
que  adquiriu tudo,  voc."
        
        "Sim." Isso ergueu os espritos dele um pequeno. "Sim. Mas vai ser difcil de sentir aquele modo quando eu estiver dormindo s em Cleveland julho" que vem.
        
        "Sofrendo servio de quarto entretanto. Filmes de em-quarto, e a adulao de fs."
        
        "Se cale, Bodine". Ele a deu um cutuque para a enviar pela porta.
        
        Ela no tinha percebido havia tantos pessoas no municpio inteiro. A casa estava cheio deles, vivo com as vozes deles/delas, abarrotado com os movimentos 
deles/delas. Antes de ela era dez passos abaixo o corredor, ela foi apresentada a uma dzia de, e saudou por aquele muitos mais que ela j tinha se encontrado.
        
        Msica de flautas e violinos fluiu fora da sala de estar onde alguns j estavam danando. Foram empilhados pratos de comida alto, equilibrado em joelhos 
enquanto ps pisaram o tempo entusiasticamente. Foram erguidos culos ou sendo apertado em mos de espera.
        
        Ainda mais pessoas aglomeraram na cozinha onde foram esmagadas travessas e tigelas fim para terminar ao longo dos contadores e a mesa de centro. Brianna 
estava l, j vazio deu como o beb foi passado ao redor de e arrulhou em cima de.
        
        "Ah, aqui  Shannon." Brianna irradiou como ela comeou a descarregar os pratos dos braos de Shannon. "Ela no  a um ceili antes. Ns teramos a msica 
tradicionalmente na cozinha, mas no h nenhum quarto para isto. Mas ns podemos ouvir isto s o mesmo. Voc conhece Diedre O'Malley. "
        
        "Sim, oi."
        
        "O adquira um prato, moa", que Diedre ordenou. "Antes das folhas de horda voc nada mais que miolos. Tenhamos esses, Grayson".
        
        "Eu o comerciarei para uma cerveja."
        
        "Eu posso fazer que para voc." Ela riu como ela levou travessas. H bastante ser tido l" fora na inclinao.
        
        "Shannon? "
        
        "Seguramente." Ela sorriu como Cinza saiu a porta para ir buscar garrafas. "No se parece l ser muito hoje  noite empresarial no bar, Sra. O'Malley. "
        
        "No, realmente. Ns fechamos. Um ceili a Murphy esvazia a aldeia. Ah, Alice, que eu h pouco estava falando de seu menino."
        
        Com a garrafa Cinza tinha dado o dela a meio caminho para os lbios dela, Shannon virados ver uma mulher esbelta com cabelo marrom suavemente ondulado entram 
na cozinha. Ela teve os olhos de Murphy, e o sorriso rpido dele.
        
        "Eles empurraram um violino nas mos dele, assim ele no passar da sala de estar durante um tempo." A voz dela era jovial, com um riso na extremidade disto. 
"Eu pensei que eu o fixaria para cima um prato, Dee, no caso de ele acha um momento para comer."
        
        Ela alcanou para um, ento o sorriso dela clareou. "Brie, eu no o vi l. Onde  que anjo seu? "
        
        "Aqui mesmo, Sra. Brennan." Com um sorriso convencido, Cinza pisou para a beijar adiante.
        
        "V em com voc. Diabo  mais igual. Onde  que o beb? "
        
        "Nancy Feeney e Mary Kate jovem fugiram com ela", Deidre disse, enquanto descobrindo os pratos Brianna tinha trazido. "Voc ter que os achar, ento os lute 
para ela."
        
        "E assim eu vou. Ah, escute aquele "jogo de rapaz. Orgulho brilhou nos olhos dela. "Ele  o presente de Deus nas mos" dele.
        
        "Eu estou contente voc poderia vir de Cortia, Sra. Brennan", que Brianna comeou. "Voc no conheceu Shannon. Meu... amigo da Amrica."
        
        "Eu no tenho, no." O orgulho lustrando trocou para acautelar e curiosidade. A voz dela no esfriou precisamente, mas assumiu uma sugesto de formalidade. 
"Eu sou agradado o conhecer, Shannon Bodine". Ela ofereceu a mo dela.
        
        Shannon se pegou esfregando a palma dela nas calas compridas dela antes de aceitar a saudao. " agradvel o conhecer, Sra. Brennan". O que agora? "Murphy 
o" favorece.
        
        Obrigado. Ele  com certeza um rapaz bonito. E voc mora em Cidade de Nova Iorque e puxa para viver? "
        
        "Sim." Miseravelmente incmodo, ela levou um gole da cerveja dela. Quando Maggie passou pela porta dos fundos ruidosamente, Shannon poderia ter beijado os 
ps dela.
        
        "Ns estamos atrasados", Maggie anunciou. "E Rogan est estourando para contar para todo o mundo era minha falta, assim eu direi isto primeiro. Eu tive trabalho 
para terminar." Ela se estatelou uma tigela na mesa, ento Liam fixo at titubeie. "Eu estou sofrendo fome a morte, tambm". Ela arrebatou um dos cogumelos enchidos 
de Brianna de um prato e devorou. "Sra. Brennan, s a mulher que eu busco.
        
        Tudo aquilo que formalidade dura derreteu fora da face de Alice como ela fugiu a mesa ao redor para dar para Maggie um abrao duro. "Domine, voc estava 
igual a uma criana, sempre ruidoso como seis tambores."
        
        "Voc sentir muito voc disse assim quando eu lhe dou seu presente. Venha, Rogan".
        
        "Um homem adquiriu um direito para parar e adquirir uma cerveja." Com um na mo dele ele manobrou o e o pacote embrulhado que ele levou a cabo a porta.
        
        A entrada trouxe saudaes frescas e tagarela. Vendo isto como uma fuga perfeita, Shannon comeou a afiar para o corredor.
        
        "No, voc no faz, covarde." Divertido, Cinza bloqueou o modo dela. Ele atirou um brao ao redor dela em um gesto de afeto to firme quanto correntes.
        
        "Me d uma fratura, Cinza".
        
        "No uma chance."
        
        Preso, ela assistiu como Alice cuidadosamente removido o papel marrom da pintura. Como as pessoas aglomeraram ao redor de, havia sons de surpresa e aprovao.
        
        "Oh, 'tis ele para vida", a Alice murmurou. "Isso h pouco o modo  ele segura a cabea dele, voc v? E como ele est de p. Eu nunca tive um presente melhor, 
Maggie que  a verdade. Eu no lhe posso agradecer bastante por dar isto a mim, ou por pintar isto."
        
        "Voc pode me agradecer que tenha dado isto. Mas Shannon pintou isto."
        
        Toda cabea no quarto trocou direo, e medido.
        
        " um talento bom que voc tem", a Alice disse depois de um momento, e a cano alegre voltou na voz dela. "E um corao por ver seu assunto claramente. 
Eu estou muito orgulhoso para ter isto."
        
        Antes de Shannon pudesse pensar em uma resposta, uma mulher pequena, preto-cabeluda estourou dentro do corredor. "Ma, voc nunca adivinhar who's-o que  
isto? " Espiando a pintura, ela acotovelou o modo dela a isto. "Por que, 'tis Murphy com os cavalos" dele.
        
        "Shannon Bodine pintou isto", a Alice lhe falou.
        
        "Oh? " Olhos luminoso e curioso, a mulher virou esquadrinhar o quarto. Levou os nicos segundos dela para fazer mira. "Bem, eu sou Kate, a irm dele, e eu 
 agradado para o conhecer. Voc  o primeiro que ele j"  cortejado.
        
        Shannon caiu um pequeno contra brao apoiando Cinza. " no-ns somos no-Murphy exagerou", ela decidiu como vrios par de olhos a estudou. "Ns somos os 
amigos."
        
        " sbio para ser os amigos quando voc est cortejando", Kate concordou. "Voc pensa algum dia voc poderia puxar minhas crianas? Maggie no vai. "
        
        "Eu sou um "artista de copo, Maggie a lembrou e manteve recheio o prato dela. "E voc ter que passar por Rogan. Ele est a" administrando.
        
        "Eu no assinei o contrato contudo", Shannon disse depressa. "Eu tenho nem mesmo - "
        
        "Talvez voc pode fazer isto antes de voc se inscrever com ele", Kate interrompeu. "Eu posso os recolher e posso os trazer a voc sempre que voc diz."
        
        "Deixe de molestar a mulher", a Alice disse suavemente. "E o que veio voc estourando em aqui para me falar? "
        
        "Lhe fale? " Kate parecia em branco para um momento, ento os olhos dela clarearam. "Oh, voc no adivinhar que s entrou na porta. Maeve Concannon", ela 
disse antes de qualquer um poderia tentar. "Grande como vida."
        
        "Por que, Maeve no foi a um ceili em vinte anos! " Diedre disse. "Mais, eu penso."
        
        "Bem, ela veio, e Lottie com ela."
        
        Brianna e Maggie encararam um ao outro, estupefato, ento movido depressa, como uma unidade.
        
        "Ns iramos melhor veja se ela quer um prato", Brianna explicou.
        
        "Ns iramos melhor veja que ela no faz temporal abaixo a casa", Maggie corrigiu. "Por que voc no vem, Shannon? Voc teve um modo com ela tempo" passado.
        
        "Bem, realmente, eu no penso - "
        
        Mas Maggie agarrou o brao dela e a tirou da cozinha e abaixo o corredor. "Msica ainda est tocando", ela disse debaixo da respirao dela. "Ela no acabou 
com isso."
        
        "Olhe, isto no  nenhum de meu negcio", Shannon protestou. "Ela  sua me."
        
        "Eu o farei lembrar de suas prprias palavras, sobre conexes".
        
        "Cague, Maggie." Mas Shannon teve nenhum escolhido mas friccionar os dentes dela e seja impelido na sala de estar.
        
        "Doce Jesus", era todo o Brianna poderia dizer.
        
        Maeve estava sentando, Liam no colo dela, batendo o p dela ao ritmo do carretel. A face dela poderia ter sido fixa, boca severo, mas que batendo p a deram.
        
        "Ela est" se desfrutando. Surpresa teve os olhos de Maggie arredondar e largo.
        
        "Bem, para a "causa de Cristo. Com um puxo doente-suave, Shannon se livrou. "Por que no deva ela? "
        
        "Ela nunca viria ao redor de msica", Brianna murmurou. "No em todos minha memria." Como Lottie balanou por, enquanto danando um jogo de Clare nos braos 
de um vizinho, Brianna poderia tremer s sua cabea. "Como Lottie conseguiram que ela viesse? "
        
        Mas Shannon tinha esquecido de Maeve. Pelo quarto, estava Murphy, quadril atirou, um violino segurou entre ombro e queixo. Os olhos dele estavam meio fechados, 
de forma que ela pensou que ele estava perdido na msica os dedos rpidos dele e mos fizeram. Ento ele sorriu e piscou.
        
        "O que esto jogando eles? " Shannon perguntou. O violinista foi unido por um flautista e outro que tocou um acordeo.
        
        "Isso  o "carretel de So Steven. Brianna sorriu e sentia os prprios ps dela crescem inquietos. "Ah, olhe para eles dana."
        
        "Tempo para fazer mais que olhar." Cinza a arrebatou por detrs e a girou na sala de estar.
        
        "Por que, ela  maravilhosa", Shannon disse depois de um momento.
        
        "Ela teria sido danarina, nosso Brie, se coisas tivessem sido diferentes." Sobrancelhas tricotam, Maggie trocou o olhar dela da irm dela para a me dela. 
"Talvez coisas eram ento diferentes que eles esto comeando a ser agora."
        
        Depois de levar uma respirao longa, Maggie entrou na sala de estar. Depois da hesitao de um momento, ela fez o espao dela pelo danar e sentou ao lado 
da me dela.
        
        "Isso  uma viso que eu nunca pensei ver." Alice pisou prximo a Shannon. "Maeve Concannon que senta com a filha dela a um ceili, o neto dela no joelho 
dela, o p dela batendo fora. E muito perto de sorrir."
        
        "Eu suponho voc a conheceu muito tempo."
        
        "Desde girlhood. Ela fez a vida dela, e Tom, uma misria. E essas meninas sofreram para isto.  uma coisa dura para lutar para amor. Agora parece ela  achada 
alguma satisfao na vida que ela conduz, e nos netos dela. Eu estou alegre para isso."
        
        Alice olhou para Shannon com alguma diverso. "Eu deveria me desculpar para minha prpria filha pelo envergonhar na cozinha. Ela sempre  a pessoa por falar 
primeiro e pensar por ltimo."
        
        "No,  certo. Ela era... informado mal." Alice enrugou os lbios dela ao termo. "Bem, se h nenhum dano feito. H minha filha Eileen, e o marido dela o 
Jack. Voc vir os conhea? "
        
        "Seguramente."
        
        Ela os conheceu, e as outras irms de Murphy, o irmo dele, as sobrinhas dele e sobrinhos e primos. A cabea dela bobinou com nomes, e o corao dela cambaleou 
do acolhimento inquestionvel que ela recebeu cada tempo que a mo dela foi apertada.
        
        Ela era determinada um prato cheio, uma cerveja fresca, e um assento perto da msica onde Kate tagarelou na orelha dela.
        
        Cronometre acumulado simplesmente, sem importncia contra a msica e o calor. As crianas titubearam ou correram, ou caiu a sonhar em algum est legando 
braos. Ela assistiu os homens e mulheres paqueram enquanto eles danaram, e esses muito velho danar desfrute o ritual.
        
        Como ela pintaria isto? Shannon desejou saber. Em vvido e brilhando cores, ou em pastis macios, nublados? Qualquer um vestiria. Havia excitao aqui, e 
energia, e havia satisfao quieta e tradio irrompvel.
        
        Voc poderia ouvir isto na msica, ela pensou. Murphy tinha tido razo sobre isso. Toda nota, toda voz adorvel ergueu em cano, falou de razes muito fundo 
ser quebrado.
        
        A encantou ouvir Sra. Conroy velho cantar uma balada de unrequited de amor em uma voz cheio de junco que no entanto segurou verdadeiro. Ela riu junto com 
outros do beber foliar cano gritada. Em temor e assombro ela viu Brianna e Kate executa um passo-dedo do p complexo e lrico que teve mais pessoas que aglomeram 
na sala de estar.
        
        Ela aplaudiu as palmas dela rosa quando a msica parou, ento olhou em cima de como Murphy se passou o violino dele.
        
        "Voc est se desfrutando? " ele lhe perguntou.
        
        "Eu estou amando todos os minutos." Ela lhe deu o prato dela compartilhar. "Voc no teve uma chance para comer qualquer coisa. Assim faa rpido." Ela sorriu 
a ele. "Eu no quero que voc deixe de jogar."
        
        Sempre h algum para preencher. Mas ele apanhou meio o sanduche de presunto dela.
        
        "Que mais o enlata jogo-alm do violino e concertina? "
        
        "Oh, um poucos disto e isso. Eu vi voc conheceu minha famlia."
        
        H tantos deles. E todos eles pensam que o sol sobe nos "olhos de Murphy. Ela riu quando ele estremeceu.
        
        "Eu penso que ns deveramos danar."
        
        Ela tremeu a cabea dela quando ele levou a mo dela. "Como eu expliquei a vrios cavalheiros adorveis, eu estou muito contente a relgio. No, Murphy." 
Ela riu novamente quando ele a puxou aos ps dela. "Eu no posso fazer que material-gigas ou carretis ou tudo que."
        
        "Seguramente voc pode." Ele estava a tirando continuamente. "Mas eles vo jogar uma valsa, como eu lhes perguntasse. A primeira vez que ns danamos deveria 
ser uma valsa."
        
        Era a voz dele que teve o dela d coxeadura de andamento, o modo que tinha amolecido em cima das palavras. "Eu nunca valsei em minha vida."
        
        Ele comeou a rir, ento os olhos dele alargaram. "Voc est brincando."
        
        "No. No  uma dana popular nos clubes para os que eu vou, assim eu h pouco sentarei este aqui fora."
        
        "Eu mostrarei para voc." Ele deslizou um brao ao redor a cintura dela, mudou o aperto dele na mo dela. "Ponha sua outra mo em meu ombro."
        
        "Eu sei a posio,  os passos." Estava encantando uma noite tambm para no o acomodar. Abaixando a cabea dela, ela assistiu os ps dele.
        
        "Voc sabe a conta, seguramente". Ele sorriu ao topo da cabea dela. "Assim voc vai um, e um mais rpido dois e trs. E se voc deslizar o p de parte de 
trs um pouco na ltima conta, voc planaria nisto. Sim que  isto."
        
        Quando ele a circulou, ela observou novamente, enquanto rindo. "No se ponha caprichoso. Eu sou um estudo rpido, mas eu gosto de bastante prtica."
        
        "Voc pode ter tudo que voc quer. No  nenhum sofrimento para eu o segurar em meus braos."
        
        Algo trocou dentro dela. "No olhe para mim goste isso, Murphy".
        
        "Eu tenho, quando eu estou valsando com voc." Ele a girou em trs crculos longos, to fluido quanto vinho. "O truque quando voc est valsando  parecer 
certo no olhos de seu scio. Voc no se por atordoado aquele modo, quando voc est se ficando redondo."
        
        A idia de mancha focalizar poderia ter tido seus mritos, mas no, Shannon descobriu, quando o foco era esses olhos azuis escuros. "Voc tem chicotadas 
mais longo que suas irms", ela murmurou.
        
        "Sempre era um osso de conteno entre ns."
        
        "Tais olhos maravilhosos." A cabea dela estava girando, ao redor e ao redor como a dana. Na extremidade de vertiginoso,  beira de sonhos. "Eu os vejo 
em meu sono. Eu no posso deixar de pensar em voc."
        
        Os msculos do estmago dele torceram como ferro, ento apertou. "Bem, eu estou fazendo meu melhor manter uma promessa aqui."
        
        "Eu sei." Tudo era em cmara lenta agora, um vento, uma volta, uma nota. Todas as cores e movimentos e vozes pareciam enfraquecer mistily no fundo at que 
foi s os dois deles, e a msica. "Voc nunca quebraria uma promessa, tudo que o" valeu.
        
        "Eu no tenho antes." A voz dele estava to tensa quanto a propriedade de mo o seu. "Mas voc est me tentando. Voc est me pedindo que quebre isto? "
        
        "Eu no sei. Por que voc est sempre l, Murphy, na gorjeta de minha mente? " Ela fechou os olhos dela e deixou o dela encabece caia ao ombro dele. "Eu 
no sei o que eu sou o que eu estou sentindo. Eu tenho que se sentar. Eu tenho que pensar. Eu no posso pensar quando voc estiver me" tocando.
        
        "Voc dirige um homem alm do fim da corda dele, Shannon". Com um esforo ele manteve as mos dele suave como ele a afastou, conduziu o dela atrs para o 
assento dela. Ele abaixou em frente a ela. "Olhe para mim." A voz dele estava quieta, debaixo da msica e a risada. "Eu no lhe perguntarei novamente, eu jurei eu 
no vou. No  orgulho que me segura, ou isso me faz lhe falar o prximo passo, tudo que que , tem que ser seu."
        
        No, pensamento de Shannon. Era honra. Como antiquado uma palavra como namoro.
        
        "Deixe de paquerar com a moa." Tim parou por esbofetear Murphy duro na parte de trs. "Cante algo para ns, Murphy".
        
        "Eu estou agora ocupado, Tim".
        
        "No." Shannon afiou atrs, ache um sorriso. "V cantar algo, Murphy. Eu nunca o" ouvi.
        
        Lutando para se compor, ele encarou abaixo as mos que ele tinha descansado nos joelhos dele. "O que gostaria voc para ouvir? "
        
        "Seu favorito." Em um gesto que era tanta desculpa quanto pedido, ela ps a mo dela em cima de seu. "A cano que significa o mais mais a voc."
        
        "Certo. Voc falar depois comigo? "
        
        "Depois." Ela sorriu a ele como endireitou ele, certo ela sentiria mais depois como ela.
        
        "Assim, como voc acha seu primeiro ceili? " Brianna se sentou ao lado dela.
        
        "Hmm? Oh,  grande. Tudo."
        
        "Ns no tivemos tal uma festa principal, grande desde Cinza e eu me casei ano passado. O Bacachs que ns estvamos usando a noite que ns voltamos de nossa 
lua de mel."
        
        "O isso que? "
        
        "Oh, um Bacachs  uma velha tradio onde as pessoas se disfaram e vm na casa atrs de escurido, e-oh, Murphy vai cantar." Ela deu para a mo de Shannon 
um aperto. "Eu desejo saber o que ele far."
        
        O favorito" dele.
        
        " Quatro Fields Verde', " Brianna murmurou e sentia os olhos dela picam antes de a primeira nota fosse jogada.
        
        S levou que primeiro nota para vozes para silenciar. O quarto ainda foi como Murphy ergueu o seu ao acompanhamento de um nico tubo.
        
        Ela no tinha sabido que ele teve aquele dentro de ele-que puro, limpo tenor, ou o corao atrs disto. Ele cantou uma cano de tristeza e espera, de perda 
e renovao. E o tempo todo a casa cresceu to quieta quanto uma igreja, os olhos dele estavam em seu. Era uma cano de amor, mas o amor era para Irlanda, para 
a terra, e para famlia.
        
        O escutando, ela sentia que algo que tinha movido novamente dentro dela durante a troca de dana, mais duro, mais firme, adicional. O sangue comeou a zumbir 
debaixo da pele dela, no em paixo tanto como aceitao. Antecipao. Toda barreira ela tinha construdo esmigalhado e tinha cado, soundlessly, debaixo da beleza 
sem esforo da cano.
        
        A voz dele a derrotou simplesmente.
        
        Havia lgrimas nas bochechas dela, esquente, livrou pela voz dele e as palavras confrangedoras da balada. No havia nenhum aplauso quando ele tinha terminado. 
O silencie era reconhecimento de uma beleza simples e principal.
        
        Os olhos de Murphy ficaram em Shannon como ele murmurou algo ao flautista. Um aceno, e ento uma melodia luminosa rpida foi jogada. Os danando comearam 
novamente.
        
        Ela soube que ele entendeu antes de ele tivesse dado o primeiro passo para ela. Ele sorriu. Ela subiu e levou a mo que ele ofereceu.
        
        Ele no a pde adquirir depressa fora. Havia muitos pessoas que o pararam para uma palavra. At que ele tivesse a conduzido fora, ele poderia sentir a mo 
dela tremendo em seu.
        
        Assim ele virou a ela. "Esteja seguro."
        
        "Sim. Eu estou seguro. Mas, Murphy, isto no pode fazer nenhuma diferena. Voc tem que entender... "
        
        Ele a beijou, lento e macio e fundo de forma que as palavras deslizou atrs abaixo a garganta dela. Mantendo a mo dela em seu, ele circulou ao redor da 
casa para os estbulos.
        
        "Em aqui? " Os olhos dela foram largos, e ela sentia um cabo-de-guerra rpido entre desnimo e delcia. "Ns no podemos. Todas estas pessoas."
        
        Ele achou ele poderia rir afinal de contas. "Ns economizaremos um rolo no feno durante outro tempo, amor de Shannon. Eu estou adquirindo h pouco mantas."
        
        "Oh." Ela sentia tolo, e no certo ela no foi desapontada. "Mantas", ela repetiu como ele pegou dois da linha onde eles tinham estado arejando. "Onde ns 
vamos? "
        
        Ele os dobrou, os ps em cima do brao dele, ento levou a mo dela novamente. "Onde ns comeamos."
        
        A dana. O corao dela comeou a tocar tambor novamente. "Voc h pouco pode partir deste modo? Todas essas pessoas esto em sua casa."
        
        "Eu no penso que de ns seremos sentidos falta." Pausando, ele olhou para baixo a ela. "Voc se preocupa se ns formos? "
        
        "No." Ela tremeu a cabea dela, depressa, uma vez. "No, eu no me preocupo se ns formos."
        
        Eles cruzaram nos campos debaixo da luz fluindo da lua.
        
        "Voc gosta de contar estrelas? " ele lhe perguntou.
        
        "Eu no sei." Automaticamente ela observou um cu que abunda com eles. "Eu no penso eu j tenho."
        
        "Voc nunca pode terminar." Ele trouxe as mos unidas deles/delas aos lbios dele. "No  a soma deles aquele assunto. No o nmero.  a maravilha de tudo. 
Isso  o que eu vejo quando eu olhar para voc. A maravilha de tudo."
        
        Com um riso, ele a escavou fora os ps dela. Quando ele a beijou novamente que era cheio de jovem, enquanto germinando alegria.
        
        "Voc pode fingir eu estou o levando para cima alguma multa que encurva escadaria para uma cama macia grande, engordou com travesseiros de cetim e cor-de-rosa 
ate? "
        
        "Eu no preciso fingir qualquer coisa." Ela apertou a face dela na garganta dele como welled de emoo para cima e a submergiu. "Hoje  noite eu preciso 
de s voc. E voc est aqui mesmo."
        
        "Sim." Ele escovou os lbios dele em cima do templo dela at que ela trocou a cabea dela para olhar para ele. "Eu estou aqui." Ele acernar com a cabea 
pelo campo. "Ns estamos aqui."
        
        O crculo de pedras estava, enquanto esperando na viga morna da lua.
        
        Captulo Dezesseis
        
        Debaixo de estrelas natatrias e uma lua que lustraram branco como uma baliza, ele a levou ao centro da dana. Ela ouviu uma coruja piar, uma chamada longa 
que vagueou pelo ar e enfraquecido a zumbir silncio.
        
        Ele a fixou nos ps dela, ento esparramou a primeira manta, enquanto deixando o outro outono antes de ele ajoelhasse em frente a ela.
        
        "O que est fazendo voc? " De onde os nervos tinham vindo? ela desejou saber. Ela no tinha estado at mesmo um momento atrs nervosa.
        
        "Eu estou tirando seus sapatos."
        
        Tal uma coisa simples, uma coisa ordinria. Ainda o gesto era to sedutor quanto seda preta. Ele se foi o prprio dele, lhes fixando tidily ao lado de seu. 
As mos dele deslizaram o corpo dela, de tornozelo para ombros como subiu ele. "Voc est tremendo. Voc est frio? " "No." Ela no pensou que ela j pudesse estar 
novamente fria com o forno que estava pulsando fora dentro dela. "Murphy, eu no quero que voc pense que isto significa... qualquer coisa mas o que significa. Eu 
no seria justo para... "
        
        Ele estava sorrindo como ele cupped a face dela suavemente nas mos dele e a beijou. "Eu sei o que significa. 'Beleza  sua prpria razo por ser.' " Ainda 
macio, ainda enternea, os lbios dele deslizaram em cima da ma do rosto dela. "Isso  o Emerson."
        
        Que maneira de homem era, ela desejou saber, quem poderia citar poesia e campos de arado? "Voc est bonito, Shannon. Isto est bonito." Ele cuidaria disto, 
enquanto lhe dando o corao dele at o corpo dele. E levando o seu. Assim as mos dele eram macias, fceis como ele acariciou os ombros dela, o dela atrs, pelo 
cabelo dela, enquanto a boca dele persuadiu o seu pacientemente para dar mais. Levar mais. H pouco um pequeno mais.
        
        Ela ainda tremeu, at mesmo como o corpo dela mais verdadeiramente apoiou em seu, como o som de prazer quieto suspirou pelos lbios dela, ento por seu. 
Uma brisa lnguida danou para cima, pela grama, ento rodou como msica ao redor deles. Ele se retirou, os olhos dele em seu, e deslizou o colete do homem que ela 
usou dos ombros dela, deixe cair. Um murmrio de surpresa e desejando choramingaram na garganta dela como ele a, as mos dele na face dela, beijou novamente o traado 
de dedos dele.
        
        Ela tinha pensado que ela tinha entendido as regras de seduo, os movimentos e homens de movimentos contrrios e mulheres executaram no caminho para prazer. 
Mas isto era novo, esta dana quieta, paciente, isto que saboreia de cada passo elementar. Como com a valsa ele tinha a ensinado, ela poderia fazer no mais que 
segure jejue e desfrute. A respirao dela pegou, shakily libertado quando os dedos dele descansaram no boto de topo da camisa dela. Oh, ela desejou que ela tinha 
usado seda, algo fluindo e feminino com alguma fantasia rendilhada em baixo do encantar.
        
        Lentamente ele abriu a camisa, esparrame, ento ps a palma dele ligeiramente contra o corao dela.
        
        A emoo atirou por ela como uma bala fundida. "Murphy."
        
        "Eu pensei em o" tocar. Ele levou a mo que ela agarrou ao ombro dele, trouxe isto aos lbios dele. "Como sua pele sentiria. E gosto. E cheiro." A assistindo, 
ele deslizou a camisa dos ombros dela. "Eu tenho mos speras."
        
        "No." Ela poderia fazer no mais que tremor a cabea dela. "No."
        
        Os olhos dele eram solenes como ele localizou uma ponta do dedo sobre a curva descendente do suti dela, e para cima novamente. Ele tinha sabido que ela 
seria macia. Mas o modo que a carne dela tremeu debaixo do toque mais claro dele, o modo que a cabea dela derrubou atrs em rendio atordoada, doura somada para 
desejar.
        
        Assim ele no fez levar-entretanto que ele j poderia sentir o modo os peitos dela vo xcara, pequeno e firme nas mos dele. Ao invs ele dobrou a cabea 
dele e levou a boca dela novamente. Os lbios dela eram inacreditavelmente generosos, enquanto abrindo e dando boas-vindas o seu. A escurido, gostos potentes enrolaram 
pelo sistema dele, enquanto indicando de sabores mais aquecidos, e mais ntimos.
        
        "Eu quero - " as mos dela tremeram como ela agarrou a camisa dele. Ela se firmou fitando nos olhos dele. "Eu o quero, mais que eu j imaginou." O assistindo 
agora, ela desabotoou a camisa dele, enquanto alcanando at puxo isto em cima dos ombros dele. Ento o olhar dela abaixou.
        
        "Oh." Era um suspiro de delcia e admirao. Este era um corpo endurecido e definiu por trabalho e suor em lugar de mquinas. Experimentalmente ela espalhou 
as mos dela em cima do trax dele onde a pele era lisa em cima de fora slida, e a batida do corao dele saltou.
        
        Ento os seus saltaram na garganta dela como ele soltou o cs das calas compridas dela. Hipnotizado, ela o sentia leva a mo dela, enquanto a equilibrando 
como ela pisou livre. Mas quando ela alcanou para ele, ele tremeu a cabea dele. At mesmo a pacincia de amor teve seus limites.
        
        "Minta comigo", ele murmurou. "Venha mentira comigo."
        
        Ele a abaixou  manta e capturou a boca dela.
        
        Ele a tocou com uma ternura terrificando, enquanto moldando os peitos dela, se dando o prazer dolorido de deslizar em baixo do algodo testar e arreliar. 
Ele precisou do sabor que o tentou ao longo da garganta dela, em cima dos ombros dela. Quando a lngua dele deslizou, como tiveram os dedos dele, debaixo do material 
para lave o mamilo dela, ela arqueou como um arco.
        
        "Agora." A respirao dela chorou fora. "Pelo amor de Deus."
        
        Ele s sacudiu aberto o gancho dianteiro do suti dela e levou o silkily dela na boca dele.
        
        Atormentado, alegre, ela o apertou mais ntimo. Em baixo dele os movimentos dela eram frenticos, sem vergonha. Ele estava a desfazendo com lngua e dentes 
e lbios, a fazendo implorar com tropear, palavras ofegantes. O flash veio to rpido, to quente, ela criou para cima, enquanto agarrando a manta em defesa. O 
clmax duro, nervoso a teve estremecendo, enquanto estremecendo at que ela derrubou limply atrs.
        
        Impossvel. Lutando para respirao ela ergueu uma mo de weighted para empurrar ao cabelo dela. No era possvel. Ningum j tinha feito tanto o tato dela.
        
        Em um gemido do prprio dele, Murphy apertou os lbios dele  carne dela, enquanto deixando a mo dele vagar abaixam agora, em cima da curva da cintura dela 
e quadris. "Shannon, eu o amo. J e sempre."
        
        "Eu no posso - " Fraco, ela ps uma mo na parte de trs dele. Estava mido, ela percebeu vagamente, os msculos firmemente bunched.
        
        "Eu preciso de um minuto." Mas a boca dele estava deslizando em cima da gaiola de costela dela. "Deus, o que est fazendo voc a mim? "
        
        "Pleasuring voc." E ele pretendeu fazer mais a ela, tido que fazer mais a ela. A necessidade estava construindo dolorosamente dentro dele, sangue todo quente 
e luxria violenta que ele soube que ele s pudesse encadear abaixo para to longo. Ele arrastou as calcinhas insuficientes em cima dos quadris dela, e beliscou. 
"Pleasuring eu."
        
        O corpo dela era um tesouro de delcias escuras que ele pretendeu explorar completamente. Mas o tempo para lazer tinha passado. Ganancioso agora, ele levou, 
enquanto se divertindo nos movimentos frenticos dela, os suspiros dela e gritos.
        
        Ele a quis assim, helplessly seu, arranhando a ele como ele dirigiu o ruthlessly dela em chama depois de chama. E quando ela estava se estorcendo e molhou 
e selvagem, ainda no era bastante.
        
        Ele estava rasgando s calas jeans dele como ele levou a boca dele em uma viagem correndo para cima o torso dela, em cima dela levantando peitos e atrs 
para os lbios trmulos dela.
        
        Ela arqueou urgentemente contra ele, ento o scissored de pernas dela para segurar duro ao redor dele. Ele tremeu a cabea dele, no em negao, mas clarear 
a viso de hazed dele. Ele quis a ver, e para ela o ver.
        
        "Olhe para mim", ele exigiu, enquanto lutando para expelir cada palavra em cima do corao que bateu grosso na garganta dele. "Condene, olhe agora" para 
mim.
        
        Ela abriu os olhos dela. O foco dela oscilou, ento afiou at tudo que ela poderia ver era a face dele.
        
        "Eu o" amo. Ele disse fiercely, os olhos dele lanceando em seu, para isto. "Voc me ouve? "
        
        "Sim." Ela agarrou o cabelo dele. "Sim."
        
        Ento ela clamou em triunfo como ele se dirigiu duro e fundo nela. O orgasmo rolou por ela como uma onda de lava, enquanto a deixando tremido e chamuscou. 
Como fecharam novamente os olhos dela ele savaged a boca dela enquanto o corpo dele mergulhou incansavelmente.
        
        Mindlessly ela emparelhou o passo dele, enquanto saltando heedlessly na tempestade que eles se prepararam entre eles. Ela pensou que ela ouviu rolo de trovo, 
e chama de raio seus dedos ms pelo cu. O corpo dela explodiu, quebrou, ento foi coxeadura de glowingly.
        
        As mos dela deslizaram bonelessly da parte de trs dele. Ela o ouviu dizer o nome dela, o sentia rolo, ento estremea, ento derrube o peso dele sobre 
ela.
        
        Ele se deixou se espojar no cabelo dela, manteve a face dele enterrada l enquanto o sistema dele vibrou. Ela estava tremendo novamente, ou ainda, pequeno 
estoura ele soube era os abalos secundrios de sexo bom. Ele teria a acariciado acalmar-se ele pudesse ter movido.
        
        "Eu descerei de voc por um minuto", ele murmurou.
        
        "No faa voc ousa."
        
        Ele sorriu e esfregou a face dele no cabelo dela. "Pelo menos eu posso manter voc esquenta deste modo."
        
        "Eu no penso que eu j estarei novamente" frio. Em um pequeno ronrone de prazer, ela enrolou os braos dela ao redor dele. "Voc vai se pr todo presumido 
provavelmente quando eu lhe conto isto, mas eu no penso eu posso notar. Ningum j me fez sentir assim antes."
        
        No era presuno que ele sentia, mas alegria.  havido ningum antes de voc."
        
        Ela abraou e riu. "Voc  completamente muito bom a isto, Murphy. Eu imagino h muitas mulheres - "
        
        "Eles eram tudo s prtica", ele interrompeu e fez o esforo para trocar aos cotovelos dele assim ele pudesse olhar para ela. O modo que ela estava sorrindo 
o feito sorrir. "Agora, eu no posso dizer no havia um tempo ou dois eu gostei do praticar."
        
        "Me lembre que o esmurre depois." Ela riu quando ele a rodou em cima de, e em cima de novamente at que eles estavam  extremidade da manta com ela embalou 
contra o trax dele. "Eu vou ter que o" pintar, ela meditou, enquanto localizando o dedo dela de bceps para pectorals. "Eu no fiz um nu desde escola de arte, mas 
- "
        
        "Bem, quando voc me adquirir nu, voc ser muito muito ocupado para suas escovas."
        
        O sorriso dela brilhou wickedly. "Voc tem razo." Ela apertou os lbios dela a seu, se perdeu um momento o demorando. Com um suspiro, ela descansou a cabea 
dela no trax dele. "Eu nunca fiz amor fora antes."
        
        "Voc est brincando."
        
        Ela ergueu a cabea dela novamente e apontou um olhar inspido. "Carranqueou em em meu bairro."
        
        Porque a pele dela estava esfriando, ele alcanou para a manta disponvel. "Ento  uma noite de firsts para voc. Seu primeiro ceili." Ele lanou a manta 
em cima dela, enquanto exagerando com as extremidades at que ele estava satisfeito ela estava coberta. "Sua primeira valsa."
        
        "Era a valsa que fez isto. No, isso est errado." Ela tremeu a cabea dela, ento trocou de forma que ela poderia moldar a face dele com as mos dela. "A 
valsa me seduziu. Mas era quando voc cantou. Quando eu o escutei que eu no pude entender como, por que, eu alguma vez tinha dito que no."
        
        "Eu terei que se lembrar de cantar freqentemente" para voc. Ele ergueu uma mo, cupped a parte de trs do pescoo dela. Shannon "bem de olhos verdes, amor 
de todas minhas vidas. Venha e me" beije.
        
        Ele a se despertou de uma luz cochila da mesma maneira que o cu oriental era pearling. Ele estava arrependido para, porque ele tinha amado assistindo o 
sono dela, o modo que as chicotadas dela se deitam na bochecha dela com o rubor claro em baixo deles. E ele desejou havia tempo por ele a amar uma vez mais como 
amanhecer sem dinheiro.
        
        Mas havia obrigaes e famlia que esperam por ele.
        
        "Shannon" Gently, ele acariciou a bochecha dela beijou isto. "Bem,  quase manh. As estrelas esto saindo.
        
        Ela mexeu, enquanto choramingando, e apertou  mo dele.
        
        
        
        "Por que voc no ficar? Por que? Como voc poderia voltar s a eu partir novamente? "
        
        "Ssh." Ele chegou o perto dela, apertou os lbios dele  sobrancelha dela. "Eu estou aqui. Aqui mesmo. 'Tis s um sonho."
        
        "Se voc me amasse bastante, voc no iria novamente."
        
        "Eu o amo. Abra seus olhos agora. Voc est sonhando."
        
        Ela seguiu o som da voz dele, abriu os olhos dela como tinha perguntado ele. Para um momento ela estava perdida entre dois mundos ambos de que pareciam familiares 
e certos.
        
        Amanheca, logo antes amanhecer, ela pensou hazily. E o cheiro de fonte. As pedras que se levantam, cinza e frio na escurido minguando e o tato do braos 
do amante dela duro ao redor dela.
        
        "Seu cavalo." Ela deu uma olhada inexpressivamente. Ela deveria ter ouvido o tinido de sua rdea e o impaciente pisa de hooves como esperou montar.
        
        "Eles so stabled contudo." Firmemente cupped de Murphy o queixo dela e retrocedeu a face dela a seu. "Onde voc est? "
        
        "EU... " Ela piscou e flutuou fora do sonho. "Murphy? "
        
        Os olhos dele foram estreitados na face dela, com uma sugesto de frustrao neles. "Voc se lembra do que aconteceu ento? O que fiz eu para o perder? "
        
        Ela tremeu a cabea dela. O senso de desespero, e o medo, estava minguando. "Eu estava sonhando, eu adivinho. Isso  tudo."
        
        "Me conte o que eu fiz."
        
        Mas ela apertou a face dela ao ombro dele, aliviado para achar isto morno e slido. "H pouco um sonho", ela insistiu. " manh? "
        
        Ele comeou a discutir, ento se retirado. "Quase. Eu preciso o voltar para a hospedaria."
        
        "Muito cedo."
        
        "Eu seguraria o sol se eu pudesse." Ele a apertou mais uma vez, ento rosa para adquirir as roupas deles/delas.
        
        Abraado debaixo da manta, Shannon o assistiu e sentia os pequenos formigamentos de desejo comeam a reluzir novamente. Ela sentou para cima, deixe a piscina 
geral  cintura dela. "Murphy? " Quando ele olhou atrs, ela teve a satisfao de ver os olhos dele ir escuro e nublado. "Faa amor comigo."
        
        No h nada que eu gostaria melhor, mas minha famlia na casa, e h nenhum revelador quando um deles... " Ele arrastou fora quando ela subiu, esbelto e graciosamente 
nu. As roupas deslizaram fora das mos dele como ela caminhou para ele.
        
        "Faa amor comigo", ela disse novamente e entrelaou os braos dela ao redor o pescoo dele. "Rpido e desesperado. Como isto estava a ltima vez."
        
        Havia uma bruxa nela. Ele tinha conhecido isto a primeira vez que ele tinha olhado nos olhos dela. O poder disto ardeu agora fora deles, confiante e desafiador. 
Embora a respirao dela assobiasse fora que quando ele arrastou a cabea dela atrs pelo cabelo dela, o olhar nunca oscilou.
        
        "Assim ento." A voz dele era spera como ele a arrastou ao redor. Ele suportou o dela atrs contra a pedra de rei e, cupping os quadris dela, a ergueu fora 
os ps dela.
        
        Ela se segurou ao redor dele, enquanto legando e ansioso. O poder estourou quando ele empurrou nela, enquanto os batendo ambos com a velocidade e desespero 
que ela tinha exigido.
        
        Eles eram olho a olho, cada aquecimento de golpe violento as respiraes ofegando que eles levaram. As unhas dela cavaram nos ombros dele, os lbios dela 
encurvaram em triunfo como os corpos deles/delas convulsionados junto.
        
        As pernas dele foram fracas, e as palmas dele tinham ido to midas ele temeu que ele perdesse o cabo dele no dela e a derruba. Ele poderia ouvir a prpria 
respirao dele arquejando fora como um cachorro.
        
        "Jesus." Ele piscou, enquanto picando suor fora dos olhos dele. "Doce Jesus Christ."
        
        Cado contra o ombro dele que ela comeou a rir. Borbulhou para cima por ela, cheio de alegria e fascinao. Ele
        
        s possa lutar voltar a respirao dele e a equilibrar como ela lanou os braos dela no ar. "Oh, eu sinto to vivo."
        
        Um sorriso arrastou  boca dele como ele conseguiu a impedir cair ambos eles. "Voc est certo vivo. Mas voc condenou prximo me" matou. Ele a beijou duro, 
ento a fixe firmemente nos ps dela. "Siga suas roupas, mulher, antes de voc me terminasse.
        
        "Eu desejo que ns pudssemos passar coro corrente nu pelos campos."
        
        Ele apagou uma respirao e curvado apanhar o suti dela. "Oh, minha me canonizada amaria que, se ela acontecesse levar uma volta ao redor da jarda e olhar 
fora."
        
        Divertido, Shannon passou despercebido no suti dela e arrancou as calcinhas dela fora da grama. "Eu apostei sua me canonizada sabe o at o qual voc foi, 
desde que voc no veio casa ontem  noite."
        
        "Sabendo e adquirindo os dois assuntos diferentes" de um olhar de primeiro-mo. Ele deu para o fundo dela um tapinha amigvel quando ela se agachou para 
apanhar a camisa dela. "Voc parece sensual nas roupas de homens. Eu pretendi lhe" falar.
        
        O "olhar de homens", Shannon corrigiu, enquanto abotoando a camisa enorme.
        
        "O que  a diferena? " Ele sentou na grama para vestir os sapatos dele. "Voc sairia hoje  noite comigo, Shannon, se eu venho, enquanto o pedindo? "
        
        Confundido e agradou, ela olhou para baixo a ele. Que o homem pudesse perguntar, to docemente, quando eles tinham terminado andamento apenas a um ao outro 
como animais, a encantou. "Bem, pode ser eu faria que, Murphy Muldoon", ela disse, enquanto dando os melhor atiraram dela a um sotaque de municpio ocidental.
        
        Os olhos dele danaram como ele a lanou um dos sapatos dela. "Voc ainda parece um ianque. Mas eu gosto - 'tis um "acento de bem. Ela bufou. "/ tenha um 
acento de bem. Direito." Ela alcanou at pico para cima a manta, mas ele ficou a mo dela.
        
        "Os deixe... se voc vai."
        
        Sorrindo, ela virou a mo dela de forma que os dedos deles/delas entrelaados. "Sim. Eu vou."
        
        "Ento eu caminharei voc a sua porta."
        
        "Voc no tem."
        
        "Eu tenho." Ele a conduziu pelo arco de pedra e no campo onde a luz h pouco estava comeando a prola a grama orvalhosa. "E quer como bem" para.
        
        Feliz, ela apoiou a cabea dela contra o ombro dele como caminharam eles. No leste, manh estava subindo suavemente em cor-de-rosas e ouro, como uma pintura 
lavada por uma escova pastel-inclinada. Ela ouviu o corvo do galo e a cano alegre de uma cotovia. Quando Murphy parou para escolher um wildflower com ptalas brancas 
cremosas, ela virou, enquanto sorrindo, de forma que ele poderia passar despercebido isto no cabelo dela.
        
        "Olhe, h um pega." Ela ergueu a mo dela para apontar como o pssaro arremessou baixo em cima do campo. "Isso  certo, no ? Brianna mostrou para mim."
        
        "Isso  certo. Olhe l, rapidamente. Dois mais." Agradado  sorte dele, ele balanou o brao dele ao redor os ombros dela. "A pessoa  para tristeza", ele 
lhe falou. "Dois so para mirth. Trs para um casamento, e quatro para um nascimento."
        
        Ela assistiu o vo e clareou a garganta dela. "Murphy, eu sei que voc tem sentimentos muito fortes, e - "
        
        Ele a ergueu para cima e a fixou em cima da prxima parede. "Eu estou apaixonado por voc", ele disse facilmente. "Se isso  o que voc est querendo dizer."
        
        "Sim, isso  o que eu quero dizer." Ela teve que ter cuidado, ela percebeu, como tinham ido tanto as prprias emoes dela mais fundo que ela alguma vez 
tinha pretendido. "E eu penso que eu entendo como voc acredita que isso deveria progredir. Levando em conta sua personalidade, sua cultura, e sua religio.
        
        "Voc tem um modo maravilhoso de atravancar coisas para cima com palavras. O que voc quer dizer  eu quero o" me casar. 
        
        "Oh, Murphy."
        
        "Eu no lhe estou perguntando no momento", ele mostrou,
        
        O que eu estou fazendo est desfrutando um passeio matutino com voc e esperando o ver novamente pela noite."
        
        Ela deslizou ele um relance, viu ele estava a estudando. "Assim, ns podemos manter isto simples? "
        
        No h nada mais simples. Aqui. Me deixe o beijar antes de ns estivssemos no "jardim de Brie.
        
        Ele a se transformou nos braos dele, abaixou a cabea dele, e derreteu o corao dela. "Um mais", ela sussurrou e o retirou.
        
        "Eu o" pedirei. Ele fez o esforo e a libertou. "Eu o levaria para sair para o jantar, mas - " "Sua famlia aqui", ela terminou. "Eu entendo." "Eles tero 
sido amanh. Se voc no sentisse desajeitado com Brie, eu gostaria se voc passasse a noite ento comigo, em minha cama".
        
        "No. Eu no sentiria desajeitado." "Cultive depois ento." Ele beijou as pontas do dedo dela e a deixou na extremidade do jardim onde as rosas ainda estavam 
midas com orvalho.
        
        Zumbindo a ela, ela cruzou o gramado, a deixe entrar a porta dos fundos. S surgir curto quando ela viu Brianna que mede para cima caf ao fogo.
        
        "Oh, hi." Inadvertidamente do sorriso tolo na face dela, Shannon aderiu as mos dela nos bolsos de trouser dela. "Voc  cedo" para cima.
        
        Brianna s ergueu uma sobrancelha. Ela tinha estado para cima meio uma hora, o mesmo tempo como ela estava para cima quase toda manh da vida dela. "Kayla 
quis o caf da manh."
        
        Shannon olhou ao relgio em surpresa. "Eu adivinho  um pequeno depois que eu pensei. Eu h pouco era... fora."
        
        "Assim eu juntei. Murphy no quiseram entrar para caf? "
        
        "No, ele - " Ela rompeu, apagou uma respirao. "Eu adivinho ns no ramos muito discretos."
        
        "Voc poderia dizer que eu no sou pegado de surpresa para o ver entrando agora que quando eu vi o modo que voc olhou quando voc caminhou ontem  noite" 
fora com ele. Considerando que o caf estava se preparando, Brianna virou ao redor de. "Voc parece feliz."
        
        "Faa eu? " Ela riu, ento deu em impulso e apressou em cima de lanar os braos dela ao redor de Brianna. "Eu devo ser. Eu devo ser idiotically feliz. Eu 
h pouco passei a noite com um homem em um pasto de cavalo. Eu. Em um pasto de cavalo.  incrvel."
        
        "Eu estou contente para voc." Brianna segurou apertado, movido por este primeiro estouro grtis de afeto de irm para irm. "Para ambos voc. Ele  um homem 
especial, Murphy. Eu esperei por muito tempo ele acharia algum como especial."
        
        Shannon se se pegar a para outro minucioso. "Brianna, no est totalmente assim. Eu o quero. Eu o quero muito. Eu no poderia ter estado com ele se eu no 
fizesse. "
        
        "Eu sei. Eu entendo aquele muito bem."
        
        "Mas eu no estou como voc." Shannon pisou atrs, enquanto esperando explicar a Brianna o que ela precisou explicar a ela. "Eu no estou como voc ou Maggie. 
Eu no estou olhando para se estabelecer aqui, me caso, e crio uma famlia. Eu tenho outras ambies."
        
        A dificuldade j tinha entrado nos olhos de Brianna antes de ela os abaixasse. "Ele est muito apaixonado por voc."
        
        "Eu sei. E eu no estou seguro que eu no estou apaixonado por ele." Ela se virou, enquanto pensando manter o equilbrio dela em movimento. "Mas amor sempre 
no  bastante para construir uma vida em. Voc e eu deveramos entender que, por causa de nossos pais. Eu tentei explicar isto a Murphy, e s pode esperar que eu 
tenha. Porque a ltima coisa que eu quero fazer est ferida ele."
        
        "E voc no pensa que voc se ferir virando longe de seu corao? "
        
        "Eu tenho minha cabea para pensar aproximadamente, tambm".
        
        Brianna alcanou em um armrio para xcaras e pires. "Isso  verdade.  tudo de voc isso tem que decidir o que  certo. E  duro quando uma parte de voc 
puxes longe do outro."
        
        "Voc entende." Grato, Shannon ps uma mo no ombro dela. "Voc realmente faz."
        
        "Claro que. Para Murphy  fcil. Ele no tem nenhuma pergunta sobre os pensamentos dele ou sentimentos ou necessidades. Eles so tudo voc. Para voc no 
 to simples. Assim voc tem que levar sua felicidade como vem, e no pergunta todo passo disto."
        
        "Isso  o que eu estou tentando para fazer. No s com Murphy. Eu estou contente, Brianna", ela disse suavemente, "com voc."
        
        "Significa mais que eu posso dizer para o ouvir dizer isso." Com o amor que alivia suavemente por ela, virou Brianna e sorriu. O conhecer poderiam dizer 
isto.  uma manh boa."
        
        " uma grande manh." Shannon pegou as mos de Brianna e apertou. "A melhor manh. Eu vou ir mudar."
        
        "Leve seu caf com voc." Piscando a lgrimas, Brianna verteu uma xcara. "Eu o fixarei o caf da manh antes de igreja."
        
        "No. Eu levarei o caf", Shannon disse e fez assim. "E eu irei mudar. Ento eu voltarei e lhe ajudarei a fixar o caf da manh."
        
        "Mas - "
        
        "Eu no sou mais" um convidado aqui.
        
        Este tempo encheram os olhos de Brianna antes de ela pudesse os parar. "No, voc no . Bem, seja ento" inteligente sobre isto, ela ordenou e virou verter 
ch para ela vivamente. "Esses que so estaro subindo logo."
        
        Cinza esperou at que Shannon tinha deixado a cozinha antes de ele pisasse nele. Ele atravessou e juntou o dele quietamente a esposa chorona nos braos dele.
        
        "Prossiga, mel", ele murmurou e bateu levemente o dela atrs. "Tenha um bom. Os dois de voc me tiveram" se gritando quase.
        
        "Grayson." Balanado contra ele ela chorou felizmente no ombro dele. "Ela  minha irm."
        
        "Isso  certo." Ele beijou o topo da cabea dela. "Ela  sua irm."
        
        Captulo Dezessete
        
        Shannon no tinha assistido freqentemente a Massa de domingo em Nova Iorque. Os pais dela tinham sido os catlicos quietamente devotos, e ela tinha freqentado 
escolas catlicas, passado por todos os ritos e rituais. Ela se considerou um catlico, um catlico moderno, feminino que estava insatisfeito com muitas das doutrinas 
e leis que passaram pelo Vaticano.
        
        Massa de domingo simplesmente era um hbito que ela tinha deslizado fora de uma vez ela tinha estabelecido a vida dela e padro em Nova Iorque.
        
        Mas para as pessoas na mancha pequena dela em Municpio Clare, Massa de domingo no era um hbito. Era fundamental.
        
        Ela teve que admitir, ela desfrutou a igreja pequena, o cheiro de velas de votive chamejando e pews polido que trouxeram recordaes sensrias da mocidade 
dela. As esttuas de Mary e Joseph, as placas que ilustraram as Estaes da Cruz, o pano sagrado bordado seja todos os smbolos que foram achados pelo mundo.
        
        A pequena igreja de aldeia ostentou janelas de manchado-copo pequenas pelas quais luz suavemente colorida fluiu. O pews eram cicatrizados com idade, o kneelers 
usado, e o cho velho rangeu a cada genuflexo.
        
        Porm simples a colocao, o prprio rito teve uma pompa ativa e grandeza aqui, como vai na catedral magnfica de So Patrick em Quinta Avenida. Ela sentia 
slido e firma sentando ao lado de Brianna, enquanto escutando o tom lrico do padre, as respostas murmuradas da congregao, o grito ocasional ou choradeira de 
uma criana.
        
        A famlia de Murphy estava do outro lado do corredor estreito, enquanto levando dois pews. E seu-para ela estava comeando pensar neles como o dela famlia-variou 
junto em um.
        
        Quando eles agentaram a bno final, Liam trepou em cima do pew e sustentou os braos dele a ela. Ela o iou sobre o quadril dela, enquanto sorrindo quando 
ele enrugou os lbios dele.
        
        "Bonito", ele disse em um sussurro de fase quando ela tinha o obrigado com um beijo. Os dedos rechonchudos dele foram para o citrine e ametista apedreja 
ela usou s orelhas dela. "Meu."
        
        "Nope. Meu." Ela o levou a cabo com ela como a congregao esvaziou o pews e caiu no sol de fim matutino.
        
        "Bonito", ele disse novamente, to esperanosamente, que ela arraigou pela bolsa dela para ver se ela pudesse achar algo que o agradar.
        
        "Ela  que, rapaz." Murphy arrebatou Liam fora, enquanto o lanando alto o fazer riem. "Bonito como uma "manh de maio.
        
        Shannon sentia uma pequena ondulao de emoo para cima a espinha dela. S horas antes de eles tinham sido nus, suados, e fechou junto. Agora eles foram 
aparados fora para a igreja e cercaram por pessoas. No parou necessidade fresca de enrolar no intestino dela.
        
        Arrancando um espelho pequeno da bolsa dela, ela apontou isto a Liam. H bonito."
        
        Se encantado, Liam apertou a isto e comeou a fazer careta a ele.
        
        "Olhe, Ma." Kate perto a embalou mais jovem no ombro dela. "Eles olham como um pequeno a famlia junto l. Voc j pensou Murphy fixaria as vises dele em 
um ianque? E tal uma fantasia um? "
        
        "No." Alice os assistiu, as emoes dela misturaram e confuso. "Eu no pensei isto. Seja eu desejei saber se fosse um das filhas de Tom Concannon para ele. 
Mas isto que eu nunca esperei."
        
        Kate olhou at onde o trs-ano-velho dela estava arrancando contentemente a grama e estava conferindo seu sabor. "Voc no nota? "
        
        "Eu ainda" no decidi. Encolhendo os ombros fora o humor, a Alice dobrou e escavou para cima o neto dela. "Kevin, grama no  por comer a menos que voc 
seja uma vaca. Recolhamos as tropas, Kate. Ns tomamos o jantar de domingo para cozinhar."
        
        Ouvindo o nome dele saudaram, Murphy ergueu uma mo. "Eu tenho que se dar bem. Eu o pedirei depois." Ele passou Liam atrs a ela. "Voc me deixar o beijar 
aqui? "
        
        "Beije", Liam concordou e enrugou para cima.
        
        "No voc, rapaz". Mas Murphy o beijou de qualquer maneira, antes de trocar para cima e deixar os lbios dele plane ligeiramente em cima de Shannon. "Cultive 
depois."
        
        "Sim." Ela teve que concentrar em no suspirar como um aluna quando ele caminhou fora. "Depois."
        
        "Queira que eu leve sua carga l, Tia Shannon? " Vendo o modo estava claro, Rogan pisou adiante.
        
        "No. Eu o" tenho.
        
        "Olhares como se ele o" tem. E era um golpe agradvel de destino, Rogan pensou, ter a interferncia de corrida de menino para ele. "Eu estava esperando para 
uma palavra com voc. Voc viria casa com Maggie e mim? Ns seramos agradados para o ter para ch. Como v Liam."
        
        "Ch." Liam perdeu interesse no espelho e saltou no quadril de Shannon. "Bolo."
        
        H a "linha de fundo, Rogan disse com um ria. "H pouco igual a me" dele. Sem esperar pela resposta dela, Rogan levou o cotovelo de Shannon e comeou a 
guiar a para o carro dele.
        
        "Eu deveria contar para Brie - "
        
        "Eu lhe falei. Maggie", ele convocou. "Seu menino quer ch e bolo."
        
        "Qual menino? " Maggie os alcanou da mesma maneira que Shannon alcanou para a porta de carro. "Voc est nos dirigindo, Shannon? "
        
        "Maldio. Eu fao que nove vezes fora de dez." Com Liam em reboque, ela arredondou ao lado de passageiro e empacotou o menino no assento de carro dele.
        
        "Uma vez um ianque", Maggie comentou e se resolveu.
        
        Shannon s enrugou o nariz dela e entreteve Liam no passeio.
        
        Pouco tempo depois elas estavam na cozinha. Era Rogan, Shannon notou, que ameaou o ch. "Voc desfrutou o ceili? " ele perguntou.
        
        "Muito."
        
        "Voc partiu cedo." Com um vislumbre mau no olho dela, Maggie partiu fatias pequenas de bolo geado.
        
        Shannon s ergueu uma sobrancelha e sem dinheiro fora um canto de uma fatia. "Esta  a "receita de Brie, ela disse depois de uma amostra.
        
        " 'O bolo de Tis Brie. Agradea.
        
        "Muito grato", Rogan ps dentro. O Maggie deixado muito humanitrio de Brianna" nos" envenenam.
        
        "Eu sou artista, no um cozinheiro".
        
        "Brianna muito mais que cozinheiro." Shannon preparou eriar. "Ela  uma artista. E mostra em todo quarto da hospedaria."
        
        "Bem, bem." Divertido, e contente, Maggie apoiou atrs. "Rapidamente saltar em frente a ela, no  voc? "
        
        "Da mesma maneira que voc faz", Rogan disse suavemente como ele trouxe panela a mesa. "Brianna inspira lealdade. A hospedaria muito dando boas-vindas, no 
? " Habilmente ele alisou penas enquanto ele verteu o ch. "Eu me fiquei l quando eu vim aqui primeiro para bater  porta de Margaret Mary. O tempo era imundo", 
ele se lembrou, "como era o temperamento de Maggie. E a hospedaria era uma pequena ilha de paz e enfeita entre tudo."
        
        "Twas seu temperamento que era imundo como me lembro" eu, Maggie corrigiu. "Ele me molestou impiedosamente", ela contou para Shannon. "Vindo aqui no convidado, 
e no desejado. E como voc pode ver eu ainda tenho que se libertar dele."
        
        "Tenacidade tem suas recompensas." Em um hbito velho ele deslizou a mo dele em cima de Maggie. "Nossa primeira recompensa est dormindo no ch" dele, ele 
murmurou.
        
        Maggie olhou em cima de ver Liam, soltar-declamou, olhos aceno fechado, de cabea, com um fisted de mo em bolo. "Ele  um prmio, certo". Ela riu como ela 
subiu para o erguer da cadeira alta dele. Quando ele lamentou, ela bateu levemente o fundo dele e sussurrou. "L, ame, voc h pouco precisa um pouco de uma mentira 
abaixo. Vamos ver se seu urso estiver esperando por voc. Eu penso que ele . Ele est esperando por Liam para vir."
        
        "Ela  uma me bonita", Shannon disse sem pensar.
        
        "Isso o" pega de surpresa.
        
        "Sim." Ela percebeu o que ela tinha dito um momento muito tarde e tinha apalpado. "Eu no quis dizer - "
        
        "No  um problema. A, tambm, pega de surpresa. Ela era resistente  idia de ter uma famlia. Muito que isso veio do fato que a infncia dela era difcil. 
Coisas reparam a tempo. At mesmo o mais velho e mais cru de feridas. Eu no sei se ela j estar perto da me dela, mas eles fizeram uma ponte. Assim a distncia 
 atravessada."
        
        Ele fixou abaixo a xcara dele e sorriu a ela. "Eu desejo saber se voc entrasse no escritrio para um momento ou dois."
        
        "Seu escritrio? "
        
        "Aqui. S pelo prximo quarto." Ele subiu, modos instrudos teriam o andamento dela com ele.
        
        Ele tinha a querido na prpria relva dele. Ele tinha estado bastante em negcio longo saber que vantagem de campo de casa era uma distintiva. E que a atmosfera 
de negcio vestiu que algumas transaes melhoram que a informalidade de transaes com refeies.
        
        Com Shannon, ele tinha decidido j fazer um parta entre negcio e famlia. Exclua quando o cutuque de famlia ficou til.
        
        Curioso, Shannon o seguiu na sala de estar e por uma porta adjacente. No limiar, parou ela e fitou com uma combinao de surpresa e admirao.
        
        Eles podem ter estado no meio do pas, o lanamento de uma pedra longe de vacas pastando e cacarejando galinhas, mas aqui era um espao de trabalho profissional 
merecedor de qualquer edifcio alto lustroso em qualquer cidade principal.
        
        Era tastefully, iguale elegantemente enfeitado, do tapete de Bokarra para o abajur de Tiffany, para a escrivaninha de caoba antiga vislumbrando. Maggie estava 
dentro o quarto-uma fonte atordoante de copo de safira subiu a meio caminho ao teto de coffered; uma confuso delicada de formas e cores sentou s em uma coluna 
marmrea e Shannon feito pensam no jardim de Brianna.
        
        Marchando praticamente com estilo eram as ferramentas do executivo-fac-smile, computador, modem, copiador, tech todo macio e lustroso e alto,.
        
        "Vaca santa." O sorriso dela comeou a esparramar como ela se mudou e deslizou o dedo dela em cima do monitor de um topo-grau P.C. "Eu nunca teria adivinhado 
isto estava aqui." "Isso  o modo Maggie quis isto. E eu, tambm". Rogan gesticulou a uma cadeira. "Esta  casa para uma parte boa do ano, mas para manter isto casa, 
eu tenho que trabalhar."
        
        "Eu adivinho eu pensei que voc teve um escritrio na galeria." "Sim." Estabelecer o tom ele quis fixar, ele sentou atrs da escrivaninha dele. "Mas ns 
ambos tm carreiras exigentes, e ns ambos tm uma criana. Quando programando permitir, eu posso trabalhar aqui trs dias por semana, cuidando de Liam pelas manhs 
enquanto Maggie na "casa de copo dela.
        
        "No pode ser fcil, para qualquer um de voc. Prestidigitando tanto." "Voc s faz certo voc derruba bolas que so substituveis. Acordo  o nico modo 
eu sei ter tudo. Eu pensei que ns falaramos sobre as outras pinturas que voc fez."
        
        "Oh." A sobrancelha dela dobrou. "Eu fiz um par mais aquarelas, e outro leo, mas - "
        
        "Eu vi o um de Brianna", ele interrompeu suavemente. "Voc terminou o um do hospedaria-a "viso de jardim de parte de trs.
        
        "Sim. Eu sa para os precipcios e fiz um seascape. Bonito. tpico, eu imagino."
        
        "Eu duvido isso." Ele sorriu e fez uma nota rpida em um bloco. "Mas ns teremos um olhar. Voc teria mais em Nova Iorque."
        
        H vrios em meu apartamento, e, claro que, o ones que eu devolvi de Colombo."
        
        "Ns organizaremos para os ter transportado em cima de."
        
        "Mas - "
        
        "Meu gerente na galeria de Nova Iorque pode levar ao cuidado do detalhe-a embalagem e assim sucessivamente, uma vez voc me d
        
        uma lista de inventrio." Ela fez outra tentativa para falar, e ele rodou direito em cima dela. "Ns temos s o um  mostra aqui em Clare, e eu penso que 
ns manteremos isto que modo, at que ns temos uma estratgia mais polida. Enquanto isso." Ele abriu a gaveta de topo dele e tirou uma pilha limpa de documentos 
de legal-tamanho. "Voc querer examinar os contratos."
        
        "Rogan, eu nunca aceitei contratos."
        
        "Claro que voc no tem. " O sorriso dele era fcil, o tom dele toda a razo. "Voc no os leu. Eu estaria contente para revisar as condies com voc, ou 
eu posso recomendar um advogado. Eu estou seguro voc tem seu prprio, mas voc quereria um localmente."
        
        Ela achou uma cpia dos contratos esvaziada nitidamente nas mos dela. "Eu j tenho um trabalho."
        
        "No parece o parar de pintar. Eu quererei que meu secretrio o contate na prxima semana ou assim, para fundo. O tipo de cor e informao do que ns precisaremos 
para uma biografia e boletins de imprensa."
        
        "Boletins de imprensa? " Ela ps uma mo a ela girando cabea.
        
        "Voc ver no contrato que Mundialmente levar ao cuidado de toda a publicidade por voc. Dependendo de seu inventrio na Amrica, ns deveramos estar prontos 
para uma exibio em outubro, ou possivelmente setembro."
        
        "Uma exibio." Ela deixou apoiando mo onde era e bocejou a ele para ela. "Voc querer-uma exibio? " ela repetiu, entorpea. "Em Galerias Mundiais? "
        
        "Eu tinha considerado tendo isto em Dublin, como tnhamos tido ns que Maggie  primeiro l. Mas eu penso que eu preferiria a galeria aqui em Clare, por 
causa de sua conexo aqui." Ele inclinou a cabea dele, enquanto sorrindo educadamente ainda. "O que pensa voc? "
        
        "Eu no penso", ela resmungou. "Eu no posso pensar. Rogan, eu Mundialmente fui a espetculos a. Eu posso nem mesmo conceba de ter a pessoa l."
        
        Ela se perguntou que questiona novamente atrs no passeio para a hospedaria. Ento ela mudou engrenagens e se perguntou por que. Por que ela ia junto com 
isto? Por que Rogan estava a pressionando ir junto?
        
        Sim, ela era talentosa. Ela poderia ver que para ela no trabalho dela e tinha sido contado por numerosos professores de arte durante os anos. Mas arte no 
era empresarial, e negcio sempre tinha vindo primeiro.
        
        Aceitando a transao de Rogan significaram invertendo algo ela tinha procurado a maioria dela vida-deixando a arte dela levar a dianteira e permitindo outra 
pessoa para controlar os detalhes de negcio.
        
        Era mais que um pequeno amedrontando, certamente mais que incmodo. Mas ela tinha concordado, ela se lembrou; pelo menos ela no tinha recusado completamente.
        
        E ela poderia ter, pensamento de Shannon. Oh, sim, ela reconheceu bem as tticas que Rogan tinha usado, e usado com habilidade descorada. Ele seria um homem 
difcil para manobrar melhor que, mas ela poderia ter feito assim.
        
        O fato era, ela no teve realmente tentado.
        
        Era tolo, ela pensou agora. Uma complicao louca. Como ela poderia ter um espetculo na Irlanda pelo outono quando ela estaria fora at l trs mil milhas 
 escrivaninha dela?
        
        Mas  que realmente o que voc quer?
        
        Ela ouviu a pequena voz que murmura na orelha dela. Se ressentindo com isto, ela hunched os ombros dela e fez carranca abaixo  estrada como caminhou ela.
        
        "Voc parece furioso como um vespo", a Alice comentou. Ela estava descansando uma mo no porto de frente do filho dela e sorriu como o tiro de cabea de 
Shannon para cima.
        
        "Oh. Eu h pouco era... " Com um esforo ela relaxou os ombros dela. "Eu estava revisando uma conversao, e desejando saber por que eu perdi a mo superior 
disto."
        
        "Ns sempre achamos um modo para manter aquela mo superior na retomada." Alice bateu o dedo dela ao templo dela, ento abriu o porto. "Voc no entrar? 
" Ela empurrou o porto mais largo quando Shannon hesitou. O corrida de "minha famlia fora aqui e l, e eu gostaria um pouco de companhia."
        
        "Voc me" pega de surpresa. Shannon pisou por e re-trancou o porto ela. "Eu pensaria que voc estaria desesperado durante uns minutos de par de paz e quieto."
        
        " como minha me usada a dizer-voc tenha nada mais que que quando voc  seis ps abaixo. Eu estava tendo um olhar no jardim de frente de Murphy. Ele est 
tendendo bem" isto.
        
        "Ele tende bem" tudo. Inseguro dos movimentos dela, ou a posio dela, ela seguiu a Alice atrs para cima sobre a varanda e se instalou na cadeira de balano 
ao lado dela.
        
        "Que ele faz. Ele no faz nada a menos que ele faa isto completamente e com cuidado. Havia tempos, quando ele era um rapaz, e parecia ele vai plod sempre 
por uma tarefa ou outro que eu poderia lhe dar. Eu seria fixado para estalar a ele, e ele h pouco olharia e sorriria a mim, e me fala ele estava figurando o melhor 
modo sobre isto, isso era tudo." "O parece. Onde ele est? " "Oh, ele e meu marido so fora na parte de trs que examina algum pedao de maquinaria. Meu Colin ama 
fingindo ele sabe algo sobre cultivar e maquinaria, e Murphy ama o" deixando.
        
        Shannon sorriu um pouco. O nome de "meu pai era
        
        Colin."
        
        "Era? Voc o perdeu recentemente."
        
        Ano "passado. Vero" passado.
        
        "E sua me esta primavera." Instintivamente Alice alcanou fora apertar a mo de Shannon. " um fardo que nada mais que viver ilumina."
        
        Ela comeou a balanar novamente, e assim fez Shannon, de forma que o silncio s estava quebrado pelo rangido das cadeiras e o tagarele de pssaros.
        
        "Voc desfrutou o ceili? "
        
        Este tempo a pergunta teve um aquecimento de rubor as bochechas de Shannon. "Sim. Eu nunca fui totalmente a uma festa goste."
        
        "Eu perco os tendo desde que ns estamos em Cortia. A cidade nenhum lugar para um ceili, um real."
        
        "Seu marido est l" um doutor. "Ele , sim. Doutor bom. E eu contarei voc retifica, quando eu movi l com ele que eu pensei que eu tinha morrido e tinha 
ido para cu. Nenhum mais ascendente a amanhecer cuidar de vacas, nenhum preocupante se as colheitas crescessem, ou a "corrida de trator. Ela sorriu, enquanto examinando 
o jardim ao longe para o vale. "Mas partes de mim ainda perdem isto. At mesmo perca o preocupando."
        
        "Talvez voc mover atrs quando ele se aposentar." "No, ele  um homem de cidade meu Colin. Voc entenderia a isca da cidade, enquanto morando em Nova 
Iorque."
        
        "Sim." Mas ela, tambm, estava olhando fora em cima do vale, o vislumbre de colinas verdes, a elevao viva deles. "Eu gosto das multides, e a pressa. O 
barulho. Me ocupou dias se acostumar o quieto aqui, e o espao."
        
        "Murphy  um homem para espao, e para o tato da prpria terra dele debaixo dos ps" dele.
        
        Shannon olhou para ver Alice que a estuda atrs. "Eu sei. Eu no penso que eu alguma vez conheci qualquer um como... arraigado."
        
        "E voc  arraigado, Shannon? " "Eu estou confortvel em Nova Iorque", ela disse cuidadosamente. "Ns nos mudamos uma grande transao quando eu era uma 
criana, assim eu no tenho o mesmo tipo de razes que voc quer dizer."
        
        Alice acernar com a cabea. "Uma me preocupa sobre as crianas dela, no importa como alto eles crescem. Eu vejo Murphy est apaixonado por voc."
        
        "Sra. Brennan." Shannon ergueu as mos dela, os deixe cair. O que poderia dizer ela? "Voc est pensando esta mulher o que queira eu fazer? Como ela espera 
que eu responda o que estava nem mesmo uma pergunta? " Uma sugesto de um sorriso flertou a boca de Alice. "Voc no me conhece mais que eu o conheo, assim eu no 
posso contar olhando em seus olhos o que seus sentimentos so para meu filho, ou o que voc far sobre eles. Sentimentos h, isso est claro. Mas eu conheo Murphy. 
Voc no  a mulher que eu teria escolhido para ele, mas um homem escolhe para ele."
        
        Ela olhou a Shannon e riu. "Agora eu o" insultei.
        
        "No", Shannon disse stiffly, insultou. "Voc tem um direito perfeito para falar sua mente."
        
        "Sim." Sorridente ainda, a Alice comeou a balanar. "E vai se eu fizesse ou no. Mas meu significado no estava claro. Eu pensei durante um tempo, pouco 
tempo, seria Maggie para ele. At eu ama aquela menina, me preocupou feroz. Eles teriam dirigido um ao outro para assassinar dentro de um ano."
        
        Apesar de todo o bom senso, Shannon sentia um puxo mesquinho de cime. "Murphy e Maggie? "
        
        "Oh, nada alm de um pensamento de transcurso e um pequeno desejando saber entre eles. Ento eu pensei que seria Brianna. Ah, agora que, eu me falei, era 
a esposa para ele. Ela lhe faria uma casa forte."
        
        "Murphy e Brie", Shannon disse entre os dentes dela. "Eu adivinho ele estava fazendo os crculos."
        
        "Oh, eu imagino ele fez alguns, mas no com Brie. Ele a amou, como ele amou Maggie. Como ele ama as irms dele. Era eu, enquanto planejando em minha cabea 
e desejando para ele estar contente. Eu preocupei, voc v, porque ele tinha vinte e cinco anos, e no mostrando por aqui ainda nenhuma parcialidade por outras das 
meninas. Ele estava trabalhando a fazenda, lendo os livros dele, tocando a msica dele. Era uma famlia da que ele precisou, eu me falaria. Uma mulher ao lado dele 
e crianas aos ps" dele. Shannon moveu os ombros dela, silncio se cansado pelas imagens que a Alice tinha suplicado na cabea dela. "Vinte e cinco so jovens para 
um homem se casar estes dias."
        
        "", a Alice concordou. "Em homens de Irlanda freqentemente espere anos e anos mais longo. Como sabem uma vez eles que os votos so ditos no h nenhum 
os desdizendo. Divrcio no  uma escolha para ns, no por Deus, e no atravs de lei. Menos uma me quer o filho dela cumprido. Eu ocupei aparte este aqui o dia 
no vinte-quinto ano dele, e eu me sentei ele e falei com ele de meu corao. Eu lhe falei como um homem no deveria viver s, no deveria se trabalhar to duro e 
deveria ter ningum para vir casa para de uma noite. Eu lhe falei como a menina de O'Malley teve o olho dela nele, e no fez ele pensa que ela era uma bonita coisa."
        
        O sorriso de Alice tinha enfraquecido quando ela olhou atrs novamente para Shannon. "Ele concordou como era ela. Mas quando eu comecei a apertar o sobre 
pensar mais profundamente, enquanto planejando o futuro, levando uma esposa para completar o presente dele, ele tremeu a cabea dele, e levou minhas mos dentro 
o dele e olhou para mim que modo que ele tem.
        
        " 'Ma', " ele disse", 'Nell O'Malley no  para mim. Eu sei que . Eu vi que .' " os olhos de Alice cresceram escuros com uma emoo que Shannon no pde 
entender. "Eu estava contente, e eu lhe perguntei que era ela. Ele me falou ele no teve contudo a conhecer, no na carne. Mas ele s a conheceu igual a ele tinha 
a visto nos sonhos dele desde que ele era um menino. Ele s estava esperando por ela vir."
        
        Shannon engoliu em uma garganta seca e conseguiu manter o nvel de voz dela. "Murphy tem uma tendncia para o romntico."
        
        "Sim. Mas eu sei quando meu menino est tendo uma fantasia e quando ele quer dizer o que ele diz. Ele estava falando no mais que a verdade para mim. E ele 
falou nada alm de a verdade quando ele chamou pouco tempo atrs me me falar que ela viria."
        
        "No  igual que. No pode ser igual que."
        
        " difcil de julgar o que pode e no pode ser. No corao. Voc est segurando seu, Shannon Bodine. A nica coisa que eu perguntarei de voc  tomar cuidado, 
grande cuidado com isto. Se voc acha que voc no pode manter isto, ou no quer isto afinal de contas, devolva suavemente" a ele. '
        
        "Eu no quero o" ferir.
        
        "Oh, criana, eu sei isso. Ele nunca escolheria uma mulher com maldade nela. Eu estou arrependido para ter o feito triste."
        
        Shannon s tremeu a cabea dela. "Voc precisou dizer isto. Eu estou seguro eu precisei ouvir isto. Eu endireitarei coisas fora."
        
        "Bem." Com algo perto de um ria, a Alice apoiou adiante novamente para levar a mo de Shannon. "Voc pode tentar, mas ele os enroscar novamente. Voc no 
deve pensar que eu disse tudo disto pr o fardo s em seus ombros.  compartilhado entre voc, igual. O que acontece entre voc, alegria ou se entristece, ser causado 
por ambos voc. Se sua me estivesse aqui, ela seria Murphy revelador para tomar cuidado com voc."
        
        "Ela pode." A tenso nos dedos de Shannon relaxados um pequeno. "Sim, ela pode. Ele tem sorte para o ter, Sra. Brennan".
        
        "E assim eu o, freqentemente, lembro. Venha agora, vejamos se minhas filhas terminaram arte culinria o cordeiro para o jantar."
        
        "Eu deveria voltar.
        
        A Alice subiu, enquanto puxando Shannon com ela. "Voc ter sua refeio de domingo conosco, seguramente. Murphy o querer. Assim faa eu."
        
        Ela abriu a porta da frente, pisou atrs, e deu boas-vindas Shannon dentro.
        
        Captulo Dezoito
        
        At Murphy gostou de ver Shannon com a famlia dele, enquanto oscilando um das sobrinhas dele no joelho dela, rindo em cima de algo Kate disse, enquanto 
escutando o sobrinho dele atentamente explicam sobre carburadores, ele a quis s.
        
        Parecia a famlia que ele amou to bem estava conspirando para o impedir cumprir aquele desejo simples e vital.
        
        Ele mencionou muito casualmente que era uma noite adorvel para um passeio, e ele pensou que Shannon desfrutaria isto. Qualquer resposta que ela poderia 
ter feito foi abafada o tagarelando a Shannon sobre modas da irm dele.
        
        Um homem paciente, ele esperou um tempo, ento tentou novamente, enquanto sugestionando uma viagem para o bar-onde ele estava seguro que ele poderia deslizar 
Shannon fora em uma piscadela. Mas o padrasto dele o puxou aparte e comeou a perfurar o nos funcionamentos da associao nova.
        
        Quando o sol fixou e a lua comeou sua elevao, ele se achou dragooned em um jogo de Tio Wiggly com algumas das crianas enquanto Shannon estava do outro 
lado do quarto que tem uma discusso de inteno com a sobrinha adolescente dele sobre msica americana.
        
        Ele viu o primeiro tiro claro dele quando as crianas estavam sendo embrulhadas para cama. Jejum comovente, ele agarrou a mo de Shannon. "Ns iremos pr 
a chaleira em para ch." Sem quebrar passo largo, ele a puxou para a cozinha, por isto, e fora a porta dos fundos. "A chaleira - "
        
        "O objeto pegado de diabo a chaleira", ele murmurou e a girou nos braos dele. Ao lado da gaiola onde as galinhas pensaram, ele a beijou como se a vida dele 
dependeu disto. "Eu nunca notei que quantas pessoas h em minha famlia."
        
        "Vinte e trs", ela murmurou, enquanto deslizando no prximo beijo. "Vinte e quatro com voc. Eu contei."
        
        "E um deles salto estar ressaltando a janela de cozinha qualquer segundo. Venha. Ns estamos fazendo uma fratura para isto."
        
        Ele puxou o paddock passado dela e caneta e para cima a primeira elevao at que ela era ofegante e risonha. "Murphy, reduza a velocidade. Eles no vo 
fixar os cachorros em ns."
        
        "Se ns tivemos cachorros, eles podem." Mas ele encurtou o passo largo dele um pequeno. "Eu o quero s. Voc nota? "
        
        "No. De fato, eu tenho esperado por uma chance para falar com voc."
        
        "Ns falaremos tudo que voc gosta", ele prometeu. "Depois que eu lhe mostre para o que eu tenho pensado em fazer a voc todo o dia e meio a noite."
        
        Aquea balled, um slido, cozinhando em vapor peso no estmago dela.
        
        "Ns deveramos falar primeiro. Ns no temos realmente fixado para cima as diretrizes.  importante ns ambos entendem, bem, onde ns estamos de p, antes 
de ns adquirssemos qualquer mais fundo nisto."
        
        "Diretrizes." A palavra o fez sorrir. "Eu penso que eu posso achar meu modo sem eles."
        
        "Eu no estou falando sobre o aspecto fsico." Um pensamento intrometeu, e virou a voz dela esfrie e casual. "Voc nunca teve um aspecto fsico com Maggie, 
o fez? "
        
        A primeira reao dele era rugir com risada, mas uma toro de dano o fez zumbir em considerao. "Bem, agora que voc menciona isto... " Ele deixou a orao 
arrastar fora como ele puxou Shannon no crculo de pedra.
        
        Ela era abruptamente longe de esfrie e bateu as mos dele fora como ele arrastou fora a jaqueta dela. "Agora que eu menciono isto? " ela repetiu com ao 
na voz dela.
        
        "Ns tivemos um pouco de um aspecto", ele disse, enquanto a ignorando empurrando mos como ele trabalhou aos botes da blusa dela. "Eu a beijei uma vez, 
em um pouco mais que o que voc poderia estar chamando uma moda fraterna." Ele sorriu nos olhos de Shannon. "Era curioso e era doce. Eu tinha quinze anos se "saques 
de memria.
        
        "Oh." O monstro de olhos verdes foi enfezado por tolice.
        
        "Eu consegui roubar a pessoa dentro em Brie, tambm. Mas ns acabamos rindo de um ao outro enquanto nossos lbios ainda foram fechados. Levou o romance diretamente 
disto."
        
        "Oh", ela disse novamente e fez beicinho. "E isso era? "
        
        "Voc no precisa de preocupao. Eu nunca... cruzado qualquer borda com qualquer um de suas irms. Assim... "
        
        A lngua dele secou como ele deslizou a blusa dela aparte. Ela usou seda em baixo desta noite, seda escura, perigosa que imergiu baixo e provocante  curva 
dos peitos dela, ento drapejou at vislumbre em baixo do cs da saia dela.
        
        "Eu quero ver o resto", ele administrou e arrastou abaixo o zper.
        
        Uma brisa arreliou o cabelo dela como ela se levantou no luar inconstante. Ela tinha usado isto para ele, tinha escolhido isto da gaveta dela que manh com 
a imagem na mente dela da face dele como ele a viu nisto. Era uma seduo curta, deliberada de seda e ata isso agarrado curvas.
        
        Deslumbrado por isto, ele deslizou uma mo para cima a coxa dela e sentia a gorjeta da meia-cala dela d modo para esquentar carne. E a boca dele molhou.
        
        " a graa de Deus eu no soube o que voc estava usando debaixo daquele pequeno terno." A voz dele era grossa e rota s extremidades. "Eu nunca teria feito 
isto por Massa."
        
        Ela tinha querido falar com ele. Precisado. Mas bom senso no era nenhuma defesa contra o jacto quente de luxria. Ela alcanou fora, arrastou o suter em 
cima da cabea dele.
        
        "Eu soube o que estava debaixo daqui. Voc no pode imaginar o que eu estava pensando de durante o Ofertrio."
        
        O riso dele era fraco. "Ns ambos far penitenciam para isto. Depois." Ele cutucou uma correia do ombro dela, ento o outro de forma que o justilho trocado, 
se se pegar a tenuously. "A deusa que vigia o cho santo", ele murmurou. "E a bruxa atrs de" que veio.
        
        As palavras dele fizeram o dela trema, com medo e excitao. "Eu sou uma mulher, Murphy. H pouco uma mulher que se levanta aqui, o" querendo. Mais que ansioso, 
ela entrou adiante nos braos dele. "Mostre para mim. Me mostre para isso que voc pensamento sobre fazer a mim." Ela esmagou a boca dela a seu, unbearably faminto. 
"Ento faa mais."
        
        Ele poderia a ter comido vivo, consumiu a polegada dela por polegada, ento uivada  lua como um lobo radical. Assim ele mostrou para o savaging dela a boca 
dela, enquanto deixando as mos dele vagarem to urgentemente quanto agradaram eles. Os sons na garganta dela cresceram mais fortes, mais feral. Ele sentia os dentes 
dela
        
        belisco e arrasta ao lbio dele, levou o prprio dele  garganta dela devorar o comprimento encurvando de pele cetinosa.
        
        Ela j estava molhada quando ele cupped ela. Se ele a dirigisse para cima ruthlessly, se o gemido dela tremesse em algo mais ntimo a um grito, ele era muito 
distante em cima da linha se parar.
        
        As pernas dela simplesmente afivelado. Ela se sentia caindo, sentia a almofada do corpo dele debaixo dela prprio, ento o peso disto como rolou ele.
        
        A boca dele estava em todos lugares, gloriously que amamenta por seda, ento debaixo disto. As mos dele eram uncannily rpido, enquanto alisando aqui, agarrando 
l. Os seus eram nenhum menos urgente, buscando carne, achando, explorando.
        
        Ela rasgou e arrastou ao boto das calas compridas dele, enquanto murmurando promessas e argumentos enquanto eles lutaram em cima da manta.
        
        Ofegando, ela o escarranchou, ento em um movimento assim raio rpido cambaleou os sensos dele, o levou fundo.
        
        Enquanto o aturdindo, glria violenta disto fluiu por ele, ele assistiu o arco dela atrs. O corpo dela era sinuoso e macio e lustroso, o cabelo dela uma 
chuva de seda, a face dela uma escultura de triunfo completamente e prazeres carnais.
        
        Encantado, ele alcanou fora, ache os peitos dela, assistiu as mos dele fecham em cima deles. Ele sentia o peso, a imprensa quente dos mamilos dela, o trovo 
selvagem do corao dela.
        
        Seu, ele pensou vagamente enquanto o corpo dele estremeceu com necessidade insuportvel. Este tempo, durante todas as vezes, seu.
        
        Ela comeou a balanar, lentamente no princpio, como uma dana. Nuvens trocaram em cima de e ao redor e passou a lua de forma que a face dela era shuttered, 
ento revelou, ento shuttered novamente como um sonho ele no pde capturar totalmente.
        
        O sangue comeou a se enfurecer, nos lombos dele, na cabea dele de forma que ele estava seguro explodiria e partiria nada mais que ossos quebrados.
        
        Ele viu os braos dela erguerem, suba witchlike para o cu. Os movimentos dela aceleraram, e ele comeou a murmurar a ela, as palavras desesperado e Gaelic. 
Parecia ela lhe, com a mesma urgncia, respondeu, na mesma lngua. Ento o hazed de mente dele, e o corpo dele estourou, enquanto o esvaziando nela.
        
        Em um longo, estremecendo gemido, ela deslizou at ele. Vises danaram na cabea dela, enfraquecido.
        
        Ela deve ter dormido, porque ela despertada com o corao dela batendo lento e grosso, e a pele dela tremendo morno. At mesmo como ele cupped o peito dela, 
os lbios dela encurvaram e deram boas-vindas o seu.
        
        O toque dele era agora suave, quase worshipful. Assim ela suspirou, e desfrutou e deixou o corpo dela seja acariciado ternamente atrs a estimulao.
        
        Ela abriu para ele, o sentia a encha. Se encantando nos dois lados dele, ela emparelhou o passo vagaroso dele at a ltima brasa de necessidade aquietada.
        
        Depois, ela se deita ao lado dele, confortvel na manta ele tinha puxado em cima deles.
        
        "Bem." Ele acariciou o cabelo dela. "Ns no podemos dormir aqui hoje  noite."
        
        Ela sentia os msculos dele empurram quando ela correu a mo dela baixo em cima da barriga dele. "Ns no temos que dormir."
        
        "Eu quero dizer ns no podemos ficar fora aqui." Ele virou a cabea dele para o prazer simples de enterrar o nariz dele no cabelo dela. "Vai chover."
        
        "? " Ela abriu um olho e olhou para o cu. "Onde as estrelas foram? "
        
        "Atrs das nuvens, e h chuva que vem logo."
        
        "Hmm. Que horas so? "
        
        "Eu perdi rasto."
        
        "Onde meu relgio ? "
        
        "Voc no estava usando um."
        
        "Eu no era? " Em reflexo ela sentia o pulso dela. Estranho, ela nunca deu um passo sem o relgio dela. Nunca usado.
        
        "Ns no precisamos de um relgio para saber que est na hora que eu o adquiri debaixo de telhado." Com pesar, ele lanou a manta aparte. "Talvez voc me 
pediria dentro ch assim eu pudesse gastar um pequeno mais tempo olhando para voc."
        
        Ela puxou o chemise em cima da cabea dela. "Ns poderamos ter ch em meu quarto."
        
        "Eu sentiria como incmodo sobre isso como eu vou o levando minar enquanto minha famlia na casa." Ele a assistiu liso nas meia-calas dela. "Voc buscar 
usando algo assim novamente? "
        
        Ela lanou o cabelo dela atrs como ela abotoou a blusa dela. "Eu assumo voc no est falando sobre o terno." "No, bem, o debaixo disto."
        
        "Eu no tenho muito ao longo destas linhas, mas eu verei o que eu posso fazer." Ela subiu para arrastar na saia dela. "Talvez eu posso apanhar um par de 
coisas em Dublin." "Dublin? Voc vai para Dublin? " "Tera-feira." Ela encolheu os ombros na jaqueta dela, ento levou a mo estendida dele. "De alguma maneira, 
e eu no estou completamente seguro como aconteceu, eu vou com Rogan." "Ah, voc resolveu o contato ento." "Eu tenho nem mesmo leitura o contrato. Mas aparentemente 
eu tenho um compromisso na quarta-feira ter fotografias de publicidade levado. Mais mim  suposto lhe dar uma lista de meu inventrio, como ele se liga de volta 
minhas pinturas em Nova Iorque. Ele parece pensar eu estou tendo um espetculo pelo outono."
        
        "Isso  principal." Se encantado para ela, ele a balanou fora os ps dela a beijar. "Por que voc no me falou antes? Ns teramos celebrado."
        
        "Se ns tnhamos celebrado qualquer mais, eu no penso que ns estaramos vivos para falar sobre isto. Quando ele riu, ela comprimiu o brao dela por seu. 
O prazer sem hesitao dele, para ela, embora ela fosse insegura das prprias reaes dela, tocou profundamente. "Em todo caso, eu no sei se celebrando  pedido. 
Eu no tenho o modo que Rogan fala assinar-entretanto  um trato feito."
        
        "Voc pode confiar nele, se isso  o que est preocupando a voc."
        
        "No, no. Reputao mundial  topo entalhe. E alm disso, eu confiaria em Rogan absolutamente.  uma deciso grande para mim, e eu gosto de tomar decises 
pequenas at mesmo depois de pensamento cuidadoso."
        
        "Mas voc vai para Dublin", ele mostrou.
        
        "Aquele adquiriu longe de mim. Um minuto que ns estvamos falando sobre Maggie e Liam, e o prximo eu tive contratos em minha mo e falo sobre espetculos 
e publicidade que tocam em minhas orelhas."
        
        "Ele  o cleverest de companheiros,  Rogan", Murphy disse encantadoramente. "Eu sentirei falta de voc, Shannon. Voc ter sido ido muito tempo? "
        
        "Eu deveria estar de volta quinta-feira ou sexta-feira, do que ele disse". Eles estavam quase de volta na hospedaria quando as primeiras gotas de chuva caram. 
"Eu realmente quis falar com voc, Murphy".
        
        "Assim voc disse. Diretrizes, era? "
        
        "Sim."
        
        "Eles mantero." Ele acernar com a cabea para a janela. "Brie na cozinha. Eu gostaria de entrar, mas ns no estaremos ss, e eu no posso ficar longo." 
"Eles mantero", ela concordou.
        
        Na tera-feira Shannon matutino era acumulado e pronto e desejando saber o no qual ela tinha se entrado. Ela tinha desejado saber aquele bastante desde vir 
para a Irlanda, percebeu ela. Parecia que todo ajuste que ela fez, ou considerou fabricao na vida dela, requereu outro.
        
        Ainda, a idia de passar alguns dias em Dublin no era um sofrimento. Fazia semanas desde que ela tinha estado em qualquer coisa se assemelhando a uma cidade 
remotamente.
        
        "Voc tem um guarda-chuva", Brianna perguntou, enquanto pairando em cima da bolsa Shannon tinham fixado pela porta da frente da hospedaria. "E uma jaqueta 
extra no caso de as voltas de tempo? "
        
        "Sim, Me."
        
        Corando um pouco, Brianna trocou o beb no ombro dela. "Dirige Maggie furioso quando eu conferir a embalagem dela. Grayson se rendeu e me deixou fazer isto 
para ele."
        
        "Me acredite, eu sou um perito, e s  durante um par de dias. Aqui  agora" o carro de Rogan.
        
        "Tenha um tempo maravilhoso." Brianna teria levado a bolsa ela se Shannon no a teve batesse a isto. "A casa de Dublin  adorvel, voc ver. E o cozinheiro 
de Rogan  um mgico."
        
        "Ele diz o mesmo de voc", comentou Rogan como ele aumentou objeto pegado a bolsa de Shannon. Ele deu para Brianna e para Kayla um beijo antes de alojar 
a mala.
        
        "No esquea de levar suas vitaminas", Brianna contou para Maggie, ento apoiado no carro para beijar a e adeus de Liam.
        
        "Eu no percebi voc estava vindo, Maggie." Nem ela soube como ela sentia sobre isto. Virando, ela deu para Brianna um abrao rpido e Kayla beijado na gorjeta 
do nariz dela.
        
        "Voe seguro." Brianna gingou o beb, enquanto assistindo o carro at que era longe da vista.
        
        Era a. viagem curta para o aeroporto debaixo de cus plmbeos e chuva chuviscando. Shannon se lembrou do dia que ela tinha pousado no aeroporto que compartilhou 
o nome dela.
        
        Ela tinha sido todos os nervos e raiva reprimida. A maioria da raiva tinha enfraquecido, ela percebeu. Mas os nervos ainda eram l, enquanto saltando agora 
como ela considerou o que esta viagem curta mudaria na vida dela.
        
        Havia pequeno espalhafato na chegada deles/delas. Shannon decidiu que Rogan era um homem que no tolerou nenhum quando veio a negcio. Em resumo ordene eles 
estavam sentados no avio privado dele com Liam que salta  janela, mostrando todo caminho ou carro que entraram em viso.
        
        "Ele  um homem ambulante,  Liam." Maggie resolveu atrs, enquanto esperando que eles seriam logo no ar de forma que ela poderia ter uma xcara de ch. 
Ela tinha estado sofrendo uma grande transao mal-estar mais matutino com esta gravidez que ela teve com ela primeiro. E ela no quis isto.
        
        " maravilhoso ele pode ter a experincia", Shannon comentou. "Eu sempre apreciei isto."
        
        "Voc fez muito viajando com seus pais." Rogan deslizou uma mo em cima de Maggie, enquanto desejando todo pedao to fortemente quanto ela que a indisposio 
matinal correria seu curso.
        
        O passatempo favorito de "meu pai. Um de minhas recordaes mais cedo  de chegar ao aeroporto em Roma. A pressa e as vozes, e a cor disto. Eu adivinho eu 
tinha quase cinco" anos. O avio comeou a taxiar, e Liam vaiou com delcia.
        
        "Ele gosta melhor" desta parte. Maggie manteve um sorriso colado  face dela como o roiled de partida o estmago dela. Maldio, maldio, maldio, que 
ela pensou. Ela no jogaria para cima a torrada seca lamentvel que ela tinha sufocado abaixo para o caf da manh.
        
        "Eu, tambm". Shannon se inclinou, enquanto apertando a bochecha dela para Liam assim eles pudessem compartilhar a excitao junto. "L vai, Liam. Ns somos 
para cima com os pssaros." "Pssaros! Adeus. Adeus. "
        
        Adeus. Shannon suspirou um pouco. Murphy estava triste l. Eles no tinham tido a noite cheia deles/delas junto como tinham esperado eles. Entre a viagem 
e a chuva e um cavalo com uma diviso coiceie, eles apenas tinham tido s uma hora.
        
        E tempo estava correndo fora. Ela ia ter que pensar daquele muito logo. Nova Iorque sempre no esperaria. Inferno sangrento." Como olhou atrs Shannon, surpreso, 
Maggie rasgou fora
        
        o cinto de segurana dela e trancou fora da cabana. A porta de lavatrio bateu atrs dela.
        
        Inferno sangrento", Liam repetiu, dico por uma vez quase perfeito.
        
        "Ela  enjo? " Shannon alcanou para o prprio cinto dela, enquanto desejando saber isso que, se qualquer coisa, ela deveria fazer.
        
        "Manh doente." Rogan lanou um olhar preocupado para a porta fechada. "Est a infestando este tempo."
        
        "Eu deveria ir ver se eu posso ajudar, ou qualquer coisa? "
        
        "S a faz mais furioso quando voc tentar." Sentindo desamparado, Rogan moveu os ombros dele. "Com Liam ela teve uns dias de par de mal-estar, e isso era 
o fim disto. Ela  insultada mais que qualquer outra coisa pelo que ela no est velejando to facilmente este aqui."
        
        "Eu suponho toda gravidez  diferente."
        
        "Assim ns estamos descobrindo. Ela querer ch", ele disse e comeou a subir.
        
        "Eu farei isto. Realmente." Ela se levantou depressa, tocou uma mo ao ombro dele. "No preocupe."
        
        "Ela gosta isto brutalmente forte."
        
        "Eu sei."
        
        Shannon entrou na galera estreita. O avio estava muito como seu dono, ela decidiu. Macio e lustroso, eficiente, elegante, e organizado. Ela achou vrios 
tipos diferentes de ch e, considerando a condio de Maggie, foi pela camomila.
        
        Ela parou o que ela estava fazendo para dar uma olhada quando a porta para o lavoratory aberto.
        
        Mais "fixo? "
        
        "Sim." Mas a voz de Maggie era severa, um pouco como um guerreiro que h pouco sobreviveu outra batalha sangrenta. "Isso deveria fazer isto para hoje."
        
        "V sentar abaixo", Shannon ordenou. "Voc ainda  branco."
        
        "Uma viso melhor que verde." Maggie cheirou, de olhos a panela. "Voc est fazendo flores."
        
        " bom para voc. Aqui." Ela deu para Maggie uma caixa de bolachas que ela fundaria em um gabinete. "V sentar abaixo, Margaret Mary, e lambisca nestes."
        
        Muito fraco discutir, Maggie voltou para o assento dela.
        
        "Eu sinto muito", Rogan murmurou, enquanto deslizando um brao ao redor dela.
        
        "No espere que eu diga que no  sua falta." Mas ela se aconchegou a cabea dela contra ele e sorriu em cima da Liam que era decidindo ocupado se ele puxaria 
com ou comeria o creiom que o pai dele tinha lhe dado. "Voc sabe o que eu estou pensando, Rogan? "
        
        "O que est pensando voc, Margaret Mary? "
        
        "Que eu passeei l" pela gravidez mais fcil do mundo com aquele pequeno demnio. Ela apontou um olhar de ao quando Liam ergueu o creiom para a boca dele. 
Ele sorriu e comeou a atacar o livro de colorao ao invs com isto. "Possa ser este aqui um pouco menos confortvel porque ns vamos ter um doce-suave, criana 
de biddable que nunca causar dano."
        
        "Hmmm." Ele de olhos o filho dele, e conseguiu agarrar o creiom gordo antes de Liam pudesse utilizar a parede do avio. O menino uivou em protesto e empurrou 
o livro de colorao ao cho. " que o que voc gostaria? "
        
        Maggie riu como o temperamento de Liam rolado pela cabana. "No em sua vida."
        
        Brianna tinha falado nenhum menos que a verdade. A casa de Dublin era adorvel. Comprimido atrs de rvores graciosas e jardins, teve uma viso bonita do 
verde. As moblias eram velhas, com a distino e as riquezas de elegncia poderiam comprar. Lustres gotejaram, chos vislumbraram, e os criados moveram com eficincia 
rpida e silenciosa.
        
        Shannon era determinado um quarto com uma cama de quatro-cartaz de boas-vindas, um Aubusson emudecido, e um O'Keefe atordoante.
        
        Ela no mais que refrescado para cima no banho antes de uma empregada tidily tiveram desempacotado a bolsa dela e fixaram os artigos de toalete dela na agncia 
de Chippendale.
        
        Ela achou Maggie que espera escada abaixo por ela na sala de estar principal. "Eles estaro trazendo uma refeio clara, Maggie lhe falou. "Eu tendo estar 
sofrendo fome este tempo de dia depois de meu turno matutino."
        
        "Eu estou alegre voc est sentindo bem. Deus." Os olhos de Shannon alargaram como eles fixaram na escultura que domina um lado do quarto. Hipnotizado, ela 
caminhou para isto, os dedos dela incapaz resistir a um golpe longo do copo.
        
        Era magnfico, ertico, e quase o humano em seus membros sinuosos e caractersticas derretendo. Ela poderia ver quase o homem e mulher, fundidas junto em 
cumprimento absoluto.
        
        "Voc gosta? " A voz de Maggie poderia ter sido casual, mas ela no pde prevenir o jacto rpido de prazer  reao deslumbrada de Shannon.
        
        " incrvel."
        
        "Renda, eu chamei isto."
        
        "Sim, claro que. Voc poderia fazer isto", ela murmurou, em maravilha, "algo assim, naquele pequeno lugar no pas".
        
        "Por que no? Um real artista no precisa de escavaes caprichosas. Ah, aqui  a comida. O, Noreen", abenoe.
        
        Maggie j era envolvido em um sanduche de galinha quando Shannon veio para a unir. "Onde Liam ? "
        
        "Oh, um das empregadas est encantado com ele. Ela  o batida fora para o berrio lhe fazer chocolate quente e o deteriorar. Melhor tem um destes antes 
de eu os comesse tudo."
        
        A levando a palavra, Shannon escolheu um dos pequenos sanduches. "Esta  uma casa magnfica."
        
        " adorvel, estar seguro, mas nunca vazio. Criados tendo sobre ainda me faz twitchy." Ela encolheu os ombros.
        
        No h nenhuma dvida ns precisaremos de ajuda depois que o beb novo vier. Eu terei que se prender na casa de copo para qualquer privacidade."
        
        A "maioria das pessoas seria emocionado para poder ter as empregadas e cozinheiros."
        
        "Eu no sou a maioria das pessoas." Maggie mordeu fora mais galinha. "Mas eu estou aprendendo viver com isto. Rogan no telefone", somou ela. "Ele est furioso 
para telefones. H empresarial na filial de Paris para a que ele deveria estar vendo pessoalmente. Mas ele no partir enquanto eu estiver tendo este problema pelas 
manhs. Faz nem mesmo ajude gritar a ele. Quando o homem cavou nos saltos de sapatos dele, voc no o pode mover com um tijolo."
        
        Ela passou para os cachos de macarro e deu para Shannon um olhar especulativo. O jogo da mente dele em o" ter.
        
        "Bem, meu no jogo. Completamente."
        
        "Primeiro eu vou lhe falar que quando o homem veio atrs de mim, eu tive nenhuma inteno de ser administrado. Por qualquer um nada. Ele tem um modo, Rogan 
faz, de ver direito em voc, achando essas fraquezas e orgulhos e segredos voc da mesma maneira que logo mantm a voc. Ento ele os usa. Com charme, com desumanidade, 
com lgica, e com tal planejamento organizado que ele sempre tem um anos pise  frente."
        
        "Eu notei. Ele me chegou aqui, quando eu tive toda inteno de lhe falar obrigado, mas nenhum obrigado."
        
        "No  s um negcio com ele. Ele seria mais fcil resistir se fosse. Ele tem um grande amor e afeto para arte, e para o artista. E o que ele  terminado 
em Clare... " O orgulho para ele entrou na voz dela, nos olhos dela. "Ele  feito algo importante, para arte, l, para a Irlanda. Ele  terminado isto porque ele 
 amarrado pelo corao dele a ambos."
        
        "Ele  um homem muito especial, pessoalmente e professionally. Voc no tem que o conhecer longo ver isso."
        
        "No, voc no faz. Assim segundo... " Maggie espanou os dedos dela com um guardanapo. "Eu vou perguntar isso que a injustia do inferno com voc? "
        
        As sobrancelhas de Shannon atiraram para cima. "Com licena? "
        
        "Por que o diabo voc est arrastando seus saltos de sapatos nisto? O homem est lhe oferecendo a lua e meio as estrelas. Um artista sonha com a chance de 
ter o que voc tem certo em suas mos, e voc mantm bobbling isto."
        
        "Bobbling no  o que eu estou fazendo", Shannon corrigiu coolly. "Considerar ."
        
        "O que tem voc para considerar neste momento? Voc tem as pinturas, voc far mais."
        
        " o fazendo mais eu estou considerando."
        
        Maggie deu um bufo e bifurcado para cima mais macarro. "Que tolice. Voc pode sentar l e pode me falar voc poderia parar - h pouco fixo suas escovas 
aparte e deixa seu espao em branco de tela? "
        
        "Quando eu voltar para Nova Iorque, eu no serei grtis para se favorecer como eu tenho aqui."
        
        "Favorea." Maggie fixou o garfo dela abaixo com um rudo e apoiou adiante. "Voc tem alguma idia entortada em sua cabea que sua pintura  uma indulgncia."
        
        "Minha posio a Ry-Tilghmanton - "
        
        "Oh, fuck que."
        
        " importante a mim", Shannon terminou entre os dentes dela. "E minhas responsabilidades me deixam l pequeno tempo pintar para prazer-muito menos pintar 
para algum que voc concordar  um gerente exigente."
        
        "O que de suas responsabilidades para voc, e seu talento? Voc pensa que voc tem o direito para lanar o que voc foi determinado fora? " A mesma idia 
disto era uma abominao na mente de Maggie e corao. "Eu vi s suas pinturas de Irlanda, mas eles mostram voc tem mais que um olho bom e uma mo competente. Voc 
tem um corao que v e entende. Voc tem nenhum certo lanar isso fora assim voc pode puxar garrafas de gua."
        
        "Voc tem feito sua lio de casa", Shannon disse quietamente. "Eu tenho um direito para fazer o que trabalha para mim, o que me satisfaz. E isso  o que 
eu farei. Se Rogan lhe pedisse que trabalhasse em mim - "
        
        "Voc no o culpar porque eu falo minha prpria mente." Eles subiram junto, pugilistas que se encontram no centro do tapete. "Ele s me pediu que viesse 
assim voc teria companhia quando ele estava ocupado."
        
        "Eu estou seguro ele pensou que isso era considerado. Agora adquira esta reta, esta transao, porm trabalha fora, no  sua preocupao. Est entre eu 
e Rogan."
        
        "Transao." Em um som de desgosto Maggie derrubou atrs novamente na cadeira dela. "Voc fala mais at mesmo como uma mulher de negcios que artista."
        
        Shannon empurrou para cima o queixo dela e olhou para baixo o nariz dela. "Isso no me insulta. Agora se voc vai com licena, eu penso que eu sairei e adquirirei 
um pouco de ar."
        
        Captulo Dezenove
        
        Ela no ia deixar isto adquirir a ela. Shannon se prometeu que Maggie opinioso, atitude de fora-de-linha no ia balanar o dela de qualquer forma, ou ps 
uma sombra em cima da visita dela para Dublin.
        
        A noite, pelo menos, era socivel e agradvel. Obrigado, na opinio de Shannon, para os modos sem defeito de Rogan e hospitalidade. No uma vez pelo jantar, 
ou a noite fcil que seguiu, ele mencionou o contrato ou os planos que ele teve na fabricao.
        
        O qual, ela sups, era por que ela era assim fora guarda a manh seguinte quando ele a escoltou diretamente na biblioteca dele depois que eles tivessem compartilhado 
um caf da manh quieto. Ele atirou diretamente do quadril.
        
        "Voc tem um onze compromisso de hora com o fotgrafo", ele lhe contou o momento eles estavam sentados. "Eles cuidaro de seu cabelo e maquilagem, assim 
voc no precisa preocupar sobre isto. Eu tive em mente algo no lado elegante, mas no estritamente formal. Ice que  o fotgrafo saber o que ver com voc." "Sim, 
mas - "
        
        "Agora, Maggie est tendo um pouco de um mentira-em esta manh, mas ela gostaria de ir com voc. Liam ficar aqui, assim voc pode ter algum tempo pelos 
dois de voc fazerem alguma compra, ou para Maggie mostrar para voc ao redor de Dublin."
        
        "Isso seria agradvel." Shannon tomou um flego. Ela no deveria ter.
        
        "Eu estou esperando que voc vir a galeria, tenha uma excurso. Voc disse que voc tinha sido a nossa filial em Nova Iorque." "Sim, e - "
        
        "Eu penso que voc ver que ns tentamos criar humores diferentes em cidades diferentes. Para refletir o ambiente. Eu vou ser amarrado para cima muito o 
dia." Ele olhou brevemente ao relgio dele. "Comeando quase imediatamente. Mas eu apreciaria isto se voc achasse um momento para vir o escritrio. Maggie pode 
o trazer em aproximadamente trs. Ns podemos revisar qualquer mudanas das que voc gostaria nos contratos."
        
        "Parada." Ela sustentou ambas as mos, inseguro se ela quisesse gritar ou rir. "Voc est fazendo isto novamente." "Eu sinto muito. O que  que? "
        
        "Oh, no se desculpe ou olhe bemused educadamente. Voc sabe o que voc est fazendo exatamente. Voc  o rolo compressor mais elegante por" o que eu alguma 
vez fui aplainado. Ele brilhou um sorriso que a teve tremendo a cabea dela. "E sorriso encantador que-to rpido  letal. Eu posso ver como at mesmo algum to 
teimoso quanto Maggie esmigalhou."
        
        "Que ela no fez. Eu tive que bater fora ao pedao dela atravs de pedao. E voc  muito mais igual ela que voc poderia gostar de mim
        
        mostrar. Ele sufocou um sorriso fresco quando os olhos de Shannon flamejaram. "Sim, muito mais igual ela."
        
        Me "insultando no  o modo para me ganhar em cima de."
        
        "Ento me deixe dizer isto." Ele dobrou as mos dele na escrivaninha. "Como seu cunhado at o homem que espera empurrar sua carreira adiante. Voc no veio 
aqui porque eu o, Shannon, flanqueei. Isso faz parte disto, sim, isso o empurrou mover quando eu o empurrei mover. Mas a que eu fiz  planta uma idia em sua cabea."
        
        "Certo, voc tem.  uma idia eu brinquei anos atrs com e despedi um no prtico. Voc est tentando para me convencer agora que no .
        
        Intrigado, ele apoiou atrs e a estudou. " dinheiro? "
        
        "Eu tenho dinheiro. De fato, mais que eu precisam. Meu pai era muito bom a fazer isto." Ela tremeu a cabea dela. "No, no  dinheiro. Embora seja importante 
a eu fazer meu prprio, ter a satisfao disso. Eu preciso de segurana, e estabilidade, e desafios. Eu suponho isso soa contraditrio."
        
        "No."
        
        Vendo ele entendeu, ela continuou. "A pintura eu fiz em meu prprio, para mim, sempre foi um hbito, um tipo de obrigao at-algo eu trabalhei em meu horrio 
goste, bem, como um compromisso comigo."
        
        "E voc est hesitando em fazer isto um foco."
        
        "Sim, eu sou. Eu feito trabalho melhor aqui que eu j tenho em minha vida. E me tira em uma direo eu considerei tomada" nunca seriamente. E agora que ela 
tinha dito isto, ela era mais confuso que j. "Mas o que acontece quando eu volto para Nova Iorque, Rogan, apanhe a vida que eu deixei para trs l? Se eu assinar 
um contrato, eu teria lhe dado minha palavra. Como eu posso fazer que quando eu no posso estar seguro que eu poderei manter isto? "
        
        "Sua integridade em guerra com seus impulsos", disse ele, enquanto pondo o dedo dele diretamente ao pulso. "E. isso  uma coisa difcil. Por que ns no 
obrigamos ambos para eles? " "Como voc prope administrar que? " "Seu contrato com Mundial cercar o trabalho que voc fez na Irlanda, e o que voc tem pronto dentro 
Novo York-com uma opo", ele continuou, enquanto correndo uma caneta pelos dedos dele, "para um primeiro olhar ao que voc pode produzir durante os prximos dois 
anos. Se  um pedao ou uma dzia de."
        
        "Isso  um real acordo", ela murmurou. "Mas voc quis um espetculo. Eu no sei se eu tenho bastante para isso, ou se o que eu tenho o" vestir.
        
        "Ns somos flexveis no tamanho de uma exibio. E eu o deixarei saber o que no me" veste.
        
        Ela conheceu os olhos dele. "Eu apostei voc vai."
        
        Depois, quando ele tinha ido, Shannon vagou atrs escada acima. Ele tinha lhe dado uma grande transao refletir. De alguma maneira ele tinha conseguido 
abrir uma porta sem a forar a fechar outro. Ela poderia aceitar as condies dele e poderia voltar para a vida dela sem perder uma batida.
        
        Ela achou isto estranho, e mais confundindo que j, que ela desejou que ele tinha a apertado em um canto onde ela seria forada a fazer uma escolha clara.
        
        Mas no havia tempo para no pensar em se ela quisesse ver qualquer coisa da cidade antes do broto de fotografia. Um broto de fotografia, ela pensou, enquanto 
rindo a ela. Imagine isso.
        
        Ela limpou o sorriso e bateu vivamente na porta de quarto de Maggie. "Maggie? Rogan disse para o" se despertar. No ouvindo nenhuma resposta, Shannon rodou 
os olhos dela e bateu novamente. " passado nove, Margaret Mary. At mesmo mulheres grvidas tm que sair algum dia" de cama.
        
        Impaciente, Shannon virou a maaneta e aliviou a porta aberto. Ela poderia ver a cama estava vazia, e pensando Maggie poderiam estar vestindo, e a ignorando, 
ela empurrou a porta mais largo.
        
        Como ela comeou a convocar novamente, ela teve notcias os sons inconfundveis de doena miservel do banho adjacente. No a ocorreu hesitar; ela simplesmente 
se apressado por para onde Maggie estava levantando em cima do banheiro.
        
        "Adquira fora, o" condene. Maggie acenou uma mo flcida e lutou a prxima onda de nusea. "No enlate uma nsia de mulher dentro privado? "
        
        No dizendo nada, Shannon caminhou  pia e umedeceu um washcloth grosso com gua fresca. Maggie era levantando muito ocupado para resistir quando Shannon 
segurou a parte de trs da cabea dela e apertou o pano  sobrancelha frio e mido dela.
        
        "Beb pobre", Shannon murmurou quando Maggie caiu debilmente. Modo horrvel" para comear a manh. H pouco descanse um minuto, volte sua respirao. "Eu 
sou certo. V embora. Eu sou certo." "Seguramente voc . Voc pode controlar um pouco de gua? " Sem esperar por uma resposta, Shannon caminhou em cima de encher 
um copo, ento voltou abaixar e aliviar isto aos lbios de Maggie. "L voc vai, goles lentos agradveis. Provavelmente tem gosto de voc engolido um esgoto."
        
        "Esta criana  melhor uma santa." Porque estava l, Maggie apoiou contra o ombro de Shannon.
        
        "Voc viu seu doutor? " Para acalmar, Shannon levou o pano e correu isto suavemente em cima da face de Maggie. "No h algo voc pode levar? "
        
        "Eu vi o doutor. Sunos sangrentos. Um par mais semanas, ele diz, e eu terei razo como chuva. Junte mais semanas", ela repetiu, enquanto fechando os olhos 
dela. "Eu quase o assassinei naquele mesmo lugar."
        
        "Nenhum jri no mundo-se eles fossem o condenaria. Aqui, venha, o adquiramos em seus ps. O "resfriado do cho.
        
        Muito fraco discutir, Maggie se deixou seja ajudado para cima e guiou dentro para a cama. "No a cama. Eu no preciso da cama. Eu h pouco quero sentar um 
minuto."
        
        "Certo." Shannon a conduziu a uma cadeira. "Queira um pouco de ch? "
        
        "Oh." Desesperadamente aliviado o feitio terminou, Maggie deixou o dela encabece se retire e fechado os olhos dela. "Eu vou. Se voc pudesse chamar l no 
telefone at a cozinha e pergunta se eles se importassem em enviar alguns para cima, e algum toast.Dry. Eu agradeceria.
        
        Ela ainda sentou, enquanto o sistema dela nivelou fora e o frio enfraqueceu da pele dela. "Bem", ela disse quando Shannon | substituiu o receptor. "Isso 
era agradvel para ambos ns."
        
        "Muito pior para voc." No Maggie bastante seguro deveria ser partido s contudo, Shannon sentou na extremidade da cama.
        
        "Era amvel de voc me ajudar por isto. Eu aprecio isto."
        
        "No soou aquele modo quando voc estava me" xingando.
        
        Um sorriso torceu a boca de Maggie. "Eu me desculparei para isso. Eu odeio o ser... " Ela gesticulou. "Descontrolado de coisas."
        
        "Eu, tambm. Voc sabe, eu s estive uma vez bbado em minha vida inteira."
        
        "Uma vez? " O sorriso se transformou em uma zombaria. "E voc, irlands como os Anis de Kerry."
        
        "No obstante, enquanto teve seus aspectos liberando, eu achei, em compreenso tardia que estava debilitando. Eu no pude bater o boto de controle totalmente. 
E havia a delcia somada de estar doente como um cachorro no lado da estrada na casa de modo, e a maravilha e glria da ressaca. Assim, eu acho isto mais prtico 
limitar minha entrada."
        
        "A pessoa esquenta a alma, dois esquentam o crebro. Da sempre disse isso."
        
        "Assim ele teve o lado prtico dele como bem."
        
        "Um estreito. Voc tem os olhos" dele. Ela assistiu Shannon os abaixam e lutaram contra o prprio senso dela de perda e impacincia. "Eu sinto muito voc 
presta ateno a audio isto."
        
        E assim, Shannon descobriu, era ela. Minha me e pai tiveram olhos azuis. Eu me lembro de lhe perguntar uma vez onde ela pensou que eu tinha adquirido meu 
verde. Ela parecia to triste, para h pouco um momento, ento ela sorriu e disse um anjo os deu a mim."
        
        "Ele teria gostado isso. E ele teria estado alegre e grato que ela achou um homem como seu pai deveria ter sido, amar ambos voc." Ela examinou como o ch 
foi trazido. H duas xcaras", ela disse quando Shannon subiu para ir. "Se voc gostasse de ter a pessoa comigo."
        
        "Certo."
        
        "O aborreceria me falar como eles encontrar-seus pais? "
        
        "No." Shannon levou o assento dela novamente e descobriu isto longe da aborreceu contar a histria. A esquentou. Quando Maggie estourou em risada  idia 
de Colin que bate a Amanda na lama, Shannon a uniu.
        
        "Eu gostaria ter os" conhecido, Maggie disse a comprimento.
        
        "Eu penso que eles teriam gostado do" conhecer. Um pequeno envergonhou pelo sentimento, rosa de Shannon. "Escute, se voc gostaria de h pouco chutar atrs 
e descansar, eu posso levar um txi ao fotgrafo."
        
        "Eu estou agora bem. Eu gostaria de ir com voc-e ver o Jack o torture o modo ele me fez quando Rogan me ps por este ltimo."
        
        "Obrigado."
        
        "Meu prazer. E... " Ela ps de lado a bandeja e rosa. "Eu penso que eu gostaria de gastar algum tempo com voc."
        
        "Eu penso que eu desfrutaria que, tambm." Shannon sorriu. "Eu esperarei escada abaixo" por voc.
        
        Ela amou Dublin. Ela amou as vias fluviais, as pontes, os edifcios, as multides. E oh, ela amou as lojas. Embora ela fosse impaciente para fazer mais, 
veja mais, Shannon se segurou e favoreceu Maggie em uma refeio de meio-dia enorme.
        
        Ao contrrio a irm voltil dela, Shannon no tinha achado o broto de fotografia qualquer coisa mas uma experincia agradvel, interessante. Quando ela tinha 
mostrado isso, Maggie simplesmente tinha estremecido.
        
        Quando eles deixaram o restaurante, Shannon calculou que eles tinham batido um recorde de estar em um ao outro companhia sem palavras severas ou observaes 
maliciosas.
        
        Ela era logo descobrir que ela compartilhou uma caracterstica pelo menos com Maggie. A mulher era uma compradora de campeo - fechando de loja para armazenar, 
medindo, considerando, e comprando sem todos o oscilando e cambaleando isso Shannon aborrecido em muitos dos amigos dela.
        
        "No." Maggie tremeu a cabea dela como Shannon sustentou um suter biscoito-colorido. "Voc precisa de cor, no neutrals".
        
        "Eu gosto." Fazendo beicinho um pouco, Shannon dirigiu em direo a um espelho, enquanto esparramando o suter at o pescoo dela. "O material  deslumbrante."
        
        ", e a cor lhe faz olhar como um cadver semana-velho."
        
        "Condene." Com um meio riso Shannon dobrou o suter novamente. "Sim."
        
        "Voc quer este aqui." Maggie lhe entregou um verde musgoso. Ela pisou atrs de Shannon, enquanto estreitando os olhos dela s reflexes deles/delas. "Definitivamente."
        
        "Voc tem razo. Eu odeio quando voc tiver razo." Ela drapejou o suter em cima do brao dela e tocou a manga da blusa que Maggie teve em cima de seu. 
"Voc est comprando que? " "Por que? "
        
        "Porque eu estou tendo isto se voc no . "Bem, eu sou." Presumido, Maggie recolheu as bolsas dela e foi pagar por isto.
        
        "Voc teria reposto isto provavelmente se eu no tivesse dito que eu quis isto", Shannon reclamou como eles deixaram a loja.
        
        "No, mas acrescenta certamente  satisfao da compra. H uma loja de arte culinria perto. Eu quero apanhar algumas coisas para Brie."
        
        "Multa." Ainda amuando em cima da blusa, Shannon entrou em passo. "O que  que? "
        
        "Uma loja de msica", Maggie disse secamente quando Shannon parou para encarar uma janela de exibio.
        
        "Eu sei isso. O que  que? "
        
        "Um dulcimer. Martele dulcimer."
        
        "Se parece uma obra de arte mais que um instrumento."
        
        " ambos. Isso  um adorvel, tambm. Murphy fez um alguns anos atrs da mesma maneira que multa. Um tom bonito que teve. A monja Maureen dele se apaixonou 
por isto, e ele deu isto a ela."
        
        "Isso h pouco o parece. Voc pensa que ele gostaria? Um outra pessoa fez? "
        
        Maggie ergueu a sobrancelha dela. "Voc poderia lhe dar vento em uma bolsa de papel e ele entesouraria isto."
        
        Mas Shannon j tinha tomado a deciso dela e tinha estado marchando na loja.
        
        Se encantado, Shannon assistiu o objeto pegado de balconista o dulcimer fora da janela, ento escutou como ele lhe deu uma demonstrao hbil da msica que 
poderia fazer.
        
        "Eu posso o ver jogando isto, no o enlate? " Shannon perguntou para Maggie. "Com isso meio sorriso na face" dele.
        
        "Eu posso." Maggie esperou at que o balconista feliz entrou na parte de trs para achar a caixa certa para transporte. "Assim voc est apaixonado por ele."
        
        Protelando, Shannon alcanou na bolsa dela para a carteira dela. "Uma mulher pode comprar um presente para um homem sem estar apaixonado por ele."
        
        "No com aquele olhar nos olhos dela ela no pode. O que vai voc fazer sobre isto? "
        
        No h nada que eu posso fazer." Shannon se pegou, carranqueou, e selecionou o carto de crdito dela. "Eu estou refletindo sobre isto.
        
        "Ele no  um homem para levar ame casualmente, ou temporariamente."
        
        As palavras, e o conhecimento que eles eram fato, a amedrontou. "No me empurre nisto, Maggie". Em lugar de o estalo para o que ela tinha esperado, havia 
um argumento na voz de Shannon. " complicado, e eu estou fazendo o melhor eu sei fazer."
        
        Os olhos dela ergueram em surpresa quando Maggie ps uma mo na bochecha dela. " duro, no , cair onde voc nunca foi, e nunca realmente pensamento voc 
seria? "
        
        "Sim.  terrivelmente duro."
        
        Maggie deixou o dela d deslize abaixo e descanse no ombro de Shannon. "Bem", ela disse em um tom mais claro, "Ele vai tropear em cima da lngua dele quando 
voc lhe der isto. Onde o balconista sangrento ? Rogan me esfolar se eu no o tiver l s trs no "ponto de maldio.
        
        "Sim, voc o se parece est apavorado dele."
        
        "s vezes eu o deixei pensar que eu sou.  um beijo no ego, como quem diz".
        
        Shannon brincou com uma exibio de gaitas no contador. "Voc no me perguntou se eu for assinar."
        
        " sido pontudo fora isso no  empresarial relativo a mim."
        
        Shannon deu um sorriso e o carto de crdito dela ao balconista quando ele devolveu. "Isso  um beijo em meu ego, Margaret Mary? "
        
        "Agradea no  uma bota a seu asno."
        
        "Eu estou assinando", Shannon disse bruscamente. "Eu no sei se eu decidisse h pouco este momento ou o momento que ele perguntou, mas eu estou fazendo isto." 
Engolindo duro, ela apertou uma mo trmula ao estmago dela. "Agora eu estou enjoado."
        
        "Eu tive uma reao semelhante debaixo das mesmas circunstncias. Voc ps h pouco sua roda em outra pessoa mos." Simpatizante, ela deslizou um brao ao 
redor da cintura de Shannon. "Ele far corrige por voc."
        
        "Eu sei. Eu no estou seguro se eu far corrigir por ele." Ela assistiu a caixa de balconista para cima o dulcimer. " um problema que eu pareo h pouco 
estar tendo ultimamente com homens que eu vim me preocupar aproximadamente."
        
        "Eu lhe falo como ns estamos controlando este aqui, Shannon. Ns vamos para a multa de Rogan, escritrio em p e superando a parte empresarial e feito rapidamente. 
Isso  a pior parte disto, eu posso lhe" falar.
        
        "Aprovadamente." Ela levou a caneta que o balconista ofereceu, mecanicamente assinou o nome dela ao deslize de crdito.
        
        "Ento ns estamos voltando e estamos rachando aberto uma garrafa do melhor "champanha de Sweeney.
        
        "Voc no pode beber. Voc est grvida."
        
        "Voc est fazendo o bebendo. Uma garrafa inteira de francs borbulhante s para voc. 'Causa, bem, que eu sou da opinio que voc vai se embebedar durante 
a segunda vez em sua vida."
        
        Shannon apagou uma respirao que tremulou os estrondos dela. "Voc poderia ter razo."
        
        Maggie no poderia ter tido razo mais. Alguns horas depois, Shannon achou que todas as dvidas e preocupa e questiona assobiado fora com uma garrafa de 
Dom Perignon simplesmente.
        
        Maggie era o em cima de-indulger o amigo, escutando como Shannon vaguearam, enquanto fazendo barulhos simpatizantes como reclamou ela, e rindo do mais pobre 
de piadas.
        
        Quando Rogan chegou em casa, Shannon estava sentando sonhador-de olhos na sala de estar que contempla o ltimo copo que poderia ser apertado da garrafa.
        
        "O que o tm terminado para ela, Margaret Mary? " "Ela  bem fuddled." Satisfeito, Maggie ergueu a boca dela para o beijo dele.
        
        Ele ergueu uma sobrancelha  garrafa vazia. "Maravilha pequena." "Ela precisou relaxar", Maggie disse levianamente. "E entretanto celebrar, voc poderia 
nunca lhe falar assim. Voc est sentindo bom, voc no , Shannon? "
        
        "Bom e dndi." Ela sorriu brilhantemente. "Oi, Rogan, quando voc chegou aqui? Eles me advertiram sobre voc, y'know", ela foi em antes de ele pudesse responder. 
"Feito eles? "
        
        "Eles fizeram certamente. Rogan Sweeney liso como cuspe." Ela inclinou atrs novamente o copo, engoliu apressadamente. "E voc ."
        
        "Leve como um elogio, bem", que Maggie aconselhou. "Isso  como  significado."
        
        "Oh, ", Shannon concordou. No h um tubaro em Nova Iorque que pde outswim voc. E voc est to bonito, tambm". Ela se iou para cima, enquanto rindo 
quando a cabea dela revolveu. Quando ele teria levado o brao dela para a firmar, ela simplesmente apoiou dentro e o deu um alto, beijocando beijo. "Eu tenho tais 
irmos atraentes, no faa eu, Maggie? Da mesma maneira que atraente como botes."
        
        "Homens de bem." O sorriso de Maggie era largo e mau. "Ambos eles. Voc gostaria agora de um pequeno cochilo, Shannon? "
        
        "Nope." Irradiando, Shannon arrebatou para cima o copo dela. "Olhe, h mais. Eu levarei h pouco isto comigo enquanto eu fizer uma ligao. Eu preciso fazer 
uma ligao. Uma chamada privada, se voc no nota."
        
        "E quem busca voc chamando? " Maggie perguntou.
        
        "Eu busco chamando Sr. Murphy Muldoon, em Municpio Clare, Irlanda".
        
        "Eu h pouco virei, Maggie sugeriu, "e disca o nmero para voc."
        
        "Eu sou perfeitamente capaz. Eu tenho o direito de nmero dele em meu pequeno organizador eletrnico fiel. Eu nunca vou em qualquer lugar sem isto." Com 
o copo que oscila perigosamente da mo dela, ela deu uma olhada ao redor do quarto. "Onde vai? Nenhum para cima e vindo profissional podem sobreviver sem o organizador" 
deles/delas.
        
        "Eu estou seguro est aproximadamente." Com uma piscadela para Rogan, Maggie levou o brao de Shannon e a conduziu. "Mas acontece eu tenho o direito de nmero 
em minha cabea."
        
        "Voc  to inteligente, Maggie. Eu notei que sobre voc corrige fora-at quando eu quis o" esmurrar.
        
        "Isso  agradvel. Voc pode sentar aqui mesmo na cadeira grande de Rogan e pode falar com Murphy tudo que voc gosta."
        
        "Ele  adquiriu um corpo incrvel. Murphy, eu quero dizer." Dando risada, Shannon derrubou na cadeira atrs da escrivaninha de biblioteca de Rogan. "Embora 
eu seja Rogan seguro  adorvel, tambm".
        
        "Eu posso o prometer . Aqui, voc fala neste fim e escuta este aqui" dentro.
        
        "Eu sei usar um telefone. Eu sou um profissional. Murphy? "
        
        "Eu no terminei chamada contudo. Eu sou um amador." 
        
        "Isso  certo. Est tocando agora. H Murphy. Hi, Murphy". Ela embalou o telefone como um amante e no notou quando Maggie deslizou fora. "Shannon? Eu estou 
alegre voc chamou. Eu estava pensando em voc."
        
        "Eu sempre estou pensando em voc.  a "coisa de damnedest.
        
        "Voc soa um pouco estranho? Voc  certo? "
        
        "Eu sou maravilhoso. Eu o, Murphy", amo.
        
        "O que? " A voz dele subiu meio uma oitava. "O que? "
        
        "Eu sou zumbido" assim.
        
        "Voc o que ? Shannon, volte dois passos e comece novamente."
        
        "A ltima vez eu era um calouro na faculdade e era Volta ao lar e havia tudo isso vinho. Oceanos disto. Eu me pus to terrvel doente, tambm. Mas eu no 
sinto doente a tudo isso tempo. Eu h pouco sinto... " Ela enviou a cadeira que gira e quase se estrangulou com a telefnica corda. "Vivo."
        
        "Cristo, o que fez Maggie a voc? " ele murmurou. "Voc est bbado? "
        
        "Eu penso assim." Testar ela sustentou dois dedos em frente  face dela. "Bem seguramente. Eu desejo que voc estivesse aqui, Murphy, aqui mesmo assim eu 
pudesse rastejar em seu colo e poderia o lambiscar por toda parte."
        
        Havia um momento de silncio aflito. "Isso seria memorvel", ele disse em uma voz apertado com tenso. "Shannon, voc disse que voc me" amou.
        
        "Voc sabe que eu fao. Est todo misturado para cima com cavalos brancos e cobre perfura e temporais e fazendo amor na dana e amaldioando  lua." Ela 
deixou o dela encabece se retire na cadeira como as vises fluiu e circulou na cabea dela. Feitios lanando", ela murmurou. Batalhas premiadas." Eu no sei o que 
fazer. Eu no posso pensar nisto.
        
        "Ns falaremos isto por quando voc voltar. Shannon, voc me chamou de pelo pas inteiro, bbado em-o que  voc bbado em? "
        
        "Champanha. O champanha francs melhor" de Rogan. 
        
        "Figuras. Bebido em champanha", ele repetiu, me falar pela primeira vez que voc me ama? "
        
        "Parecia na ocasio como uma idia boa. Voc tem uma voz maravilhosa." Ela manteve os olhos pesados dela fechados. "Eu poderia escutar isto sempre. Eu lhe 
comprei um presente." "Isso  agradvel. Me fale novamente." "Eu lhe comprei um presente."  rosnadura frustrada dele, ela
        
        aberto os olhos dela e riu. "Oh, eu adquiro isto. Eu no sou estpido. Suma cum laude, voc sabe. Eu realmente o, Murphy, e isto amo desarruma coisas para 
cima ao redor de, mas eu o amo. Boa noite."
        
        "Shannon - "
        
        Mas ela estava apontando para o telefone, com um olho fechado. Por mais sorte que habilidade, ela conseguiu gingar o receptor em lugar. Ento ela apoiou 
atrs, bocejou uma vez, e foi dormir.
        
        Captulo Vinte
        
        "E a manh que vem, no um cambaleie, no um estremecimento." Enquanto ela tomou um gole de ch na cozinha de Brianna, Maggie atirou Shannon um relance admirando. 
"Eu no poderia ter estado mais orgulhoso."
        
        "Voc tem um senso estranho de orgulho." Mas Shannon sentia uma chama estranha disto ela. Por sorte ou a piedade de Deus, ela tinha escapado o castigo de 
uma ressaca depois do romance dela com Dom Perignon.
        
        Vinte e quatro horas depois que o afazeres tinha terminado, ela estava seguramente de volta em Clare e desfrutando a distino questionvel de ter uma cabea 
dura.
        
        "Voc no a deveria ter deixado exceder." Brianna comeou a rodar um marshmallow rico e liso que geia em cima de bolo de chocolate.
        
        "Ela  uma mulher crescida", Maggie contestou.
        
        "E o mais jovem."
        
        "Oh, realmente." Shannon rodou os olhos dela a Brianna est de volta. "Eu apenas penso que isso  um assunto. Voc e eu nascemos no mesmo ano, assim... " 
Ela arrastou fora como o impacto cheio do que ela tinha dito golpeou. As sobrancelhas dela tricotam, e ela encarou abaixo uma mancha na mesa. Bem, ela pensou. Isto 
 desajeitado.
        
        Ano ocupado" para Da", Maggie disse depois de um silncio longo.
        
        Chocado, Shannon observou depressa e conheceu os olhos inspidos de Maggie. O som dela prprio bufo amortecido de risada a pegou de surpresa quase como muito 
como o sorriso de raio de Maggie. Brianna continuou geando o bolo dela.
        
        "Uma garrafa inteira, Maggie", Brianna entrou em um quieto, dissertando tom. "Voc deveria ter tido mais cuidado."
        
        "Bem, eu a cuidei, no fez eu? Depois que ela tivesse desmaiado na biblioteca - "
        
        "Eu no desmaiei, Shannon corrigiu primly. "Eu estava descansando."
        
        "Inconsciente." Maggie alcanou em cima de apanhar a sobrinha dela quando Kayla comeou a exagerar no portador dela. "E Murphy pobre que toca atrs como 
um homem possuiu. Quem o discutiu de pular na zorra dele e dirigir todo o modo para Dublin se isto eu no era? " ela perguntou para Kayla. "E eu no levei o dela 
escada acima e v que ela comeu uma tigela de sopa antes de ela dormisse o resto disto fora? "
        
        As orelhas dela picaram para cima. H Liam despertam." Ela passou o beb a Shannon, ento foi por para o quarto de Brianna onde ela tinha o colocado para 
um cochilo.
        
        Brianna pisou para julgar o trabalho de glac atrs antes de ela virasse. "Diferente de noite passada, voc desfrutou sua viagem para Dublin? "
        
        "Sim.  uma cidade adorvel. E a galeria l-isto uma experincia religiosa."
        
        "Eu pensei assim eu. Voc ainda tem que ver o um aqui em Clare. Eu estava esperando que ns pudemos tudo v, um tipo de excurso. Logo."
        
        "Eu gostaria isso. Brianna... " Ela no estava segura ela estava pronta perguntar. Longe menos seguro ela estava pronta para as conseqncias.
        
        "Algo est o aborrecendo? " "Eu pensar-eu gostaria de ver as cartas." Ela disse isto depressa antes da coragem dela evaporada. "As cartas que minha me escreveu."
        
        "Claro que." Brianna ps uma mo, apoio e conforto, no ombro de Shannon. "Eu os mantive em minha cmoda. Por que no faz voc entra na sala de estar familiar, 
e voc pode os" ler.
        
        Mas antes de Shannon pudesse subir, havia uma comoo no corredor. Vozes exageraram e colidiram fazendo a mo no ombro de Shannon enrijecer uma vez, brevemente. 
" a Me", ela murmurou. "E Lottie." " certo." No seguro se ela foi desapontada ou foi aliviada, Shannon bateu levemente a mo de Brianna. "Eu olharei depois" 
para eles. Ela suportou para qualquer forma que a confrontao levaria.
        
        Maeve varreu em primeiro, enquanto ainda discutindo. "Eu lhe falo eu no perguntarei. Se voc no tiver nenhum orgulho voc, eu no o posso parar disto." 
Ela pegou viso de Shannon que segura a neta dela e ergueu o queixo dela.
        
        "Bem, voc  muito para casa, eu vejo." "Sim, eu sou. Brianna faz isto impossvel ser caso contrrio. Oi, Sra. Sullivan."
        
        "Oh, Lottie, querido. Voc h pouco me chama Lottie gostam todo o mundo. E como meu anjo  hoje? " Ela se agachou Kayla, enquanto arrulhando. "Olhe aqui, 
Maeve, ela est sorrindo."
        
        "Por que no deva ela? Ela est sendo deteriorada certo e esquerda."
        
        "Brianna  uma me inacreditavelmente amorosa", Shannon atirou atrs antes de ela pudesse se parar.
        
        Maeve somente cheirou. "O beb no pode tanto como choradeira que algum no a est arrebatando para cima."
        
        O" "incluindo, Lottie ps dentro. "Oh, Brie, isso que um bolo adorvel."
        
        Resignado que ela teria que assar outro agora para o sobremesa dos convidados dela, Brianna tirou uma faca. "Se sente, no o v, e tenha um pedao."
        
        Liam atirou fora da porta adjacente, cinco passos  frente da me dele. "Bolo! " ele gritou.
        
        "Adquirido radar que o menino tem." Porm spero a voz dela, os olhos de Maeve iluminaram na viso dele. H um rapaz provvel."
        
        Ele sorriu para ela, enquanto sentindo um aliado, e ergueu os braos dele. "Beijo."
        
        "Venha sente em meu colo", Maeve ordenou. "E voc ter ambos, o bolo e o beijo. Ele  um pouco corado, Margaret Mary."
        
        "Ele s  para cima do cochilo dele. Voc est cortando aquele bolo ento, Brie? "
        
        "Voc deveria ter mais cuidado com sua dieta, agora que voc est criando novamente", Maeve lhe falou. "O doutor diz que voc tem a indisposio matinal 
ao redor" este tempo.
        
        Era um lance sobre quem estava mais chocado pela declarao, Maeve ou Maggie. Desejando atrs j as palavras, Maeve comeou a alimentar os pedaos de neto 
dela de bolo.
        
        "No  nada."
        
        "Ela est doente como um cachorro todas as manhs", Shannon corrigiu, enquanto olhando diretamente para Maeve.
        
        "Maggie, voc me falou estava passando." Havia acusao entrelaada com a preocupao na voz de Brianna.
        
        Furioso e envergonhado, Maggie luziu a Shannon. "No  nada", ela repetiu. "Nunca poderia agentar uma fraqueza." O comentrio custico de Maeve teve o fria 
saltando. Antes de Maggie pudesse vomitar, Shannon acernar com a cabea de acordo. "Ela estala como um terrier quando voc tentar a ajudar por isto.  duro, voc 
no pensa, Sra. Concannon, para uma mulher forte precisar de ajuda? E um como Maggie que  entendido como controlar uma famlia e uma carreira exigente perder o 
estmago dela e o controle dela todas as manhs... est abaixando."
        
        "Eu estava doente todas as manhs para mais de trs meses a" levando, Maeve disse crisply. "Uma mulher aprende terminar tal coisa-como pde" nunca um homem. 
"No, eles h pouco lamentariam sobre isto. "Nenhum de minhas filhas era chores, j". Fazendo carranca novamente, Maeve examinou a Brianna. "Voc vai estar de p, 
segurando aquela panela de ch l todo o dia, Brianna, ou voc vai despejar isto? "
        
        "Oh." Ela conseguiu erguer a mandbula que tinha derrubado e tinha servido o ch. "Arrependido."
        
        Obrigado, bem". Se encantado com as coisas de modo ia, Lottie irradiou.
        
        Para mais de dois anos tinha estado cutucando ela e tinha arrastado Maeve para at mesmo uma ponte trmula com as filhas dela. Agora olhou como se o palmo 
estava estreitando. "Voc sabe, Maggie, Maeve e eu h pouco estvamos olhando pelos instantneo de nossa viagem para sua casa na Frana."
        
        "Nenhum mais orgulho que um mendigo", Maeve murmurou, mas Lottie h pouco sorriu.
        
        "Eles nos lembraram ambos isso que um tempo adorvel que ns tivemos l.  o sul de Frana", ela contou para Shannon. "A casa est fora como um palcio e 
olhares certo em cima do mar."
        
        "E senta vazio l, ms depois de ms", Maeve murmurou. "Esvazie mas para criados."
        
        Maggie comeou a rosnar  reclamao, mas pegou o olhar curvado de Brianna. A valeu, mas ela enterrou as palavras quentes e escolheu mais amvel. "Rogan 
e eu estvamos falando aproximadamente s que no h muito tempo. Ns tnhamos esperado ocupar alguns semanas l este vero, mas ambos ns esto muito ocupados ir 
agora mesmo."
        
        Ela deixou sair uma respirao, enquanto se falando que ela estava ganhando pontos com os anjos. " sido um pouco de uma preocupao para mim que ningum 
l inspecionar assuntos, e v que o pessoal est fazendo como deve."
        
        Que era uma mentira grande, corajosa que ela esperou no negaria os pontos. "Eu no suponho os dois de voc considerariam tomada um pouco de tempo e indo 
l fora? Seria um grande favor a mim se voc pudesse administrar isto."
        
        Com um esforo Lottie mordeu o desejo para pular para cima atrs e dana. Ela olhou para Maeve, levantou a cabea dela. "O que pensa voc, Maeve? Ns poderamos 
administrar isto? "
        
        Como a imagem da vila ensolarada, os criados que danam freqncia, o luxo completamente de tudo deslizou na mente dela, ela encolheu os ombros e trouxe 
a xcara de ch a Liam est esperando lbios.
        
        "Viajando agrava minha digesto. Mas eu suponho eu poderia tolerar um pouco de inconvenincia."
        
        Este tempo que era Shannon est advertindo relance que segurou a rosnadura de Maggie. "Eu agradeceria, ela disse entre dentes segurados. "Eu terei Rogan 
organizar para ter o objeto pegado plano voc quando vestir."
        
        Vinte minutos Brianna posterior escutou o fim de porta da frente atrs da me dela e Lottie, ento cruzou a cozinha para dar para Maggie um abrao duro. 
"Isso era bem terminado, Maggie".
        
        "Eu sinto como se eu tivesse engolido um sapo. A digesto dela seja condenada."
        
        Brianna s riu. "No deteriore."
        
        "E voc." Maggie girou para empurrar um dedo acusador a Shannon.
        
        "E eu? " ela devolveu, toda a inocncia.
        
        "Como se eu no pudesse ver as rodas que viram em sua cabea. 'Doente como um cachorro,  ela, Sra. Concannon. Estalos como um terrier.' "
        
        "Trabalhado, no fez isto? "
        
        Maggie abriu a boca dela, ento fechou isto em um riso. "Fez, mas meu orgulho prejudicou" extremamente. Movimento pegador pela janela, ela moveu mais ntimo 
e investigou fora. "Bem, olhar que que Trapaceiro arraigou fora do arbusto. H trs homens que vm deste modo, Brianna. Voc pode querer fazer uma panela nova de 
ch." Ela fitou fora para outro momento como um sorriso floresceu. "Cristo Jesus, isso que um lote bonito que eles so. Eu levarei o jackeen", ela murmurou. "Os 
dois de voc podem rabiscar em cima dos outros."
        
        Enquanto Shannon tentou a ajustar sistema repentinamente nervoso, Maggie foi para a porta e lanou isto aberto. O trapaceiro fugiu em primeiro, enquanto 
riscando debaixo da mesa para limpar com aspirador de p os miolos Liam tinham sido considerados bastante derrubar.
        
        "Bolo." Os sensos dele to afinado quanto os ces de caa, Cinza manchado o deleite o momento ele cruzou o limiar. "Com os materiais de marshmallow. Sujeitos, 
ns golpeamos ouro."
        
        "Da." Liam saltou na cadeira dele e sustentou dedos pegajosos. Rogan teve a presena de mente para parar pela pia e umedecer um pano antes de ele fosse para 
o filho dele.
        
        Murphy h pouco estava l, o bon dele nas mos dele, os olhos dele em Shannon. "Voc est de volta."
        
        "Um par de horas atrs", ela comeou, ento os olhos dela alargaram como ele marchou a ela, a puxou aos ps dela, e s a beijou o modo que um homem sbio 
beija uma mulher dentro privado.
        
        "Bem-vindo."
        
        Ela no teve uma nica esquerda de respirao. Ela atraiu alguns e acernar com a cabea. Ela teria dado para as pernas trmulas dela o alvio de sentar novamente, 
mas ele segurou empresa ao brao dela.
        
        "Venha comigo."
        
        "Bem, eu... " O olhar dela arremessou ao redor do quarto onde todo o mundo era de repente inteno no prprio negcio deles/delas.
        
        "Se agarre para voc, Murphy", Maggie disse ligeiramente como ela adquiriu fora pratos frescos. "Shannon  um presente que ela quer o" dar.
        
        "Sim. Isso  certo. EU... " Ela arrastou fora.
        
        "Eu adquirirei a caixa para voc", Rogan ofereceu.
        
        "Voc ter um pouco de ch, Murphy? " Brianna perguntou.
        
        "No, obrigado." Ele nunca tirou os olhos da face de Shannon. "Ns no podemos ficar agora mesmo. Shannon'11 jantam hoje  noite" comigo.
        
        "E o caf da manh", Cinza murmurou na orelha de Brianna.
        
        Obrigado, Rogan". Shannon levou a caixa ele trouxe e desejou saber o que fazer logo.
        
        "O que ? " Cinza quis saber. "Abra. Ow." Ele estremeceu como Brianna espetou as costelas dele com o cotovelo dela.
        
        "Ele abrir isto em casa", ela disse. "Leve um pouco de bolo com voc." Ela j readied uma laje e deu para Murphy o prato coberto.
        
        "Obrigado. Venha comigo", ele disse novamente e, levando o brao de Shannon, a conduziu fora.
        
        Coisa boa" voc lhe deu o prato", Maggie comentou. "Outro ele teria as mos dele por toda parte o dela antes de eles estivessem fora do jardim."
        
        Como era, ele teve que chamar em tudo do controle dele. Ele quis a arrastar em cima dos campos, abaixo sobre eles.
        
        Ao invs ele concentrou em impedir o passo largo dele se distanciar de o seu.
        
        "Eu deveria ter trazido a zorra." "No  distante caminhar", ela disse, ofegante. "Agora mesmo . Isso  pesado? Eu levarei isto." "No." Ela trocou a caixa 
fora do alcance dele. No estava claro, mas ela quis levar isto. "Voc poderia adivinhar."
        
        "Voc no teve que me comprar qualquer coisa. Sua vinda apresenta atrs bastante." Ele enganchou um brao ao redor a cintura dela e a ergueu facilmente em 
cima da parede. "Eu senti falta de voc todos os minutos. Eu no soube um homem poderia pensar tantas vezes em uma mulher em um dia."
        
        Ele se forou a levar trs respiraes acalmando. "Rogan me falou voc tinha assinado os contratos com ele. Voc est contente? "
        
        "Parte de mim , e parte de mim apavorado." "O medo  s um motivator para fazer seu melhor. Voc ser famoso, Shannon, e rico." "Eu j sou rico." O passo 
largo dele hesitou. "Voc ? " "Comparativamente."
        
        "Oh." Ele teria que ponderar aquele em cima de, ele decidiu. Reflita. Mas no momento a mente dele mantida confundida com imagens da descascar fora daquela 
bonita jaqueta costurada.
        
        Quando eles chegaram  fazenda, ele segurou aberto a porta de cozinha. Ele fixou o prato no contador e teria a agarrado se ela no o tinha se antecipado 
e tinha movido ao outro lado da mesa.
        
        "Eu gostaria que voc abrisse seu presente." Ela fixou isto na mesa entre eles.
        
        "Eu o, nos degraus, quero escada acima. Aqui no cho."
        
        Sangue borbulhou debaixo da pele dela. "O modo que eu estou sentindo agora mesmo, voc pode me, nos degraus, ter escada acima e aqui no cho." Ela sustentou 
uma mo quando os olhos dele foram quentes. "Mas eu realmente gostaria que voc visse o que eu o adquiri em Dublin."
        
        Ele no deu uma maldio se ela tivesse trazido um forcado de slido-ouro ou um plowshare enfeitado com jias para ele. Mas o pedido quieto o parou de simplesmente 
saltar em cima da mesa. Ao invs, ele ergueu a tampa da caixa e empurrou pela embalagem.
        
        Ela viu o momento ele percebeu o que estava debaixo disto. A alegria atordoada rastejou na face dele. De repente ele olhou como jovem e bedazzled como qualquer 
criana que  achada o desejo do corao dele debaixo da rvore em manh de Natal.
        
        Reverently ele ergueu o dulcimer fora, correu os dedos dele em cima da madeira. "Eu nunca vi qualquer coisa to bom."
        
        "Maggie disse que voc tinha feito para um o da mesma maneira que multa, ento dada isto.
        
        Encantado, ele s tremeu a cabea dele. "No, 'twas no to bonito como isto." Ele observou ento, maravilha e se encanta nos olhos dele. "O que o fez pensar 
comprar tal uma coisa como isto para mim? "
        
        "Eu vi isto na janela, e eu o vi jogando isto. Voc tocar isto para mim, Murphy? "
        
        "Eu no joguei o dulcimer por um tempo." Mas ele desembrulhou os martelos, os acariciou como pode ele o desa de um pintinho recentemente chocado. H uma 
melodia que eu sei."
        
        E quando ele jogou isto, ela viu que ela tinha tido razo. Ele teve que meio sorriso na face dele, o olhar distante nos olhos dele. A melodia era velha e 
doce, como um pouco de vinho adorvel h pouco decantado. Encheu a cozinha, fez os olhos dela picar e o corao dela incha.
        
        " o presente mais principal que eu alguma vez tive", ele disse como ele ps de lado os martelos. "Eu entesourarei isto."
        
        A besta impaciente que tinha arranhado dentro dele foi acalmada. Ele veio ao redor da mesa e levou as mos dela suavemente em seu. "Eu o, Shannon", amo.
        
        "Eu sei." Ela ergueu as mos unidas deles/delas  bochecha dela. "Eu sei que voc faz."
        
        "Voc me chamou ontem e me falou voc me amou. Voc me falar agora? "
        
        "Eu no deveria ter chamado aquele modo." Ela falou depressa como nervos comeou a reluzir nas pontas do dedo dela. "Eu no estava pensando claramente, e... 
" Ele beijou essas pontas do dedo instveis, enquanto a assistindo pacientemente em cima deles. "Eu o, Murphy, amo mas - "
        
        Ele s ps os lbios dele em seu, enquanto silenciando o resto. "Desde ento eu o ouvi me, a primeira vez, falar eu tenho dodo para voc. Voc vir escada 
acima comigo, Shannon? "
        
        "Sim." Ela apoiou mais ntimo, enquanto apanhando as mos unidas deles/delas entre. "Eu virei escada acima com voc." Ela sorriu, varreu at mesmo no romance 
disto como ela foi varrida nos braos dele.
        
        A luz era adorvel, enquanto arrastando pelas janelas, se espalhando em cima dos degraus como ele a levou para cima, enquanto fluindo plido pela cama quando 
ele a ps nisto.
        
        Era to fcil de afundar naquela luz, na fora suave dos braos dele como eles embrulharam ao redor dela, na promessa morna da boca dele.
        
        A ocorreu que esta foi na primeira vez que eles tinham amado um ao outro em cima com um telhado e uma cama em baixo deles. Ela poderia ter perdido as estrelas 
e o cheiro de grama se no tivesse sido para a doura que ele lhe ofereceu em seu lugar.
        
        Ele tinha trazido flores no quarto. A imaginando aqui, ele tinha querido haver flores. Ele pegou o cheiro frgil deles como ele imergiu a cabea dele para 
arrastar os lbios dele abaixo a garganta dela.
        
        Havia velas, para depois, substituir a luz estrelada. Havia folhas feito de linho macias, substituto para mantas lanosas e grama. Ele espalhou o cabelo dela 
em cima do travesseiro dele, enquanto sabendo o cheiro dela agarrariam l.
        
        Ela sorriu como ele comeou a despir a. Ela tinha comprado alguns outras coisas em Dublin e tinha sabido, quando ele tinha descoberto a primeira sugesto 
de seda de rosa, ela tinha escolhido bem.
        
        Com concentrao quieta, ele descascou jaqueta aparte, blusa, calas compridas, puxou uma ponta do dedo ento pelo marfim ate isso paquerado entre os peitos 
dela.
        
        "Por que tais coisas debilitam um homem? " ele desejou saber.
        
        O sorriso dela esparramou. "Eu vi isto na janela, ento eu o vi. Me" tocando.
        
        O olhar dele ergueu a seu. Muito lentamente ele deslizou a ponta do dedo dele abaixo, em cima da curva do peito dela, debaixo disto, ento para cima novamente 
pastar o mamilo dela. "Assim? "
        
        "Sim." Os olhos dela tremularam fechado. "H pouco assim."
        
        Experimentalmente ele seguiu a seda at era terminou em uma extremidade daquele mesmo s use espartilho debaixo da cintura. Em baixo disso estava um swatch 
minsculo de emparelhar seda. Ele ps a mo dele em cima do tringulo e assistiu o arco dela.
        
        Quando ele substituiu a mo dele com a boca dele, ela se estorceu.
        
        Para por favor ele, ele explorou toda polegada das sedas antes de mover em para a carne abaixo. Ele soube que ela foi perdida para argumentar quando ele 
tinha terminado. At mesmo como ela pinoteou em baixo dele, arranhou, ele segurou em para o prprio dele. Ele quis um ltimo presente.
        
        "Me, Shannon", fale agora. A respirao estava queimando os pulmes dele, e os punhos dele eram osso branco. "Me fala agora que voc me ama, quando voc 
est queimando para mim, quando voc estiver desesperado para eu vir dentro de voc, o encher. O" montar.
        
        Ela estava tomando flego, frentico para ele a dirigir em cima disso ltima extremidade magra. "Eu o" amo. Lgrimas pularam aos olhos dela como emoo misturada, 
iguale para precisar. "Eu o, Murphy", amo.
        
        Ele empurrou nela, enquanto lhes fazendo ambos gemido. Cada mergulho era uma demanda e uma glria. "Me fale novamente." A voz dele era feroz como eles ambos 
balanaram na beira. "Me fale novamente."
        
        "Eu o" amo. Quase lamentando, ela enterrou a face dela na garganta dele e o deixou a quebrar.
        
        Depois, depois que ele iluminado as velas, ele a baixou o corredor para o banho onde eles jogaram como crianas em gua muito quente em uma banheira muito 
cheio.
        
        Em vez do jantar, eles engoliram no bolo de Brianna, lavou isto abaixo com cerveja em uma combinao que Shannon soube deveria estar repugnando. Teve gosto 
de ambrosia.
        
        Enquanto ela estava lambendo os dedos dela, ela pegou o vislumbre no olho dele. Em uma batida do corao eles estavam se lanando para um ao outro, e fez 
amor gostar de animais descuidados na cozinha pavimente.
        
        Ela poderia ter dormido l, exausto, mas ele a puxou aos ps dela. Nenhum mais fixo que os bbados, eles cambalearam fora, abaixo o corredor. Ento ele a 
puxou na sala de estar, e eles tiveram um ao outro novamente no tapete.
        
        Quando ela conseguiu sentar para cima, o cabelo dela foi enroscado, os olhos dela envidraaram, e o corpo doendo dela. "Quantos quartos esto l nesta casa? 
"
        
        Ele riu e beliscou o ombro dela. "Voc vai descobrir.
        
        "Murphy, ns mataremos um ao outro." Quando a mo dele serpenteou para cima a escada de mo das costelas dela a xcara o peito dela, ela deixou sair um suspiro 
estremecendo. "Eu estou disposto para arriscar isto se voc for."
        
        "Isso  uma moa."
        
        Havia quinze, Shannon pensou quando ela se desmoronou em algum lugar sobre as folhas enroscadas prximo amanhecer. Quinze quartos na casa de fazenda de pedra 
espreguiando, e no era por falta de querer que eles no tinham conseguido batizar tudo deles. Em algum lugar ao longo da linha os corpos deles/delas tinham os 
trado simplesmente. Eles tinham cado atrs em cama sem pensamento de qualquer coisa mas sono.
        
        Como ela vagueou para isto, debaixo do peso do brao de Murphy, que ela se lembrou eles teriam que falar seriamente e falar logo. Ela teve que explicar coisas 
a ele. O faa ver por que o futuro era tanto ento mais complexo o presente.
        
        At mesmo como ela tentou formular as palavras na mente dela, ela acumulou mais profundamente.
        
        E ela viu o homem, o guerreiro dela, o amante dela, no cavalo branco. Havia o reflita de armadura, o redemoinho da capa dele no vento.
        
        Mas este tempo, ele no estava montando para ela pelos campos. Ele estava partindo.
        
        Captulo Vinte e um
        
        Murphy figurou era amor que fez um homem to enrgico depois do sono de uma hora. Ele lidou com o ordenhar, a alimentao de ao, o pastoreio, tudo com 
uma cano nos lbios dele e uma primavera no passo dele que teve o menino de Feeney jovem que sorri a ele.
        
        Como sempre, havia uma dzia de tarefas ver para antes do caf da manh. Grato era o volta do vizinho dele para puxar o leite fora, Murphy recolheu os ovos 
da manh, de olhos das senhoras mais velhas que precisariam fazer a volta dela brevemente na panela, e foi em direo atrs  casa.
        
        Ele estava tendo uma mudana de corao sobre a idia mais cedo dele de deixar Shannon dorme enquanto ele agarrou uma xcara rpida de ch e um biscoito, 
ento tida a inteno de virar a relva dele.
        
        Parecia muito mais convidativo a levar para cima aquele ch e biscoito e fazer amor com ela enquanto ela estava morna de sono e macio de sonhar.
        
        Ele nunca esperou a achar na cozinha dele, enquanto se levantando ao fogo com o avental a me dele usaram quando visitando embrulharam a cintura dela ao 
redor.
        
        "Eu pensei que voc estaria dormindo."
        
        Ela olhou em cima de, enquanto sorrindo ao modo que ele tirou o bon dele quando ele entrou na casa. "Eu o ouvi fora, enquanto rindo com o menino que o ajuda 
ordenham."
        
        "Eu no pretendi o" me despertar. A cozinha cheirou gloriously de manhs da infncia dele. "O que est fazendo voc l? "
        
        "Eu achei algum toucinho, e as lingias." Ela cutucou o posterior com um garfo de cozinha. " cidade de colesterol, mas depois de ontem  noite, eu pensei 
que voc mereceu isto."
        
        O sorriso tolo sem dinheiro em cima da face dele. "Voc est preparando o caf da manh" para mim.
        
        "Eu figurei voc buscaria fome fazendo tudo que voc faa a amanhecer, assim-Murphy! " Ela gritou, enquanto derrubando o garfo com um rudo como ele a agarrou 
e a balanou ao redor. "Assista o que voc est fazendo."
        
        Ele a fixou abaixo, mas no pde fazer nada sobre o sorriso como ela murmurou a ele e lavou fora o garfo. "Eu fiz nem mesmo saiba voc poderia cozinhar."
        
        "Claro que eu posso cozinhar. Eu posso no ser o artista na cozinha que Brie , mas eu sou mais que adequado. O que  isto? " Ela cutucou no balde abaixo 
o que ele fixaria quando ele entraria. Deve haver trs dzia incita em aqui. Com o que faz voc tantos? "
        
        "Eu uso o que eu preciso, comercio fora ou vendo o resto."
        
        Ela enrugou o nariz dela. "Eles so imundos. Como eles se puseram to sujos? "
        
        Ele a encarou um momento, ento rugiu com risada. "Oh, voc  uma mulher de bem, Shannon Bodine".
        
        "Eu posso ver isso era uma pergunta estpida. Bem, os limpe. Eu no os" estou tocando.
        
        Ele puxou o balde  pia, comeou a obrigar quando amanheceu de repente nela s onde ovos vieram de. "Oh." Ela estremeceu e sacudiu toucinho. " bastante 
para o pr fora omeletes. Como voc sabe se eles s ovos so e no indo nenhum pequeno chickies para ser? "
        
        Ele deslizou ela um olhar, enquanto querendo ter certeza que ela no estava brincando este tempo. Cutucando a lngua dele na bochecha dele, ele lavou fora 
outra concha. "Se eles no piarem, voc est seguro."
        
        "Muito engraado." Ela decidiu que ela era melhor fora em ignorncia. Ela realmente preferiu pensamento de ovos como algo que voc tirou de caixas de papelo 
agradveis empilhadas no mercado. "Como voc os quer cozido? "
        
        "Porm voc gosta, eu no sou exigente. Voc fez ch! " Ele quis ajoelhar aos ps dela.
        
        "Eu no pude achar caf."
        
        "Eu adquirirei algum prximo eu estou na aldeia. Cheira principal, Shannon".
        
        A mesa j era fixa, ele notou, para dois. Ele verteu ambos ch para eles, enquanto desejando que ele tinha pensado escolher algum do wildflowers que cresceu 
ao lado do celeiro para ela. Ele sentou quando ela levou uma travessa  mesa.
        
        Obrigado."
        
        Havia uma humildade na voz dele que fez o dela sinta junte extremidades de culpa e prazer. "Voc  bem-vindo. Eu nunca como lingia", ela comentou como 
ela levou o assento dela. "Mas isto parece to bom."
        
        "Deve. Sra. Feeney fez isto s alguns dias atrs" fresco.
        
        "Feito isto? "
        
        "Sim." Ele lhe ofereceu primeiro a travessa. "Eles abateram o porco que eles tinham estado engordando." A sobrancelha dele atraiu preocupao junto quando 
ela empalideceu. "Algo est errado? "
        
        "No." Com movimento apressado, ela renunciou  travessa fora. H h pouco certas coisas que eu no me preocupo visualizar."
        
        "Ah." Ele lhe deu um sorriso apologtico. "Eu no estava pensando."
        
        "Eu deveria me acostumar a isto. O outro dia que eu entrei em uma discusso que Brie estava tendo com algum sujeito sobre os "cordeiros de primavera. Ela 
estremeceu, enquanto sabendo agora s o que aconteceu a pequenos cordeiros atraentes pela primavera.
        
        "Parece severo a voc, eu sei. Mas  h pouco o ciclo de coisas. Era um dos "problemas de Tom.
        
        Decidindo a torrada ela tinha feito estava seguro, Shannon olhou em cima de. "Oh? "
        
        "Ele no pde se levantar elevar algo para a mesa - para o prprio dele ou outra pessoa. Quando ele teve galinhas, ele juntou bem bastante os ovos, mas as 
galinhas dele morreram freqentemente de velhice. Ele era um homem compassivo."
        
        "Ele deixou os coelhos irem", Shannon murmurou.
        
        "Ah, voc ouviu falar dos coelhos." Murphy sorriu  memria. "Indo fazer uma fortuna fora eles, ele era - at que desceu o ponto aderindo. Ele sempre buscou 
fazendo uma fortuna."
        
        "Voc realmente o" amou.
        
        "Sim. Ele no era um substituto para meu pai, nem ele tentou ser um. No era a figura masculina que eles dizem para umas necessidades de menino na vida dele. 
Ele era como muito meu pai de meu dcimo quinto ano como o que me fez estava antes. Ele sempre estava l para mim. Quando eu estava afligindo, ele se apareceria, 
me leve para um passeio para os precipcios, ou uma viagem em Galway com as meninas. Ele segurou minha cabea na primeira vez eu sicked para cima usque eu no tinha 
tido nenhum bebendo empresarial. E quando eu tinha tido minha primeira mulher, eu - "
        
        Ele rompeu e desenvolveu um interesse agudo na refeio dele.
        
        Shannon ergueu uma sobrancelha. "Oh, no pare agora. O que aconteceu, quando voc tinha tido sua primeira mulher? "
        
        "O que normalmente acontece, eu suporia. Este  um caf da manh bom, Shannon".
        
        "No mude o assunto. Quantos anos voc teve? "
        
        Ele lhe deu um olhar aflito. " Tis no decentemente discutir tal importa com a mulher voc est compartilhando o caf da manh atualmente com."
        
        "Covarde."
        
        "Sim", ele concordou cordialmente e cheio a boca agitando dele com ovos.
        
        "Voc est seguro, Murphy". A risada dela enfraqueceu. "Eu realmente gostaria de saber o que ele disse a voc."
        
        Porque era importante a ela, ele rastejou em cima do embarao dele. "Eu era... Eu tinha sido... "
        
        "Voc no tem que me contar aquela parte." Ela sorriu para o acalmar. "Agora, de qualquer maneira."
        
        "Depois de", ele disse, aliviou para ter adquirido alm de que primeiro pulo. "Eu estava sentindo orgulhoso-varonil eu adivinharia voc poderia dizer. E 
to confuso quanto um macaco com trs rabos. Culpado, apavorado eu poderia ter adquirido a menina grvida porque eu tinha sido muito quente-jovem e estpido", ele 
corrigiu, pensar de que antes do assunto. Assim eu estava sentando fora na parede, uma parte de mim que deseja saber quando eu poderia voltar e poderia fazer a coisa 
inteira novamente, e a outra parte que espera por Deus para me golpear morto por fazer isto no primeiro lugar. Ou para Ma descobrir e fazer o trabalho mais rpido 
e com menos clemncia que Deus j v."
        
        "Murphy." Ela se esqueceu e mordeu em uma fatia de toucinho. "Voc  to doce."
        
        " como muito um momento na vida de um homem como  uma mulher eu diria. De qualquer maneira, eu estava sentando, pensando l do que voc poderia imaginar, 
e o Tom vem. Ele senta prximo a mim e no diz nada durante um tempo. H pouco senta e olha fora em cima dos campos. Deveria ter estado por toda parte minha face. 
Ele pe o brao dele ao redor meus ombros. 'Fez um homem de voc', ele diz, 'e voc est orgulhoso disto. Mas leva mais que deslizando em uma moa disposta fazer 
um homem. Responsabilidade de objetos pegados.' "
        
        Murphy tremeu a cabea dele e apanhou o ch dele. "Agora eu sou pensamento doente eu poderia ter que a se casar, e eu apenas dezessete e nenhum mais apaixonado 
com ela que ela comigo. E eu digo assim. Ele h pouco acernar com a cabea, enquanto no dissertando ou ralhando. Ele me fala se Deus e destino estiverem parecendo 
bondosos, ele sabe que eu me lembrarei disto, e tem mais de um cuidado da prxima vez fora. 'Haver um da prxima vez', ele diz, 'porque um homem no deixa de abaixar 
tal um caminho adorvel uma vez que ele  comeado isto. E uma mulher  uma coisa gloriosa para segurar e ter. A mulher certa, quando voc a achar,  mais que luz 
solar. Voc assiste para ela, Murphy, e enquanto voc est cheirando essas doces flores no caminho, os trata com cuidado e afeto, e no contunde as ptalas deles/delas. 
Se voc ama com bondade, at mesmo quando voc no puder amar com estadia, voc merecer o que est esperando ao longo daquele caminho por voc.' "
        
        Levou Shannon um momento achar a voz dela. "Todo o mundo diz que ele quis ser um poeta, mas no teve as palavras." Ela apertou os lbios dela junto. "Soa 
como se ele fez a mim."
        
        "Ele os teve quando contou", Murphy disse quietamente. "Ele os faltou freqentemente para ele. Ele levou tristeza nos olhos dele que mostraram quando ele 
no soube que voc estava olhando."
        
        Shannon olhou para baixo s mos dela. Elas eram o mos da me dela, estreite, longo tocou. E ela teve os olhos de Tom Concannon. Que mais, ela desejou saber, 
eles tinham a dado?
        
        "Voc faria algo para mim, Murphy? "
        
        "Eu faria qualquer coisa para voc."
        
        Ela conheceu isto, mas h pouco ento no pde se deixar pensar nisto. "Voc me levaria Dar laada Cabea? "
        
        Ele subiu, levou os pratos deles/delas da mesa. "Voc precisar de sua jaqueta, bem. O vento est l" vivo.
        
        Ela desejou saber com que freqncia tinha levado Tom Concannon este passeio, ao longo do estreito, torcendo estradas que cortaram pelo rolo de campos. Ela 
viu pequenos abrigos de pedra sem telhados, uma cabra amarrada que semeou a grama selvagem. Havia um sinal pintado no lado de uma advertncia de edifcio branca 
ela foi a ltima parada para cerveja at Nova Iorque. Quase fez o dela sorria.
        
        Quando ele estacionou o caminho, ela viu com alvio que havia ningum mais que tinha vindo ver os precipcios e mar que manh. Eles estavam ss, com o vento 
de gemido e as pedras denteadas e o estrondo de rebentao. E o sussurro de fantasmas.
        
        Ela caminhou com ele abaixo a tira de sujeira que cortou pela grama alta e para a extremidade de Irlanda.
        
        O vento chicoteou a ela, uma coisa poderosa passada a gua escura e rebentao vomitando. O trovo disto era maravilhoso. Para o norte ela poderia ver os 
Precipcios de Mohr e os ainda Ilhas de Aran.
        
        "Eles se encontraram aqui." Ela uniu os dedos dela com Murphy quando ele levou a mo dela. "Minha me me falou, o. dia que ela entrou no coma, ela me falou 
como eles tinham se encontrado aqui. Estava chovendo e frio e ele estava s. Ela se apaixonou por ele aqui. Ela soube que ele estava casado, teve as crianas. Ela 
soube que estava errado. Estava errado, Murphy. Eu no posso me fazer sentir diferentemente."
        
        "Voc no pensa eles pagaram por isto? "
        
        "Sim, eu penso eles pagaram. Em cima de e em cima de. Mas isso no faz - " Ela rompeu, firmou a voz dela. "Era mais fcil quando eu realmente no acreditei 
que ele a amou. Quando eu
        
        no feito, no pde pensar nele como um homem bom, como um pai que teria me amado se coisas tivessem sido diferentes. Eu tive um que fez", ela disse fiercely. 
"E eu nunca esquecerei isso."
        
        "Voc no tem que amar o um menos para abrir seu corao um pouco para o outro."
        
        "Me faz sentir desleal." Ela tremeu a cabea dela antes de ele pudesse falar. "No importa se no for lgico para sentir aquele modo. Sim. Eu no quero os 
olhos de Tom Concannon, eu no quero o sangue dele, eu no fao - " Ela apertou a mo dela  boca dela e deixou as lgrimas virem. "Eu perdi algo, Murphy, o dia 
que ela me contou. Eu perdi a imagem, a iluso que espelho quieto liso que refletiu minha famlia.  quebrado, e agora h todas estas rachas e camadas e sobrepondo 
extremidades quando  reposto junto."
        
        "Como voc se v agora nisto? "
        
        "Com pedaos diferentes se espalhados em cima do todo, e conexes longe das que eu no posso virar. E eu tenho medo eu nunca voltarei o que eu tive." Olhos 
devastam, ela virou a ele. "Ela perdeu a famlia dela por causa de mim, enfrentou a vergonha e medo de estar s. E estava por causa de mim ela se casou um homem 
que ela no amou." Shannon escovou s lgrimas com a parte de trs da mo dela. "Eu sei que ela o amou a tempo. Uma criana sabe que sobre ela pai-voc pode sentir 
isto no ar, o mesmo modo voc pode sentir um argumento que os adultos pensam que eles esto escondendo de voc. Mas ela nunca esqueceu de Tom Concannon, nunca o 
fechou fora do corao dela, ou esqueceu como ela sentia quando ela entrou a estes precipcios na chuva e o" viu.
        
        "E voc deseja ela teve."
        
        "Sim, eu desejo ela teve. E eu me odeio por desejar isto. Porque quando eu desejo isto que eu sei eu no estou pensando nela, ou de meu pai. Eu estou pensando 
em mim."
        
        "Voc  to duro em voc, Shannon. Me fere ver isto."
        
        "No, eu no sou. Voc no tem nenhuma idia o fcil, a vida ntimo-para-perfeita que eu tive." Ela olhou novamente fora para mar, o cabelo dela fluindo 
atrs da face dela. "Pais que me favoreceram em quase tudo. Que confiou em mim, me respeitou todo pedao tanto quanto eles me amaram. Eles queriam que eu tivesse 
o melhor e serra que eu adquiri isto. Casas boas em bairros bons, escolas boas. Eu nunca quis para qualquer coisa, emocionalmente ou materialmente. Eles me deram 
uma fundao slida e me deixaram fazer minhas prprias escolhas em como usar isto. Agora eu estou bravo porque h uma falta debaixo da fundao. E o igual torneamento 
de raiva minha parte de trs em tudo eles fizeram para mim."
        
        "Isso  tolice, e est na hora voc parou isto." Firme, ele levou os ombros dela. "Era raiva que o fez vem aqui para onde comeou, enquanto sabendo o que 
o valeria enfrentar isto? Voc sabe que ele morreu aqui, contudo voc veio enfrentar que, tambm, no o fez? "
        
        "Sim. Di."
        
        "Eu sei, bem." Ele juntou o fim dela. "Eu sei faz. O corao tem que quebrar um pequeno abrir espao."
        
        "Eu quero entender." Estava confortando para descansar a cabea dela no ombro dele assim. As lgrimas no queimaram ento, e o pang no corao dela se diminudo. 
"Seria mais fcil aceitar quando eu entender por que todos eles fizeram as escolhas que eles fizeram."
        
        "Eu penso que voc entende mais que voc sabe." Ele virou de forma que eles enfrentado o mar novamente, o batendo e sinfonia infinita de onda contra pedra. 
"Est bonito aqui. Na extremidade do mundo." Ele beijou o cabelo dela. "Um dia voc trar suas pinturas e puxar o que voc v, o que voc sente".
        
        "Eu no sei se eu pude. Tantos fantasmas."
        
        "Voc puxou as pedras. H nenhuma falta de fantasmas l, e eles so como perto de voc como estes."
        
        Se fosse um dia para coragem, ela estaria de p no prprio dela quando ela lhe perguntou. Shannon pisou atrs. "O homem e cavalo branco, a mulher no campo. 
Voc os" v.
        
        "Sim. Hazily quando eu era um menino, ento limpador depois que eu achasse o perfure. Limpador contudo desde que voc entrou na cozinha de Brianna e olhou 
para mim com olhos que eu j soube."
        
        Os "olhos de "Tom Concannon.
        
        "Voc sabe o que eu quero dizer, Shannon. Eles estavam ento frescos. Eu tinha os visto que modo antes de. E eu tinha os visto quente, com raiva e com luxria. 
Eu tinha os visto lamentando e rindo. Eu tinha os visto nadando com vises."
        
        "Eu penso", ela disse cuidadosamente, "que as pessoas podem ser suscetveis para um lugar, uma atmosfera. H vrios estudos - " Ela rompeu quando os olhos 
dele refletiram a ela. "Certo, ns jogaremos temporariamente fora lgica. Eu sentir-sinto - algo  dana. Algo estranho, e familiar. E eu tive sonhar-desde a primeira 
noite que eu vim para a Irlanda."
        
        "O enerva. Me fez durante um tempo."
        
        "Sim, me" enerva.
        
        H uma tempestade", ele incitou, enquanto tentando no a apressar.
        
        "s vezes. O resfriado do raio, como uma lana de gelo contra o cu, e o cho duro com congelao assim voc pode ouvir o som do cavalo que troveja por isto 
antes de voc visse isto e o cavaleiro."
        
        "E o vento assoa o cabelo dela enquanto ela esperar. Ele a v e o corao dele est batendo to duro quanto o hooves do cavalo bateram o cho."
        
        Apertando os braos dela ao redor dela, Shannon se virou. Era mais fcil olhar para o mar. Outros tempos" h um fogo em um quarto escuro pequeno. Ela est 
tomando banho a face dele com um pano. Ele  delirante, enquanto queimando com febre que  esparramada das feridas" dele.
        
        "Ele sabe ele est morrendo", Murphy disse quietamente. "Tudo ele tem que o segurar a vida  a mo dela, e o cheiro dela, o som da voz dela como ela o" acalma.
        
        "Mas ele no morre." Shannon levou uma respirao longa. "Eu os vi fazendo amor, pelo fogo, na dana. Est como vigilncia e sendo levado ao mesmo tempo. 
Eu acordarei quente e trmulo e dolorido para voc." Ela virou ento a ele, e ele viu um olhar que ele tinha visto antes nos olhos dela, a fria queimando sem chama 
disto. "Eu no quero isto."
        
        "Me conte o que eu fiz, contrariar seu corao contra mim".
        
        "No est contra voc."
        
        Mas ele levou os braos dela, os olhos dele insistente. "Me conte o que eu fiz."
        
        "Eu no sei." Ela gritou, ento, chocou pela amargura, apertada contra ele. "Eu no sei. E se eu fao de alguma maneira que eu no lhe posso falar. Este 
no  meu mundo, Murphy. No  real a mim."
        
        "Mas voc est tremendo."
        
        "Eu no posso falar sobre isto. Eu no quero pensar nisto. Faz tudo mais insano e impossvel que j ."
        
        "Shannon - "
        
        "No." Ela levou a boca dele em um beijo desesperado.
        
        "Isto sempre no ser bastante para acalmar qualquer um de ns."
        
        " bastante agora. Me, Murphy, leve de volta. Me leve de volta e ns faremos isto bastante."
        
        Demandas no a balanariam, ele soube. No quando ela estava agarrando assim perto dos medos dela. Desamparado fazer caso contrrio, ele a manteve debaixo 
do brao dele e conduziu o dela atrs para o caminho.
        
        Cinza viu o caminho que vem como ele caminhou atrs para a hospedaria e saudou isto. O minuto que ele aumentou a janela de Shannon ele poderia sentir a 
tenso. E ele poderia ver bastante facilmente, entretanto ela tinha feito o dela melhor mascarar isto, que ela tinha estado chorando.
        
        Ele enviou para Murphy um olhar plano, exatamente o tipo que um irmo poderia apontar a qualquer um que fez a irm dele infeliz.
        
        "Eu h pouco voltei de seu lugar. Quando voc no atendeu o telefone, Brianna comeou preocupando."
        
        "Ns fomos passear de carro, Shannon lhe falou. "Eu pedi para Murphy que me levasse Dar laada Cabea."
        
        "Oh." Que explicou bastante. "Brie estava esperando que ns pudssemos sair para a galeria. Todos ns."
        
        "Eu gostaria isso." Ela pensou que a viagem poderia dispersar a depresso prolongada. "O podido? " ela perguntou para Murphy.
        
        "Eu tenho algumas coisas para ver." Ele poderia ver a desapontaria se ele desse desculpas, e que ela no falaria agora em todo caso com ele. "Voc poderia 
evitar para uma hora ou dois? "
        
        "Seguramente. Ns levaremos Maggie e o monstro conosco. Rogan j  l fora. Venha quando voc estiver pronto."
        
        "Eu preciso mudar", Shannon disse depressa. Ela j estava abrindo a porta como ela olhou atrs a Murphy. "Eu esperarei por voc aqui, certo? "
        
        "Isso est bem. No mais que duas horas." Ele acernar com a cabea para Cinza, ento rebanho fora.
        
        Manh dura"? " Cinza murmurou.
        
        "De vrios modos. Eu no posso parecer falar com ele sobre o que acontece logo." Ou o antes do qual aconteceu, ela admitiu.
        
        "O que acontece logo? "
        
        "Eu tenho que voltar, Cinza. Eu deveria ter partido uma semana atrs." Ela apoiou nele quando ele drapejou um brao em cima de
        
        o ombro dela, e olhou fora em cima do vale. "Meu trabalho na linha."
        
        "A pedra velha e um lugar duro. Eu estive l alguns vezes. Nenhum modo para apertar fora sem contuses." Ele a conduziu pelo porto, abaixo o caminho, e 
para os passos. "Se eu fosse lhe perguntar o que voc quis em sua vida, para sua vida, que voc poderia responder? "
        
        "No to facilmente quanto pudesse ter um ms atrs" eu. Ela sentou com ele, enquanto estudando a dedaleira e acernar com a cabea columbino. "Voc acredita 
em vises, Cinza? "
        
        "Isso  um real segue."
        
        "Eu adivinho , e uma pergunta que eu nunca figurei que eu faria para qualquer um." Ela virou o estudar agora. "Eu estou lhe perguntando porque voc  um 
americano." Quando o sorriso dele comeou, os seus seguiram. "Eu sei como isso soa, mas me ouve fora. Voc faz sua casa aqui, na Irlanda, mas voc ainda  um ianque. 
Voc ganha seu dinheiro criando fico, histrias reveladoras, mas voc fazer isto em equipamento moderno. H uma mquina de fac-smile em seu escritrio."
        
        "Sim que faz toda a diferena."
        
        "Significa voc  um homem de vigsimo-sculo, um homem adiante-olhando que entende tecnologia e usos isto".
        
        "Murphy tem uma "mquina de leite de topo-de-o-linha, Cinza pontudo fora. O trator novo dele  a melhor tecnologia moderna veio para cima com."
        
        "E ele corta a prpria relva" dele, Shannon terminou, enquanto sorrindo. "E o sangue dele est cheio de mystique Cltico. Voc no me pode falar que parte 
dele no acredita em fadas e fadas."
        
        "Certo, eu diria que Murphy  uma combinao fascinante de Irlanda velha e novo. Assim sua pergunta para mim  que eu acredito em vises." Ele esperou uma 
batida. "Absolutamente."
        
        "Oh, Grayson." Frustrado, ela pulou para cima, escarranchou dois passos abaixo o caminho, virou, e escarranchou atrs. "Como voc pode sentar l, Nikes cansativo 
e um Rolex e me fala voc acredita em vises? "
        
        Ele olhou para baixo aos sapatos dele. "Eu gosto de Nikes, e o relgio mantm tempo" satisfatrio.
        
        "Voc sabe muito bem o que eu quero dizer. Voc no vai ter qualquer dificuldade que rola no vinte-primeiro sculo, contudo voc vai sentar l e dizer que 
voc acredita em "tolice de dcimo quinto*-sculo.
        
        "Eu no penso que  tolice, e eu no penso que est preso no dcimo quinto sculo, ou. Eu penso que volta um lote inteiro mais adiante, e que manter andamento 
por vrios mais millenniums."
        
        "E voc provavelmente acredita em fantasmas, tambm, e reencarnao, e sapos que se transformam em prncipes."
        
        "Yep." Ele sorriu, ento levou a mo dela e a baixou novamente. "Voc no deveria fazer uma pergunta se a resposta for para piss voc. Quando ela s xingou, 
ele brincou com os dedos dela. "Voc sabe quando eu vim a esta parte de Irlanda, eu tive nenhuma inteno de ficar. Seis meses talvez, escreva o livro, e faa as 
malas. Isso  o modo que eu trabalhei, e viveu. Obviamente Brianna  a razo principal eu mudei isso. Mas h mais. Eu reconheci este lugar."
        
        "Oh, Fique cinzento*", ela disse novamente.
        
        "Eu caminhei para o outro lado dos campos uma manh, e eu vi as pedras paradas. Eles me fascinaram, e eu sentia um puxo, um poder no que no me pegou de 
surpresa o menos."
        
        A mo dela enrijeceu em seu. "Voc quer dizer isso."
        
        "Sim. Eu poderia caminhar l abaixo a estrada, ou dirige aos precipcios, pela aldeia, vague ao redor em runas, cemitrios. Eu sentia conectado-e eu nunca 
tinha sentido aquela conexo com qualquer coisa ou qualquer um antes de. Eu no tive vises, mas eu soube que eu tinha estado aqui antes e tinha pretendido voltar.
        
        "E isso no lhe d os rastejo."
        
        "Assustou o cague fora de mim", ele disse cheerfully. "Quase como muito como caindo apaixonado com Brianna fez. O que est o assustando mais, camarada? "
        
        "Eu no sei. Eu tenho estes sonhos."
        
        "Assim voc disse antes. Voc vai me falar sobre eles este tempo? "
        
        "Eu tenho que contar para algum", ela murmurou. "Sempre que eu comeo a falar sobre isto com Murphy eu adquiro... apavorado. Como algo adquiriu um cabo 
de mim. Eu no sou o tipo histrico, Fique cinzento*, ou o tipo fantstico. Mas eu no posso passar disto."
        
        Ela comeou lentamente, enquanto lhe contando o primeiro sonho, os detalhes disto, as emoes disto. As palavras vieram facilmente agora, sem a bola quente 
na garganta dela que inchou cada tempo ela tentou discutir isto com Murphy.
        
        Ainda, ela soube havia mais, algum pedao, alguma ligao final fora a que parte dela estava bloqueando.
        
        "Ele tem o perfure", ela terminou. "Murphy tem o perfure eu vi em meus sonhos. Ele achou isto na dana quando ele era um menino, e ele diz que ele comeou 
tendo os mesmos sonhos."
        
        Fascinado, e com uma parte do coolly de crebro dele arquivando os fatos e imagens fora para uma histria a ser girada, assobiou ele. "Isso  material bem 
pesado."
        
        "Me fale sobre isto. Eu sinto como eu tivesse o peso de uma cem-libra machado  parte de trs de meu pescoo."
        
        Ele estreitou os olhos dele. "Eu disse pesado, no assustador. No ameaando" certamente.
        
        "Bem, eu sou ameaado. Eu no gosto, isto que tem meu inconsciente intrometeu em. E este sentimento srdido que  suposto que eu fixo tudo que deu errado 
no concorde comigo. Fique cinzento*, quando eu ver um mgico desaparecer em um bolo folhado de fumaa, eu sei que  um truque. Eu posso desfrutar isto, seja entretido 
se  bem terminado, mas eu estou completamente atento h um trapdoor e misdirection."
        
        O "Rock e um lugar duro novamente, camarada. Lgica contra illogic. Argumente contra emoo. Voc considerou relaxando e h pouco vendo qual lado ganha? 
"
        
        "Eu considerei achado um analista", ela murmurou. "E eu estou me falando os sonhos pararo uma vez eu estou de volta em Nova Iorque, atrs na rotina eu sou 
usado." "E voc tem medo eles no vo. " "Sim, eu tenho medo que eles no vo. E eu tenho muito medo aquele Murphy no entender por que eu tenho que ir." "Voc 
entende? " Cinza perguntou quietamente. "Logicamente, sim. E ainda logicamente, eu posso entender minha conexo aqui. Com Murphy, com tudo de voc. Eu sei que eu 
terei que voltar, que eu nunca quebrarei as gravatas, ou quer. E que a vida que eu volto para nunca estar totalmente igual ao um antes da que eu tive. Mas eu no 
posso fixar sonhos, Fique cinzento*, e eu no posso ficar e posso deixar meu vento de vida. Nem mesmo para Murphy." "Queira conselho? "
        
        Ela ergueu as mos dela, ento os deixe cair. "Inferno, eu levarei o que eu posso adquirir."
        
        "Reflita para o para o qual voc est voltando e o atrs do qual voc est partindo. Faa uma lista se ajudar o lado lgico. E depois que voc os pesou, 
um contra o outro, veja qual lado dos "mergulhos de balana.
        
        "Bonito conselho standard", ela meditou. "Mas no ruim. Obrigado."
        
        "Espere at que voc adquira minha conta."
        
        Ela riu, inclinou a cabea dela sobre o ombro dele. "Eu realmente o" amo.
        
        Agitado, e contente, ele apertou um beijo ao templo dela. "Mesmo vai."
        
        Captulo Vinte e dois
        
        Shannon no poderia ter sido deleitado mais com Galeria Mundial, Clare. Seu estilo de solar-casa estava golpeando e digno. Os jardins, Murphy lhe falou como 
ela pisou do caminho para os admirar, era o desgnio de Brianna.
        
        "Ela no os" plantou, ele foi em, "como l bastante tempo no era para ela sair diariamente com a p dela e as panelas dela. Mas ela preparou a colocao 
de toda ltima dlia e roseira."
        
        "Outro afazeres familiar."
        
        ", sim. Rogan e Maggie trabalharam com o arquiteto no desgnio da casa, examinou toda fatia de pintura. Havia alguns argumentos vivos l", ele se lembrou, 
enquanto levando a mo de Shannon como Cinza pararam perto. " um diletantismo para tudo deles."
        
        Shannon j esquadrinhou os carros estacionados no lote. "Se aparece est trabalhando muito bem."
        
        "O presidente de Irlanda esteve aqui." Havia maravilha na voz dele como tambm orgulho. "Duas vezes, e comprou um dos pedaos de Maggie, outros como bem. 
No  nenhuma coisa pequena para levar um sonho e fazer isto em uma realidade que estava forte."
        
        "No." Ela entendeu o que estava em baixo das palavras dele e agradeceu quando Brianna e o resto os uniram.
        
        "Voc manter suas mos em seus bolsos, Liam Sweeney", que Maggie advertiu. "Ou eu o" algemarei. No confiando na ameaa, ela o iou para cima. "O que pensa 
voc ento, Shannon? "
        
        "Eu penso que est bonito, e todo pedao to impressionante quanto Dublin e Nova Iorque."
        
        "Aqui  uma casa", ela simplesmente disse e levou Liam para a entrada.
        
        Shannon cheirou as flores, as rosas, a fragrncia acumulando de peonies, o cheiro do gramado aparado que era grosso como aveludado. Quando ela pisou dentro, 
ela viu que era, realmente, uma casa, fornecida com cuidado, e com a graa de boas-vindas de elegncia.
        
        Havia pinturas na parede do corredor principal, retratos de lpis inteligentes que celebraram as faces e humores das pessoas de Irlanda. Na sala de estar 
dianteira estavam aquarelas sonhadoras que vestiram o canap curvado e tons quietos do quarto. Havia esculturas, o copo incomparvel de Maggie, como tambm um busto 
de uma mulher jovem esculpiu em alabastro, e pequenos duendes sagazes descreveram em madeira lustrosa. Um tapete mo-curvo em bluess sangrando enfeitou o cho, e 
um lanamento grosso foi drapejado em cima da parte de trs do sof.
        
        Havia flores, fresco aquela manh, em vasos de copo brilhante e cermica incendiada.
        
        A deu um sacuda para ver o prprio pintando dela na parede. Atordoado, ela caminhou mais ntimo, enquanto encarando a aquarela dela de Brianna.
        
        "Eu estou to orgulhoso para ter isto aqui", Brianna disse de ao lado dela. "Maggie me falou que Rogan tinha exibido trs, mas ela no me falou este era 
um deles."
        
        "Trs? " Havia algo esparramando no trax de Shannon, enquanto fazendo o corao dela bater muito rpido para conforto.
        
        Maggie pisou para cima, enquanto lutando com um Liam ziguezagueando. "No princpio ele s ia usar o um, A Dana, mas ele decididos pr para cima o outro 
dois durante alguns dias s. Ele quer arreliar a clientela um pouco. Lhes d um olhar rpido ou dois do que  entrar seu queda mostrando, e comece um zumbido. Ele 
j"  tido uma oferta em A Dana.
        
        "Uma oferta? " Agora tudo que estava estirando dentro de Shannon estava rastejando na garganta dela. "Algum quer comprar isto? "
        
        "Eu penso que ele disse duas mil libras. Ou talvez tinha trs" anos. Ela encolheu os ombros como Shannon a encarou. "Claro que ele quer isso" duas vezes.
        
        "Duas vezes - " Ela sufocou, ento certo ela tinha adquirido a piada, tremeu a cabea dela. "Voc quase me" teve.
        
        "Ele  ganancioso,  Rogan", Maggie disse com um sorriso. "Eu estou lhe falando sempre ele pergunta preos ultrajantes, e ele se encanta me provando errado 
sempre os adquirindo. Se ele quiser seis mil libras para isto, ele adquirir isto, eu o" prometo.
        
        A parte lgica do crebro de Shannon calculou a troca em dlares americanos, e aterrou isto. O artista nela era ambos agitados e afligindo.
        
        "Certo, menino-o", Maggie disse ao Liam torcendo.
        
        " o "volta de seu da. Ela marchou fora com ele, enquanto deixando Shannon que encara a pintura.
        
        "Quando eu vendi o animal de um ano de idade", Murphy comeou em uma voz quieta, "quebrou meu corao. Ele era meu, voc v." Ele sorriu um pequeno quando 
Shannon virou a ele. "Eu tinha estado l ao parir a gua e tinha assistido por at a primeira lactncia. Eu o treinei  dianteira e preocupado quando ele contundiu 
o joelho dele. Mas eu tive que o vender, e soube que em minha cabea. Voc no pode estar no negcio de cavalo sem negociar. Ainda, quebrou meu corao."
        
        "Eu nunca vendi qualquer coisa que eu pintei. Eu dei isto como presentes, mas isso no  o mesmo." Ela levou uma respirao longa. "Eu no soube que eu pudesse 
sentir deste modo. Entusiasmado, subjugou, e inacreditavelmente triste."
        
        "Pode ajudar saber que Rogan j contado Cinza ele o esfolar se Rogan vender seu Brianna a qualquer um menos ele."
        
        "Eu teria dado isto a eles."
        
        Murphy apoiou perto de sussurro na orelha dela. "Diga macio, para Rogan adquiriu audio boa."
        
        Isso fez o riso dela, e ela o deixou levar a mo dela e a conduz no prximo quarto.
        
        Levou mais que uma hora antes de ela pudesse ser persuadida do primeiro cho ao segundo. Havia muito ver, e admira, e desejo. A primeira coisa que ela manchou 
no quarto escada acima sentando era um fluxo sinuoso longo de copo que indicou  forma de um drago. Ela poderia ver a expanso de asas, o brilho iridescente deles, 
a curva do pescoo, a volta feroz de cabea e varre de rabo.
        
        "Eu tenho que ter isto." Possessively ela correu os dedos dela ao longo do corpo serpentino. Era o trabalho de Maggie, claro que. Shannon no teve que ver 
o M.M esculpido. debaixo da base do rabo conhecer isto.
        
        "Voc me deixar comprar isto para voc."
        
        "No." Ela era firme como ela virou a Murphy. "Eu quis um pedao seu para mais que um ano e soube o que Rogan adquire para ela exatamente. Eu posso dispor 
isto agora. Apenas. Eu quero dizer isto, Murphy".
        
        "Voc levou os brincos." E ela ainda estava os usando, ele viu com prazer.
        
        "Eu sei, e  doce de voc oferecer. Mas isto  importante a mim, comprar para mim algo de minha irm. "
        
        O olhar teimoso que tinha entrado nos olhos dele enfraqueceu. "Ah, assim  aquele modo. Eu estou alegre."
        
        "Assim  eu. Muito contente." Os lbios dela encurvaram quando os seus vieram a eles.
        
        "Eu imploro seu perdo", Rogan disse da entrada. "Eu estou interrompendo."
        
        "No." Ela foi para ele, mos estenderam. "Eu no posso comear a falar lhe como eu sinto vendo meu trabalho aqui.  algo que eu nunca pensei de. Algo que 
minha me sempre quis. Obrigado." Ela manteve as mos dele em seu como ela o beijou. Obrigado por fazer algo ela sonhou de se torne realidade."
        
        " mais que um prazer. E eu sou confiante continuar sendo, para ambos ns, durante anos vir." Ele viu a hesitao dela e se se opor a isto. "Brianna foi 
para a cozinha. Voc no a pode manter de um do lado de fora. Voc vir tenha um pouco de ch? "
        
        "Eu h pouco comecei neste cho, e de fato, eu gostaria de um minuto de seu tempo."
        
        "Rogan, l voc est." Com um sorriso presumido na face dela, Maggie escarranchou no quarto. "Eu esvaziei Liam em Cinza. Eu lhe falei seria prtica boa para 
quando Kayla ganhar os ps dela e nunca deixa de correr neles." Ela enganchou um brao por Rogan. "Brianna tem o ch pronto, e a abenoa, ela trouxe uma lata dos 
biscoitos de acar dela de casa."
        
        "Eu serei completamente." Ele deu para a mo dela um tapinha ausente. "Ns deveramos entrar em meu escritrio, Shannon? "
        
        "No, no  necessrio. Eu quero discutir o drago."
        
        Ele no precisou para ela gesticular para a escultura. A Respirao de Maggie" de Fogo", ele disse com um aceno. "Excepcional."
        
        "Claro que ", Maggie replicou. "Eu trabalhei meu asno fora nisto. Comeou trs tempos diferentes antes de viesse certo."
        
        "Eu quero isto." Shannon era um negociador excelente, tinha pechinchado com o melhor deles no distrito de diamante, nas pequenas galerias de Soho. Mas neste 
caso as habilidades dela no tiveram nenhuma chance contra desejo completamente. "Eu gostaria de organizar para comprar isto e voc recupera navio isto para Nova 
Iorque para mim."
        
        Ningum mas Maggie notaram que Murphy foi de repente e absolutamente ainda.
        
        "Eu vejo." Considerando, Rogan manteve os olhos dele na face de Shannon. " um dela trabalhos mais sem igual."
        
        "Nenhum argumento. Eu lhe escreverei um cheque."
        
        Maggie olhou longe de Murphy e quadrou os ombros dela para a batalha. "Rogan, eu no o terei - "
        
        Divertiu Shannon para ver Maggie ferver em silncio quando Rogan elevou uma mo. "Artistas tendem a ter um anexo emocional ao trabalho" deles/delas, ele 
disse suavemente enquanto a esposa dele luziu a ele. "Que  por que eles precisam de um scio, algum com uma cabea para negcio."
        
        "Fathead", Maggie murmurou. "Sanguessuga. Contratos de maldio. Ele me faz ainda os assinar como se eu no o tinha agentado uma criana e no tive outro 
no tero."
        
        Ele s a poupou um relance breve. "Terminado? " ele perguntou, ento continuou antes de ela pudesse o xingar. "Como o scio de Maggie, eu falarei para ela 
e lhe falo que ns o gostaramos ter isto, como um presente".
        
        At mesmo como Shannon comeou a protestar, Maggie estava estalando em choque. "Rogan Sweeney, nunca em minha vida eu esperei ouvir tal uma coisa sair de 
sua boca." Depois de um estouro de risada se encantada, ela agarrou a face dele em ambas suas mos, ento o beijou longo e duro. "Eu o" amo. Ainda irradiando, ela 
retrocedeu a Shannon. "No faa voc ousa discuta", ela ordenou. "Este  um momento de grande orgulho e surpresa para mim no homem que eu me casei. Assim mos de 
tremor na transao antes de ele voltasse aos sensos avarentos normais" dele.
        
        Apanhado por bondade, Shannon fez o que ela foi contada. " muito generoso. Obrigado. Eu adivinho eu terei aquele ch agora, e se regozija, antes de eu terminasse 
a excurso."
        
        "Eu o tirarei. Maggie, Murphy? "
        
        "Ns seremos sem parar." Maggie lhe enviou um sinal rpido, silencioso, ento esperou at que os passos deles/delas diminuram. Ela pensou melhor que no 
disse nada para o momento e simplesmente embrulhou os braos dela ao redor de Murphy.
        
        "Ela no percebeu o que ela estava dizendo", Maggie comeou, "sobre ter isto transportou para Nova Iorque."
        
        Isso era o pior disto, ele pensou, enquanto fechando os olhos dele e absorvendo o sombrio, arrastando dor. "Porque  automtico a ela. O partindo."
        
        "Voc quer que ela fique. Voc tem que lutar."
        
        O fisted de mos dele na parte de trs dela. Ele poderia lutar com esses se o inimigo fosse carne e sangue. Mas era intangvel, to evasivo quanto fantasmas. 
Um lugar, um mindset, uma vida que ele no pde agarrar nem sequer com o crebro dele.
        
        "Eu no terminei." Ele disse isto quietamente, com um fogo debaixo disso deu esperana de Maggie. "E nem, por Jesus, tem ela."
        
        Ele no perguntou se ela voltasse para a fazenda com ele, mas simplesmente dirigiu l. Quando eles saram do caminho, ele no a conduziu na casa, mas ao 
redor isto.
        
        "Voc tem que fazer algo com os animais? " Ela olhou abaixo aos ps dele. Ele no era cansativo as botas dele, mas os sapatos que ela soube que ele manteve 
para igreja e cidade.
        
        "Depois."
        
        Ele estava distrado. Ela tinha sentido desde o princpio atrs isso o passeio de Ennistymon. A preocupou que ele ainda estava pensando sobre o que eles 
disseram a um ao outro a Cabea de Volta. Havia uma raia teimosa debaixo de tudo essas guas quietas, da mesma maneira que havia uma onda flamejante de paixo que 
sempre mexe debaixo da superfcie. J o pnico estava rastejando na idia que ele poderia insistir que eles falam novamente sobre os sonhos.
        
        "Murphy, eu posso contar que voc  chateado. Ns h pouco no podemos apartar tudo isso? "
        
        "Eu apartei isto muito j" deseje. Ele poderia ver o cavalos pastando dele. Ele teve um cliente para o potro de baa, o que estava agora mesmo parado to 
orgulhoso. E ele soube que ele teria que o deixar.
        
        Mas nunca havia algumas coisas para cima as que um homem deu.
        
        Ele poderia sentir os nervos na mo dela, a tenso nisto isso segurou o resto dela rgido como ele a puxou no crculo de pedras. Ento ele a deixou ir e 
esteve em frente dela sem tocar.
        
        "Teve que estar aqui. Voc sabe isso."
        
        Embora houvesse um tremendo o corao dela ao redor, ela manteve o nvel de olhos dela. "Eu no sei o que voc quer dizer."
        
        Ele no teve um anel. Ele soube o que ele quis para seu-o claddaugh com seu corao e mos e coroa. Mas para agora, ele s se teve.
        
        "Eu o, Shannon, amo at um homem pode amar. Eu lhe falo que aqui, em cho santo enquanto o sol brilha entre as pedras."
        
        Agora o corao dela estrondeou, como muito com carinho como com nervos. Ela poderia ver o que estava nos olhos dele e tremeu a cabea dela, enquanto j 
no sabendo nada o parariam.
        
        "Eu estou lhe pedindo que me se case. Me deixar compartilhar sua vida, para voc tenha mina de parte. E eu lhe pergunto que aqui, em cho santo, enquanto 
o sol brilha entre as pedras."
        
        Welled de emoo at ela pensaram ela poderia se afogar nisto. "No me, Murphy", pergunte.
        
        "Eu lhe perguntei. Mas voc no respondeu."
        
        "Eu no posso. Eu no posso fazer o que voc est perguntando."
        
        Os olhos dele flamejaram, temperamento e di goste de sis de gmeo dentro dele. "Voc pode fazer qualquer coisa que voc escolhe fazer. Diga que voc no 
vai, e seja honesto."
        
        "Certo, eu no vou. E eu fui honesto, corrija desde o comeo."
        
        "Nenhum mais para mim que a voc", atirou ele atrs. Ele estava sangrando de cem feridas e no poderia fazer nada que parar isto.
        
        "Eu tenho." Ela poderia conhecer s temperamento com temperamento, e doeu com leso. "Eu lhe falei desde o princpio no havia nenhum namoro, nenhum futuro, 
e nunca fingiu caso contrrio. Eu dormi com voc", ela disse, a voz dela subindo em pnico, "porque eu o quis, mas isso no significa eu mudarei tudo para voc."
        
        "Voc disse que voc me" amou.
        
        "Eu o" amo. Ela disse isto em fria. "Eu nunca amei qualquer um o modo eu o amo. Mas no  bastante."
        
        "Para mim  mais que suficiente."
        
        "Bem, no para mim. Eu no sou voc, Murphy. Eu no sou Brianna, eu no sou Maggie." Ela girou fora, enquanto lutando o desejo para bater os punhos dela 
nas pedras at que eles sangraram. "Tudo que foi levado longe de mim quando minha me me falou s quem eu sou, eu estou voltando isto. Eu estou levando de volta 
isto. Eu tenho uma vida."
        
        Olhos escuro e agitando, ela girou atrs a ele. "Voc pensa que eu no sei o que voc quer? Eu vi sua face quando voc entrou nesta manh e eu estava preparando 
o caf da manh. Isso  o que voc quer, Murphy, uma mulher que tender sua casa, o do boas-vindas em cama, tm suas crianas, e so ano contente depois de ano 
com jardins e uma viso do vale e "fogos de relva.
        
        Ela cortou ao caroo do que ele era. "E tais coisas esto abaixo o gosta de voc."
        
        "Eles no so para mim", ela se se opor a, enquanto recusando deixar as palavras amargas a feriram. "Eu tenho uma carreira que eu pus bastante na espera 
longo. Eu tenho um pas, uma cidade, uma casa para voltar."
        
        "Voc tem uma casa aqui."
        
        "Eu tenho uma famlia aqui", ela disse cuidadosamente. "Eu tenho as pessoas que querem dizer uma grande transao a mim aqui. Mas isso no faz isto casa."
        
        "O que pra isto? " ele exigiu. "O que o pra? Voc pensa que eu o quero assim voc pode cozinhar minhas refeies e pode lavar minhas camisas sujas? Eu 
tenho feito aquela multa em meu prprio durante anos, e enlata isto acalme. Eu no dou uma maldio se voc nunca erguer uma mo. Eu posso contratar ajuda se vier 
a isso. Eu no sou um homem pobre. Voc tem um carreira-quem no lhe est perguntando? Voc poderia pintar de amanhecer at crepsculo e eu s estaria orgulhoso 
de voc."
        
        "Voc no me" est entendendo.
        
        "No, eu no sou. Eu no sou compreensivo como voc pode me amar, e eu voc, e ainda voc caminharia longe disto, e de mim. De que acordos precisa voc? 
Voc s tem que perguntar."
        
        "O que chegam a um acordo? " ela gritou, porque a fora da necessidade dele estava apertando o corao dela. No h nenhum acordo aqui, Murphy. Ns no estamos 
falando sobre fazer ajustes. No  uma questo de se mudar para uma casa nova, ou se mudando em uma cidade diferente. Ns estamos falando continentes aqui, mundos. 
E o palmo entre seu e meu. Isto no est arrastando ao redor de horrios para compartilhar tarefas. Est deixando um modo para algo completamente diferente. Nada 
muda para voc, e tudo muda para mim.  muito perguntar."
        
        " significado. Voc est se encobrindo a isso."
        
        "Eu no dou uma maldio sobre sonhos e fantasmas e espritos inquietos. Estes  eu, carne e sangue", ela disse, desesperado convencer ambos eles. "Isto 
est aqui e agora. Eu lhe darei tudo o que eu posso, e eu no quero o ferir. Mas quando voc perguntar mais para,  a nica escolha que eu tenho."
        
        "A nica escolha que voc ver." Ele se retirou. Os olhos dele estavam agora frescos, com tumulto s uma sugesto atrs do frio azul. "Voc est me falando 
voc ir, enquanto sabendo o que ns achamos junto, enquanto sabendo o que voc sente para mim, voc ir para o Nova Iorque e viver felizmente sem isto."
        
        "Eu viverei como eu tenho que viver, como eu sei viver."
        
        "Voc est ocultando seu corao a mim, e  cruel de voc."
        
        "Eu sou cruel? Voc pensa que voc no me est ferindo se levantando aqui e exigindo que eu escolho entre minha mo direita e minha esquerda? " Abruptamente 
esfriado, para o osso, ela embrulhou os braos dela ao redor ela. "Oh,  to fcil para voc, o, Murphy, condene. Voc no tem nada que arriscar, e nada para perder. 
O" condene, ela disse novamente, e os olhos dela eram luminosos e amargos e no pareciam totalmente o prprio dela. "Voc no achar paz qualquer mais que eu vou."
        
        Com as palavras que queimam na lngua dela, girou ela e correu. O zumbido nas orelhas dela era temperamento, ela estava segura disto. A vertigem enfureceu 
emoes, e a dor no corao dela uma combinao violenta de ambos.
        
        Mas ela sentia como se algum estava correndo com ela, dentro dela, to desesperadamente infeliz quanto ela, como amargamente desesperado.
        
        Ela fugiu pelos campos, enquanto no parando quando ela chegou ao jardim de Brianna e o cachorro cochilando saltou at a cumprimente. Ainda correndo quando 
ela tropeou na cozinha e um Brianna assustado chamado o nome dela.
        
        Correndo at que ela estava fechada no quarto dela s, e l foi partido para correr em nenhuma parte.
        
        Brianna esperou uma hora antes de ela batesse suavemente na porta. Ela esperou achar Shannon lamentando, ou dormindo fora as lgrimas. O nico olhar rpido 
que Brianna tinha tido da face dela como ela tinha riscado dentro e fora do raio de cozinha de misria e temperamento.
        
        Mas quando ela abriu a porta, ela no achou Shannon lamentando. Ela achou a pintura dela.
        
        "A luz vai." Shannon no aborreceu para observar. A varredura da escova dela estava apaixonada, frentica. "Eu precisarei de alguns abajures. Eu tenho que 
ter luz."
        
        "Claro que. Eu trarei alguns" para voc. Ela pisou adiante. No era a face de aflio que ela viu, mas a face de algum meio selvagem. "Shannon - "
        
        "Eu no posso falar agora. Eu tenho que fazer isto, eu tenho que sair isto de uma vez por todas de meu sistema. Eu tenho que ter mais claro, Brie".
        
        "Certo. Eu cuidarei disto." Quietamente ela fechou a porta atrs dela.
        
        Ela pintou toda a noite. Ela nunca tinha feito que antes de. Nunca precisado ou se preocupou bastante. Mas ela tinha precisado isto. Era manh cheia quando 
ela parou, as mos dela grampearam, o olhos queimando dela, o morto de mente dela. Ela no tinha tocado a bandeja que Brianna tinha exposto algum dia durante a noite, 
nem ela se interessou agora por comida.
        
        Sem olhar para a tela acabado, ela derrubou as escovas dela em um jarro de aguarrs, ento virou e caiu vestido em cama completamente.
        
        Era novamente quase noite antes de ela se despertou, duro, embriagado. No havido nenhum sonho este tempo, ou nenhum do que ela se lembrou, s o sono fundo, 
exausto que deixou o sentimento dela descascou fora e tonto.
        
        Mecanicamente ela tirou fora as roupas dela, choveu, vestiu novamente, enquanto olhando uma vez nunca para a pintura que ela tinha sido dirigida comear 
e terminar dentro de uma noite desesperada. Ao invs, ela apanhou a bandeja intata e levou isto escada abaixo.
        
        Ela viu Brianna no corredor, enquanto licitando adeus a convidados. Shannon passou sem falar, enquanto entrando na cozinha pr de lado a bandeja e verter 
o caf antes do que tinha sido feito durante as horas dela.
        
        "Eu farei fresco", Brianna ofereceu o momento no que ela entrou.
        
        "No, isto est bem." Com algo perto de um sorriso, Shannon ergueu a xcara. "Realmente. Eu sinto muito, eu desperdicei a comida."
        
        "No importe. Me deixe o fixar algo, Shannon. Voc no comeu ontem desde ento, e voc parece plido."
        
        "Eu adivinho eu poderia usar algo." Porque ela no pudesse achar a energia para fazer qualquer outra coisa, ela foi para a mesa e sentou.
        
        "Voc teve uma briga com Murphy? "
        
        "Sim e no. Eu no quero falar aproximadamente aquele agora mesmo."
        
        Brianna ligou o calor debaixo do guisado dela antes de ir para o refrigerador. "Eu no o apertarei ento. Voc terminou sua pintura? "
        
        "Sim." Shannon fechou os olhos dela. Mas havia mais para terminar. "Brie, eu gostaria de ver as cartas agora. Eu preciso os" ver.
        
        "Depois que voc comeu", Brianna disse, enquanto fatiando po para um sanduche. "Eu chamarei Maggie, se voc no nota. Ns deveramos fazer isto junto."
        
        "Sim." Shannon empurrou a xcara dela aparte. "Ns deveramos fazer isto junto."
        
        Captulo Vinte - Trs
        
        Era uma coisa difcil para olhar para as trs cartas esbeltas, saltado junto por uma tira vermelha enfraquecida. E era um homem sentimental, Shannon meditou, 
que amarrou as cartas de uma mulher, to poucas cartas, em uma tira que tempo lixiviaria de cor.
        
        Ela no pediu o conhaque, mas agradeceu quando Brianna fixou um snifter pelo cotovelo dela. Eles tinham entrado na sala de estar familiar, os trs deles, 
e Cinza tinha levado o beb at Maggie.
        
        Assim estava quieto.
        
        No lamplight, para o sol estava fixando para crepsculo, Shannon tomou a coragem dela e abriu o primeiro envelope.
        
        O letra da me dela no tinha mudado. Ela poderia ver isso imediatamente. Sempre tinha estado limpo, feminino, e de alguma maneira econmico.
        
        Meu mais querido Tommy.
        
        Tommy, Shannon pensou, enquanto encarando a nica linha. Ela tinha o chamado o Tommy quando ela tinha escrito a ele. E Tommy quando ela tinha falado dele 
com a filha dela para o primeiro, e a ltima vez.
        
        Mas Shannon pensou nele como Tom. Tom Concannon que passou aos olhos verdes dela e cabelos de castanha. Tom Concannon que no tinha sido um fazendeiro bom 
mas um pai bom. Um homem que tinha virado dos votos dele e a esposa dele amar outro mulher-e tinha a deixado vai. Que tinha querido ser um poeta, e fazer a fortuna 
dele, mas tinha morrido, enquanto fazendo nenhum.
        
        Ela prosseguiu lendo, e teve nenhum escolhido mas ouvir o voz da me dela, e o amor e bondade nisto. Nenhum pesar. Shannon no poderia achar nenhum pesar 
nas palavras que falaram de amor e dever e a complexidade de escolhas. Desejando, sim, e recordaes, mas sem desculpa.
        
        Sempre ela tinha terminado isto. Sempre, Amanda.
        
        Com grande cuidado, refolded de Shannon a primeira carta. "Ela me falou ele tinha escrito de volta a ela. Eu nunca achei qualquer carta com as coisas" dela.
        
        "Ela no os" teria mantido, Brianna murmurou. "Em respeito para o marido dela. A lealdade dela e o amor dela estavam com ele."
        
        "Sim." Shannon quis acreditar isso. Quando um homem tinha dado tudo dele para mais de vinte e cinco anos, ele no mereceu nada menos.
        
        Ela abriu a segunda carta. Comeou da mesma maneira, terminou da mesma maneira como o primeiro. Mas entre l sugestes de algo eram mais que recordaes 
de um amor breve e proibido.
        
        "Ela soube que ela estava grvida", Shannon administrou.
        
        "Quando ela escreveu isto, ela soube. Ela teria sido amedrontada, at mesmo desesperado. Ela tinha tido que ser. Mas ela to calmamente escreve, enquanto 
no o deixando saber, ou at mesmo suposio."
        
        Maggie levou a carta dela quando ela tinha dobrado isto novamente. "Ela poderia ter precisado de tempo para pensar em o que ela faria, o que ela poderia 
fazer. O dela famlia-de isso que o homem de Rogan que achar-eles no teriam estado de p com ela."
        
        "No. Quando ela lhes falou, eles insistiram que ela v embora, ento me deixa e evita o escndalo. Ela no vai. "
        
        "Ela o" quis, Brianna disse.
        
        "Sim, ela me" quis. Shannon abriu a ltima carta. Quebrou o corao dela para ler isto. Como poderia ter sido alegria? ela desejou saber. No importa quanto 
medo e ansiedade que ela poderia ler entre as linhas, havia alegria inconfundvel neles. Mais, havia uma rejeio de vergonha-de o que foi esperado para uma mulher 
solteira grvida com a criana de um homem casado.
        
        Era bvio ela tinha feito a escolha dela quando ela tinha escrito a carta. A famlia dela tinha a ameaado com deserdao, mas no tinha importado. Ela tinha 
arriscado que, e tudo o que ela tinha sabido, para uma chance, e a criana que ela levou.
        
        "Ela lhe falou ela no estava s." A voz de Shannon tremeu. "Ela mentiu para ele. Ela estava s. Ela tinha tido que ir norte e trabalho de achado porque 
a famlia dela tinha a cortado deles e do prprio dinheiro dela. Ela no teve nada."
        
        "Ela o" teve, Brianna corrigiu. "Isso  o que ela quis. Isso  o que ela escolheu."
        
        "Mas ela nunca lhe pediu que viesse a ela, ou a deixar voltar a ele. Ela nunca lhe deu uma chance, s lhe falou que ela estava grvida e que ela o amou e 
ia embora.
        
        "Ela lhe deu uma chance." Maggie ps uma mo no ombro de Shannon. "Uma chance para ser um pai s crianas que ele j teve, e saber que ele teria outro que 
seja amado bem e se preocupou para. Talvez ela tirou a deciso das mos dele, um que teria o dividido de qualquer modo em dois que ele virou. Eu penso que ela fez 
isto para ele, e para voc, e talvez at mesmo para ela."
        
        "Ela nunca deixou do" amar. Novamente ela dobrou a carta. Amando meu pai "at mesmo tanto quanto fez ela, ela nunca parou. Ele estava na mente dela quando 
ela morreu, da mesma maneira que ela estava em seu. Eles ambos perdido o que algumas pessoas nunca acham."
        
        "Ns no podemos dizer o que poderia ter sido." Ternamente Brianna amarrou a tira novamente ao redor das cartas. "Ou mudana o que estava perdido ou foi 
achado. Mas voc no pensa, Shannon, ns fizemos nosso melhor para eles? Estando aqui. Fazendo uma famlia das famlias deles/delas. Irms fora das filhas" deles/delas.
        
        "Eu gostaria de pensar que ela sabe que eu no estou bravo. E que eu estou vindo para entender." Havia paz nisso, Shannon percebeu. Entendendo. "Se ele tivesse 
estado vivo que quando eu vim aqui, eu teria tentado o" querer.
        
        "Esteja seguro disto." Maggie deu para o ombro dela um aperto.
        
        "Eu sou", Shannon percebeu. "Agora mesmo  sobre a nica coisa eu estou seguro de."
        
        Cansao fresco arrastou a ela quando ela estava de p. Brianna estava com ela e ofereceu as cartas. "Este so seus. Ela quereria que voc os" tivesse.
        
        Obrigado." O papel sentia to magro contra a mo dela, to frgil. E to precioso. "Eu os manterei, mas eles so nossos. Eu preciso pensar."
        
        "Leve seu conhaque." Brianna apanhou o copo e ofereceu isto. "E um banho quente. Eles aliviaro a mente, corpo, e esprito."
        
        Era conselho bom, e ela pretendeu levar isto. Mas quando ela entrou no quarto dela, Shannon ps de lado o snifter. A pintura a puxou agora, assim ela virou 
nos abajures antes de cruzar a isto.
        
        Ela estudou o homem no cavalo branco, a mulher. O reflita de cobre e uma espada. Havia o redemoinho de uma capa, a varredura de cabelo castanho erguida pelo 
vento.
        
        Mas havia mais, muito mais. Bastante para a ter sentar cuidadosamente na extremidade da cama enquanto o olhar dela ficado rebitado na tela. Ela soube que 
tinha sado dela, toda pincelada. Ainda parecia impossvel que ela pudesse ter feito tal trabalho.
        
        Ela tinha feito uma realidade de viso. Ela tinha sido querida dizer fazer to desde o princpio.
        
        Em uma respirao estremecendo, ela fechou os olhos dela e esperou at que ela estava segura, at que ela poderia ver dentro dela to claramente quanto ela 
tinha visto as pessoas que ela tinha trazido a vida com pintura e escova.
        
        Era tudo to fcil, ela percebeu. No complicado nada. Era lgico que tinha complicado isto. Agora, at mesmo com lgica, era simples.
        
        Ela teve chamadas para fazer, ela pensou, ento apanhou o telefone para terminar o que ela tinha comeado quando ela tinha pisado primeiro sobre a Irlanda.
        
        Ela esperou at que manh para ir para Murphy. O guerreiro tinha deixado a mulher sbia pela manh, assim estava ao mesmo tempo certo o fim de crculo de 
dia.
        
        Nunca cruzou a mente dela que ele no seria onde ela o procurou. E ele estava se levantando no crculo de pedra, o perfure na mo dele e a nvoa que vislumbra 
como a respirao de fantasmas sobre a grama.
        
        A cabea dele surgiu quando ele a ouviu. Ela viu a surpresa, o desejo, antes de ele baixasse a veneziana - um talento que ela no tinha sabido que ele possuiu.
        
        "Eu pensei que voc poderia vir aqui." A voz dele no estava fresca; que ele no pudesse administrar. "Eu ia deixar isto para voc. Mas desde que voc est 
agora aqui, eu darei isto a voc, ento pergunta se voc escutar o que eu tenho que dizer."
        
        Ela levou o perfure, j estava atordoado ou ansioso quando parecia vibrar na palma dela. "Eu trouxe algo" para voc. Ela ofereceu a tela, embrulhada em papel 
pesado, mas ele no fez nenhum movimento para levar isto. "Voc perguntou se eu pintasse algo para voc. Algo que me fez lembrar de voc, e eu tenho."
        
        "Como um andamento-fora presente? " Ele levou a tela, mas escarranchou dois passos fora para inclinar isto, sem abrir, contra uma pedra. "No far, Shannon."
        
        "Voc poderia olhar para isto."
        
        "Eles sero tempo para que quando eu disse o que est em minha mente."
        
        "Voc est bravo, Murphy. Eu gostaria - "
        
        Direito de maldio" eu estou bravo. A ambos ns. Bobos sangrentos. H pouco esteja quieto", ele ordenou, "e me deixou dizer isto de meu prprio modo. Voc 
tinha razo sobre algumas coisas, e eu estava errado sobre alguns. Mas eu no estava errado que ns amamos um ao outro, e  significado. Eu pensei nisto a maioria 
das ltimas duas noites, e eu vejo eu lhe pedi mais que eu tenha um direito para. H outro modo que eu no considerei, que eu virei um olho cego para porque era 
mais fcil que olhando diretamente para isto."
        
        "Eu  penso, tambm." Ela alcanou fora, mas ele pisou atrs nitidamente.
        
        "Voc esperar um minuto de maldio e me deixar terminar? Eu vou com voc."
        
        "O que? "
        
        "Eu vou com voc para Nova Iorque. Se voc precisa mais tempo para cortejo-ou qualquer o inferno sangrento que voc escolheu chamar isto, eu darei isto. 
Mas voc me se casar no fim, e no comete nenhum erro. Eu no chegarei a um acordo isso."
        
        "Chegue a um acordo? " Cambaleante, ela arrastou uma mo pelo cabelo dela. "Isto um acordo ? "
        
        "Voc no pode ficar, assim eu irei."
        
        "Mas a fazenda - "
        
        "O objeto pegado de diabo a fazenda de fucking. Voc pensa que significa mais a mim que voc? Eu sou bom com minhas mos. Eu posso arrumar emprego onde quer 
que."
        
        "No  uma questo de um trabalho."
        
        " importante a mim que eu no vivo de minha esposa." Ele atirou as palavras a ela, enquanto a ousando discutir. "Voc pode me chamar machista e um bobo 
ou tudo que que voc escolhe, mas no muda o assunto. Eu no me preocupo se voc tem uma montanha de dinheiro ou nenhum nada, ou se voc escolhe gastar isto em uma 
casa grande ou carros caprichosos, o avaro isto fora ou lana isto fora em um rolo de dados. O que  um assunto a mim no  que eu o apio, mas que eu" me apio.
        
        Ela fechou a boca dela durante um minuto e tentou acalmar. "Eu posso o chamar um bobo quase no por fazer uma declarao perfeitamente s, mas eu posso o 
chamar um para at mesmo pensamento sobre deixar a fazenda."
        
        "Vendendo isto. Eu no sou um idiota. Nenhum de minha famlia esto interessados em cultivar, assim eu falarei com Sr. McNee, e Feeney e alguns dos outros. 
 terra boa." O olhar dele varreu alm do dela e porque um momento segurou dor como viajou em cima das colinas. " terra boa", ele repetiu. "E eles avaliariam isto."
        
        "Oh, isso est bem." A voz dela subiu em paixo fresca. "Lance sua herana, sua casa, fora. Por que voc no oferece a recortar seu corao enquanto voc 
estiver a isto? "
        
        "Eu no posso viver sem voc", ele simplesmente disse. "E eu no vou.  sujeira e pedra."
        
        "Nunca me deixe o ouvir dizer isso." Ela incendiou para cima, flamejado em cima de. " tudo a voc. Oh, voc sabe me fazer sinta pequeno e egosta. Eu no 
terei isto." Ela virou, fisting as mos dela como ela escarranchou de pedra para apedrejar. Ento ela apoiou pesadamente contra um como golpeou, e golpeou duro que 
este era isto. Desde o princpio tinha estado disparando para isto.
        
        Ela se firmou e retrocedeu de forma que ela poderia ver a face dele. Estranho, ela pensou, que ela estava repentinamente to tranqila, to seguramente.
        
        "Voc deixaria isto para mim, a coisa que lhe faz o que voc ". Ela tremeu a cabea dela antes de ele pudesse responder. "Isto  engraado, realmente engraado. 
Eu procurei minha alma ontem  noite, e a noite antes de. Parte disto que eu arranquei para fazer aquela pintura. E quando eu dei uma olhada longa boa finalmente, 
eu soube que eu no ia em qualquer lugar."
        
        Ela viu a luz entrar nos olhos dele antes de ele controlasse cuidadosamente novamente isto. "Voc est dizendo que voc ficaria, faa sem o que voc quer. 
 suposto que isso me conforta, enquanto o conhecendo aqui so mas infeliz? "
        
        "Eu estou me rendendo muito. Realmente fazendo um sacrifcio." Com um meio riso ela penteou os dedos dela pelo cabelo dela. "Eu entendi isso finalmente, 
tambm. Eu estou deixando Nova Iorque. Voc no pode cheirar a grama l, ou v cavalos pastando. Voc no pode assistir a greve clara de certo modo em cima dos campos 
que isso faz para sua leso de garganta. Eu estou comerciando o som de trfico para o som de tordos e cotovias. Vai ser real duro viver com isso."
        
        Ela encheu as mos dela nos bolsos dela e comeou de certo modo a passo isso o advertiu no a tocar. "Meus amigo-conhecidos principalmente, pensar de vez 
em quando em mim com diverso e tremer as cabeas deles/delas. Talvez alguns deles viro visitar e ver o para o qual eu deixei a pista de velocidade. Eu estou comerciando 
que para pessoas eu senti mais ntimo para para famlia, que quase qualquer um que eu soube. Isso  certo" uma transao ruim.
        
        Ela parou, enquanto olhando fora entre as pedras como o sol de aquecimento queimaram fora a nvoa. "Ento h minha carreira que escada de mo todos-importante 
para escalar. Cinco anos mais,
        
        e eu garanto eu teria tido aquela chave metafrica para o banheiro executivo. Nenhuma pergunta, Shannon Bodine adquiriu o passeio, ela  adquiriu o talento, 
ela  adquiriu a ambio, e ela no pisca a semanas de sessenta-hora. Eu pus dentro bastante essas semanas, Murphy, e me ocorre que nenhum deles j me deu a alegria 
ou a satisfao simples que eu senti desde a primeira vez que eu apanhei um pincel aqui na Irlanda. Assim eu adivinho que vai ser real duro para eu virar em meu 
Armani jaqueta para um avental."
        
        Ela retrocedeu. "Isso deixa uma ltima coisa por meu clculo. Eu estou de volta em Nova Iorque, enquanto se impulsionando para cima o prximo degrau naquela 
escada de mo, e eu estou s enquanto o homem que me ama estiver fora" trs mil milhas. Ela ergueu as mos dela. "L no parea ser qualquer competio. Eu no estou 
deixando nada, porque no h nada l. Isso  o flash luminoso que eu tive ontem  noite. No h nada que eu quero l, ou precisa, ou amor. Est certo aqui, aqui 
mesmo com voc.
        
        "Mas voc teve que saltar direito dentro, no o fez? " ela lanou fora quando ele teria pisado adiante. "Agora eu nunca poderei lanar em sua face durante 
um argumento o que eu fiz para voc. Porque eu no estou fazendo nada, e eu conheo isto. E voc teria feito tudo."
        
        Ele no estava seguro ele poderia falar, e quando ele fez que era s uma orao instvel. "Voc est ficando comigo."
        
        Ela circulou em cima de para onde ele tinha equilibrado a pintura. Com rasgos impacientes, ela rasgou o papel protetor aparte. "Olhe para isto e me conte 
o que voc v."
        
        Um homem e uma mulher em um cavalo branco, as faces deles/delas como familiar a ele como o prprio dele, em uma terra lavada com luz. O crculo de pedra 
no fundo com dois das pedras atravessadas que ainda tinham desabado lugar. O broche de cobre cortou a uma capa rodando.
        
        Mas o que ele viu a maioria era que enquanto o homem segurou o cavalo de fugir com uma mo, o outro dele segurou o fim de mulher. E ela ele.
        
        "Eles so junto."
        
        "Eu no pretendi pintar aquele modo para eles. Era suposto que ele estava partindo, como fez ele, enquanto a deixando quando ela lhe implorou que ficasse. 
Quando ela alegou e ps de lado todo iota de orgulho e lamentou."
        
        Shannon levou uma respirao cuidadosa e terminou de lhe contar o que ela tinha visto na mente dela, e o corao dela, quando ela tinha pintado.
        
        "Ele a deixou porque ele era um soldado, e a vida dele era batalhas. Eu imagino guerras exigem ser tendidas, da mesma maneira que a terra faz. Ele quis a 
se casar, mas ele no ficaria, e ela precisou que ele ficasse mais que ela precisou de matrimnio, entretanto ela soube que ela estava levando a criana" dele.
        
        O olhar de Murphy atirou para cima, preso na face dela. A criana" dele.
        
        "Ela nunca lhe falou. Pode ter feito a diferena, mas ela nunca lhe falou. Ela queria que ele ficasse para ela, apartar a espada dele porque ele a amou mais 
que o que que ele era. Quando ele no vai, eles lutaram, aqui. Aqui mesmo. E disse coisas a um ao outro para feriu porque cada estava ferido. Ele a devolveu o perfure 
em raiva, no em memria como a lenda sugere, e montou longe dela. Sempre acreditando ela esperaria. Ela o amaldioou como ele o deixou, e gritou que ele nunca teria 
paz, mais que ela, ele nunca teria isto at que ele a amou bastante deixar tudo outro."
        
        Shannon apertou o perfure na palma dele, manteve o seu em cima disto. "Ela viu, no fogo quando ele desabou a batalha, quando ele sangrou e morreu. E ela 
entregou a criana dele s. Ela  espera, eternamente, para ele a amar bastante."
        
        "Eu desejei saber por muito tempo, tentei ver isto, e nunca pude."
        
        "Sabendo os esplios de respostas a magia." Ela ps de lado a tela assim j no estaria entre eles. "Eles so junto agora. Eu quero ficar, Murphy. No a 
escolha dela, no minha me. Meu. Eu quero fazer uma vida aqui com voc. Eu juro eu o amo bastante."
        
        Ele levou a mo dela, trouxe isto fiercely para os lbios dele. "Voc me deixar o cortejar, Shannon? "
        
        "No." Saiu em um riso quebrado. "Mas eu o deixarei me, Murphy", se casar.
        
        "Eu posso me conformar com isso." Ele a puxou contra ele, enterrou a face dele no cabelo dela. "Voc  o um, Shannon. Voc  o nico para mim."
        
        "Eu sei." Fechando os olhos dela, ela descansou a cabea dela no corao dele. Bateu l, forte e firma, como era ele. Ame, ela pensou, fechado todo crculo. 
Vamos para casa, Murphy", que ela murmurou. "Eu prepararei o caf da manh" para voc.
        
        
        ***
        
        
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